Bula Stone - FMC

Bula Stone

acessos
Diuron + Sulfentrazona
1116
FMC

Composição

Diurom 350 g/L Uréia
Sulfentrazona 175 g/L Triazolona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Pré-emergência, Seletivo condicional

Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Buva
(Conyza bonariensis)
1,4 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única 30 dias Aplicação na pré-emergência das plantas infestantes em cafeeiros adultos, com jato dirigido para o solo
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,4 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única 30 dias Aplicação na pré-emergência das plantas infestantes em cafeeiros adultos, com jato dirigido para o solo
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,4 a 2 L p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única 30 dias Aplicação na pré-emergência das plantas infestantes em cafeeiros adultos, com jato dirigido para o solo
Cana-de-açúcar (em Pós-emergencia) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicalção única Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicalção única Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicalção única Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4,5 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicalção única Não Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
4,5 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicalção única Não Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Corda de viola
(Ipomoea nil)
4,5 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicalção única Não Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicalção única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pós-emergência inicial das plantas infestantes e da cultura (no máximo até fase de esporão) em cana planta e cana soca. No caso de aplicação em pósemergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicalção única Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4,5 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicalção única Não Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego No caso de aplicação em pós-emergência da cultura, para aumentar a seletividade da cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Cana-de-açúcar (em Pré-emergencia) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial das plantas infestantes e da cultura. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial das plantas infestantes e da cultura. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4,5 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicalção única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
4,5 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicalção única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Corda de viola
(Ipomoea nil)
4,5 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicalção única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4,5 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicalção única Não Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-emergência inicial da cultura em cana planta e cana soca ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,8 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes, em pós-plantio das mudas, através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
1,8 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes, em pós-plantio das mudas, através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,8 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes, em pós-plantio das mudas, através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas
Eucalipto (Implantação da Floresta) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,8 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes, em pré-plantio das mudas, devendo ser realizada em faixa sobre a linha de plantio
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
1,8 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes, em pré-plantio das mudas, devendo ser realizada em faixa sobre a linha de plantio
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,8 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes, em pré-plantio das mudas, devendo ser realizada em faixa sobre a linha de plantio
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-semeadura da cultura da soja, para plantio convencional e em plantio direto; sua utilização tem como objetivo o controle pré-emergente das plantas infestantes. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Buva
(Conyza bonariensis)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-semeadura da cultura da soja, para plantio convencional e em plantio direto; sua utilização tem como objetivo o controle pré-emergente das plantas infestantes. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-semeadura da cultura da soja, para plantio convencional e em plantio direto; sua utilização tem como objetivo o controle pré-emergente das plantas infestantes. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-semeadura da cultura da soja, para plantio convencional e em plantio direto; sua utilização tem como objetivo o controle pré-emergente das plantas infestantes. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-semeadura da cultura da soja, para plantio convencional e em plantio direto; sua utilização tem como objetivo o controle pré-emergente das plantas infestantes. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado, devido à modalidade de emprego Aplicação em pré-semeadura da cultura da soja, para plantio convencional e em plantio direto; sua utilização tem como objetivo o controle pré-emergente das plantas infestantes. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações

Bombona de plástico - 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 10; 20; 25; 50 L
Container de plástico/metálico - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 L
Farm-Pack - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 L
Frasco plástico - 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5,0 L
Tambor metálico - 5,0; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300; 400 L.

Stone® pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizador manual costal e tratorizado, sendo rapidamente absorvido pela raiz das plantas infestantes e o grau de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo. O Stone® precisa de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10mm). Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter o produto na camada superficial. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam uniformidade da calda e boa cobertura do solo. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Cuidados durante a aplicação:
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Gerenciamento de deriva:
Na~o permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de a´gua, criac¸o~es e a´reas de preservac¸a~o ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica: O potencial de deriva e´ alto durante uma inversa~ o te´rmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: ? Temperatura ambiente abaixo de 30oC. ? Umidade relativa do ar acima de 50%. ? Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. ? As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Aplicação Aérea: Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagricolas e ´ sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: Temperatura ambiente abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar acima de 50%. Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):
Cana-de-açúcar: Não determinado, devido à modalidade de emprego
Café: 30 dias
Eucalipto: Uso não alimentar
Soja: Não determinado, devido à modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada cultura.
- Para rotação de cultura observar o período mínimo de 01 ano após a aplicação para o plantio de outras culturas.
- Não aplicar, exceto quando recomendado para uso em cultura, ou drenar, ou lavar, equipamentos de pulverização sobre ou próximo de plantas ou áreas onde suas raízes possam se estender, ou em local onde o produto químico possa ser lavado ou posto em contato com as raízes das mesmas. Não usar em gramados, alamedas, parques ajardinados ou áreas similares. Evitar a deriva da pulverização sobre plantas úteis.
- Deve-se determinar a tolerância de novas variedades de cana-de-açúcar antes de aplicar Stone®.
Fitotoxicidade:
- Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo, a adoção da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do uso de herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como o controle mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos E e C2 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. . Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto herbicida STONE é composto por Sulfentrazona e Diurom, que apresentam mecanismos de ação dos Inibidores da Protox e Inibidores da fotossíntese no Fotossistema II, pertencentes aos Grupos E e C2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).