Bula Stone

acessos
Diuron
1116
FMC - Campinas

Composição

Diuron 350 g/L Uréias substituídas
Sulfentrazone 175 g/L Triazolona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Pré-emergência, Seletivo condicional
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4,5 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
4,5 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Corda de viola
(Ipomoea nil)
4,5 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergência das plantas infestantes e cana-de-açúcar

Bombona de plástico - 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 10; 20; 25; 50 L
Container de plástico/metálico - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 L
Farm-Pack - 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 L
Frasco plástico - 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 5,0 L
Tambor metálico - 5,0; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300; 400 L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: CANA-DE-AÇÚCAR
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação no Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e a cultura da cana-de-açúcar. Vide item "Instrução de Uso".
MODO DE APLICAÇÃO:
BORAL DUO é um herbicida seletivo para cana-de-açúcar. Na cultura da cana-de-açúcar é indicado para o controle de plantas infestantes em pré-emergência, podendo ser utilizado no pré e/ou pós-plantio da cultura, podendo também ser usado na soqueira.
É prontamente absorvido pelas raízes das plantas infestantes e sua eficiência e período de controle variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo.
Para obter uma boa aplicação e, consequentemente controle adequado das plantas infestantes, é necessária uniformidade da calda e boa cobertura do solo.
O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pelo cultivo.

BORAL Duo deve ser aplicado antes da emergência da cultura ou até no Maximo, inicio da fase esporão por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando a cultura apresentar-se em pós-emergência, a aplicação deverá ser realizada em jato dirigido com pingente, a fim de se obter uma boa cobertura do solo e evitar contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar, aumentando a seletividade da cultura e reduzindo os sintomas de fitotoxicidade.
As maiores doses devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. As menores doses devem ser aplicadas em condições de solos arenosos e menores infestações.
Para a ativação do BORAL Duo, é necessária uma quantidade mínima de umidade no solo. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (mínimo de lOmm) para sua ativação. Neste caso, se houver plantas daninhas infestantes já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas através de um cultivo (tratorizado ou manual) ou químicas.
Aplicação terrestre:
Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol2).
Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo. Observar que a bata em toda sua extensão esteja na mesma altura.
Tipos de bico: usar pontas de jato plano (ex: Teejet, XRTeejet, DGTeejet ou TurbiFloodjet) e da jato cônico (ex: Fulljet); na pós-emergência usar pontas de jato plano (XRTeejet, Twinjet, TurboFloodjet) e de jato cônico (Conejet), de acordo com as recomendações do fabricante.

Volume de aplicação: 100 à 300 Litros de calda/ha.
Condições climáticas recomendadas para aplicação:
• Temperatura inferior a 27 O C.
• Umidade relativa: superior a 55%
- Velocidade do vendo: inferior a 10 Km/h.

Obs.: É necessário continua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar a sobreposição das faixas de aplicação. Recomenda-se o uso anti-gotejante nas pontas e marcadores que evitem a sobreposição de barras.
Instruções para preparo da calda de pulverização:
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando por fim o volume com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reinicia a operação. E possível ainda fazer uma pré-diluição do produto em um balde, e depois adicionar ao tanque com % de água.

Nota: Antes da aplicação de BORAL DUO o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Lavagem do equipamento de pulverização:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, pontas de pulverização e difusores, removendo fisicamente se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.

2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e pontas de pulverização. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pela mangueira, barras, filtros, pontas de pulverização e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.

3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione água sanitária (Hipoclorito de sódio) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pela mangueira, barras, filtros, pontas de pulverização e difusores. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pela mangueira, barras, filtros, pontas de pulverização e difusores. Esvazie o tanque evitando que este liquido atinja os corpos d'água, nascentes ou plantas uteis.

4. Remova e limpe as pontas de pulverização, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.

5. Repita o passo 3.

6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barras, pontas de pulverização e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas uteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a Legislação Estadual ou Municipal.

Gerenciamento da Deriva

Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e área de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva PE determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar: intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de
emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Independentemente da prática adotada, seja ela aplicação tratorizada em área total em pré-emergência, pré-plantio ou jato dirigido, não ultrapassar os limites máximos de dose em 1-/ha recomendados nas instruções de uso.
A tolerância de novas variedades deve ser determinada antes de se adotar BORAL DUO como prática.
Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle e/ou injuria à cultura, especialmente se aplicação for feita em solo seco.
Para rotação de cultura observar o período mínimo de 01 ano após a aplicação para o plantio de outras culturas.
Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula
Não aplicar, exceto quando recomendado para uso em cultura, ou drenar, ou lavar, equipamentos de pulverização sobre ou próximo de plantas ou áreas onde suas raízes possam se estender, ou em local onde o produto químico possa ser lavado ou posto em contato com as raízes das mesmas. Não usar em gramados, alamedas, parques ajardinados ou áreas similares. Evitar a deriva da pulverização sobre plantas úteis.
Não são conhecidos casos de incompatibilidade com o produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos de segurança, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos;
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamentos de proteção individual - EP1: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar as áreas tratadas com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto, antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção, após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha e luvas de nitrila.
PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇAO: se o produto for inalado ('respirado'), leve a pessoa para local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR SULFENTRAZONE e DIUROM
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.)

- Grupo Químico Sulfentrazona: Triazolona
Diurom: Uréia
Etilenoglicol: Alcoáis
- Classe toxicológica Classe II - Altamente Toxico
- Vias de absorção Oral, dermal, inalatória e ocular.
- Toxico cinética Sulfentrazona: O metabolismo de sulfentrazone foi testado em ratos,
cabras e galinha. O metabólito primário (88-95%) é 3-hidroximetil sulfentrazona, outros metabólitos incluem 3-desmetil sulfentrazona e 2,3-dihidroximetil sulfentrazona. É rapidamente metabolizado e a maioria dos compostos excretados em 3 a 5 dias. A sulfentrazona foi completamente absorvida após administração oral em ratos e
totalmente biotransformada (>98,9%) em 3-hidroximetil sulfentrazona,
sendo este rapidamente excretado através da urina.
Diurom: é rapidamente absorvido pelas vias gastrointestinais e pelo
trato respiratório. Diurom é metabolizado por demetilação gerando N-demetildiurom. Em ratos e cachorros a excreção dos metabólitos ocorre, principalmente, pela urina. Os níveis mais altos de resíduos foram encontrados no fígado e rins após 4 dias da aplicação da dose.
Etilenoglicól: é pouco absorvido pela pele (25% da dose de exposição), precisando cobrir grandes áreas cutâneas para provocar efeitos na saúde do trabalhador, e sua baixa volatilidade faz com que a absorção pela via respiratória seja pouco significativa. Em troca, ele é bem e rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal (90 a 100% da dose
de exposição) com pico sanguíneo em 1 a 4 horas após a ingestão. Ele não se acumula no organismo.
- Mecanismos de toxicidade Sulfentrazona: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem conhecidos. Herbicidas inibidores de Protox tem como alvo a última enzima do processo de biossíntese de heme. Possível inibição transitória da enzima protoporfirinogênio oxidase, na cadeia de biossíntese do heme. Sulfentrazona causa o aumento nos níveis de
porfirina.
Diurom: os mecanismos de toxicidade são pouco conhecidos. Os principais alvos do diurom são sangue, bexiga e rim. Danos em eritrócitos resultam em anemia hemolítica e hematopoiese compensatória. Alterações na bexiga foram observadas no tratamento
crônico em ratos e camundongos, além de hiperplasia focal, na bexiga e
rins de ambos os sexos.
Etilenoglicol: no fígado o etilenoglicol é transformado pela enzima álcool desidrogenase (ADH) em glicoaldeído. O glicoaldeído é rapidamente convertido em ácido glicólico e um dialdeído (glioxal) pela aldeído desidrogenase. Ambos reagem lentamente para formar o ácido
glioxílico, em presença da desidrogenase láctica (ou ácido glicólico oxigenase), que se decompõe rapidamente em ácido oxálico e em pequenas quantidades de lactato e formato. O ácido oxálico reage com o cálcio e se precipita sob a forma de cristais de oxalato de cálcio nos túbulos renais proximais, no cérebro, miocárdio, pâncreas e parede dos vasos sanguíneos. Eles causam dilatação, necrose, fibrose e depósito de cristais nos túbulos renais. Alguns efeitos são mediados pelos receptores GABA. Ácido oxálico e seu sal de cálcio são responsáveis por uma acidose metabólica grave.
- Sintomas e sinais clínicos Sulfentrazona: Em estudos com armais, os principais órgãos atingidos foram: o fígado, a medula óssea e os rins. No caso de exposições agudas, pouca ou moderada irritação ocular temporária pode ocorrer. Substâncias pertencentes à classe das triazolonas podem ocasionar dor abdominal, vômitos e constipação, quando da exposição a elevadas concentrações. Irritação da pele e olhos. Em estudo de neurotoxicidade agudo foi observado aumento na incidência de sinais clínicos como andar cambaleante, membros posteriores abertos, alterações nos parâmetros em teste na bateria de observação funcional (FOB) e diminuição da atividade motora. No entanto, a recuperação completa foi observada dentro de 14 dias e não houve evidência de neuropatologia.
Diurom:
Cutânea: irritação.
Oral: náusea, vômito, dor abdominal e diarreia. Metahemoglobinemia, dor de cabeça, fadiga, fraqueza, tontura, taquicardia, dispneia, dificuldade respiratória, coma, convulsão, disritmia cardíaca, parada cardiorrespiratória. Hemólise também foi relatada em alguns casos.
Inalatória: irritação.
Ocular: irritação.
Etilenoglicol: O início do quadro clínico está relacionado à acidose

metabólica e segue um período de latência, até a formação de seus metabólitos tóxicos. 30 minutos após ingestão de 1 mg/kg, os sintomas são os de intoxicação alcoólica com depressão do SNC e ataxia, vertigens, fala pastosa, agitação, nistagmo, ataxia, náusea e vômito. A depressão pode se agravar, associando hipotonia, arreflexia, coma e, eventualmente, edema cerebral.
Em 12 a 24 h aparece, em geral, uma falência cardiorrespiratória, com dispneia, hiperventilação, taquicardia, cianose e elevação da pressão sanguínea. A radiografia de tórax mostra infiltrações bilaterais extensas e evoca risco de morte.
Os sintomas são oligúria, dores tombares e urinas ricas em cristais de
oxalato de cálcio, evoluindo para a anúria.
Disritmias cardíacas podem aparecer devido a uma hipocalcemia resultante da formação de cristais de oxalato de cálcio e, em 1 a 2 semanas após intoxicação severa notam-se: paralisia facial, zumbidos, fala pastosa, distúrbios oculares motores e anomalias visuais, relacionados com lesões de nervos cranianos VII, IX e X (VII - nervo facial: IX - nervo glossofaríngeo: X - nervo vago), após a exposição em pacientes com intoxicação severa, que pode ser devido a formação de cristais de oxalato de cálcio no cérebro.
Oral: náusea, vômito, dor abdominal, fraqueza, vertigem, estupor, convulsão, depressão do SNC.
Dérmica: provoca desidrose, irritação, dermatites e eczema.
Inalatória: Após exposição inalatória a 140 mg/m3, algumas pessoas podem apresentar irritação de garganta, dor de cabeça e dores torácicas; concentrações > a 200 mg/m3 produzem irritações severas e dores mais intensas.
Ocular: ceratoconjuntivite pode ser encontrada nas contaminações oculares.
- Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e informações disponíveis. Em pacientes com suspeita de porfiria devem ser observados hemograma completo, enzimas hepáticas, painel metabólico básico, urinálise e níveis de porfirina no soro. Exame de urina: dosagem de etilenoglicol > 20 mg/ml revela uma intoxicação, mas valores inferiores são, geralmente, considerados não tóxicos.
A elevação significativa da osmolalidade sérica pode ser uni bom indicador, ainda que não específica e possivelmente ausente após a primeira hora. O cálcio sérico vai diminuindo com a formação de oxalato e a dosagem de eletrólitos mostra um intervalo aniônico anormal (AG = Na - (Cr + HCO3) >12 mEq/L). Ureia e creatinina aumentam com a insuficiência renal.
A presença de cristais de oxalato de cálcio também é útil para o diagnóstico da intoxicação por etilenoglicol. Hematúria e proteinúria são comuns. Monitore o fluxo urinário.
- Tratamento Antídoto: Não existem antídotos específicos conhecidos. Para etilenoglicol: Fomepizol.
Exposição oral: Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Exposição dérmica: remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
Exposição inalatória: Tratar broncoespasmo com agonista beta-2 inalatório e corticosteroide oral ou parenteral.
Exposição ocular: Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos, mantendo as pálpebras abertas. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Retire lentes de contato quando for o caso.
Obter concentração de metahemoglobina em pacientes cianóticos e pacientes com dispneia ou outros sintomas de hipóxia. Monitorar hemograma para evidência de hemólise, em pacientes que desenvolverem metahemoglobi nemia. Tratar metahemoglobinernia sintomática com azul de metileno e terapia com oxigênio. Pacientes com hemólise severa podem necessitar de transfusão.
Manutenção das funções vitais. Acesso venoso para correção dos eletrólitos, cálcio e magnésio, com atenção especial em caso de antecedentes de etilismo.
O carvão ativado não tem eficácia nas intoxicações por alcoóis, logo, não é utilizado na intoxicação por etilenoglicol.
Administrar líquidos a 250-500 mL/h IV para reestabelecer o funcionamento renal e acelerar a eliminação do produto e seus metabólitos. Corrigir a acidose metabólica com solução de bicarbonato de sódio. O gluconato ou cloreto de cálcio intravenoso só deve ser aportado em caso de hipocalcemia grave, pelo risco de aumentar a precipitação de oxalato. A vitamina B6 endovenosa poderia facilitar a transformação do ácido glioxílico em glicina, e reduzir a formação de ácido oxálico.
O 4-metilpirazol (4-MP ou Fomepizol), antagonista competitivo da desidrogenase láctica, bloqueia a enzima e evita a formação de glicoaldeído, ácidos glicólico e oxálico. Ele é o antídoto de referência para o tratamento da intoxicação por etilenoglicol e prolonga a meia-vida desses produtos.
Hemodiálise é indicada, sobretudo após o aporte de 4-MP, removendo eficientemente o etilenoglicol e seus metabólitos, e corrigindo rapidamente a acidose, os eletrólitos e as anormalidades dos fluídos.
A observação do paciente deve ser prolongada.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontam inação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
- Contraindicação O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e
pneumonite química.
- Efeitos Sinérgicos Não são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias.

ATENÇÃO
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Enfermidades de Notificação Compulsória.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN/MS)

Telefone de Emergência da empresa: 0800-343545 e (34) 3319-3019
Empresa: FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório
Vide item Toxicocinética.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos Agudos:
• DL50 oral: > 2000 mg/kg p.c.
• DL50 dérmica: > 2000 mg/kg p.c.
• CL50 Inalatória: 1,615 mg/L para diurom e 3,008 mg/L para sulfentrazona. • Irritação Dérmica: Irritação leve.
• Irritação Ocular: Irritação leve, com hiperemia da conjuntiva, reversível em até 24 horas.
Sensibilização cutânea: O produto não é sensibilizante.
Efeitos crônicos:
Sulfentrazona: Em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos com o produto técnico (Sulfentrazona) em cães, camundongos e ratos, os principais efeitos observados foram alterações nos parâmetros hematológicos, tais como a diminuição dos valores de
hemoglobina e hematócrito. Não apresentou potencial carcinogênico Estudos subcrônicos e crônicos em camundongos e cães identificaram o sistema hematopoiético como órgão alvo da sulfentrazona. A inibição da Protoporfirinogênio oxidase pode resultar em desregulação da síntese de heme em mamíferos" Estudos conduzidos em células procariontes (in vitro) e eucariontes (in vivo) demonstram que a sulfentrazona não apresentou potencial genotóxico. Estudos toxicológicos sobre o desenvolvimento em ratos mostraram LOEL materno de 50 mg/kg/dia baseado em aumento relativo do peso baço e hematopoiese extramedular esplênica. O NOEL materno é 25 mg/kg/dia. O LOEL para desenvolvimento fetal é 25 mg/kg/dia baseado na diminuição do peso fetal e retardo no desenvolvimento esquelético e diminuição no número de vértebras caudais e locais de ossificação do metacarpo.
Diurom: Ratos tratados com diurom por 20 semanas mostraram necrose celular e hiperplasia urotelial. Em ratos tratados com diurom por 7 ou 3 semanas mostraram diminuição na contagem de eritrócitos e aumento de metahemoglobina. Estudos em ratos e cachorros por 2 anos mostram retardo no crescimento, anemia leve, aumento na eritropoiese e hemosiderose no baço.
Etilenoglicol: Estudos subcrônicos mostraram que a substância pode causar toxicidade renal através da formação de cristais de oxalato de cálcio em diversas espécies, incluindo humanos. Estudos em ratos indicam que machos podem ser mais sensíveis que fêmeas em relação à toxicidade renal.
Em estudos crônicos com ratos foram observados nefropatia, perda de peso corporal e calculo (cristais de oxalato de cálcio) na bexiga e pelve renal em doses maiores que 300 mg/kg/dia. Acredita-se que á nefrotoxicidade seja causada pela formação dos cristais nos rins.
Considerado potencialmente tóxico para humanos.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
•( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
•(x) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
•( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
•( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- No lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa FMC Química do Brasil Ltda.- Telefone da empresa: (0XX34) 3319-3019.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual —recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
- sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
o ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINACÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
A rotação de culturas pode permitir também a rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ala pode contribuir para o aumento da população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como pratica de manejo e resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrado para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consultar um Engenheiro Agrônomo.