Supplay
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Trichoderma harzianum; Trichoderma viride
Registro MAPA:
58425
Empresa Registrante:
Macrobio |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Trichoderma viride IBLF 1276 (2,5 x 10⁷ UFC/ml p.c.) | 12,5 g/L | |
| Trichoderma viride IBLF 1275 (2,5 x 10⁷ UFC/ml p.c.) | 12,5 g/L | |
| Trichoderma harzianum Isolado IBLF 1275 (2,5 x 10⁷ UFC/ml p.c.) | 12,5 g/L | |
| Trichoderma harzianum Isolado IBLF 1278 (2,5 x 10⁷ UFC/ml p.c.) | 12,5 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Fusarium oxysporum (Podridão basal) | veja aqui | veja aqui | |
| Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) | veja aqui | veja aqui |
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
INSTRUÇÕES DE USO:
SUPPLAY é um Fungicida microbiológico de modo de ação Micoparasitismo, Antagonismo e Competição indicado para o controle Rhizoctonia solani (tombamento ou dumping-off) com eficiência agronômica comprovada para as culturas da batata e feijão e Fusarium oxysporum (murcha-de-fusarium) com eficiência agronômica comprovada para tomate. Pendendo ser recomendado para todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.
PREPARO DA CALDA E MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda: Agitar vigorosamente o frasco antes da utilização do produto. Realizar pré- mistura do produto com três vezes o volume de água. Após colocar a pré-mistura no tanque de pulverização e completar com água até o volume de calda desejado, sempre sob agitação. Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Utilizar 300 litros de calda por hectare para aplicações terrestres na recomendação para tombamento ou dumping-off (Rhizoctonia solani) e 210 litros para murcha-de-fusarium (Fusarium oxysporum), e de 30 a 40 litros por hectare para aplicações aéreas. A calda deve ficar em constante e vigorosa agitação durante toda a aplicação do produto.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado diretamente sobre o alvo biológico, podendo ser aplicado com equipamentos terrestres e aéreo (pulverizador costal ou tratorizado). Época de aplicação: O produto deverá ser aplicado quando forem identificados focos do alvo biológico no campo.
SUPPLAY deve ser aplicado na forma líquida por meio de pulverizadores de barra (tratorizados) e costal (manual ou motorizado) para aplicações terrestres, e através de aeronaves agrícolas equipadas com barra de pulverização para aplicações aéreas com volume de calda de 30 a 40 litros por hectare.
APLICAÇÃO AÉREA: A recomendação técnica é aplicar o produto por meio de aeronaves agrícolas, seguindo a recomendação do fabricante. O volume de aplicação deve ser, no mínimo, de 30-40 litros de calda por hectare. Respeitar as condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h; temperatura do ar inferior à que 25°C e umidade relativa de 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre à deriva e perdas do produto por evaporação.
Limpar bem o tanque/bicos de pulverização para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas químicos, que possam danificar o ingrediente ativo biológico. A limpeza deve ser feita com água limpa e sabão neutro, longe de rios e nascentes.
Recomendações de uso:
-Realizar a limpeza do pulverizador quando este estiver com algum resíduo de produtos químicos.
-Recomenda-se que se inicie a aplicação logo após o preparo da calda.
-Preparar somente o volume de calda a ser usado no dia.
-Não deixar o produto parado no tanque por mais de 2 horas.
-Sempre que deixar o produto parado no tanque, fazer vigorosa agitação antes de voltar a utilizar.
-É recomendado que as aplicações sejam realizadas sempre no final do dia, nas horas frescas, ou em dias nublados (umidade relativa de 70%) ou ainda com chuva fina.
-Recomenda-se não armazenar o produto em temperatura maior que 25°C.
- Evitar as horas mais quentes do dia.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar na área tratada até completa secagem da calda (no mínimo 4 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou a noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol (fator de inviabilização do fungo) é menor.
RESTRIÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS:
- Não aplicar em período de chuva intensa.
- Não é recomendada a aplicação conjunta do produto com fungicidas químicos ou biológicos.
- Não fazer aplicação com umidade relativa do ar menor que 70%.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
- Não aplicar em período de chuva intensa.
- Não é recomendada a aplicação conjunta do produto com fungicidas químicos ou biológicos.
- Não fazer aplicação com umidade relativa do ar menor que 70%.
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência a estes microrganismos.
Qualquer agente de controle doença pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido o desenvolvimento de resistência.
O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas – FRAC-BR – recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas, visando prolongar a vida útil dos mesmos:
-Qualquer produto para controle doenças da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma doença.
-Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MID
-Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico etc.) dentro do Manejo Integrado de Doenças (MID), quando disponível e apropriado.
RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos as cepas: Trichoderma harzianum Cepa IBLF 1278; Trichoderma harzianum Cepa IBLF 1282; Trichoderma viride Cepa IBLF 1275; Trichoderma viride Cepa IBLF 1276.