Bula Talstar 100 EC

acessos
Bifenthrin
1578899
FMC - Campinas

Composição

Bifentrina 100 g/L Piretróide

Classificação

Acaricida, Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
550 a 600 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Logo após o início da infestação
Bicudo
(Anthonomus grandis)
500 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 5 dias. 15 dias. Logo após o início da infestação
Curuquerê
(Alabama argillacea)
300 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Logo após o início da infestação
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
600 a 800 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 5 dias. 15 dias. Logo após o início da infestação
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 600 mL p.c./ha - 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Logo após o início da infestação
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
500 a 1000 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Logo após o início da infestação
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
50 a 100 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Logo após o início da infestação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Heterotermes tenuis)
1200 mL p.c./ha 90 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Sulco de plantio
Cupim
(Procornitermes triacifer)
1200 mL p.c./ha 90 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Sulco de plantio
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
20 mL p.c./100L água 1800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Logo após o início da infestação
Ácaro purpureo
(Panonychus citri)
20 mL p.c./100L água 1800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Logo após o início da infestação
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
7,5 mL p.c./100L água 1800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Logo após o início da infestação
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
20 mL p.c./100L água 1800 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 7 dias. Logo após o início da infestação
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
8,3 mL p.c./100L água 6000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Logo após o início da infestação
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
3,5 mL p.c./100L água 6000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Logo após o início da infestação
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
2,6 mL p.c./100L água 6000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Logo após o início da infestação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
50 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Logo após o início da infestação
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
350 a 500 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 5 dias. 20 dias. Estágio máximo de 2º instar
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
500 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) 3 dias. 20 dias. Logo após o início da infestação
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fumo
(Faustinus cubae)
50 a 100 mL p.c./ha - 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Único. UNA. Logo após o início da infestação
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
50 mL p.c./ha - 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Único. UNA. Logo após o início da infestação
Pulga do fumo
(Epitrix fasciata)
25 mL p.c./ha - 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Único. UNA. Logo após o início da infestação
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Logo após o início da infestação
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Logo após o início da infestação
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes
(Selenothrips rubrocinctus)
30 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Único. 7 dias. Logo após o início da infestação
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Único. 7 dias. Logo após o início da infestação
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
30 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 8 a 10 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. UNA. Logo após o início da infestação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
20 a 50 mL p.c./ha 125 a 200 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 30 dias. 20 lagartas / m linear ou 30 % de desfolha antes da floração ou 15 % de desfolha após o início da floração
Percevejo verde
(Nezara viridula)
100 a 160 mL p.c./ha 125 a 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. 1 a 2 percevejos / amostragem
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
75 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 6 dias. Logo após o início da infestação
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
50 mL p.c./100L água 800 L calda/ha (plantio direto) 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 6 dias. Logo após o início da infestação
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
50 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Logo após o início da infestação

Frasco - plástico (PEAD, PET, COEX): 0,2; 0,4; 0,5; 1; 5; 10; 20; 30 e 50L
Lata - folhas de flandres e alumínio: 0,2; 0,4; 0,5; 1; 5; 10; 20; 30 e 50L

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS/DOSES/PRAGAS CONTROLADAS: Vide seção “Indicações de uso/Doses”.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga.Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. Respeitar a quantidade máxima de números de aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo de cultura, conforme abaixo mencionados:

ALGODÃO: no máximo 10 aplicações por ciclo da cultura.
CANA-DE-AÇÚCAR: no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
BATATA: no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.
CITROS: no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura.
MAMÃO: no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
FUMO: no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
MELÃO: no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
SOJA: no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
UVA: no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
MANGA: no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
TOMATE: no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.
FEIJÃO: no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:

TALSTAR 100 EC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais(costais) e tratorizados(pulverizadores terrestres, atomizadores) e via aérea(aeronaves agrícolas).
Em todas as culturas realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
O produto deve ser aplicado sempre que se atingir o NC (nível de controle) da praga estabelecido pelo MIP (manejo integrado de pragas).
Mantenha a lavoura inspecionada.
Ao pulverizar, procurar dar boa cobertura em toda planta

Algodão: Para o controle de Ácaro-rajado (Tetranychus urticae), Curuquerê (Alabama argillacea) em aplicação com equipamentos terrestres, utilizar o volume de calda de 300 L/ha.
Para o controle do Bicudo (Anthonomonos grandis) as aplicações devem ter intervalo máximo 5 dias.Utilizar o volume de calda de 300 L/ha.
Para o controle da Mosca-Branca (Bemisia tabaci biótipo B) utilizar o volume de calda de 200 – 500 L/ha. Aplicar no início da infestação.
Para o controle da Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) as aplicações devem ter intervalo máximo de 5 dias e a larva no estádio máximo até 2º instar.

Batata: para o controle de Liriomyza huidobrensis, utilizar aplicações com intervalo máximo de 7 dias, com volume de calda de 500 L/ha.

Cana-de-açúcar: Aplicar o produto no sulco de plantio.Utilizar volume de calda de 90 L/ha.

Citros: Quando aplicar o produto com pulverizadores terrestres, utilizar o volume de calda de 1.800 L/ha.

Crisântemo: Aplicar o produto com pulverizadores terrestres dirigidos as folhas com volume de calda de 6.000 L/ha.

Fumo: Aplicação deve ser feita em pulverização total.

Feijão: Aplicações devem ser feitas em pulverização total. Para Mosca branca aplicar com intervalos de máximo 3 dias. Utilizar o volume de calda de 150 L/ha.

Para o controle da Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) as aplicações devem ter intervalo máximo de 5 dias e a larva no estádio máximo até 2º instar. Para esta praga fazer no máximo 2 aplicações.

Rosa: Utilizar volume de calda de 2.000 L/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento.

Melão: Utilizar volume de calda de 1.000 L/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento.

Mamão: Utilizar volume de calda de 1.000 L/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento.

Manga: Utilizar volume de calda de 500 a 1.000 l de água/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento.

Soja: Aplicar o produto quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes da floração ou 15% após o início da floração, com volume de calda de 125 – 200 L/ha. Para percevejo em baixas usar a menos dose, quando infestações estiverem altas (2 percevejos por amostragem) aplicar a maior dose.

Uva: Utilizar volume de calda de 500 a 1.000 l de água/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento.

Tomate: Aplicar índices com baixa infestação de insetos. Utilizar volume de calda de 800 L/ha.

Equipamentos de aplicação:

Equipamentos terrestres:(pulverizador manual(costal) e de barra, atomizadores)-tratorizados.

Bicos: bicos de jato cônico vazio
Todos os bicos de uma barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo da planta.
Pressão: 60-70 psi (costais) e 80-100 psi (equipamentos tratorizados).
Quando se emprega pulverizadores de barra, recomenda-se usar bicos cônicos D2 ou D3; pressão de 80 a 100 Ib/pol2 e 200 a 400 L de calda por hectare.
Diâmetro e densidade de gotas: 100 a 200 µ de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm2.
Faixa de deposição: Utilizar distância entre bicos na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou excesso.

Condições climáticas para aplicações terrestres:
•Temperatura ambiente: máximo 28ºC
•Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%
•Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
•Aplicar nas horas mais amenas do dia (manhã e fim de tarde).

Aplicação com aeronaves agrícolas:

Bicos: bicos de jato cônico vazio ou bicos rotativos tipo MICRONAIR, que permitam a geração e deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV de 110-150 mm sobre o alvo desejado.

Número de bicos na barra: aviões IPANEMA (qualquer modelo): utilizar de 40 a 42 bicos, fechando de 4-5 em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximos à fuselagem, mantendo em operação, os oito bicos sob a fuselagem (barriga) e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Outros modelos de aeronaves: utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas.

Altura de vôo: 3 a 5 metros em relação ao topo das plantas.
Volume de aplicação: 10 a 20 L/ha.
Vazões acima deste limite, utilizar somente bicos hidráulicos em substituição aos bicos rotativos tipo MICRONAIR.
Faixa de deposição: aviões IPANEMA ou similares: utilizar a faixa máxima de 20 m.
aviões grandes: faixa de deposição não deverá exceder a 25 metros.

Condições climáticas:
. Temperatura ambiente: máximo 28ºC
. Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%
. Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.


Para cultura de citros:

A pulverização deve ser de preferência a alto volume, procurando se obter uma perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas, utilizando pulverizadores de pistola ou turboatomizadores.
Pulverização com pistola: utilizar pressão de trabalho de 200 a 300 lb/pol2 para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores.
Pulverização com turboatomizador: a regulagem/distribuição dos bicos deve ser feita de maneira que o volume de calda a ser aplicado obedeça a uma relação com a massa foliar da árvore.

Mosca branca:
Recomenda-se aplicar logo após o início da infestação.
A aplicação deve ser efetuada por via terrestre. Poderá ser feita com pulverizadores manuais (costal) ou tratorizados. A quantidade de água utilizada na aplicação deverá possibilitar a cobertura foliar mais uniforme possível em função do equipamento utilizado e da massa foliar.Para garantir a eficácia do produto aplicar até o ponto de escorrimento procurandoatingir o máximo possível a face inferior das folhas.
Recomenda-se a rotação de grupos químicos no manejo de controle de Bemisia tabaci raça B, evitando a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Dentro do manejo integrado de pragas recomenda-se a alternância com outros grupos químicos, como organofosforados, carbamatos nas suas respectivas dosagens nos casos de altas infestações.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Dias

Algodão 15
Batata 07
Cana-de-açúcar Não especificado devido a modalidade de aplicação
Citros 07
Crisântemo UNA (Uso não alimentar)
Rosa UNA (Uso não alimentar)
Fumo UNA (Uso não alimentar)
Feijão 20
Mamão 07
Manga 07
Melão 07
Soja 30
Uva 07
Tomate 06

LIMITAÇÕES DE USO:

Nas doses recomendadas o produto não é fitotóxico a nenhuma das culturas indicadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro apropriado para partículas e névoas/vapores orgânicos; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
•Não aplique o produto na presença de vento e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro apropriado para partículas e névoas/vapores orgânicos: óculos de segurança com proteção lateral: touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI; macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: no caso de contato com O produto, procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente ('acordada"), dar 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente ("desacordada"). Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.

Olhos: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR BIFENTRINA E HIDROCARBONETO AROMÁTICO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

•Grupo Químico: Bifentrina: Piretróides
Hidrocarboneto aromático: Hidrocarboneto aromático
•Classe toxicológica: III- Medianamente tóxico
•Vias de exposição: Dérmica, inalatória, oral.
•Toxicocinética:
BIFENTRINA: Estudos conduzidos em animais demonstraram que a principal via
de excreção da bifentrina foi a fecal, principalmente na forma inalterada, seguida da urinária, nas primeiras 48 horas. Os resíduos nos tecidos foram baixos (<0,1 ppm), com exceção do fígado, pele e gordura.
HIDROCARBONETO AROMÁTICO: Estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente, atingem o sistema nervoso central. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes.
•Mecanismos de toxicidade:
BIFENTRINA: É um piretróide tipo I, ou seja, que não possui um grupo ciano substituto na posição alfa e que causa principalmente tremores (síndrome T). O mecanismo de ação proposto para os piretróides tipo I, envolve a alteração dos canais de sódio em membranas de células nervosas, causando descargas neuronais repetidas e um período maior de repolarização.
HIDROCARBONETO AROMÁTICO: Depressor do sistema nervoso central.
•Sintomas e sinais clínicos:
BIFENTRINA: Os piretróides tipo I podem ocasionar os seguintes sinais e sintomas em animais, conhecidos como Intoxicação tipo I ou síndrome T: salivação, ansiedade, agitação, incoordenação motora, prostração, paralisia, comportamento agressivo e tremores.
Para o homem, os sinais e sintomas resultantes das intoxicações agudas pelos vários tipos de piretróides são bastante similares, podendo ser locais ou sistêmicos, como reações dérmicas, pruridos e sensação de ardor na pele, reações no trato respiratório superior (rinites, espirros, irritação da garganta, edema da mucosa oral) e inferior (tosse, respiração ofegante, rui dos respiratórios, dores na região torácica). O sintoma mais freqüentemente relatado nos estudos de exposição ocupacional é a parestesia, caracterizada por dormência, coceira, queimação ou formigamento da pele, após exposição dérmica aos piretróides, sendo portanto considerado um efeito local e transitório, limitado ao local de exposição.

HIDROCARBONETO AROMÁTICO: A ingestão de substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse, náusea, vômito, diarréia, dor/queimação abdominal, taquidisritmia cardíaca. A ingestão e a inalação podem causar depressão do sistema nervoso central, caracterizado por náuses, dor de cabeça, tontura, perda da coordenação, incosciência e coma.
•Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
•Tratamento:Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico

Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Se o produto for ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado e de realização de lavagem gástrica.
•Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
•Efeitos sinérgicos: Não é conhecido.
•Atenção:Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da empresa: 0800-343545 ou Oxx34-33193019

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
A bifentrina é um piretróide tipo I, ou seja, que não possui um grupo ciano substituto na posição alfa e que causa principalmente tremores (síndrome T). O mecanismo de ação proposto para os piretróides tipo I, envolve a alteração dos canais de sódio em membranas de células nervosas, causando descargas neuronais e um período maior de repolarização.
Estudos conduzidos em animais demonstraram que a principal via de excreção da bifentrina foi a fecal, principalmente na forma inalterada, seguida da urinária, nas primeiras 48 horas. Os resíduos nos tecidos foram baixos (< 0,1 ppm), com exceção do fígado (até 0,1 ppm), pele (até 0,4 ppm) e gordura (até 1,7 ppm).

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS
Nos estudos de toxicidade aguda em ratos, o produto TALSTAR®100 EC apresentou dose letal oral (DL50) igual a 531 mg/kg e dose letal dérmica (DL50) superior a 2000 mg/kg. A concentração inalatória letal em ratos (CL50) foi igual a 4,94 mg/L.. No estudo de irritação dérmica em coelhos, o produto foi considerado como irritante mínimo, causando alterações reversíveis em 72h. Quando instilado nos olhos de coelhos, o produto foi considerado como não irritante. Não apresentou ser sensibilizante dérmico, quando aplicado na pele de porquinhos-da-índia.

EFEITOS CRÔNICOS
Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a bifentrina não apresente potencial genotóxico. Em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos em cães, camundongos e ratos, o principal órgão-alvo foi o sistema nervoso, sendo os tremores os principais efeitos observados. A bifentrina não se apresentou carcinogênica para ratos. Também não foram observados efeitos teratogênicos nem efeitos sob os parâmetros reprodutivos, considerados relacionados ao tratamento. Para todos os efeitos, doses seguras de exposição a bifentrina foram estabelecidas.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos.

SINTOMAS DE ALARME:

Pruridos, dormência, formigamento e/ou sensação de ardor na pele, irritação da garganta, respiração ofegante e dores na região torácica.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA: FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA: 0800-343545 e (34) 3319-3019

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

•Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
•Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
•Evite a contaminação da água.
•A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
•Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
•Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.


INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC QUÍMICA DO BRASIL L TOA. - telefone de Emergência: (34) 3319-3019.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtro).
•Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto derramado com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

-LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo


• Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

-EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

-DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

-É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

-EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

-PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

-TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações. medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc.)
dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle e insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não
deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre recomendações locais para o MRI.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.