Bula Touchdown

acessos
Glyphosate
4201
Syngenta

Composição

Glifosato - Sal de Potássio 620 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico, Seletivo condicional
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Aveia preta
(Avena strigosa)
0,7 a 1,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,1 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Milheto
(Pennisetum americanum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Sorgo
(Sorghum bicolor)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2,8 a 4,2 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes na entre linha da cultura
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Aveia preta
(Avena strigosa)
0,7 a 1,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,1 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Sorgo
(Sorghum bicolor)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2,8 a 4,2 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Aveia preta
(Avena strigosa)
0,7 a 1,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,1 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Milheto
(Pennisetum americanum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Sorgo
(Sorghum bicolor)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2,8 a 4,2 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Aveia preta
(Avena strigosa)
0,7 a 1,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Buva
(Conyza bonariensis)
2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,1 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Milheto
(Pennisetum americanum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência daas plantas infestantes
Sorgo
(Sorghum bicolor)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2,8 a 4,2 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Uso não alimentar. Pós-emergência das plantas infestantes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Aveia preta
(Avena strigosa)
0,7 a 1,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,1 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Milheto
(Pennisetum americanum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Sorgo
(Sorghum bicolor)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2,8 a 4,2 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 56 dias. Pós-emergência de culturas e plantas infestantes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Aveia preta
(Avena strigosa)
0,7 a 1,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Azevém
(Lolium multiflorum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,4 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,7 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,1 a 1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2,1 a 2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,8 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,4 a 3,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Milheto
(Pennisetum americanum)
1,4 a 2,1 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,7 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Sorgo
(Sorghum bicolor)
1,4 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2,8 a 4,2 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio da cultura

Tambor Polietileno de alta densidade para 100 e 200 L;
Frasco Polietileno de alta densidade para 1L;
IBC (Intermediate Bulk Container) plástico para 1000 L;
Bombona metal para 5, 10, 20, 25, 57, 100, 180 e 200 L;
Bombona plástico 25, 57, 100, 180 e 200 L;
Frasco de metal para 1 e 5 L;
Frasco plástico para 0,1; 0,25; 0,5 e 2,0 L;
Tambor de aço para 25, 50, 55, 57, 60, 100, 180 ,200, 220, 240 e 500 L;
Tambor de ferro para 25, 50, 55, 57, 60, 100, 180 ,200, 220, 240 e 500 L;
Tambor de fibra para 25, 50, 55, 57, 60, 100, 180 ,200, 220, 240 e 500 L;
Tambor de metal para 25, 50, 55, 57, 60, 100, 180 ,200, 220, 240 e 500 L;
Tanque/farm-pack metal para 500, 1000, 2000, 5000, 10000 e 20000 L.
Tanque/farm-pack plático para 500, 1000, 2000, 5000, 10000 e 20000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas, plantas infestantes e doses de aplicação:



TOUCHDOWN é um herbicida sistêmico, seletivo condicional (seletivo para soja e milho geneticamente modificados com resistência ao glifosato, e não seletivo para as demais variedades e híbridos de soja e milho convencionais), para aplicação em pós-emergência das espécies daninhas, em área total, nas seguintes culturas (ver doses para cada planta infestante na seção "Indicações de uso/doses".
• Aplicação nas esntrelinhas (em jato dirigido) na cultura do café, Eucalipto e Pinus.
• Aplicação em área total, antes do plantio das culturas de: Soja, Milho e Trigo (Sistema de
Plantio Direto ou de Cultivo Mínimo).
• Aplicação na pós-emergência (em área total) nas culturas de soja e milho, ambos geneticamente modificados com resistência ao glifosato.

Obs.: Cada litro de TOUCHOOWN contém 620 g.La (Sal) de Glifosato Potássico, o que equivale a 500 gramas de equivalente ácido por litro.

MODO DE APLICAÇÃO:

TOUCHDOWN é um herbicida seletivo condicional, de ação sistêmica recomendado para o controle de plantas infestantes anuais e perenes, podendo ser aplicado das seguintes formas:
Em culturas convencionais, entendam-se culturas não modificadas geneticamente para resistência ao glifosato, o Touchdown deve ser aplicado:
antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo;
através da aplicação dirigida à entrelinha de culturas perenes Oato dirigido), evitando-se atingir a cultura ou usando equipamentos de aplicação que a protejam.
A aplicação de Touchdown em culturas de soja e/ou milho geneticamente modificadas (resistentes ao glifosato), deve ser realizada em pós-emergência das espécies daninhas e das culturas, em área total, e pode ser aplicado uma única vez, ou em esquema seqüencial:
aplicação única: recomendada para densidades médias a baixas de plantas daninhas. Seguir os estágios de crescimento e épocas recomendados no quadro acima. A melhor época para controle das plantas daninhas em pós-emergência inicial, quando a cultura estiver em V2 - V3, e as plantas daninhas também se encontrarem em estádios iniciais de desenvolvimento, permitindo melhor cobertura das folhas das plantas daninhas.
aplicação seqüencial (duas aplicações): recomendada para áreas de altas infestações e/ou para controlar plantas daninhas com vários fluxos de germinação, sendo uma aplicação em estádio mais precoce, com a soja entre V2 e V3 (ou 15 a 20 dias após a emergência da cultura), e o milho com 2 a 4 folhas, na dose de 1,0 L/ha, e a aplicação seqüencial dentro de um intervalo de 10 a 15 dias após a primeira aplicação, também na dose de 1,0 L/ha.
Em áreas com infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação seqüencial de Touchdown nas doses de 1,0 L/ha na primeira aplicação, seguida da aplicação seqüencial na dose de 1,0 L/ha, e intervalos recomendados acima.
De modo geral, a melhor época para controlar as plantas infestantes perenes corresponde ao período próximo ao florescimento. Para as plantas infestantes anuais, a melhor época encontra-se do período inicial de desenvolvimento vegetativo até a fase de pré-florescimento.
Os melhores resultados de controle são obtidos quando TOUCHDOWN é aplicado sobre plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo, sob boas condições de umidade do solo e alta umidade relativa do ar, tanto antes quanto depois da aplicação.
Não se deve aplicar Touchdown em plantas infestantes submetidas a estresse hídrico da eficácia do herbicida.

TOUCHDOWN pode ser aplicado das seguintes formas:
Via terrestre: utilizar volume de calda de 100 a 250 Litros por hectare e bicostipo leque ou cone, que proporcionem distribuição uniforme da calda de aplicação sobre as folhas das plantas observar a pressão de aplicação recomendada pelo fabricante de bicos ou pontas de equipamentos poderão ser costais (manuais ou motorizados) ou tratorizados.

Aplicação aérea - parâmetros:
Volume de calda: 30 a 40 Litros por hectare;
Bicos na aeronave preferencialmente da série D, com difusor 56 (D6, D8 ou D10), ponta de jato plano da série 65 ou 80 ou CP nozzles, utilizando uma pressão de 15 a 30 psi.
Obs.: Selecionar tamanho do furo de acordo com o resultado do cálculo de calibração.
Faixa de aplicação: aeronave Ipanema = 15 m; Airtrador= 20 m;
Diâmetro das gotas: DMV = 400 micrômetros;
Condições climáticas: temperatura até 27° C e umidade relativa do ar mmlma de 55%,
preferencialmente com vento cruzado em relação ao sentido de vôo, com velocidade entre 3 a 10 km/h;
Não aplicar em condições de inversão térmica.
Nas operações com aeronaves atender às normas da Portaria 009 e às suas alterações no Decreto-Lei 86.765 do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.

Seletividade às culturas:
TOUCHOOWN é um herbicida seletivo condicional, não-seletivo à maioria das culturas quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas, e seletivo às culturas geneticamente modificadas com resistência ao glifosato quando aplicado em pós-emergência.
A seletividade é obtida através das modalidades de aplicação:
Antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo;
Através da aplicação dirigida nas entrelinhas de culturas perenes (jato dirigido), evitando-se atingir a cultura ou usando equipamentos de aplicação que a protejam.
Para as culturas de soja e milho geneticamente modificadas para resistência ao glifosato, o TOUCHOOWN é seletivo, quando aplicado em pás-emergência sobre as folhas das culturas e das plantas daninhas, nas doses e estádios de aplicação indicados.

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade para as culturas indicadas :

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses e condições recomendadas, não causará danos as culturas indicadas.

Restrições de uso:

- TOUCHDOWN não apresenta atividade herbicida quando aplicado diretamente ao solo, não apresentando, portanto, atividade residual para controle de plantas infestantes ainda não emergidas. Caso ocorra nova emergência de plantas infestantes após a aplicação de TOUCHDOWN, a aplicação de outros herbicidas registrados para essas culturas poderá ser necessário, principalmente no caso de culturas perenes.
- Não se deve adicionar adjuvante à calda de aplicação de TOUCHDOWN.
- TOUCHDOWN pode causar danos às culturas convencionais, caso o jato de aplicação atinja as folhas ou
ramos das mesmas. Desse modo, precauções devem ser tomadas de modo a evitar que o jato de aplicação atinja a cultura na qual estão sendo controladas as plantas infestantes.

- Não utilizar água com colóides em suspensão (argila, por exemplo) para preparo da calda e aplicação do produto, nem aplicar sobre plantas infestantes cobertas com poeira, pois poderá haver redução na eficácia do produto.
- Não aplicar TOUCHDOWN sobre plantas infestantes submetidas a estresse hídrico sob pena de redução da eficácia do herbicida.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
• Não utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quntes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas ainda vestidas, para evitar a contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo

INTOXICAÇÕES POR GLlFOSATO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída.
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Dérmica, mucosa, inalatória e oral.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: Primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosas e olhos.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais á concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao glifosato.
Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarréia e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda, alterações tensionais, palpitações, choque hipovolêmico, pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico, insuficiência renal por necrose tubular aguda, cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alteraçõ do controle motor, convulsões e coma, acidose metabólica.
Em caso de ex osi ão CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária.
Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjutivite e edema palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da freqüência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar.
É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formula são, potencializando os efeitos adversos do glifosato.
TOXICOCINÉTICA: Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas.
Do glifosato absorvido, 62-70 é excretado através das fezes, 14-29% é excretado pela urina e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico AMPA.
DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença a do composto no material gástrico.
TRATAMENTO: NÃO EXISTE ANTíDOTO PARA GLlFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar contaminação pelo agente tóxico.
Descontaminação: remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular,irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho.
Em caso de ingestão considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder 'lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 9 em adultos de 25-50 9 em crianças de 1-12 anos e de 1 g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 9 para 240 mL de água.atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubaçãú)
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (02 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de P02 não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com PEEP.
Monitorar flutuações tensionais e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores.
Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico).
Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueado,res H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprasol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elemtnos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no minimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Alertar o paciente para retomar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.
CONTRA-INDICAÇÕES: O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da
superfície de contato.
A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão
arterial e causar depressão cardiorespiratória.
EFEITOS SINÉRGICOS: Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e olhos e podem aumentar a absorção do produto.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7044304

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos de metabolismo em ratos demonstraram que a absorção foi estimada em 30 - 36% em machos e fêmeas. O glifosato foi excretado inalterado nas fezes e urina (97,5% mínimo). O único metabólito excretado, encontrado em pequenas quantidades foi o ácido aminometílico fosfônico (AMPA). Menos de 1 % da dose absorvida permaneceu na carcaça, principalmente nos ossos. Doses repetidas não alteraram o metabolismo, distribuição ou excreção do glifosato.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos:
Dados de toxicidade aguda da formulação:
DLso oral em ratos> 2000 mg/kg p.c. DLso dérmica em ratos> 2000 mg/kg pc CL50 inalatória em ratos> 5,08 mg/L ar.
Irritação ocular em coelhos: irritabilidade reversível em 72 horas. Irritação dérmica em coelhos: leve
Sensibilização dérmica: leve
Efeitos crônicos:
Não demonstrou efeitos carcinogênicos, teratogêncios ou mutagênicos em estudos com animais de laboratórío.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: PERIGOSO ao meio ambiente (CLASSE III). Evite a contaminação ambiental Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.

Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos.

Observe as disposições constantes na legislação Estadual e Municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto. Siga as instruções da bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA., pelo telefone de emergência: (0800) 160-210. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Coloque material absorvente (por exemplo: serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a Empresa ou distribuidor ou qualquer representante da Empresa na região. O produto deverá ser desativado conforme orientações de destinação de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;

Corpos d' água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da Empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes (tríplice lavagem) e a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização. Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas de maneira a torná-las inadequadas para outros usos (exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela Empresa). Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente. Para desativação de restos do produto, contate a Empresa o Órgão Estadual de Meio Ambiente. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação a aprovados pelo Órgão Estadual responsável, equipado com câmaras de lavagem de gases efluentes.

Incluir outros métodos de controle de pragas dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas,
quando disponível e apropriado.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.

Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.
Incluir outros métodos de controle de pragas dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.