Bula Trichodermil SC 1306

acessos
Tricoderma harzianum
2007
Koppert

Composição

Trichoderma harzianum 48 g/L Biológico

Classificação

Fungicida microbiológico
III - Medianamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Fungicida microbiológico
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
800 a 1000 mL p.c./ha 80 L de calda/ha - 20 a 50 dias. Não determinado. A partir do transplante
Podridão radicular seca
(Fusarium solani f. sp. phaseoli)
800 a 1000 mL p.c./ha 80 L de calda/ha - Único. Não determinado. Sulco de plantio
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
1 L p.c./ha 80 L de calda/ha - 20 a 50 dias. Não determinado. A partir do transplante
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
0,5 a 1 L p.c./ha 80 L de calda/ha - Estádio V5. Não determinado. Estádio V3

Garrafas plásticas de 200 e 1.000 ml;
Galão de 5.000 ml (plástico opaco leitoso).

INSTRUÇÕES DE USO:

O fungicida biológico Trichodermil SC 1306 é um micoparasita necrotrófico de ocorrência natural em solos, eficaz no controle de inúmeros fungos fitopatogênicos, incluindo os fungos Fusarium spp. e Rhizoctonia spp., entre outros fungos causadores da podridão vascular e da raiz das plantas.

CULTURA/DOENÇAS CONTROLADAS/DOSES: Vide seção "Indicações de Uso/Doses".

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Aplicação no sulco de plantio durante a semeadura. Uma única aplicação em cada ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:

Trichodermil SC 1306 deve ser aplicado na forma líquida, através de pulverizadores de barra ou costal, com jato dirigido ao sulco de plantio e através da utilização de pivôs.

PULVERIZAÇÃO:

Primeiro passo - Limpeza do Equipamento
- Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em legislação.
- O ideal é encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1 litro de solupan ou 1 kg de sabão em pó para cada 400 litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida agitar a mistura e aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente enxaguar com água limpa usando como escoamento sempre os bicos. Nessa operação aproveita-se para testar a regulagem da vazão.

Segundo Passo - Preparação da calda
- Encher com água 2/3 do reservatório do pulverizador; Paralelamente dissolver cada embalagem (1L) do produto em 20 litros de água, usando um balde limpo como recipiente. Agitar com intensidade até formar calda homogênea. Derramar a calda no reservatório com água e iniciar a operação de pulverização. Tanque reservatório ou de pulverização em constante agitação. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia.


Diluição recomendada:
Pulverizador de barra - 1litro:80 litros de água;
Pivô - 1 litro: 1000 litros de água no injetor;
Pulverizador costal: 0,25 litros: 20 litros de água.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições.

LIMITAÇÕES DE USO:

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou a noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol (fator de inviabilização do fungo) é menor.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.