Bula Trichodermil SC 1306 - Koppert

Bula Trichodermil SC 1306

acessos
Trichoderma harzianum (Rifai, 1969), cepa ESALQ-1306
2007
Koppert

Composição

Trichoderma harzianum (Rifai, 1969), cepa ESALQ-1306 48 g/L Fungicida microbiológico

Classificação

Fungicida microbiológico, Nematicida Microbiológico
III - Medianamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Fungicida microbiológico, Nematicida microbiológico

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
800 a 1000 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Aplicação única Sem restrições Aplicar no sulco de plantio
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
1 L p.c./ha 20 a 80 L de calda/ha - Realizar de duas a sete aplicações com intervalos de 20 a 50 dias Não determinado. Aplicar a partir do tranplante
Nematóide
(Pratylenchus zeae)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Aplicação única Sem restrições. Aplicar no sulco de plantio no momento da instalação da cultura
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
0,5 a 1 L p.c./ha 20 a 80 L de calda/ha - Realizar no máxima duas aplicações. Na soja aplicar nos estádios V3 e V5 Sem restrições Aplicar preventivamente via foliar
Podridão radicular seca
(Fusarium solani f. sp. phaseoli)
800 a 1000 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Aplicação única Sem restrições Aplicar no sulco de plantio
Podridão-abacaxi
(Thielaviopsis paradoxa)
1 a 2,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Aplicação única Sem restrições. Aplicar no sulco de plantio

Garrafas plásticas de 200 e 1.000 ml;
Galão de 5.000 ml (plástico opaco leitoso).

MODO DE APLICAÇÃO:
Trichodermil SC 1306 deve ser aplicado na forma líquida, através de pulverizadores de barra ou costal, com jato dirigido ao sulco de plantio e através da utilização de pivôs.
PULVERIZAÇÃO:
Primeiro passo
- Limpeza do equipamento - Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em legislação.
- O ideal é encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1 litro de solupan ou 1 kg de sabão em pó para cada 400 litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida, agitar a mistura e aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa usando como escoamento sempre os bicos. Nessa operação, aproveita-se para testar a regulagem da vazão. No caso de polvilhadeira, após a lavagem deixar o equipamento secar completamente antes do uso.
Segundo passo - Preparação da calda
- Encher com água 2/3 do reservatório do pulverizador. Paralelamente, dissolver cada embalagem (1 L) do produto em 20 litros de água, usando um balde limpo como recipiente. Agitar com intensidade até formar calda homogênea. Derramar a calda no reservatório com água e iniciar a operação de pulverização. Tanque reservatório ou de pulverização em constante agitação. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia.
Volume de calda recomendado:
Pulverizador de barra: 80 litros
Pivô: 1000 litros no injetor
Pulverizador costal: 20 litros
Aplicado via sulco: 200 litros
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área tratada em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI's recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol (fator de inviabilização do fungo) é menor.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.

Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos a cepa ESALQ-1306.