Bula U 46 D-Fluid 2,4-D

acessos
2,4 - D Amina
4118103
Nufarm

Composição

2,4-D-dimetilamina 806 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico, Hormonal

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, após início do perfilamento e antes do emborrachamento
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, após início do perfilamento e antes do emborrachamento
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, após início do perfilamento e antes do emborrachamento
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, após início do perfilamento e antes do emborrachamento
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência com as plantas daninhas no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com pouca ou sem água de irrigação
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência com as plantas daninhas no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com pouca ou sem água de irrigação
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência com as plantas daninhas no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com pouca ou sem água de irrigação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós - emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 3,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós - emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós -emergência: Aplicar em época quente quando a cana -planta atingir 30 - 60 cm de altura e em aplicação dirigida
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência (solo médio): Antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver úmido
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós -emergência: Aplicar em época quente quando a cana -planta atingir 30 - 60 cm de altura e em aplicação dirigida
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência (solo médio): Antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver úmido
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós -emergência: Aplicar em época quente quando a cana -planta atingir 30 - 60 cm de altura e em aplicação dirigida
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós -emergência: Aplicar em época quente quando a cana -planta atingir 30 - 60 cm de altura e em aplicação dirigida
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência (solo médio): Antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver úmido
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós -emergência: Aplicar em época quente quando a cana -planta atingir 30 - 60 cm de altura e em aplicação dirigida
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós -emergência: Aplicar em época quente quando a cana -planta atingir 30 - 60 cm de altura e em aplicação dirigida
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós -emergência: Aplicar em época quente quando a cana -planta atingir 30 - 60 cm de altura e em aplicação dirigida
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência (solo médio): Antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver úmido
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pré-emergência (solo médio): Antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver úmido
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós -emergência: Aplicar em época quente quando a cana -planta atingir 30 - 60 cm de altura e em aplicação dirigida
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós -emergência: Aplicar em época quente quando a cana -planta atingir 30 - 60 cm de altura e em aplicação dirigida
Tiririca
(Cyperus rotundus)
1 % (v/v) 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós -emergência dirigida, com o produto diluído a 1% v/v, sobre plantas em estádio de pré -florescimento
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós -emergência: Aplicar em época quente quando a cana -planta atingir 30 - 60 cm de altura e em aplicação dirigida
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós -emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós -emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas daninhas evitando atingir o milho, quando a cultura atingir ? 25 cm. Em todos os casos deverá ser contactada a empresa fornecedora do híbrido
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós -emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós -emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas daninhas evitando atingir o milho, quando a cultura atingir ? 25 cm. Em todos os casos deverá ser contactada a empresa fornecedora do híbrido
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós -emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós -emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas daninhas evitando atingir o milho, quando a cultura atingir ? 25 cm. Em todos os casos deverá ser contactada a empresa fornecedora do híbrido
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós -emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós -emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas daninhas evitando atingir o milho, quando a cultura atingir ? 25 cm. Em todos os casos deverá ser contactada a empresa fornecedora do híbrido
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós -emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós -emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas daninhas evitando atingir o milho, quando a cultura atingir ? 25 cm. Em todos os casos deverá ser contactada a empresa fornecedora do híbrido
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós -emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós -emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas daninhas evitando atingir o milho, quando a cultura atingir ? 25 cm. Em todos os casos deverá ser contactada a empresa fornecedora do híbrido
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Pós -emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós -emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas daninhas evitando atingir o milho, quando a cultura atingir ? 25 cm. Em todos os casos deverá ser contactada a empresa fornecedora do híbrido
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas. Aplicar individualmente nas plantas que se quer eliminar, molhando bem a folhagem. Repetir, caso haja rebrota. Aplicar em área total, se necessário
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas. Aplicar individualmente nas plantas que se quer eliminar, molhando bem a folhagem. Repetir, caso haja rebrota. Aplicar em área total, se necessário
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas. Aplicar individualmente nas plantas que se quer eliminar, molhando bem a folhagem. Repetir, caso haja rebrota. Aplicar em área total, se necessário
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas. Aplicar individualmente nas plantas que se quer eliminar, molhando bem a folhagem. Repetir, caso haja rebrota. Aplicar em área total, se necessário
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
1 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas. Aplicar individualmente nas plantas que se quer eliminar, molhando bem a folhagem. Repetir, caso haja rebrota. Aplicar em área total, se necessário
Malva branca
(Sida cordifolia)
1 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas. Aplicar individualmente nas plantas que se quer eliminar, molhando bem a folhagem. Repetir, caso haja rebrota. Aplicar em área total, se necessário
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na operação de manejo. Aplicar de 1 a 15 dia(s) antes da semeadura (plantio direto)
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na operação de manejo. Aplicar de 1 a 15 dia(s) antes da semeadura (plantio direto)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na operação de manejo. Aplicar de 1 a 15 dia(s) antes da semeadura (plantio direto)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na operação de manejo. Aplicar de 1 a 15 dia(s) antes da semeadura (plantio direto)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na operação de manejo. Aplicar de 1 a 15 dia(s) antes da semeadura (plantio direto)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas na operação de manejo. Aplicar de 1 a 15 dia(s) antes da semeadura (plantio direto)
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Uso em pósemergência das plantas daninhas. Uso em pósemergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Uso em pósemergência das plantas daninhas. Uso em pósemergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Uso em pósemergência das plantas daninhas. Uso em pósemergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado. Uso em pósemergência das plantas daninhas. Uso em pósemergência das plantas daninhas

Frasco de vidro de 1 litro, balde metálico de 20 litros, e tambores metálicos de 200 litros, frasco polietileno 1,0 litro, bombonas polietileno 5,0 e 20,0 litros, lata de folhas de flandres de 5 litros, baldes de aço de 20 litros, tambores de aço de 200 litros.

INSTRUÇÃO DE USO:

U 46 D-FLUID 2,4-D é um herbicida seletivo indicado para as culturas de Arroz (sequeiro e irrigado), cana-de-açucar, café, milho, pastagens, trigo e soja.

MODO DE APLICAÇÃO:

U 46® D-FLUID 2,4 D é um herbicida de ação hormonal, que provoca distúrbios diversos, levando espécies sensíveis a morte. Sua atividade mais intensa se manifesta em plantas em fase de ativo crescimento.
Pré-emergência: quando aplicado sobre o solo, afeta tanto gramíneas como dicotiledôneas, havendo, todavia, diferenças de sensibilidade. Essa forma de aplicação permite em alguns usos seletivos.
Pós-emergência: quanso aplicado sobre as plantas, ocorre maior seletividade, sendo as gramíneas menos sensíveis. A ação é mais intensa contra dicotiledôneas herbáceas.
CULTURAS,PLANTAS DANINHAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Vide seção: "Indicações de uso/doses".

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCA(S) OU INTERVALO(S) DE APLICAÇÕES:

Adição de adjuvante:
O acréscimo de adjuvante, como espalhantes-molhantes ou óleos emulsionáveis, pode aumentar a eficácia do herbicida contra determinadas invasoras, mas também diminui a seletividade nas culturas. Quando o herbicida é usado em culturas, não deve ser adicionado adjuvante na calda.

MODO DE APLICAÇÃO:
U 46® D-FLUID 2,4-D deve ser diluído em água e aplicado por pulverização.

Aplicação Em Area Total:

a) Por via terrestre:
-Pulverizadores de barra, equipados uniformemente com um dos seguintes tipos de bicos:
Jatos tipo Cônico D-2 13; D-2 25, que produzem gotas de 120 a 150 micra e que permitem
uma cobertura de 40 a 50 gotas/cm2.
Jatos tipo Leque 80.03; 110.03; 80.04; 110.04; APG 110R (vermelho); APG 110V (verde);
VisiFlo azul; VisiFlo vermelho, que produzem gotas entre 300 e 400 micra e permitem uma
cobertura de cerca de 20 gotas/cm2.
-Pulverizadores costais, manuais, equipados com bicos jato em leque 80.03 ou 80.04 ou
cônicos D-2 13 ou D-2 25.
-Bicos com jatos em leque, nos diversos equipamentos, são preferidos para tratamentos em pré-emergência, sobre o solo, ou quando o porte da cultura e das invasoras é baixo e para jatos dirigidos.
-Volume de água: 200 a 400 litros/ha.

b) Por via aérea:
Avião agrícola, equipado com barra e bicos de jato cônico, montados na vertical (90º)
a) 36 bicos modelo D 12-45
b) 46 bicos modelo D10-45
Largura efetiva da faixa: variável, entre 12 e 15 metros, devendo ser estabelecida por teste,
verificada uma concentração de 30 a 50 gotas/cm2.
Pressão: 30 a 35 libras/por.
Altura de vôo: 2,5 a 3,5 metros da barra ao topo das plantas.
.Volume de água: 30- 40 litros/ha.
Herblcldas hormonaiss são muito ativos contra especies latifoliadas em geral. Aplicações,
especialmente aéreas, não devem ser feitas quando houver riscos de deriva que possa atingir
plantas úteis susceptíveis.

Aplicação Com Jato Dirigido:
Usar sempre bicos de jatos em leque. Calcular a área a ser efetivamente tratada, adaptando a dose indicada por hectare, ao tamanho da mesma.
Em geral, é recomendável utilizar estrutura de proteção (protetor tipo chapéu), de modo a evitar a possibilidade do jato atingir a cultura.

Tratamento de Invasoras em Pastagens:
Utilizar bicos de jato em leque ou jato cônico, dirigindo o jato sobre as invasoras, de forma a
garantir uma boa cobertura.

Descontaminação de Equipamento:
2,4-D é um herbicida muito ativo, e resíduos do produto deixados em pulverizações podem
afetar culturas particularmente sensíveis. Após aplicação do produto, o pulverizador não deve ser utilizado para aplicação de outros produtos sem descontarninação prévia.
Lavagem com água com amoníaco ou detergente contendo amoníaco é recomendável. A calda
dessa lavagem não deve ser despejada em local onde possa causar riscos.

Manejo integrado:
Em culturas perenes, quando as infestações são pequenas ou localizadas, uma capina pode ser adequada.
Evitar a introdução de sementes de plantas daninhas nas áreas a serem cultivadas. eliminar plantas de espécies muito agressivas antes que produzam sementes.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Arroz e Trigo: Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Milho: Não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho
atingir uma altura de 25 cm.
Cana-de-açúcar: Não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência
3 meses após o plantio ou corte.
Soja: Uso permitido somente empré-plantio
Pastagens: Não determinado.

INTERV ALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -
ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando o intervalo de segurança para cada cultura.
Cereais - durante o inverno, em temperatura baixa, o efeito do produto é muito lento, o que pode levar a resultados insatisfatórios, especialmente em época chuvosa.

Milho - recomenda-se o uso do produto apenas em cultura de milho híbrido (linhagens duplas). Existem diferenças de sensibilidade entre os diferentes tipos de híbridos. Consultar o fornecedor das sementes sobre a tolerância ao 2,4-D.
Café - Utilizar de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados;
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, óculos, touca árabe e luvas;
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados;
- Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos;
- Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 I ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área de tratada;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia;
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costa/. Se utilizar trator ou avião,
aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 I ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão e luvas.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto;
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens vazias use equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR 2,4 D

INFORMAÇÕES MÉDICAS:

GRUPO QUÍMICO: Ácido Ariloxialcanóico (2,4D)
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatórias, dérmica e mucosas.
TOXICOCINÉTICA: 2,4-D: é quase que totalmente absorvido por via oral, quando administrado a mamíferos. O 2,4-D é prontamente absorvido através da pele e dos pulmões. Cerca de 82% do 2,4-D é excretado inalterado na urina. A meia-vida em organismos vivos é de 10 a 20 horas. Não há nenhuma evidência que 2,4-D possa acumular-se em mamíferos ou em outros organismos. Após 24 horas da dose administrada, não houve nenhum resíduo detectável em tecido. Somente traços do composto foram encontrados no leite de animais em lactação após 6 dias de administração.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para este ingrediente ativo.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Em casos de exposição ocular pode ocorrer irritação nos olhos com injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos no trato gastrointestinal.
A inalação prolongada do 2,4-0 pode provocar tosse, queimação e perda provisória da coordenação muscular, bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar. Outros sintomas da exposição ao 2,4-0 são: fadiga, fraqueza, náusea, vômito, espasmos. Em doses elevadas pode ocorrer polineurite, contrações musculares, astenia intensa, bradicardia, taquicardia e anormalidades no eletrocardiograma.
DIAGNÓSTICO: O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos ingredientes ativos na urina.
TRATAMENTO: Tratamento sintomático e de manutenção. Não existe antídoto específico
1.Se houver exposição ocular,irrigar abundant mente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, itando contato com a pele e mucosas.
2.Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 9 em adultos e 25-50 9 em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 9 de carvão ativado para 240 ml de água .
0 tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder á lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftamológica.
CONTRA-INDICAÇÕES: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
EFEITOS SINÉRGICOS: Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
ATENÇÃO: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISAlMS
Telefones de Emergência da empresa:
Toxiclin (Emergência Toxicológica) - 08000141149
Nufarm Indústria Química e Farmacêutica S/A - (085) 4011-1000

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11 %). Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrado foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horaso

EFEITOS AGUDOS:

Os efeitos agudos observados nos animais expostos ao U 46 D-Fluid 2,4-D foram: dose letal média oral (DL 50) > 500 mg/kg para ratos macho e fêmea; dose letal média dérmica (DL 50) > 4000 mg/kg para ratos macho e fêmea; quanto a irritação ocular foi irritante severo aos olhos dos coelhos, se mostrou não irritante dérmico e foi classificado como potencialmente não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS:

2,4-D:Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia. Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo tiveram aumento de peso. O ingrediente ativo 2,4-D também foi testado em camundongos por um período de dezoito meses não apresentando evidências de carcinogênese. O ingrediente
ativo de 2,4-D não apresentou evidência de teratogênese ou efeitos reprodutivos sobre a prole quando testado em animais, bem como não foi considerado mutagênico tanto "in vivo" quanto "in vitro".
A Ingestão Diária Aceitável (IDA) do 2,4-0 é 0,01 mg/Kg/dia, baseado no NOEL de 1,0 mg/kg/dia encontrado no estudo dietário em cães e no fator de segurança de 100.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.


2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outro materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. �� Telefones de Emergência: (0800) 11-2273 ou (0XX12) 528-1357.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
· Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
· Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
· Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- Orientações para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

-LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

· Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

· Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatório a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- Orientações para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatório a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

– TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- Orientações para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

– TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITO SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita de acordo com os seguintes procedimentos:
· Para pequenas quantidades de produto, misture com solo e/ou adicione óxido de cálcio ou hidróxido de cálcio, removendo as quantidades para um aterro sanitário construído de acordo com as normas da legislação Estadual.
· Para grandes quantidades recomenda-se a incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas(ex. Controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas daninhas, quando disponível.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementear, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.