Bula Venture

acessos
Haloxifope P metílico
21816
Alta

Composição

Equivalente ácido de Haloxifope 103.8 g/L Ácido ariloxifenoxipropiônico
Haloxifope-P-metílico 108 g/L Ácido ariloxifenoxipropiônico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Pós-emergência

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim-branco
(Chloris polydactyla)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Aplicar uma única vez. 123 dias. Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento, entre 20 e 45 dias após o plantio da cultura
Ruziziensis
(Brachiaria ruziziensis)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Sorgo selvagem
(Sorghum arundinaceum)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Algodão - dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim-branco
(Chloris polydactyla)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Milho
(Zea mays)
0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Sorgo selvagem
(Sorghum arundinaceum)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 123 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim-branco
(Chloris polydactyla)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Ruziziensis
(Brachiaria ruziziensis)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Sorgo selvagem
(Sorghum arundinaceum)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Feijão dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Milho
(Zea mays)
0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Feijão dessecação para semente Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim-branco
(Chloris polydactyla)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Sorgo selvagem
(Sorghum arundinaceum)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 66 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Capim-branco
(Chloris polydactyla)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Milho
(Zea mays)
0,35 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Ruziziensis
(Brachiaria ruziziensis)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Sorgo selvagem
(Sorghum arundinaceum)
0,45 a 0,55 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em pós emergência da cultura
Soja Dessecação Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Azevém
(Lolium multiflorum)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Capim-branco
(Chloris polydactyla)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Milho
(Zea mays)
0,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura
Sorgo selvagem
(Sorghum arundinaceum)
0,6 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 98 dias. Aplicar em dessecação na pré-semeadura da cultura

0,1; 0,2; 0.25; 0,5; 1; 2; 2.5; 3.0; 5; 10 ;15; 15; 20; 25; 50 L

Em áreas onde ocorrem infestações mistas, o tratamento com VENTURE deverá ser complementado
com um herbicida para controle de plantas daninhas de folhas largas. Neste caso, deverá ser aplicado
no estágio recomendado para o controle de plantas daninhas de folhas largas, geralmente
de 4 a 6 folhas. O grau de controle das plantas daninhas e a sua duração dependerá da dose
aplicada, chuvas, grau de infestação das plantas daninhas e outras condições.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:


Aplicar VENTURE quando as plantas daninhas estiverem desenvolvendo vigorosamente. Normalmente
as aplicações devem ser feitas entre 20 a 45 dias após o plantio das culturas de soja e algodão.
Apenas uma aplicação é suficiente para o controle das plantas daninhas.
Condições ideais de aplicação: VENTURE deve ser aplicado na fase ativa de crescimento, no estádio
de até 4 perfilhos. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas em estádio
de crescimento maior.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Nas culturas da soja e algodão, as aplicações deverão ser feitas em área total e em pósemergência.
O VENTURE deve ser pulverizado por meio de equipamento tratorizado com barra,
utilizando-se bicos tipo leque ou equivalente, observando-se sempre as recomendações do fabricante
para a seleção adequada do tipo de bico e pressão de trabalho, aplicando-se de 100 a 200 litros de
calda por hectare.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:

Aplicação terrestre
Temperatura: < 30°C
VENTURE
15/SET/2017
Velocidade do vento: < 15 km/h
Umidade relativa: superior a 60%
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão .................................................................................................................................................. 123 dias
Soja ....................................................................................................................................................... 98 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas.
Outras Restrições a Serem Observadas:

- Não aplicar VENTURE sobre culturas gramíneas e evitar que uma possível deriva do produto atinja
estas culturas.
- Não misturar VENTURE com produtos à base de 2,4-D nas culturas indicadas.
- O produto pode ser usado em áreas onde já foram aplicados herbicidas residuais para o controle de
folhas largas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação doproduto.
- Não manuseie ou aplique o produtosem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- N��o utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de
segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes dodia.
- Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que aplicador entre na névoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os
avisos até o final do período de reentrada
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada,
utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas deborracha.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


- INTOXICAÇÕES POR HALOXIFOPE-P-METÍLICO E NAFTA -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Haloxifope: Ácido ariloxifenoxipropiônico
Nafta Pesada: Hidrocarboneto Aromático
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Haloxifope: As doses orais do éster haloxifope-R-metílico ou haloxifope são
extensivamente absorvidas em todos os animais testados (camundongos, ratos,
cães e macacos) e em humanos (meia-vida de absorção no homem é 0,9h).
Independente da administração do haloxifope ou do haloxifope-R-metílico, a
única substância detectada no plasma é o haloxifope.
A forma S-isomérica sofreu inversão rápida e quase completa para a forma Risomérica
em ratos e, é previsto que isto ocorra também nas demais espécies.
As maiores concentrações do resíduo são encontradas no fígado e nos rins, não
há bioacumulação. Uma eliminação bifásica foi observada em cães e macacos,
com uma fase inicial rápida (meia-vida de 1-2 horas em cães e 2,5 horas em
macacos) seguida de uma segunda fase lenta (meia vida de 34 horas em cães e
3 dias em macacos).
Há pouco metabolismo primário do haloxifope em qualquer espécie testada
(eliminado principalmente na forma inalterada), mas há alguma conjugação.
Glucoronidação ocorre em ratos e camundongos. A principal via de eliminação
em camundongos (dose de recuperação radiomarcada: 79% em machos e 71%
em fêmeas), em ratos machos (55- 77%) e em cães (88%) são as fezes, mas a
urina foi a principal rota de eliminação em ratos fêmeas (68-81%) e em macacos
(99%). Homens excretaram, via urina, 65-100% após a administração de uma
dose oral única.

Nafta:
No geral, os hidrocarbonetos aromáticos são extremamente lipossolúveis e
atravessam as membranas celulares. Atravessam a membrana alveolar para a
corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o
organismo, incluindo o Sistema Nervoso Central. A absorção pelo trato
gastrintestinal é pequena. Altamente distribuído, foi inclusive detectado no leite
de lactantes. O volume de distribuição é elevado. Os hidrocarbonetos aromáticos
são metabolizados no fígado por oxidação e posteriormente conjugados com a
glicina. Os derivados conjugados são eliminados pela urina.

Mecanismos de toxicidade

Haloxifope: O mecanismo de toxicidade do haloxifope em humanos é pouco
conhecido. O efeito adverso observado em humanos é aumento de peso do
fígado. Em animais o mecanismo de toxicidade envolve a proliferação de
peroxissomos, causando alterações hepáticas características desse mecanismo
em roedores (ratos e camundongos). Esse mecanismo de toxicidade não é
relevante para humanos.

Nafta: O mecanismo de toxicidade em humanos não é conhecido.
Primeiros Socorros: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto
informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem
entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave
a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


Sintomas e sinais clínicos

Haloxifope: Não são conhecidos os sintomas e sinais clínicos em humanos após
exposição aguda ao haloxifope.
Em animais o contato do produto com os olhos causou irritação severa. Em
contato com a pele o produto causou irritação. O produto apresentou toxicidade
moderada após exposição pelas vias oral e inalatória.

Nafta: As naftas de petróleo são irritantes de pele e mucosas e, em exposições
agudas, também causam depressão do sistema nervoso central (SNC). Em
contato com a pele, pode causar vermelhidão, ressecamento e dermatite de
contato. Nos olhos, pode causar irritação e dor. A inalação dos vapores de nafta
pode causar irritação do trato respiratório, tosse, dispneia, tontura e dores de
cabeça. A ingestão pode causar sensação de queimação do trato gastrintestinal,
dor abdominal, náusea, vômito e diarreia, além de poder causar depressão do
SNC. Em longo prazo ou após exposições repetidas, pode ocorrer reações
hematológicas, hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas e neurológicas. A
aspiração pode causar pneumonite química.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.

Tratamento Antídoto: Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.

Exposição Oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lavagem gástrica e administração de carvão ativado também são contraindicados
devido ao risco de aspiração.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.

- Monitore a função hepática.

Exposição Inalatória:
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações
respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a
irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e
auxilie na ventilação, se necessário.

Exposição Dérmica:

Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a
irritação ou dor persistirem.
Contra-indicações A indução do vômito e a lavagem gástrica são contra-indicadas em razão do risco
de aspiração e consequente pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos.

ATENÇÃO

Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Centro do Controle de Envenenamento do Paraná: 0800 41 0148
ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola Ltda.: 0800 701 0450

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens “TOXICOCINÉTICA” e “MECANISMO DE TOXICIDADE”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:

DL50 oral: 1000 mg/kg para ratos fêmeas.
DL50 dérmica: >4.000 mg/kg para ratos machos e fêmeas.
CL50 inalatória: 4,8 mg/L.
Irritação dérmica: irritante para a pele.
Irritação ocular: irritante ocular severo. O produto causou opacidade ocular em
coelhos. Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.

Efeitos crônicos:
Haloxyfope: Em estudos em roedores, cães e macacos o órgão alvo após exposição repetida à substância foi
o fígado sendo que as alterações foram mais pronunciadas em roedores em comparação aos cães e
macacos. O haloxifope não foi considerado genotóxico ou cancerígeno. Em estudos crônicos em
camundongos, altas doses de haloxifope causaram adenomas hepatocelulares. O mecanismo de indução
destes adenomas foi discutido por especialistas e considerado sem relevância para o homem por ser um
mecanismo espécie específico. Em estudos em ratos e em coelhos a substância não foi considerada tóxica
para a reprodução nem teratogênica.
Nafta: Em longo prazo ou após exposições repetidas, podem ocorrer reações hematológicas, hepatotóxicas,
renais, neuropsiquiátricas e neurológicas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:

(X) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)

Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente lençóis freáticos.

- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, semprefechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual emunicipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA
AGRÍCOLA - telefone de Emergência: 0800 707 7022 e 0800 17 2020
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e
destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando ofundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem dever ser transferida para o tanque dopulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando ofundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde daspessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de
população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, com
diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de
herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um
engenheiro agrônomo.