Bula Thiodicarb 350 FS DVA - UPL
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Bula Vorate

Tiodicarbe
17818
UPL

Composição

Tiodicarbe 350 g/L

Classificação

Tratamento de Sementes
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Contato, Ingestão

Tipo: Balde.
Material: Aço.
Capacidade: 50; 100; 200 L.

Tipo: Balde.
Material: COEX/PEAD/PET.
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 50 L.

Tipo: Bombona.
Material: Polietileno/COEX/PEAD/PET.
Capacidade: 3; 4; 5; 10; 15; 20; 25; 50; 100; 200; 500; 1.000 L.

Tipo: Bombona.
Material: Aço.
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 50; 100 L.

Tipo: Container.
Material:Aço-inox.
Capacidade: 200; 500; 750; 1.000; 1.500; 5.000; 10.000; 20.000 L.

Tipo: Contentor intermediário(contendo saco de polietileno).
Material: Aço-inox/polietileno.
Capacidade: 500; 750; 1.000 L.

Tipo: Frasco.
Material: COEX/PEAD/PET.
Capacidade: 1,0; 1,5; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0 L.

Tipo: Galão.
Material: COEX/PEAD/PET.
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 50; 100 L.

Tipo: Saco (inserido em contentor intermediário).
Material: Polietileno.
Capacidade: 500; 750; 1.000 L.

Tipo: Tambor.
Material: Ferro/Aço.
Capacidade: 100; 200 L.

Tipo: Tambor.
Material: Latão revestido com resina epóxi.
Capacidade: 1 L.

Tipo: Tambor.
Material: PEAD/COEX.
Capacidade: 5; 20; 100; 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto THIODICARB 350 FS DVA é um inseticida de ação de contato e ingestão, pertencente ao grupo químico Metilcarbamato de oxima (Tiodicarbe), desenvolvido para tratamento de sementes conforme a bula.

MODO DE APLICAÇÃO

O tratamento de sementes deve ser realizado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar sementes limpas, livres de poeira e impurezas, e de boa qualidade, com alto poder germinativo e bom vigor.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Utilizar equipamentos específicos para tratamento de sementes que propiciem uma distribuição uniforme da dose desejada sobre as sementes sem danificar a qualidade fisiológica desta. Utilizar a dose recomendada para o peso desejado de sementes e proceder a operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme dos produtos sobre as sementes. Obedecer às recomendações oficiais de profundidade de semeadura para cada cultivo.

PREPARO DE CALDA

Havendo a necessidade de acrescentar água, a ordem a ser seguida da confecção da calda deverá ser do produto adicionado em água, mantendo-se a mesma sob agitação constante, do início do preparo da calda até a aplicação nas sementes.

TRATAMENTO DA SEMENTE

Deve-se colocar as sementes a serem tratadas dentro do equipamento, iniciar a agitação e adicionar gradativamente a dose do produto/calda. Ao final do tratamento, deve-se atentar para que as sementes estejam devidamente recobertas e secas e que não haja sobra de produto/calda no equipamento utilizado.
É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamento de sementes. Acondicionar as sementes tratadas em sacos de papel ou em embalagens que permitam a respiração das sementes, evitando exposição ao sol.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não especificado devido à modalidade de emprego tratamento de sementes.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Como o produto é destinado para o tratamento de sementes, não há restrições quanto a reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas. Como medida preventiva, recomenda-se o uso de botas de borracha.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivo para culturas agrícolas;
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula;
- A regulagem da semeadora deverá ser feita com as sementes já tratadas. A adição de produtos às
sementes pode alterar a fluidez das mesmas interferindo na distribuição uniforme das sementes;
- As sementes tratadas destinam-se única e exclusivamente para o plantio, não podendo ser
utilizadas para o consumo humano ou animal, e nem para a extração de óleo ou de outros derivados.
- Não misturar o produto com produtos de pH fortemente ácidos, alcalinos ou que contenham sais
metálicos.
- Não utilizar herbicidas à base de propanil até 30 dias após a germinação do arroz.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

GRUPO : 1A - INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida THIODICARB 350 FS DVA é composto por Tiodicarbe, o qual pertence ao grupo 1A (inibidores de acetilcolinesterase) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do THIODICARB 350 FS DVA como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1A quando da necessidade de se fazer pulverizações foliares complementares, posteriores a germinação das sementes, após a 1ª janela de aplicação. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- No caso específico de aplicações foliares com produtos do mesmo grupo químico do THIODICARB 350 FS DVA, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico Metilcarbamato de oxima não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).