Bula Voraz

acessos
Novaluron
10915
Adama

Composição

Metomil 440 g/L Diversos
Novalurom 35 g/L Éter difenílico

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
400 a 500 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 93 dias. As aplicações deverão ser iniciadas quando for encontrada 1 lagarta de até 1 cm por planta ou um desfolhamento de, no máximo, 10% no terço superior das plantas (ponteiro)
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 a 600 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 93 dias. As aplicações deverão ser iniciadas quando for encontrada 1 lagarta por pano de batida ou por metro linear. Iniciar o monitoramento logo após a emergência da cultura. A menor dose é recomendada em áreas com menor pressão e histórico da praga
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
500 a 600 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 93 dias. As aplicações deverão ser iniciadas quando forem encontrados 10% dos botões florais e/ou maçãs com lagartas menores que 1 cm. As menores doses são recomendadas em áreas com menor pressão e histórico da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 600 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 93 dias. As aplicações deverão ser iniciadas quando forem encontrados 10% dos botões florais e/ou maçãs com lagartas menores que 1 cm. As menores doses são recomendadas em áreas com menor pressão e histórico da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
400 a 500 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 9 dias. Aplicar logo após constatar a presença da praga na lavoura. A menor dose deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
500 a 700 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 30 dias. 21 dias. Aplicar quando houver níveis de infestação (% de folhas do Cafeeiro atacadas com larvas vivas) de no máximo 3%. A menor dose deverá ser aplicada em áreas com menor pressão e histórico da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
300 a 500 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 21 dias. O controle deverá ser iniciado, quando forem constatadas até 10 lagartas menores que 1,5 cm por batida de pano. As doses menores deverão ser aplicadas em condições de baixa infestação ou menor histórico das pragas na região
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
400 a 500 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação quando forem constatados 20 insetos/pano de batida ou 30% de desfolha antes da floração e 15% de desfolhas após a floração
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
400 a 500 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 83 dias. Aplicar antes das lagartas penetrarem no cartucho, quando 20% das plantas apresentarem o sintoma de folha raspada. A menor dose deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
500 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 53 dias. As aplicações deverão ser iniciadas quando for encontrada 1 lagarta por pano de batida ou por metro linear. Iniciar o monitoramento logo após a emergência da cultura
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
200 a 300 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 53 dias. Antes da floração: aplicar quando atingir 30% de desfolhamento ou 20 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano. Após a floração: aplicar quando atingir 15% de desfolhamento ou 20 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano. Indica-se bater as plantas em apenas um lado da fileira numa extensão de 1 metro. As doses menores deverão ser aplicadas em condições de baixa infestação ou menor histórico das pragas na região
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
400 a 500 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 53 dias. As aplicações deverão ser iniciadas no início da infestação, quando as lagartas encontram-se nos primeiros estágios de desenvolvimento
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
400 a 500 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 53 dias. O controle deverá ser iniciado, quando forem constatadas até 10 lagartas menores que 1,5 cm por batida de pano
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
400 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 14 dias. Aplicar no início da infestação
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
300 a 400 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 14 dias. Aplicar na fase da maturação fisiológica (grão leitoso) no início da infestação da praga. As doses menores deverão ser aplicadas em condições de baixa infestação ou menor histórico das pragas na região

EMBALAGENS APROVADAS
Balde metálico:2,5;3,0;5,0;10;15;20;25;30;40;50 L

Bombona plástica:2,5;3,0;5,0;10;25;20;25;30;40;50 L

Container metálico/plástico:500;1.000;2.000;5.000;10.000;15.000;20.000;25.000;30.000 L

Frasco metálico/plástico: 0,2;0,25;0,3;0,4;0,5;0,6;1,0;1,5;2,0;2,2 L

Isocontainer metálico/plástico;500;1.000;2.000;5.000;10.000;15.000;20.000;25.000;30.000 L

Tambor metálico/plástico:50;100;150;200;250;400;500 L

Tanque metálico/fibra: 500;1.000;2.000;5.000;10.000;15.000;20.000;25.000;30.000 L

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- ALGODÃO
Curuquere (Alabama argillacea): As aplicações com VORAZ deverão ser iniciadas quando for encontrado 1 lagarta de ate 1 cm por planta ou um desfolhamento de, no máximo, 10% no terço superior das plantas (ponteiro).
Lagarta-da-macã (Heliothis virescens) e Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda): As aplicações com VORAZ deverão ser iniciadas quando forem encontrados 10% dos botões florais e/ou mais com lagartas menores que 1 cm.
As menores doses sao recomendadas em áreas com menor pressão e histórico da praga.
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera): As aplicações com VORAZ deverão ser iniciadas quando for encontrado 1 lagarta por pano de batida ou por metro linear. Iniciar o monitoramento logo após a emergência da cultura.
A menor dose é recomendada em áreas com menor pressão e histórico da praga.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias.
- BATATA
Traça-da-batata (Phthorimaea operculella): Aplicar VORAZ logo após constatar a presença da praga na lavoura. A menor dose devera ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias.
- CAFÉ
Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella): Aplicar VORAZ quando houver níveis de infestação (% de folhas do Cafeeiro atacadas com larvas vivas) de no máximo 3%. A menor dose devera ser aplicada em áreas com menor pressão e hist6rico da praga.
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 30 dias.
- FEIJAO
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa): Iniciar a aplicação de VORAZ quando for constatado 20 insetos/pano de batida ou 30% de desfolha antes da floração e 15% de desfolhas após a floração.
Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens): O controle com VORAZ devera ser iniciado, quando for constatado ate 10 lagartas menores que 1,5 cm por batida de pano.
As doses menores deverão ser aplicadas em condições de baixa infestação ou menor histórico das pragas na regido.
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias.
- MILHO
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): Aplicar VORAZ antes das lagartas penetrarem no cartucho, quando 20% das plantas apresentarem o sintoma de folha raspada. A menor dose devera ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor hist6rico da praga na regido. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias.
- SOJA
Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens): O controle com VORAZ deverá ser iniciado, quando for constatado até 10 lagartas menores que 1,5 cm por batida de pano.
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridanea): As aplicações com VORAZ deverão ser iniciadas no início da infestação, quando as lagartas encontram-se nos primeiros estágios de desenvolvimento. Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): Antes da floração: aplicar VORAZ quando atingir 30% de desfolhamento ou 20 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano. Após a floração: aplicar quando atingir 15% de desfolhamento ou 20 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano. Indica-se bater as plantas em apenas um lado da fileira numa extensão de 1 metro.
As doses menores deverão ser aplicadas em condições de baixa infestação ou menor histórico das pragas na região.
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera): As aplicações com VORAZ deverão ser iniciadas quando for encontrado 1 lagarta por pano de batida ou por metro linear. Iniciar o monitoramento logo após a emergência da cultura.
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias.
- TRIGO
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda): A lagarta-militar ocorre na fase de início de desenvolvimento da cultura de trigo, desde a emergência até o perfilhamento. Aplicar VORAZ no início da infestação.
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequaz): Aplicar VORAZ na fase da maturação fisiológica (grão leitoso) no início da infestação da praga.
As doses menores deverão ser aplicadas em condições de baixa infestação ou menor histórico das pragas na região.
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias.

MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do inseticida VORAZ poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para as culturas de algodão, batata, café, feijão, milho, soja e trigo, VORAZ pode ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamento terrestre (tratorizado).
Na cultura do café, o produto poderá ser aplicado com equipamento tratorizado turbo-atomizador, buscando atingir a parte externa e interna das plantas, bem como utilizar pulverizador costal manual ou motorizado.
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva:
- Pressão de trabalho: 30-60 Ib/po12;
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 g (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
- Volume de calda:
• Algodão, feijão, milho, soja e trigo: 150 a 300 L/ha • Batata: 200 a 500 L/ha
• Café: 300 a 500 L/ha

APLICACAO AEREA:
Para as culturas de algodão, feijão, milho, soja e trigo, VORAZ pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systenis D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para. proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a media. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que será) empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 jt (micra) DMV. Usar o diâmetro maior nas condições mais criticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2 variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
CONDICOES CLIMATICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente ate 30°C;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes a tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da regido, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANCA:
Algodão 93 dias
Batata 9 dias
Café 21 dias
Feijão 21 dias
Milho 83 dias
Soja 53 dias
Trigo 14 dias

INTERVALO TRATADAS:
(De acordo com as ANVISA/MS).

DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS
recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana -

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
• Não é permitida a mistura de tanque deste produto com outro agrotóxico. • Fitotoxicidade ausente se aplicado de acordo com as recomendações.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação
de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.org.gov.br).

INFORMACOES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O use de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

MINISTÉRIO DA SAÚDE — AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS — IBAMA
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUCOES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERMS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUCOES NA PREPARACAO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.,
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na nevoa do produto.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e. as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança, com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APOS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avisos ate o final do período de reentrada.
Caso necessite 'entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite á pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
- INTOXICAÇÕES POR METOMIL E NOVALUROM -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Metomil: Metilcarbamato de oxima
Novalurom: Benzoiluréia
N-metilpirrolidona: composto orgânico
Dimetilsulfóxido: Sulfóxido
Classe toxicológia Classe 1 — Extremamente Tóxico

Vias de Oral, dermal, inalatória e ocular.
absorção


Toxicocinetica
Metomil: após uma dose (mica de 5 mg/kg de metomil radiomarcado, em ratos, foi observada rápida absorção (> 95%) e metabolização em ambos os sexos. Aproximadamente 53% da dose foi eliminada na urina, 22-23% no ar expirado como 14CO2, 12-13% expirado como 14C¬acetonitrila e apenas 2-3% foram eliminado nas fezes. A meia-vida de eliminação foi de cerca de 5 horas. O principal metabólito encontrado na urina foi acido mercaptúrico derivativo de metomil
(aproximadamente 18% da dose). Mais de 10 metabolitos menores foram encontrados, incluindo sulfato conjugado de metomil oxirna (4%), acetato (2%), acetonitrila (2%) e acetamida (0,2-0,4%).
Novalurom: Em ratos, utilizando doses de 2 mg/kg e 1000 mg/kg, foi observado que o pico de concentração plasmática foi 5-8 horas para a menor dose e 2-5 horas para a major dose. A substancia não foi detectada 96 horas após a administração. Com a major dose, cerca de 20% foi absorvido, a excreção ocorreu pela urina (17-20%) e, principalmente, pelas fezes (76-70%). Após a absorção houve distribuição para tecido adiposo, fígado, rins, pâncreas e linfonodos. A meia vida da substancia no tecido adiposo foi de 52 horas para machos e 56 horas para fêmeas. Dentre os componentes identificados na urina esta o metabólito, 3-cloro-4-(1,1,2-trifluoro-2-trifluorometoxietoxi) anilina, que pode estar relacionado com a hematotoxicidade. N-metilpirrolidona: Estudos em ratos mostraram que N-metilpirrolidona ~ intensamente distribuída pelo corpo não alterada após a administração. 0 principal metabólito encontrado na urina (42 a 55% da dose administrada) ~ 5-HNMP. A eliminação é lenta e a meia-vida varia de 7 a 10 horas. A excreção urinaria corresponde, aproximadamente, a 70% da dose administrada, em 12 horas. A ordem (decrescente) na acumulação dos tecidos é fígado, intestino, testículos, estomago, rins, pulmões, cérebro, coração, pâncreas e baço. Bexiga, tireóide e timo mostraram níveis
Dimetilsulfóxido: E rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal e pele e é rapidamente e amplamente distribuição pelos tecidos e fluidos corporais. Pico de concentração ocorre de 4 a 8 horas (del-mica) ou 4 horas (oral). A excreção ocorre pela urina, pulmões, pele e fezes. Os metabólitos principais são dimetitsulfona e dimetilsulfereto.


Mecanismos de Metomil: carbamatos inibem competitivamente a pseudocolinesterase e
toxicidade acetilcolinesterase, impedindo a hidrólise e inativação da acetilcolina. A acetilcolina se acumula na junção dos nervos causando a superestimulação das terminações nervosas, tornando inadequada a transmissão de seus estímulos às células musculares, glandulares, ganglionares e do Sistema Nervoso Central (SNC).
Novalurom: Estudos em animais (camundongos, ratos, cães) mostraram que o alvo de ação do Novalurom é o eritrócito maduro. O mecanismo exato não foi elucidado, porém é provável que o produto cause dano oxidativo ao eritrócito maduro. A produção de eritrócitos não está diminuída, ao contrário, está incrementada para compensar a perda de células na circulação. A hematopoiese está incrementada nos ossos e nas reservas funcionais do baço e do fígado.
Ação oxidativa nos eritrócitos foi evidente pela presença de metahemoglobina, sulfahemoglobina e corpos de Heinz, resultantes da oxidação da hemoglobina.
Dimetilsulfóxido: Solventes como dimetilsulfóxido facilitam a penetração de toxicantes através da pele pelo aumento da permeabilidade do estrato córneo. Entretanto, o mecanismo pelo qual ocorre o aumento da permeabilidade não é totalmente esclarecido, tem sido sugerido que: remove a maior parte da matriz lipídica do extrato córneo, gerando furos na barreira de penetração; altera a configuração da queratina e, consequentemente, a estrutura da proteína; e atua como agente dilatador.


Metomil: Os efeitos da intoxicação podem incluir efeitos muscarinicos: braquicardia, salivação, lacrimação, diaforese, vômito, diarréia, urinação e miose; efeitos nicotínicos: taquicardia, hipertensão, midriase e câimbra muscular. Quando a intoxicação é severa os efeitos muscarinicos incluem broncorreia, broncoespasmo, e dano agudo pulmonar, fasciculação muscular, fraqueza, falência respiratória; efeito no Sistema Nervoso Central: depressão do SNC, agitação, confusão, delírio, coma, e convulsões. Hipotensão, disrritimia ventricular, acidose metabólica, pancreatite e hiperglicemia também podem ser desenvolver. Em crianças podem ocorrer depressão do sistema nervoso central, esturpor, coma, dispnéia e convulsões. crianças podem apresentar alguns sinais muscarinicos e nicotínicos de intoxicação (secreções, braquicardia, fasciculações e miose). Oral: Em ratos que receberam doses de 5 mg/kg foram observados fasciculação muscular e convulsões, a temperatura corpórea estava abaixo do normal.
Inalatória: vapores produzem irritação rapidamente na membrana mucosa e no trato respiratório superior, alem de broncoespasmo seguido de efeitos sistêmicos muscarinicos, nicotínicos e central se ocorrer exposição a concentrações significativas.
Novalurom: Não há casos conhecidos de intoxicação para o ser humano. Em estudos com animais de laboratório, o produto demonstrou irritabilidade dérmica causando leve irritação. Quando os animais foram submetidos a altas doses, foram observados sintomas como: letargia, diminuição da freqüência respiratória, palidez nas extremidades, diarréia e aumento da salivação.
N-metilpirrolidona: a substancia é irritante para olhos e pele. Em ratos tratados com a substancia foram observadas hiperglicemia, hipotensão e arritimias cardiacas.
Oral: hiperemia, edema, bolhas, erosões, úlceras, necrose da mucosa, perfuração, formação de fistula e sangramento da orofaringe, esôfago e estômago. Vômitos espontâneos podem ocorrer. A presença de estridor, vômitos, salivação e dor abdominal estão associados com lesões esofágicas graves na maioria dos casos. O grau de lesão da mucosa na endoscopia é o fator preditivo mais forte para a ocorrência de complicações sistêmicas e do trato gastrintestinal e mortalidade.
Dermica: irritação e queimaduras.
Inalatória: tosse, broncoespasmo, edema, estridor.
Ocular: severa irritação conjuntiva e quemose, perda permanente da visão.
A exposição crônica em concentrações tão baixas quanto 0,7 ppm no ar foram associadas a irritação ocular e dor de cabeça.
Dimetilsulfóxido: Em pacientes foram observados taquicardia, rubor
Sintomas e sinais clinicos facial, hipotensão e dor no peito; sintomas de asma brônquica,
dispnéia, garganta seca ou inflamada e tosse.
Oral: Halitose (odor semelhante ao de enxofre), náusea, vômito, anorexia, diarreia, constipação.
Dérmica: pápula, eritema, prurido, ardor, bolhas, ressecamento e descamação.
Inalatória: irritação.
Ocular: sensação de queimação temporária e vasodilatação.
Neurotoxicidade: sedação, sonolência, dor de cabeça e tonturas.
Hematologia: eosinofilia e hemólise.
Imunotoxicidade: liberação de histamina pelos mastócitos.
Diagnóstico:O diagnóstico é estabelecido péla confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e informações disponíveis. O decréscimo de 25% ou mais da atividade da colinesterase plasmática indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa. O decréscimo dá atividade da pseudocplinesterase é um indicador sensível, mais não especifico. Dosagem de metahemoglobina deve ser feito em todos os pacientes com cianose.

Tratamento
Antídoto: Atropina — antagonista dos efeitos muscarinicos — a atropina não age sobre os efeitos nicotínicos. Dose de 1,0 — 4,0 mg em fase de ataque (adultos), e 0,01 a 0,05 mg/kg em crianças, via EV, diluída em soro fisiológico na proporção de 1:2. As preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente tem a concentração de 0,25 a 0,50 mg/mL. Repetir, se necessário, a/cada 5 a 10 minutos. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clinico e se baseia ou na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorreia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou no aparecimento de sintomas de intoxicação atropinica ligeira (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contraindica a atropinização. São indicados a supervisão e o tratamento sintomático do paciente por pelo menos 48 horas, mas aconseilha-se mantê-lo em observação por 72 horas, com monitoramento cardiorespiratório e oximetria de pulso. A administração de atropina só devera ser realizada na vigência de sintomatologia.
Oximas (pralidoxima) — Ela desfosforiliza e reativa a acetilcolinesterase. Seu efeito ~ importante na regressão dos efeitos nicotínicos e a prevenção da Síndrome Intermediaria, mas ela não age sobre os efeitos muscarinicos. A pralidoxima não substitui a atropina. Nos casos de contaminação importante seu use deve ser iniciado desde as primeiras 24 horas para ser mais efetivo, mas a pralidoxima pode ser aportada mais tarde, em especial em intoxicações por compostos lipossolúveis.
Dose de ataque: Adultos: 1 g, preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC, em doses não maiores que 200,rng/minuto, diluídas em soro Pode ser repetida a partir de 2 horas após a primeira administração, não ultrapassando a dose máxima de 12g/dia. Crianças: 20 a 40 mg/kg, preferencialmente EV, podendo ser utilizada IM ou SC. Não exceder 4 mg/kg/min. A pralidoxima pode causar bloqueio neuromuscular se utilizada em altas doses, com taquicardia, laringoespasmo, rigidez muscular, náusea, cefaléia e tontura. Se houver convulsões, o paciente pode ser tratado com benzodiazepinicos, sob controle medico.
Exposição oral: Neutralização, carvão ativado e lavagem gástrica são contraindicados.
Exposição dérmica: remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
Exposição ocular: Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos, mantendo as pálpebras abertas. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Retire lentes de contato quando for o caso. Tratar pacientes com metahemoglobinemia sintomática com azul de
metileno.Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Monitorar funções vitais frequentemente. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante-a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicação:O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e
neumonite química.
Efeitos Sinérgicos : Com outros organofosforados ou carbamatos. N-metilpirrolidona pode
Sinérgicos aumentar a absorção de outras substâncias.
ATENÇAO:As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as enfermidades de Notificação Compulsória.
Ligue para o Disque-Intóxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação

(SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (XX) XXXX

Empresa: XXX

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório Vide item Toxicocinética.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos Agudos:
• DL50 oral: > 5 mg/kg p.c.
• DL50 dérmica: > 4000 mg/kg p.c.
• "CL50 Inalatória: > 0,586 mg/L.
• Irritação Dérmica: produto não irritante.
• Irritação Ocular: opacidade da córnea irreversível em até 7 dias, irritação da conjuntiva reversível em até 72 horas.
• Sensibilização cutânea: O produto não é sensibilizante.
Efeitos crônicos:
Metomil: estudos em cães por 2 anos utilizando metomil (31,12 e 32,67 mg/kg/dia para machos e fêmeas, respectivamente) na dieta mostraram sinais clínicos de inibição da acetilcolinesterase, aumento de mortalidade, anemia leva a moderada, evidencia de hematopoiese compensatória no bago e medula óssea, depósitos de hemosiderina, aumento epitelial dos túbulos renais.
Em ratos machos alimentados com metomil (200 e 400 mg/kg/dia) foram observados diminuição no consumo de alimento e menor crescimento em relação ao grupo controle; em fêmeas alimentadas com 200 e 400 mg/kg/dia de metomil foram observados aumento na incidência e severidade de hematopoiese extramedular; em ambos os sexos a dose de 400 mg/kg/dia foram observadas alterações renais, (vacuolização de células epiteliais e hipertrofia dos túbulos convolutos proximais); o NOEL na dieta para ratos foi estimada em 100 mg/kg/dia.
Toxicidade reprodutiva: em ratos alimentados com 17 mg/kg/dia de metomil por 2 meses mostraram diminuição no nível de testosterona e aumento nos níveis de hormônio folículo estimulante, hormônio luteinizante e prolactina, alem de alterações nos testículos, de grau variável ate a destruição total de túbulos seminíferos. As alterações hormonais persistiram por 30 dias após a Ciltima exposição, indicando efeito persistente. O estudo conclui que a exposição crônica de metomil tem efeitos deletérios em testículos de ratos.
Novalurom: Em ratos tratados com novalurom na dieta por 90 dias, em doses maiores que 10000 ppm, foram observados aumento da hematopoiese extramedular no bago, da concentração de metahemoglobina, do número de reticulócitos e do peso relativo do bago; diminuição da hemoglobina e do número de eritrócitos.
Em camundongos tratados com novalurom foram observados diminuição na contagem de glóbulos vermelhos e hematócrito, aumento do peso relativo do bago e do número de reticulócitos.
Estudos crônicos com ratos e camundongos mostraram alterações hematológicas aumento da concentração de hemoglobina corpuscular, do número de reticulócitos, pigmentação das células de Kupffer, diminuição da contagem de células vermelhas, do conteúdo de hemoglobina e deposição de hemossiderina no bago. O NOAEL para ratos foi calculado em 1,1 e 1,4 mg/kg/dia (machos e fêmeas, respectivamente) e para camundongos 3,6 e 4,3 mg/kg/dia (machos e 'fêmeas, respectivamente).
N-metilpirrolidona: o contato repetido ou prolongação pode causar dermatite com bolhas, edema e eritema.
Estudos com ratos expostos a N-metilpirrolidona, por 4 semanas, pela via respiratória com 6 horas /dia de exposição, mostram que concentrações de 1 mg/L causaram letargia, dificuldade respiratória e mortalidade. Nessa concentração foram observados pneumonia, hipoplasia de medula Óssea e atrofia do tecido linfóide.
Estudos crônicos em ratos alimentados com N-metilpirrolidona mostram que doses de 15000 ppm causaram diminuição de sobrevivência dos animais e em machos causou nefropatia. Estudo crônico em camundongos foram observados, na dose de 7200 ppm, aumento do peso do fígado, aumento na incidência de alterações celulares hepáticas e aumento da incidência de adenoma hepatocelular, em machos. O NOAEL para ratos foi calculado em 5000 ppm, para camundongos 600 ppm (machos) e 1200 ppm (fêmeas).
Estudos de toxicidade sobre o desenvolvimento e de toxicidade reprodutiva com ratos mostraram que em animais que receberam doses de 270 mg/kg%dia, durante os dias 6 a 15 de gestação, foram observados diminuição de fetos vivos, aumento de locais de reabsorção e anormalidades esqueléticas dos fetos.
Em estudo de toxicidade reprodutiva com ratos machos tratados com 1000 mg/kg/dia, por 10 semanas, foram observados infertilidade e dano extenso no epitélio seminífero do testículo. A exposição a 300 mg/kg/dia resultou em menor viabilidade de filhotes nos primeiros 4 dias de vida.
Dimetilsulfóxido: Em macacos Rhesus tratados com 2 ou 3 g/kg/dia de dimetilsulfóxido, por 9 dias consecutivos, foram observados aumento de 4 vezes na diurese e aumento na taxa respiratória. Em outro estudo, macacos Rhesus tratados pela via oral com doses de aproximadamente 1, 3 e 9 g/kg/dia, por 87 semanas, foram observados excesso de salivação, vômito e anorexia nos animais tratados com a maior dose.
Em estudo de desenvolvimento e toxicidade reprodutiva em ratos tratados com 200, 1000 e 5000 mg/kg/dia. Foram observados, nos animais tratados com 5000 mg/kg/dia, diminuição no consumo de alimento e diminuição do ganho de peso corpóreo materno, nos fetos foram observados retardo na ossificação de costelas. Aumento na dilatação da pelve renal foram observados em fetos de todos os grupos tratados. Estudos com hamster mostraram que efeitos embriocidas e teratogênicos foram observados em doses maiores que 2500 mg/kg/dia. -
Em animais inoculados com 0,2 mL, por 7 dias, foram observados diminuição de 60-80% em subclasses de IgG, 64% em IgA e 50% em IgM. Em animais tratados com 0,1 mL houve diminuição de 30% em subclasses de IgG e 21% em IgM.

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE — INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS — IBAMA
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:

( X ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)

- Este produto é ALTAMENTE MOVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente — parâmetro global de persistência ;
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRAVEL em peixes.
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para microcrustaceos.
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas;
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. -Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público c de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagricolas.

INSTRUCOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVACAO E PREVEN00 CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUCOES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; -Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA •
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)
• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA • ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
• TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUARIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias c restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O use de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação
de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.org.gov.br).