Bula Yoda

acessos
Azoxystrobin
14814
UPL

Composição

Azoxistrobina 250 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Isca em Pedaços (SB)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
200 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) O intervalo de aplicações deve ser de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Deverá ser aplicado preferencialmente de maneira preventiva para controle da Ramulária do algodão
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias Aplicar nos estádios iniciais da infecção
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias Aplicar nos estádios iniciais da infecção
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias Aplicar nos estádios iniciais da infecção
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
200 mL p.c./ha 100 a 200 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Intervalo de 14 a 21 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 21 dias. Deve ser aplicado preventivamente, entre os estádios R5 e R5,5
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Intervalo de 14 a 21 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 21 dias. Deve ser aplicado preventivamente, entre os estádios R5 e R5,5
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias. Aplicar nos estádios iniciais da infecção
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias. Aplicar nos estádios iniciais da infecção
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias. Aplicar nos estádios iniciais da infecção
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias Aplicar nos estádios iniciais da infecção
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias Aplicar nos estádios iniciais da infecção
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias Aplicar nos estádios iniciais da infecção

Isocontainer - Aço inox, plástico - 500; 1000; 2000L
Frasco - Plástico (Coex ou PEAD) ou PET - 100; 500; 500mL; 1; 1,5; 2L
Bombona- Plástico (Coex ou PEAD) OU PET - 4; 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200 L
Tambor- Ferro,plástico,aço- 50; 100; 200 L
Farm pack - 420; 100 L
Bulk - Plástico - 500; 1000; 5000; 10000; 20000 L
Isotanque - Aço,plástico - 500; 1000; 5000; 10000; 20000 L

MODO DE APLICAçãO:
AZOXYSTROBIN 250 SC OVA deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em agua para as culturas de trigo, soja, alqodao.
Aplicação terrestre:
Diluir o produto em 100 a 200 litros agua/ha para trigo e soja; e 200 a 300 L/ha para algodão.
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diarnetro de gotas de 50 a 200 IJm, uma densidade de 50 a 70 gotas por em>, e uma pressao de 40 a 60 libras.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 270C umidade relativa acima de 60% e ventos de no maximo 15 krn/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Aplicação aérea:
Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda/ha para trigo, algodao e soja. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicacao, como por exemplo, c6nicos 06 e 012 e disco "core" inferior a 45.
Largura efetiva de 15 - 18m, com diâmetro de gotas de 80 IJm, e um mínimo de 60 gotas/cm2•
o diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de ate 10 krn/hora, temperatura < 270C e umidade relativa > 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporacao.
INTERVALO DE SEGURANCA (periodo de tempo que devera transcorrer entre a ultima aplicação e a colheita):
Algodão, 30 dias
Soja 21 dias
Trigo 30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínino 24 horas apos a aplicação). Caso necessite entrar antes desse perfodo, utilize os equipamentos de protecao individual (EPIs) recomendados para 0 usa durante a apllcacao.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recornendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. .
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• - Produto irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtros combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. • Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião) aplique o produto contra o vento.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtros combinado (filtro químico, contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
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• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EM), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: se engolir o produto, no provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: em caso de contato, lave com água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico: Estrobikirina
Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxixocinética: Em estudos com ratos, a principal rota de absorção foi pela via oral (74-
81)%, sendo as demais vias secundarias. A azoxistrobina foi extensamente metabolizada, resultando na formação de no mínimo 15 metabóli tos. As duas principais rotas metabólicas foram hidrólise e conjugação com acido glucorônico, Os metabolitos resultantes polares
foram excretados rapidamente. Após 7 dias menos de 0,8% da dose administrada estava presente nos tecidos (principalmente no no rim e no fígado) e carcaças, em ambos os sexos Em 48 horas, mais de (82-96)% da dose administrada oralmente foi eliminada, principalmente pelas fezes (73-89)% e, em menor proporção, pela urina (9- 18)% Em um estudo, (57-74)% da dose administrada foi recobrada na bile após 48h da administração, por gavagem, de uma dose única de 100 mg/kg. Não houve eliminação pelo ar exalado.
Mecanismos de toxidade: Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos.

Sintomas e sinais clínicos:

Toxicidade aguda: os dados em humanos são muito limitados; em estudos com animais foi observada baixa toxicidade, apresentando:
Dérmica: Irritação leve, não e sensibilizante dérmico;
Ocular: Irritação moderada;
Inalatória: Irritação leve;
Oral: -
Toxicidade crônica: não há dados em seres humanos; em animais o principal órgão-alvo foi o fígado.

Diagnostico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clinico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Tratamento:
Antídoto: não ha antídoto especifico

Tratamento remoção da fonte de exposição descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração, tratamento sintomático e de suporte.

Exposição Oral: Em caso de pequenas ingestões:
. Enxaguar a boca e imediatamente.
. Diluição: com (120-240)mI de água ou leite (não exceder 120 ml em crianças)
Em de caso ingestão grandes quantidades produto:


• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (ate 1 hora) Proteger as vias aéreas durante o procedimento.
Carvão ativado: se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora) Suspensão: (30 g de carvão/240 ml de água). Dose: (25a 100)g em adultos; (25 a 50)g em crianças de (1 a 12 anos) e (1 g/kg) em < 1 ano;
Emergência, suporte e tratamento sintomático: aérea permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido Fluídos intravenosos e monetarização de oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Contra- indicações: A indução do vômito e contra-indicada em razão do risco de aspiração e
de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnostico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicologica

RENACIAT - ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)

Telefone de Emergência da empresa 0800 70 10 450 - (019)
3794-5600

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade do quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITO AGUDO;
• DL50 oral em ratos: >5000 mg/Kg
• D1-50 dérmica em ratos: > 4000 mg/Kg
• CL50 inalatória em ratos (4h): >3,171 mg/L -
• Irritação dérmica em coelhos: Pouco irritante
• Irritação ocular: moderado irritante da mucosa ocular, causando hiperemia, edema e secreção
• Sensibilização cutânea: não causa sensibilização dérmica em cobaias.
EFEITOS CRÔNICOS:
Após administração crônica do produto técnico pela via oral houve redução no peso corpóreo e o órgão alvo foi o fígado. As doses elevadas foram observadas diminuição no consumo de alimentos, alterações laboratoriais, incremento do peso no fígado, hiperplasia hepatocelular e aumento dos linfonodos. A dose onde não foi observado efeito adverso (NOAEL) foi de 20 mg/kg/dia. Em estudos de dois anos com ratos, Azo xistrobina via oral induziu hiperplasia epitelial ou ulceração do ducto biliar e hiperlasia biliar do fado. As alterações no fígado foram consideradas como secundárias à toxicidade do ducto bilíar. Não houve evidências de que Azoxistrobina tenha sido carcinogênico aos ratos. Os estudos não mostraram efeitos reprodutivos ou teratogenicidade.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL -
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos re.'ponsáveis.)
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: 08007010450








1, PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
o Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) o Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
• Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
o O Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza,
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a unia distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) melros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, - VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso Impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3+ INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e. a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE
INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A1, pelo telefone dc Emergência (0800)70 10450- (19) 3794-5600.
- Utilize o equipamento de proteção individual - FF1 (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente., O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo, retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os principios e medidas disponiveis e viaveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, epoca adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilibrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. 0 Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estrategias de manejo de resistencla visando prolongar a vida util dos fungicidas:
·Utilizar a rotacao de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
·Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicaçãoao recomendados no rotulo/bula.
·Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistencla genética, controle cultural, biologico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponiveis e apropriados.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.