Bula Zafera - Alta

Bula Zafera

acessos
Glifosato - Sal de Amônio
5517
Alta

Composição

Equivalente ácido de N-(fosfonometil) glicina - Glifosato 720 g/kg Glicina Substituída
Glifosato - Sal de Amônio 792.5 g/kg Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico, Contato

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Ameixa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Cana-de-açúcar (Soca) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Dessecação
(Dessecação)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicações para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Nectarina Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 15 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 30 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Soja - Geneticamente Modificada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 120 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 56 dias A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 120 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. 56 dias A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Aveia preta
(Avena strigosa)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Azevém
(Lolium multiflorum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Buva
(Conyza bonariensis)
0,5 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,75 a 1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,25 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim forquilha
(Paspalum conjugatum)
1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Erva de Santa Luzia
(Chamaesyce hirta)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama batatais
(Paspalum notatum)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Grama touceira
(Paspalum paniculatum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Junquinho
(Cyperus ferax)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Tiririca
(Cyperus rotundus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais
Vassourinha
(Malvastrum coromandelianum)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única. 17 dias O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração.
Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
Aplicar ZAFERA quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água).
ZAFERA não tem ação residual sobre sementes existentes no solo.
ZAFERA, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação. No caso específico da Trapoeraba, seguir a recomendação detalhada no Quadro I.
Para a eliminação da soqueira de cana-de-açúcar recomenda-se a aplicação de 2,5 a 3,0 kg p.c./ha. Esta aplicação deve ser feita quando a altura media das folhas estiver entre 0,6 m e 1,0 m medidas a partir do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Aplicação em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato:
- Aplicação única, seguindo os estágios de crescimento e épocas descritas no Quadro II.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.


MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:


Diluir a dose de ZAFERA indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies a serem controladas. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres.
Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.

Recomendação Geral:

Aplica-se ZAFERA em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folha, ramos ou caule jovem).
No caso da soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato seguir as recomendações de aplicação indicadas.
A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento.

APLICAÇÃO TERRESTRE:

Equipamentos Terrestres:

A aplicação pode ser feita com pulverizadores de barra com bicos adequados à aplicação de herbicidas, com pressão entre 20 a 40 Lb/pol2, utilizando-se um volume de água entre 50 a 250 litros/ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar.
Para aplicação com pulverizadores costais manuais, verificar as doses por 100 L de água e vazão aproximada de 200 L/ha.
No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato deve ser utilizado um volume de calda de 120 L/ha.

APLICAÇÃO AÉREA:

Equipamentos Aéreos:

Barra com bicos para aeronaves de asa fixa – Ipanema de qualquer modelo.
Volume de calda de 20 a 40 l/ha, altura de vôo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15m de largura e tamanho de gotas entre 200 a 600 micras.
Densidade mínima de gotas de 20 a 40 gotas/cm2.
Bicos de pulverização – bicos de jatos cônico ou leque que permitam uma vazão ao redor de 20 a 40 L/ha de calda (D10-45, D7-46, 80- 10, 80- 15) e produzam gotas com DMV para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras com uma deposição mínima ideal de 20 gotas/ cm2 sem escoamento na folha.
Em aviões tipo Ipanema, usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de vôo, da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode-se alterar. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada.
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o departamento técnico da ALTA – América Latina Tecnologia Agrícola.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:

Temperatura máxima: 28°C Umidade relativa mínima: 55% Velocidade do vento máxima: 10 km/h (3 m/s)

INTERVALO DE SEGURANÇA:

(1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós emergência das plantas infestantes e da cultura.

(2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

(3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.

(4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.

Obs: LMRs para as culturas de algodão, milho e soja estabelecidos para a modalidade de aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e das culturas geneticamente modificadas, que expressam resistência ao glifosato.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

Cultura
Intervalo de Segurança (dias)

Algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagem e trigo
(1)(2)(3)

Soja
(4)

Banana, cacau, citros, nectarina, pêssego
30

Café, maçã, pêra
15

Uva, ameixa
17

LIMITAÇÕES DE USO:

Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida (calda de aplicação) atinja as partes das plantas úteis. ZAFERA não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.

O herbicida ZAFERA é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de soja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.

O herbicida ZAFERA não deve ser utilizado em pós-emergência de variedades de soja que não seja geneticamente modificada, tolerante ao glifosato ou sobre outras espécies úteis sensíveis.

Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas, inclusive soja que não resiste ao herbicida ZAFERA.
Outras restrições:

Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ao aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.

Sob chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento.

Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão).

Não aplicar ZAFERA com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diluir a ação do produto (adsorção).
Não capinar ou roçar o mato ou logo após aplicação de ZAFERA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

-Produto para uso exclusivamente agrícola
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

-Produto moderadamente irritante para os olhos.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeirossocorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangascompridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas deborracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtromecânico classe P2); touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

-Evite, o máximo possível, o contato com a área de aplicação-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.-Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme o equipamento de aplicação.-Aplique o produto somente nas doses recomendadas.-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe, máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2) e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitarcontaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupasutilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodãohidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

Primeiros Socorros:

As formulações contendo glifosato tem ação irritante e potencial corrosivo para a pele e mucosas. Os efeitos são mais graves em crianças. Procure logo o serviço médico de emergência levando todas as informações disponíveis sobre o produto (embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico).
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em contato com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para local arejado. Se o intoxicado parar de respirafaça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.

-INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO –

Informações Médicas

Grupo químico
Glicina substituída

Classe toxicológica
Classe III – Medianamente Tóxico

Vias de exposição
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética

Em ratos, o GLIFOSATO pode ser absorvido pela via dérmica (1-3%) e pela via oral, através da qual é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, porém em uma proporção de 20-30%. A distribuição ocorre amplamente, com pequenas concentrações sendo detectadas em todos os tecidos. O pico plasmático ocorre em 2 horas para fêmeas e em 6 horas para machos. Após 168 horas da exposição, menos que 1% permanece retida nos tecidos (ossos, rins e fígado). O GLIFOSATO passa por muito pouca biotransformação, sendo o metabólito ácido amino-metil-fosfônico (AMPA), detectado na excreta na proporção de 0,2-0,7%. O GLIFOSATO é excretado dentro de 72-168 horas, sendo que a maior parte da dose administrada é eliminada nas primeiras 48 horas. A excreção se dá principalmente através das fezes (60-70%) e da urina (20-30%). A meia-vida de eliminação completa é de 5,9-8,3 horas. Não é bioacumulável. Este padrão toxicocinético ocorre independentemente da dose, do sexo do animal e da administração do GLIFOSATO.
Mecanismos de toxicidade
Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do GLIFOSATO em humanos. O GLIFOSATO tem ação irritante aos olhos e mucosas.

Sintomas e sinais clínicos

O produto pode causar irritação severa em contato com os olhos. Em contato com a pele, pode ocorrer irritação e em indivíduos susceptíveis, pode haver reação alérgica cutânea.
Quando inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório. Em caso de ingestão, pode provocar irritação das mucosas do trato gastrintestinal, com náusea, vômito e diarreia.
Diagnóstico
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento
Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
Não existe antídoto específico. O produto não contém organofosforado, portanto, não se trata de produto inibidor das colinesterases. Não administrar atropina como antídoto.

ADVERTÊNCIA:

A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante
e sabão.

ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Em caso de vômito espontâneo significativo, realizar controle dos fluidos e eletrólitos.
- Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Sua eficácia é desconhecida. Caso seja necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).

CONTRAINDICAÇÕES:

- Lavagem gástrica: Não é recomendada a descontaminação gástrica a menos que um agente mais tóxico esteja envolvido na intoxicação. Neste caso, deve ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
A lavagem gástrica não é indicada em casos de ingestão, a menos que outro agente mais tóxico esteja envolvido. Não deve ser realizada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
- É improvável a necessidade de administração de oxigênio e auxílio na ventilação, a menos que haja depressão do sistema nervoso central ou choque após ingestão de grandes quantidades.
Exposição inalatória:
- Remover o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias.
- Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Se necessário, administre oxigênio ou auxílio na ventilação.
Exposição dérmica:
- Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave suavemente a área exposta com água e sabão.
- O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação, reações alérgicas cutâneas e/ou dor persistirem.
Exposição ocular:
- Retire lentes de contato, se presentes. Lave os olhos com água corrente em abundância por, pelo menos, 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente.
- Se persistirem irritação, dor, lacrimação, fotofobia após 15 minutos de irrigação da área afetada, o paciente deve ser encaminhado para uma unidade de saúde para exame oftalmológico.
Contraindicações:
- A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração.
- Não administrar atropina, pois o produto não é inibidor das colinesterases.
- A lavagem gástrica é contraindicada em casos de ingestão, a menos que outro agente mais tóxico esteja envolvido. Não deve ser realizada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos sinérgicos
Não são conhecidos efeitos sinérgicos do GLIFOSATO.

ATENÇÃO

TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Disque-Intoxicações: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa:
ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda.: 0800 701 0450
Centro de Controle de Envenenamento do Paraná: 0800 41 0148

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Em ratos, o GLIFOSATO pode ser absorvido pela via dérmica (1-3%) e pela via oral, através da qual é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, porém em uma proporção de 20-30%.
A distribuição ocorre amplamente, com pequenas concentrações sendo detectadas em todos os tecidos. O pico plasmático ocorre em 2 horas para fêmeas e em 6 horas para machos. Após 168 horas da exposição, menos que 1% permanece retida nos tecidos (ossos, rins e fígado). O GLIFOSATO passa por muito pouca biotransformação, sendo o metabólito ácido amino-metil-fosfônico (AMPA), detectado na excreta na proporção de 0,2-0,7%. O GLIFOSATO é excretado dentro de 72-168 horas, sendo que a maior parte da dose administrada é eliminada nas primeiras 48 horas. A excreção se dá principalmente através das fezes (60-70%) e da urina (20-30%). A meia-vida de eliminação completa é de 5,9-8,3 horas. Não é bioacumulável. Este padrão toxicocinético ocorre independentemente da dose, do sexo do animal e da administração do GLIFOSATO. O mecanismo específico de toxicidade do GLIFOSATO em animais não é conhecido. O ativo GLIFOSATO tem ação irritante aos olhos e mucosas.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral (ratos fêmeas): 5000 mg/kg p.c. (estimado).
DL50 dérmica (ratos machos e fêmeas): > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em (ratos): não foi determinada nas condições do teste
Irritação dérmica (coelhos): não irritante à pele.
Irritação ocular (coelhos): irritante ocular. Todos os animais testados apresentaram hiperemia (grau 2), 2 dos 3 animais apresentaram edema (grau 1 a 2) e 1 animal apresentou secreção (grau 1) na conjuntiva dos olhos tratados. Todos os sinais de irritação foram revertidos em até 48 horas após a aplicação da substância teste. Não foram observados efeitos na córnea ou na íris dos animais.
Sensibilização cutânea (cobaias): Não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

De acordo com estudos em animais de experimentação e alguns estudos epidemiológicos, o GLIFOSATO não demonstrou evidências de potencial genotóxico, neurotóxico, teratogênico ou toxicidade ao sistema reprodutor. A maioria das evidências em animais indica que o glifosato não apresenta potencial carcinogênico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
(X) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de capitação de água para abastecimento público e 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação susceptível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrímediacolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA - telefone de Emergência: 0800 7077022 e 0800 172020.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
· Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
· Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
· Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data de compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário do estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo