Análise de Mercado
Arquivo · página 160
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MilhoAgrolink · As negociações de milho seguem em ritmo lento no Brasil, visto que compradores estão à espera de novos recuos nos preços com o avanço da colheita, segundo informações do Cepea. Vale lembrar que, agora, todos os estados produtores da segunda safra de milho já iniciaram a colheita – o estado de São Paulo era o único que ainda não havia iniciado as atividades.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho encerra a sexta-feira em baixa, mas com valorização se comparado à semana anterior, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A sexta-feira apresentou novas quedas para o milho na Bolsa de Valores. Viu-se as principais cotações recuarem até 1%, em mais um dia de movimento de realização de lucro de traders”, comenta.
SojaAgrolink · Para os Estados Unidos, segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) a previsão climática para a próxima semana é de alta probabilidade de temperaturas mais elevadas, principalmente nas regiões produtoras do país, enquanto que a previsão de precipitação está mais concentrada ao norte do país, abrangendo algumas regiões produtoras.
MilhoAgrolink · Informações divulgadas para a TF Agroeconômica indicam que existem três fatores de alta e três fatores de baixa que estão pautando os preços do milho. Um dos fatores de alta é o clima dos Estados Unidos. “De acordo com o Monitor da Seca dos EUA, 55% da área de milho do país apresentava algum nível de estiagem, ante 64% na semana anterior. A parcela, no entanto, ainda é bem superior à verificada em igual período do ano passado, de 29%”, comenta.
SojaAgrolink · A disputa entre compradores domésticos e externos pela oleaginosa resultou em alta nos preços nacionais, que alcançaram, na semana passada, os maiores patamares nominais desde abril/23, conforme dados do Cepea.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul registrou uma valorização de R$ 1,00/saca, com negócios ainda lentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mais um dia parado em termos de negócios e sem valorizações de preços”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul registrou poucos movimentos de preços, valorizações de R$ 0,50/saca, no encerramento da semana, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de soja na sexta de lado, embora prêmios mais firmes. Compradores estão com suas demandas agora com pouco espaço agosto (praticamente não tem mais espaços) e focados no setembro”, comenta.
SojaAgrolink · De acordo com o que nos informa a TF Agroeconômica, existem dois fatores principais que empurram a soja para cima. Dentre eles está a seca nos Estados Unidos. “Segundo a empresa de meteorologia DTN, as temperaturas vão subir na próxima semana, principalmente nas áreas do oeste da região”, comenta.
SojaAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, a tendência é de que os preços da soja caiam de forma gradativa no futuro próximo. “Com um quadro de oferta maior do que a demanda, tanto para esta safra de 22/23, quanto para a de 23/24, acreditamos que a tendência, daqui para frente, será de queda gradual nos preços”, comenta.
TrigoAgrolink · A produção recorde de trigo no Brasil na última safra levou a uma redução de 35% na importação do cereal no primeiro semestre deste ano, comparativamente ao mesmo período de 2022. No Paraná, o volume entre exportação e importação foi quase o mesmo, com venda externa de 3 mil toneladas a mais que as compras internacionais. Essa é uma das análises do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 14 a 20 de julho.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, dispararam nesta semana diante do recrudescimento do conflito entre Rússia e Ucrânia e o rompimento, por parte da Rússia, do acordo de exportação via o Mar Negro. Para piorar o quadro, os russos bombardearam, na quarta-feira, instalações portuárias e industriais da Ucrânia.
MilhoAgrolink · Diante de novos conflitos entre Rússia e Ucrânia, que levaram os russos a se retirarem do acordo comercial do Mar Negro, que permitia a Ucrânia exportar seus grãos por esta via, os preços do milho subiram fortemente nesta semana, saindo de US$ 4,99/bushel no dia 17, para US$ 5,45 dois dias depois. O fechamento desta quinta-feira (20) acabou ficando em US$ 5,37/bushel, contra US$ 5,93 uma semana antes, considerando que houve mudança de mês para a primeira cotação.
SojaAgrolink · As cotações da soja, em Chicago, continuaram pressionadas pelo clima nos EUA, ao mesmo tempo em que o recrudescimento do conflito entre Rússia e Ucrânia veio se somar às tensões altistas sobre os grãos em geral. Neste último caso, no dia 17/07 a Rússia anunciou a sua retirada do acordo comercial feito com a Ucrânia, o qual permitia a este último país exportar seus grãos pelo Mar Negro mesmo durante a guerra. Em paralelo, os russos bombardearam instalações portuárias ucranianas. Com isso, a Ucrânia terá mais dificuldades em exportar seus produtos, particularmente trigo e milho.
FeijãoAgrolink · Ao longo desta semana, a maioria dos produtores resistiu às ofertas de preços mais baixos provenientes de várias fontes, especialmente em Goiás, Minas Gerais, Bahia e São Paulo. Essa resistência decorre do fato de que alguns valores ofertados estão abaixo do preço mínimo estabelecido pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB).
MilhoAgrolink · Com as últimas altas, os vendedores se retiram do mercado de milho brasileiro para exportação, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Os prêmios mantivera em $76 para agosto; caíram $ -3 cents para $ 77 setembro; $ - 5 cents para $ 70 para outubro; $ -18 cents para $ 80 cents para novembro e foram cotados a $ 95 para dezembro”, comenta.
MilhoAgrolink · Para o mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, a Emater/RS vê pouca chuva e temperaturas amenas, mas as indicações permanecem, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A Emater/RS vê um tempo firme para o período entre o dia 20 a 26 de julho no Rio Grande do Sul. Segundo a entidade, entre sexta (21) e domingo (23) haverá a presença de uma massa de ar seco, o que deve garantir um tempo mais firme, porém com grande amplitude térmica”, comenta.
MilhoAgrolink · Após dois dias de alta, o milho voltou a recuar nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A quinta-feira apresentou um dia de baixa para os vencimentos de milho, o que, na visão de analistas, trata-se de um movimento de realização de lucro”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja teve fechamentos mistos com realização de lucros e alta do óleo de soja, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para setembro23 fechou em alta de 0,23 % ou $ 3,50 cents/bushel a $ 1495,00. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,28 %, ou $ 4,00 cents/bushel a $ 1404,75”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul segue sem variações de preços, enquanto os negócios seguem lentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mais um dia parado em termos de negócios e sem valorizações de preços”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul foram identificados poucos movimentos de preços, somente valorizações de R$ 0,50/saca, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mercado de soja voltou a cravar novas altas, nos preços em Reais, retomando preços de 19/04 ao produtor, quando os prêmios começaram a ceder. Compradores estão com suas demandas no agosto e no setembro, zero para o julho”, comenta.

