Análise de Mercado
Arquivo · página 161
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AlgodãoAgrolink · Uma bolha financeira, econômica ou mesmo especulativa acontece quando algo novo é superestimado ou avaliado como sendo muito maior do que realmente vale. Esse fenômeno, que ocorreu com a própria internet e com o mercado imobiliário, é sempre um risco latente para os investidores - e que acaba estourando nos consumidores. No agronegócio, o que disparou o alerta foi a proliferação e startups e agetchs de bioinsumos, vorazes por captar financiamento ou apenas vender uma ideia.
FeijãoAgrolink · Em algum momento, será imprescindível entender o limite de produção do Feijão-carioca. Para os gestores públicos em Brasília, o problema se torna mais urgente quando os preços disparam nas prateleiras e milhões de brasileiros enfrentam dificuldades para adquirir o Feijão a cerca de US$ 2 por quilo. Contudo, é importante ressaltar que o Feijão caro influencia o Feijão mais barato e vice-versa. Desde fevereiro de 2022, o preço médio ultrapassou a marca dos US$ 50 dólares por saca ao produtor e permaneceu acima desse valor até o presente mês. Será que estamos caminhando de volta para uma "normalidade" nos níveis de preço? Há fortes indicadores que apontam para essa direção.
Reuters · O fim do acordo de exportação de grãos com a Ucrânia e uma perspectiva climática desfavorável nos EUA fizeram com que os contratos futuros de trigo e milho negociados em Chicago disparassem na quarta-feira, causando dor para os especuladores que mantinham posições vendidas.
SuínosCepea/Esalq · Os valores médios da carne suína seguem avançando. De acordo com levantamento do Cepea, a proteína vem registrando valorizações sutis desde o encerramento de junho, ganhando força no início do mês, quando tradicionalmente a demanda se aquece, devido ao recebimento de salários.
MilhoAgrolink · O Brasil deverá exportar 54,1 milhões de toneladas de milho e os preços podem subir ainda mais, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios subiram $ 6 cents/bushel para $76 para agosto; $ 10 cents para $ 80 setembro; permaneceram em $ 70 para outubro; em $ 80 cents para novembro e foram cotados a $ 95 para dezembro”, comenta.
Gado de CorteAgrolink · No balanço do primeiro semestre de 2023, o Brasil exportou a todos os destinos mais de 1 milhão de toneladas de carne bovina (in natura e industrializada), volume que fica abaixo apenas do escoado no mesmo período de 2022, que foi recorde, segundo dados da Secex compilados pelo Cepea. E os principais destinos da carne brasileira nesse período foram China, Estados Unidos e Hong Kong.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul as indicações permanecem as mesmas, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Embora as bolsas de mercadorias indicassem maiores patamares para o dia de hoje, os compradores do Rio Grande do Sul pareceram não se afetar, e mantiveram suas indicações no mesmo patamar”, comenta.
MilhoAgrolink · Com a escalada de tensões entre Rússia e Ucrânia, o milho se valorizou na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), de acordo com a TF Agroeconômica. “A quarta-feira apresentou uma nova escalada de tensões entre Rússia e Ucrânia, o que levou os vencimentos de milho a se valorizarem em diversos mercados financeiros. Pela lógica, a situação que leva ao fim do corredor de exportações deve trazer diversos compradores a procurar milho brasileiro, o que pode impulsionar ainda mais as exportações”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou em alta acompanhado o óleo de soja, o milho e o trigo com as tensões no Mar Negro, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para setembro23 fechou em baixa de -0,03 % ou $ -0,50 cents/bushel a $ 1491,50. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,97 %, ou $ 13,50 cents/bushel a $ 1408,75”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul, foram vistas altas pontuais de preços na base de R$ 1,00/saca, enquanto os negócios seguem lentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mais um dia parado em termos de negócios e com valorizações amenas de preços”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul foram poucos movimentos de preços, com negócios parados, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de soja voltou a mostrar preços que só tinham sido vistos em Abril, quando os prêmios começaram a ceder. Compradores estão com suas demandas no agosto e no setembro, zero para o julho”, comenta.
AlgodãoAgrolink · Com exceção feita a carne suína e açúcar, as demais principais commodities exportadas pelo Brasil “sinalizam queda de preços em 2023”, aponta a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Segundo eles, esse cenário contribuirá para a “pequena redução de 3% das exportações e para o aumento do superávit comercial”.
LaranjaAgrolink · O fungicida Vitene, da Sipcam Nichino, foi lançado no mercado brasileiro há cerca de dois anos e tem sido amplamente adotado na cultura dos citros, especialmente na laranja. Ele é eficaz no controle preventivo de três doenças comuns nos pomares: podridão floral dos citros, pinta-preta e verrugose. Sua rápida absorção e translocação nos botões florais e frutos são vantagens, especialmente em períodos de chuvas frequentes, o que tem contribuído para o seu aumento de adesão entre os produtores.
AlgodãoCepea/Esalq · As negociações de algodão em pluma aumentaram nos últimos dias, e os preços internos da commodity subiram. Conforme levantamento do Cepea, esse movimento foi impulsionado pela posição firme dos vendedores, que se fundamentaram no avanço dos contratos na ICE Futures (Bolsa de Nova York), na melhora da demanda e no bom desempenho das exportações.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul o balcão se mantém após cinco semanas e as indicações também, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O movimento lateral em que se encontram os negócios do Rio Grande do Sul, com grande parte dos compradores já posicionados, mas também produtores capitalizados, é comprovado pelo movimento de preços no balcão: há pelo menos cinco semanas, cooperativas e cerealistas praticamente não alteram os valores, a não ser em situações pontuais”, comenta.
ArrozAgrolink · As cotações do arroz em casca continuam firmes, registrando apenas ligeiras oscilações diárias. Conforme dados do Cepea, a elevação dos preços externos e a restrição vendedora no mercado doméstico vêm sustentando os valores do cereal – o Indicador vem se mantendo na casa dos R$ 82,00/sc desde o dia 4 de julho.
CaféAgrolink · Os trabalhos nas lavouras de café têm avançado bastante em julho, sendo que algumas regiões produtoras colheram, já na primeira quinzena do mês, metade da produção esperada. As atividades do robusta já estão praticamente finalizadas na maioria das praças consultadas. No geral, a atual temporada tem apresentado um bom padrão dos cafés.
Agrolink · Em junho, o Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) apresentou queda de 2,2% frente a maio, em termos nominais. Esse resultado refletiu os recuos observados em todos os grupos de alimentos: IPPA-Grãos (-2,9%), IPPA-Pecuária (-1,1%), IPPA-Cana-Café (-2,7%) e IPPA-Hortifrutícolas (-2,0%).
MilhoAgrolink · A Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) apresentou ganhos para o milho com cenário de tensão internacional, enquanto os vencimentos valorizam até 3,29%, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “A escalada de tensão no dia de hoje, na qual a Rússia, em uma decisão unilateral, anunciou o fim do corredor de exportações, impactou positivamente nos negócios de milho na Bolsa de Valores”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta com clima e alta do milho, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para setembro23 fechou em alta de 0,54 % ou $ 8,00 cents/bushel a $ 1492,00. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 1,25 %, ou $ 17,25 cents/bushel a $ 1395,25”, comenta.

