Análise de Mercado
Arquivo · página 169
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MandiocaCepea/Esalq · As indústrias de fécula e de farinha têm enfrentado dificuldades em manter o volume de esmagamento, buscando raízes em regiões mais distantes e intensificando a disputa pela matéria-prima. Segundo colaboradores do Cepea, produtores têm priorizado o plantio, incluindo a separação de manivas. Além disso, a disponibilidade de lavouras de segundo ciclo e o interesse pela colheita de raízes com menos de 12 meses estão baixos em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Nesse cenário, na última semana, os preços estiveram mais firmes na maioria das regiões.
MilhoAgrolink · O milho do Rio Grande do Sul fechou a semana com mercado local inalterado e a exportação recuou mais R$ 1,50/saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, segue de lado. Compradores bem-estocados até a entrada efetiva de milho da segunda safra do Centro- Oeste, portanto, sem estarem pressionados a comprar. No porto, indicações de R$ 68,50 sobre rodas, para milho futuro, entrega fevereiro/24 e pagamento em Março/24”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho seguem em recuperação na maior parte das praças acompanhadas pelo Cepea, ainda sustentados pelos avanços nas cotações externas. Segundo pesquisadores do Cepea, produtores estão afastados das negociações no spot, atentos ao campo nacional e também ao clima nos Estados Unidos. E a restrição na oferta elevou com certa força os preços em regiões produtoras, como Paraná, Goiás e Mato Grosso.
SojaAgrolink · As condições das lavouras de soja dos Estados Unidos seguem piorando, contexto que tem elevado os preços da oleaginosa no mercado externo. Segundo pesquisadores do Cepea, o repasse da alta internacional ao Brasil, contudo, acabou sendo limitado pelos prêmios cada vez mais negativos e pela menor taxa de câmbio. De qualquer forma, pesquisadores ressaltam que as valorizações externas deixaram vendedores brasileiros mais firmes em suas ofertas no spot, com muitos à espera de novas altas nos valores domésticos.
SojaAgrolink · A previsão climática para o cinturão produtor nesta semana, de acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) é de temperaturas mais elevadas em grande parte do país, principalmente na região sul e oeste. Já as chuvas estão mais distribuídas, abrangendo as principais regiões produtoras com maiores níveis na região central e norte.
SojaReuters · Os especuladores foram forçados a abandonar mais posições vendidas em grãos e oleaginosas de Chicago na semana passada, uma vez que a saúde das safras dos EUA se deteriorou ainda mais sob um período de seca excepcional. Na semana de quatro dias encerrada em 20 de junho, os gerentes de recursos apagaram 100.000 posições vendidas brutas na CBOT de milho, trigo, soja, produtos de soja, trigo de Kansas City e Minneapolis, o máximo em qualquer semana desde agosto de 2020.
MilhoAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, a tendência para o mercado de milho é seguir para baixo. “Tanto os fatores técnico-grafistas, como os fatores fundamentais (aumento da safra brasileira) apontam para baixo a médio e longo prazos. Por isto, nossa recomendação é a mesma da semana passada: aproveite a alta atual para fixar preços em Chicago (CALL?) ou vender no mercado físico e aplicar o dinheiro, aumentando o seu lucro ganhando juros no mercado financeiro”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou o dia e a semana em baixa com realização de lucros e previsão climática, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em baixa de -0,40% ou $ -6,00 cents/bushel a $ 1494,50. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -2,20%, ou $ -29,50 cents/bushel a $ 1310,00”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul, os preços se valorizam em R$ 2,00/saca, com negócios parados, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Da mesma forma como visto nas demais posições do relatório, os preços de MS voltaram aos níveis de semana passada nessa sexta-feira, nem um pouco mais altos ou mais baixos. Esse padrão para se repetir na soja nesse momento em especial devido a conjuntura do mercado financeiro”, comenta.
Agrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, a semana encerrou próxima aos níveis anteriores, enquanto a comercialização avança bem, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Semana se encerra praticamente sem alterações nos preços, e no ritmo de comercialização adequado em comparação com as demais regiões do relatório. Players de mercado estimam que a comercialização tenha atingido 46% de uma safra estimada em 15,0 milhões de toneladas no estado”, comenta.
SojaAgrolink · De acordo com o que informa a TF Agroeconômica, é possível que quem não aproveite a alta atual da soja possa se arrepender no futuro. A consultoria fez uma análise dos preços e também do clima. “O fechamento de julho em Chicago equivale, para quem está a 600 km dos portos, a aproximadamente R$ 150,72/saca para o produtor, no mercado de balcão. É isto que pagam na sua cidade? Para setembro o preço seria equivalente a R$ 130,82/saca e, para março de 2024, equivalente a R$ 130,13/saca. Anote isto para comparar com o preço que o mercado físico apresentar nestes meses”, comenta.
TrigoAgrolink · A cotação do trigo, em Chicago, considerando o primeiro mês cotado, subiu fortemente nesta semana e atingiu a US$ 7,39/bushel no dia 22/06, o mais alto valor nos últimos quatro meses, contra US$ 6,61 uma semana antes. O clima ruim, que provoca perdas importantes nas lavouras tritícolas dos EUA, está na origem destas altas. Até o dia 18/06, por exemplo, o trigo de inverno, naquele país, apresentava 15% da área já colhida, contra 20% na média histórica para a data.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, acompanharam as altas da soja, pois o clima mais seco igualmente vem atingindo as lavouras do cereal nos EUA. Assim, o bushel de milho fechou a quinta-feira (22) em US$ 6,60, após ter alcançado US$ 6,71 na véspera (valor que não era visto desde o dia 19 de abril passado), e contra US$ 6,23 uma semana antes. As condições das lavouras de milho, nos EUA, no dia 18/06, apresentavam 55% entre boas a excelentes, contra 70% em igual momento do ano passado. Outros 33% estavam regulares e 12% entre ruins a muito ruins. O Estado de Iowa tinha 59% de lavouras em boas ou excelentes condições, enquanto Illinois registrava apenas 38%.
MilhoAgrolink · No mercado internacional foram vistos prêmios negativos para o milho brasileiro, pela grande oferta, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios mantiveram o recuo do dia anterior a $-40 para julho23; e a $6 para agosto; também mantiveram o prêmio negativo de $ -5 para setembro e a $ -5 para outubro e recuaram mais $ 2 cents/bushel para $ 8 cents para novembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado local ficou inalterado, mas a exportação recuou R$ 1/saca com queda nos prêmios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, segue de lado. Compradores bem-estocados até a entrada efetiva de milho da segunda safra do Centro- Oeste, portanto, sem estarem pressionados a comprar”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho fechou em queda de 0,91% na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com tomada de lucros, de acordo com a TF Agroeconômica. “Apesar da continuação do farmer selling nesta quinta-feira, mas em volume menor, os investidores no mercado de milho na B3 em São Paulo resolveram tomar lucros, um sinal claro de que não estão seguros de que haverá novas altas a curto prazo”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, nesta quinta-feira, a soja fechou o dia em baixa com realização de lucros, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em baixa de -0,94% ou $ -14,25 cents/bushel a $ 1500,50. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -2,72%, ou $ -37,50 cents/bushel a $ 1339,50”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul, os preços se desvalorizam em R$ 2,00/saca, e os negócios permaneceram parados, de acordo com informações divulgadas pela TF Agreconômica. “Mais um dia parado no mercado do Mato Grosso do Sul. Não se soube de negócios extraordinários e os preços marcaram queda de R$ 2,00/saca, motivado especialmente pelas quedas vistas na soja Chicago”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve um dia de baixas que surpreendeu o produtor, enquanto os negócios congelam, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado tomou por surpresa as baixas na maior parte do tempo do pregão de hoje, gerando poucos negócios. Os melhores preços foram verificados apenas na reta final do pregão”, comenta.
SojaAgrolink · A soja subiu fortemente em Chicago, nesta semana, puxada pelo clima ruim junto às lavouras estadunidenses. Com isso, o primeiro mês cotato fechou a quinta-feira (22) em US$ 15,00/bushel, contra US$ 15,14 na véspera (valor que não era visto desde o dia 18 de abril passado) e contra US$ 14,28 uma semana antes, ganhando quase um dólar na semana. Destaque para o farelo, que subiu 12,7% entre os dias 14 e 21 de junho, enquanto o óleo, depois de altas seguidas, recuou fortemente, perdendo 6,6% entre os dias 16 e 22 de junho.

