Análise de Mercado
Arquivo · página 177
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MilhoReuters · O milho norte-americano está em boa forma no início da estação de crescimento, mas as condições iniciais de saúde sugerem que a safra ainda deve se provar, especialmente devido à previsão de seca à frente. A agência de estatísticas do Departamento de Agricultura dos EUA colocou na terça-feira 69% do milho dos EUA em condição boa a excelente (GE) no domingo, as primeiras classificações de milho da temporada e abaixo das expectativas do mercado de 71%.-
Agrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul os preços voltam a recuar R$ 1/saca em todo o interior, seguindo a B3, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, segue na mesma batida, com compradores (indústrias) bem posicionados e alongados até fim de junho (em sua grande maioria), portanto, sem estarem pressionados a comprar, e começando a avaliar ofertas de milho de segunda safra do Centro-Oeste", comenta.
MilhoAgrolink · O milho fechou em queda na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) por tomada de lucros, exatamente como o previsto, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Ontem terminamos nosso comentário dizendo que a alta estava perdendo força e, realmente, hoje, com o impulso adicional da forte queda de 1,49% da cotação do milho em Chicago, os investidores brasileiros tomaram lucros e o mercado recuou fortes 5,01%, trazendo as cotações para patamares bem mais baixos”, comenta.
MilhoAgrolink · A Bolsa de Chicago voltou a operar depois do feriado e a soja fechou em baixa com clima e subprodutos em queda, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em baixa de -3,05% ou $ -40,75 cents/bushel a $ 1296,50. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -3,05%, ou $ -36,25 cents/bushel a $ 1153,25”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul os preços caíram em R$ 4,00/saca, enquanto os negócios vão de mal a pior, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Após as desvalorizações consideráveis vistas nas cotações de Chicago, preços despencam no MS travando por completo o mercado que já estava lento. Para este período o produtor deve aguardar por melhores ofertas de preços, não tendo pressa para efetuar seus negócios”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve um dia de quedas de até R$ 2,50/saca e negócios lentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado extremamente volátil, baixas de mais de 3%, trazendo o contrato de julho para menos de $13,0 por bushel, cotações que não se viam desde dezembro/21 (para o primeiro vencimento). Prêmios, mesmo com a baixa, se mantiveram, fazendo com que os preços ao final do pregão caíssem bem”, comenta.
TrigoAgrolink · A semeadura da nova safra do trigo está avançando no Brasil. Quanto à demanda, o interesse de compra por parte de moinhos segue baixo, já que a procura por derivados está fraca.
FeijãoAgrolink · No Paraná, apesar das chuvas, os agricultores que tinham feijão colhido armazenado puderam aproveitar a oportunidade e vender sua produção. Agora, a maior parte do feijão a ser ofertado dependerá do tempo sem chuvas, que se espera começar a partir de hoje. No entanto, é importante destacar que as temperaturas amenas desta época exigem a secagem do produto antes da comercialização.
SojaReuters · Os especuladores quase abandonaram as apostas de alta na soja de Chicago na semana passada, já que as ofertas globais estão crescendo o suficiente no próximo ano, mas uma recuperação de cobertura vendida no meio da semana impediu um movimento oficial para o lado de baixa.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou em nova alta, menor, que pode significar que está perdendo força, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado futuro de milho na B3, de São Paulo, começou a semana com uma nova alta de 0,21% nesta segunda-feira, ainda impulsionado pelo movimento de recuperação dos preços depois de haver encontrado o fundo do poço no início da semana passada”, comenta.
MilhoAgrolink · O presidente do Centro de Armadores Fluviais e Marítimos do Paraguai (Cafym), Raúl Valdez, expressou preocupação com a recente decisão do governo argentino de emitir faturas para a cobrança de pedágio em um trecho da hidrovia. Valdez afirma que essa medida coloca o Paraguai em risco de ter suas embarcações retidas, uma vez que o país se recusa a pagar uma taxa que o sindicato considera ilegítima. Caso essa medida seja efetivada, o transporte de mercadorias e a importação de combustíveis serão diretamente afetados
SojaAgrolink · De acordo com o Rabobank, em relatório semestral, os preços internacionais de grãos devem se manter voláteis e em uma ampla faixa de negociação. Segundo a TF Agroeconômica, essa volatilidade, disse o banco, tem sido causada por vários fatores, com destaque para a ausência de novidades altistas e incertezas relacionadas a recessão, taxas de juros, questões geopolíticas e clima, entre outros.
SojaAgrolink · Clima no centro das atenções. Com a maior parte da área projetada já plantada, o mercado agora está voltando sua atenção para o clima nos Estados Unidos. Os modelos climáticos indicam um aumento na temperatura e uma escassez de chuvas nos próximos 7 dias na região agrícola dos Estados Unidos. Regiões como o norte de Oklahoma, o estado de Kansas, Nebraska, Dakota do Sul e uma parte do leste de Iowa podem enfrentar um risco mais alto de seca caso não ocorram chuvas para beneficiar as lavouras desses estados. Se esse cenário se confirmar, pode levar a novas altas nos preços em Chicago.
SojaAgrolink · Segundo dados do boletim informativo do Cepea, as altas nos prêmios e nos preços domésticos foram limitadas pelos estoques elevados no País, uma vez que a colheita da safra 2022/23 segue para a reta final. Ressalta-se que, embora o ritmo de negócios tenha se aquecido nos últimos dias, a comercialização desta temporada está inferior ao de safras passadas.
MilhoAgrolink · Os prêmios pagos ao milho brasileiro para exportação encerraram a semana em alta, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios recuaram para $12 cents/bushel para julho23; para $42 agosto; para $38 em setembro; para $ 40 para outubro e mantiveram $ 55 cents para novembro”, comenta.
MilhoAgrolink · A colheita da segunda safra de milho já foi iniciada em Mato Grosso, mas pesquisadores do Cepea indicam que as dificuldades de armazenagem, devido à elevada produção de grãos nesta temporada, e os baixos preços preocupam agricultores do estado.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul os preços fecham a semana estáveis, mas sem pressão de baixa, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, segue na mesma batida, com compradores bem-posicionados e alongados até fim de junho (em suagrande maioria), portanto, sem estarem pressionados a comprar, e começando a avaliar ofertas de milho de segunda safra do Centro-Oeste", comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho continua se recuperando a cada dia, mostrando que houve um fundo do poço, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nova alta expressiva das cotações do milho na B3, desta sexta-feira, de 4,16%, confirma o que vimos afirmando durante esta semana de que os preços do milho atingiram o fundo do poço e começam a se recuperar, com a demanda sazonal de exportação da Safrinha”, comenta.
MilhoAgrolink · A recomendação da TF Agroeconômica para quem tem milho é ficar atento à demanda Chinesa e também ao clima dos Estados Unidos. “Estes dois fatores serão responsáveis pelo fluxo de exportações no Brasil. Se este fluxo for de alguma forma truncado, como foi o da safra passada, os preços internos deverão sofrer novas baixas, porque sobrará mercadorias internamente”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou em alta com avanço nas negociações sobre teto da dívida dos EUA, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em alta de 1,00% ou $ -13,25 cents/bushel a $ 1337,25. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 1,47%, ou $ 17,25 cents/bushel a $ 1189,25”, comenta.

