Análise de Mercado
Arquivo · página 178
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SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul fechou a semana passada com preços subindo, mas negócios lentos nesta sexta-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Preços voltam a subir, mas ainda sem gerar mudanças expressivas nas quantidades negociadas. Apesar disso, o escoamento segue bem, acima das médias das demais posições do Brasil, bons volumes saíram especialmente nos primeiros 3 dias da semana”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul fechou a semana passada com preços completamente parados, mas escoamento constante, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado foi bastante volátil essa semana, e garantiu alta de US$ 0,30 por bushel no contrato julho da CBOT. Prêmios foram ligeiramente melhores, o que garantiu preços melhores aos produtores”, comenta.
SojaAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, aquele agricultor que soube utilizar o mercado futuro da soja ao seu favor pode ter bastante lucratividade. Isso ocorre porque ele te dá uma certa segurança nos preços perante uma queda e também estimula o lucro perante uma alta.
SojaAgrolink · As cotações da soja, em Chicago, continuaram recuando nesta semana. O bushel da oleaginosa, para o primeiro mês cotado, chegou a bater em US$ 13,07 no dia 19/05, se recuperando um pouco nos dias seguintes e fechando a quinta-feira (25) em US$ 13,24, contra US$ 13,33/bushel uma semana antes. A registrar que o óleo e o farelo, naquela Bolsa, igualmente recuaram em alguns momentos da semana, sendo que o farelo fechou o dia 25/05 em US$ 397,20/tonelada curta, a mais baixa cotação dos últimos 16 meses, considerando o primeiro mês cotado. Salientando que a cotação do grão de soja, para setembro próximo, já está em US$ 11,83/bushel.
LaranjaCepea/Esalq · Os preços das laranjas estão enfraquecidos no mercado in natura neste mês, segundo informações do Cepea. Esse cenário está atrelado à oferta crescente (mas que vem sendo controlada pela absorção industrial), à concorrência com a tangerina poncã e, principalmente, à lentidão da demanda (as temperaturas mais baixas tipicamente limitam o consumo).
FeijãoAgrolink · O mercado de feijão, ontem, fechou com com preços reportados de negócios entre R$ 210 e R$ 260 no sudoeste do Paraná e, naquela região, Feijão-preto entre R$ 180 e R$ 200 FOB fazenda, de acordo com o instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe). “Na região dos Campos Gerais, pouca oferta de produtores. A safra está se encaminhando para o final. Variedades como Sabiá e Campos Gerais R$ 250, Agronorte, Dama e IAC 2051 R$ 275/285, mas com pelo menos uma venda até R$ 290”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado brasileiro de milho para exportação enxerga maior demanda para a segunda metade do segundo semestre, de acordo com a TF Agroeconômica. “Os prêmios mantiveram em $15 cents/bushel para julho23; subiram $2 cents para $48 agosto; permaneceram em $47 em setembro; recuaram $ 1 cent para $ 47 para outubro e mantiveram $ 55 cents para novembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul os preços mantiveram o recuo do dia anterior, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, segue na mesma batida, com compradores bem-posicionados e alongados até fim de junho (em sua grande maioria), portanto, sem estarem pressionados a comprar, e começando a avaliar ofertas de milho de segunda safra do Centro-Oeste", comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho continua se recuperando, mas com percentual menor, o que pode significar fim da alta, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A alta desta quinta-feira foi de apenas 0,05%, contra alta de 0,23% no dia anterior e de 2,12% na terça-feira. Isto pode significar que, à semelhança de uma bola que se lança para o ar, a alta esteja enfraquecendo, mostrando que pode estar no seu limite, por enquanto”, comenta.
SojaAgrolink · O preço da soja fechou em baixa na Bolsa de Chicago com cautela do mercado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em baixa de -0,04% ou $ -0,50 cents/bushel a $ 1324,00. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -1,08%, ou $ -12,75 cents/bushel a $ 1172,25”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso do Sul teve dia de manutenção, com mercado de ressaca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Ontem os preços já não marcaram variações, mas bons volumes foram negociados no Estado, ao menos relativo a esse período de baixa oferta e espera e melhoras de preço. Hoje os preços deveriam ter melhorado de forma considerável, mas em resposta as vendas de ontem a relação oferta e demanda determinou uma manutenção de valores”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul tem preços completamente parados e escoamento constante, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado bastante volátil nesta quinta-feira, durante o pregão elevação na taxa de câmbio, deu oportunidades no mercado, mas ainda sem gerar variações extraordinárias no nível de escoamento”, comenta.
SuínosAgrolink · A competitividade da carne suína caiu frente às concorrentes (proteínas de frango e bovina). De abril para maio (até o dia 23), os preços médios das proteínas suína e de frango vêm registrando leves avanços, ao passo que os da bovina apresentam quedas.
Gado de CorteAgrolink · As cotações do boi gordo para abate e dos animais de reposição (bezerro entre 8 e 12 meses) estão em queda neste mês de maio. De acordo com pesquisadores do Cepea, a pressão sobre os valores da arroba vem do crescimento na oferta de animais prontos para abate, o que, por sua vez, está atrelado a investimentos realizados em anos anteriores e, sobretudo, ao fim da safra e à piora da qualidade das pastagens.
AlgodãoAgrolink · Os preços do algodão em pluma vêm registrando pequenos avanços no mercado interno. O suporte vem das altas nos valores externos, o que eleva a paridade de exportação e faz com que vendedores atuem no spot nacional de forma mais firme.
Cana-de-açúcarAgrolink · A Raízen realizou o evento "Raízen Day" no Hotel Unique em São Paulo, onde apresentou um balanço dos últimos anos e perspectivas futuras. Dividido em 5 painéis, o evento abordou temas como produtividade, etanol, açúcar, energia e mobilidade, com anúncios e projeções para a empresa. No entanto, o evento não foi bem recebido pelo mercado, pois as ações da Raízen caíram 5,48% para R$ 3,45 por volta das 16h41.
SojaAgrolink · A soja e os grãos tiveram, em sua maioria, poucas alterações nas negociações noturnas devido às perspectivas climáticas mistas nos EUA e em outros países em crescimento. Espera-se que as chuvas continuem nas planícies do sul, onde o trigo de inverno vermelho duro está crescendo pelo menos até o fim de semana, trazendo umidade para as plantas que suportaram meses de clima seco.
FeijãoAgrolink · De acordo com informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe), nesse momento, segue a colheita no Paraná com 95% do Feijão-carioca comercial e raríssimos lotes de melhor qualidade. Nesse cenário, as informações dão conta de que a venda ocorre tão logo se colhe e já há dificuldades em alguns polos regionais em encontrar oferta.
MilhoAgrolink · No mercado brasileiro de milho para exportação os embarques de milho estão muito menores, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios mantiveram em $15 cents/bushel para julho23; recuaram $9 cents para $46 agosto; caíram para $47 em setembro; recuaram $ 4 cents para $ 48 para outubro e mantiveram $ 55 cents para novembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul os preços mantiveram o recuo do dia anterior, enquanto o balcão cai mais R$ 2/saca, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, segue na mesma batida, com compradores bem-posicionados e alongados até fim de junho (em sua grande maioria), portanto, sem estarem pressionados a comprar, e começando a avaliar ofertas de milho de segunda safra do Centro-Oeste", comenta.

