Análise de Mercado
Arquivo · página 182
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ArrozInfoarroz · Em abril, os preços mundiais do arroz aumentaram em média 3,5% devido à forte demanda asiática e africana, enquanto os suprimentos exportáveis estão mais apertados, pelo menos até que a nova safra comece a chegar em junho. As previsões de produção para 2023/2024 podem ser revisadas para baixo devido ao risco de seca nas principais regiões produtoras da Ásia como consequência do fenômeno meteorológico El Niño. Os especialistas preveem até um evento climático particularmente severo em 2023, que terá um impacto sobre os suprimentos exportáveis em 2024. Portanto, espera-se uma tendência altista sobre os preços mundiais do arroz nos próximos meses.
MilhoAgrolink · No mercado brasileiro de milho para exportação o prêmio melhora para julho, mas recua para os demais meses, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios voltaram ao terreno positivo subindo para $45 cents/bushel para julho23; mas recuaram $ 3 cents para a $57 agosto; os mesmos $ 3 cents para $57 em setembro; subiram $ 5 cents para $ 560 para outubro e para $ 60 cents para novembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado continuou inalterado, na baixa, por pressão do milho do Centro-Oeste, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, sofreu mais um revés nos preços, pressionados pela grande oferta de milho no mercado local, ficando cada dia mais longe do desejado por comerciantes e produtores (não diferente de outras regiões do país)”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho estão em queda diária consecutiva desde o dia 27 de março deste ano, operando atualmente nos menores patamares nominais desde setembro de 2020. De acordo com pesquisadores do Cepea, o desenvolvimento das lavouras de segunda safra está satisfatório, e estimativas oficiais seguem apontando colheita recorde do cereal em 2022/23.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho recua mais 1,24%, com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmando safra recorde no Brasil, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado reagiu com queda aos números brasileiros do USDA, que estimou uma safra 5,0 milhões de toneladas acima dos números da Conab”, comenta.
SojaAgrolink · A colheita da soja está praticamente finalizada no Brasil. Segundo pesquisadores do Cepea, mesmo com os armazéns cheios com o grão, os sojicultores brasileiros estão cautelosos nas vendas da safra 2022/23 no mercado spot. Isso porque, uma parcela dos agricultores tem preferência por fazer operação barter (troca de saca de soja por insumos e fertilizantes para a safra 2023/24).
SojaAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica indicam que, no longo prazo, o milho tem tendência de alta mais forte que a soja. “O relatório do USDA desta sexta-feira aumentou muito os estoques finais da soja em 21,24% e os do milho em apenas 5,21%. Só este dado seria suficiente para mostrar que os preços do milho deverão ser bem mais positivos que os da soja na próxima temporada”, comenta.
SojaAgrolink · A menos que surja algum fator político ou econômico no radar daqui para frente, as cotações, tanto em Chicago, quanto no mercado interno brasileiro deverão se movimentar bem abaixo do que estão hoje, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. Com isso, a recomendação é vender o quanto antes a próxima safra.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul os preços marcam quedas gerais de R$ 1,00/saca, com negócios parados, de acordo com informações divulgadas pela TFR Agroeconômica. “Semana termina sem mudanças em relação a como começou. De segunda a quarta- feira não houve mudança nos preços, para que na quinta-feira ocorresse uma valorização de R$ 1,00/saca e voltasse a cair novamente essa mesma quantidade hoje, na sexta-feira", comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul segue com preços parados, enquanto os negócios continuam lentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de soja no RS segue da mão para a boca, com produtor vendendo apenas o necessário. Prêmios seguem se recuperando, porém hoje a baixa na CBOT, que era esperada, em função do WASDE, pesou no mercado”, comenta.
SojaAgrolink · O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou o seu relatório de oferta e demanda dos produtos agrícolas no encerramento da última semana e trouxe números baixistas em relação à soja, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O relatório mensal WASDE fez apenas uma alteração nos S&Ds da soja da safra velha, aumentando as importações em 5 mbu e os adicionaram aos estoques finais para um carregamento de 215 mbu (136,07 miltons) - correspondendo à estimativa da média comercial”, comenta.
SojaAgrolink · Na expectativa do relatório de oferta e demanda do USDA, a ser anunciado neste dia 12/05, o qual iremos comentar no próximo boletim, e diante da aceleração no plantio da atual safra estadunidense, graças a um clima positivo, as cotações da soja, em Chicago, recuaram nesta semana. O bushel da oleaginosa fechou a quinta-feira (11) em US$ 14,43, contra US$ 14,48 uma semana antes.
MilhoAgrolink · O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul manteve a queda do dia anterior e continuou apático, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, sofreu mais um revés nos preços, pressionados pela grande oferta de milho no mercado local, ficando cada dia mais longe do desejado por comerciantes e produtores (não diferente de outras regiões do país)”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo o milho recuou 0,24% em dia em que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reduziu os estoques finais da safra 21/22, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado reagiu com ar muito blasé acerca do relatório oficial da Conab sobre a situação do quadro de oferta e demanda do milho no Brasil”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja teve fechamento misto com compras de oportunidade, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio23 fechou em alta de 0,47% ou $ 6,75 cents/bushel a $ 1443,25. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,22%, ou $ -2,75 cents/bushel a $ 1248,00”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul se encaminha para o encerramento da semana com preços parados e sem confirmação de negócios, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Após dia de evolução nos preços, MS chega a quinta-feira sem novas variações, novamente, da mesma forma que esteve na segunda-feira e na terça-feira desta semana. O produtor se mostra insatisfeito com os preços e por isso retorna ao campo, onde tem trabalho a ser feito com o milho, deixando de lado a soja armazenada”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul os preços seguem parados e os negócios continuam lentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de soja no RS segue da mão para a boca, com produtor vendendo apenas o necessário. Prêmios seguem se recuperando, porém hoje a baixa na CBOT pesou no mercado. A curva dos meses para frente segue sendo muito favorável, com preços de R$ 146,00 junho, R$ 148,50 julho e até R$ 152,00 no agosto”, comenta.
Agrolink · A BrazilAgro (AGRO3) reportou um prejuízo de R$ 3,2 milhões no terceiro trimestre da safra 2022/2023, em comparação com um lucro líquido de R$ 81 milhões no mesmo período do ano passado (3T22). A XP Investimentos avalia que o resultado foi afetado pela forte base de comparação, bem como pela volatilidade das commodities e pelos custos mais altos. A XP manteve sua recomendação neutra para a ação, com um preço-alvo de R$ 31,80 e um potencial de alta de 36%.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul registrou nova queda de R$ 2/saca nos preços do interior do estado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, sofreu mais um revés nos preços, pressionados pela grande oferta de milho no mercado local, ficando cada dia mais longe do desejado por comerciantes e produtores (não diferente de outras regiões do país)”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) os preços do milho voltaram a cair 0,99% nesta quarta-feira continuando o viés de baixa, sem fundo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado continuou sua caminhada em direção a preços mais baixos, diante da falta de escoamento da safra velha (que gera sobras enorme, que pressionam os primeiros meses da safra nova). Mas, a demanda interna se mantém levemente maior graças à diversificação dos compradores internacionais das diversas carnes, que não apenas a China”, comenta.

