Análise de Mercado
Arquivo · página 201
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MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue da mesma forma do que nos últimos dias, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado local de milho no RS, segue muito devagar; produtor está vendo os atrasos de plantios no Centro Oeste, e acredita que uma onda de altas nos preços possa vir ainda em abril ou maio, para o mercado gaúcho. Fábricas cobertas para todo março, ajudam na lentidão. Saíram reportes de remessas com preços a fixar para a indústria, o que ajuda a alongar ainda mais a posição dos compradores”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou, novamente, em queda safra atual e alta para safrinha, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O mercado continuou o impulso do dia anterior, com queda no primeiro mês cotado e alta nos dois meses seguintes, voltando a cair para novembro23 e janeiro 24, seguindo a linha da oferta para estes meses”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou em leve baixa sustentada pelo farelo e óleo de soja, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para março23 fechou em baixa de -0,02% ou $ -0,25 cents/bushel a $ 1499,75. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta de 0,17%, ou $ 2,50 cents/bushel a $ 1493,75.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve um dia de quedas expressivas de R$ 2,00/saca e ausência de negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue lento e sem muitos fundamentos a se analisar, de forma geral os traders tiram seus pés do acelerador com dúvidas a respeito do futuro da soja e os preços se mostram de difícil manutenção, não atoa, finalmente caíram em decorrência do amolecimento da demanda”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul tivemos um dia de poucos movimentos de preços, mas bons movimentos nos portos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Fábricas situadas no porto, voltaram a carga, brigando pela soja local contra as tradings. Hoje foi dia que as fábricas pagaram R$ 174,00 para entrega março e pagamento 25/04, não se sabe com precisão quanto foi escoado, mas volumes começam a melhorar”, comenta.
HortaliçasAgrolink · As cotações da cenoura subiram na semana passada na região produtora de São Gotardo (MG). Entre 6 e 10 de março, a cenoura “suja” foi comercializada à média de R$ 90,00/cx de 29 kg, avanço de 12,5% frente à da semana anterior. Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização é consequência da oferta reduzida, causada pelas fortes chuvas registradas no momento de desenvolvimento das raízes.
TrigoAgrolink · Estimativas do USDA divulgadas na semana passada indicam que a produção recorde de trigo no Brasil (colhida em 2022) vem compensando a menor disponibilidade do produto na Argentina, que, ressalta-se, é a principal fornecedora do cereal ao País. E a colheita doméstica elevada vem, inclusive, favorecendo as vendas externas de trigo, que devem crescer frente às da safra anterior e colocar o País como o 10º maior exportador mundial do cereal.
Cana-de-açúcarAgrolink · A proximidade do início da safra 23/24 de cana-de-açúcar e os estoques altos pressionam cotações do etanol, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O Indicador diário ESALQ/BM&FBOVESPA Posto Paulínia (SP) do etanol hidratado recuou novamente nesta segunda-feira. O preço do litro do biocombustível que estava avaliado em R$ 2,735/L recuou 0,62% e encerrou o dia de hoje em R$ 2,718/L. Média semanal (06-10/03) do Indicador Paulínia – SP foi de R$ 2,801/L, retração de 2,19% frente à da semana anterior”, comenta.
Cana-de-açúcarAgrolink · Dados divulgados pela TF Agroeconômica indicam que o açúcar cristal avançou moderadamente no mercado físico de São Paulo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O preço da saca de 50 Kg do açúcar cristal que estava avaliado na última sexta-feira em R$ 133,34/sc, avançou 0,22% e encerrou esta segunda-feira em R$ 133,64/sc”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul tem negócios a fixar com indústrias que só ajudam a alongar ainda mais os compradores, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado local de milho no RS, segue muito devagar; produtor está vendo os atrasos de plantios no Centro Oeste, e acredita que uma onda de altas nos preços possa vir ainda em abril ou maio, para o mercado gaúcho. Fábricas cobertas para todo março, ajudam na lentidão. Saíram reportes de remessas com preços a fixar para a indústria, o que ajuda a alongar ainda mais a posição dos compradores”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou em queda para safra atual e alta para safrinha, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com a forte alta do dólar (+1,16%) e de Chicago (0,04% atual e 0,58% julho), as condições de exportações melhoraram um pouco e a disputa com as indústrias no mercado interno ficou um pouco mais acirrada, se bem que não vimos praticamente nenhum negócio de exportação efetivamente realizado”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou em baixa por receio de retração de demanda, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para março23 fechou em baixa de -0,86% ou $ -13,00 cents/bushel a $ 1500,00”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve dia ausente de variações, mas com negócios parados, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue lento após o escoamento de volumes muito expressivos no começo da semana passada. Os volumes negociados passavam de 50.000 toneladas, o que não é extraordinário para contextos melhores, mas se mostra muito fora da curva para esse momento de apatia do mercado”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul iniciou a semana com quedas gerais de até R$ 2,50/saca, negócios seguem parados, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As grandes filas em Paranaguá estão fazendo com que algumas tradings precisem virar navios que originalmente seria para lá, para Rio Grande”, comenta.
MandiocaCepea/Esalq · Mandiocultores consultados pelo Cepea seguem com forte interesse na comercialização da raiz. Parte desses agentes tem necessidade de liberação de áreas e/ou de “fazer caixa”.
Agrolink · O grão do Mar Negro pode estar perto de terminar se um novo acordo não for alcançado esta semana. A iniciativa foi originalmente mediada em julho pelas Nações Unidas e pela Turquia e implementada no início de agosto. Foi renovado em novembro, mas deve expirar em 18 de março sem prorrogação.
MilhoAgrolink · Nos Estados Unidos, os contratos futuros de trigo e milho caíram nas negociações durante a noite com otimismo de que a Iniciativa de Grãos do Mar Negro, que está mantendo as exportações de produtos agrícolas fluindo da Ucrânia, seja renovada até seu prazo final no final da semana. As negociações para renovar o acordo que começaram no início de agosto estão em andamento, já que o acordo deve expirar no sábado.
MilhoAgrolink · Apesar dos atrasos na semeadura da segunda safra de milho no Brasil, dados oficias seguem apontando produção nacional recorde. Já na Argentina, novos ajustes negativos nas estimativas levaram à redução na produção mundial – que, ressalta-se, só não caiu com mais intensidade por conta da maior colheita no Brasil e da manutenção na produção dos Estados Unidos.
SojaAgrolink · Atualmente, segundo a TF Agroeconômica, muitos são os fatores que estão influenciando o preço da soja a cair, como por exemplo a falta de interesse comprador da China nos Estados Unidos. “Embora o total exportado pelos EUA tenha sido maior nesta temporada, até o momento (42,7 MMT em 02/03, contra 41,48 MMT no ano passado), a perspectiva de se cumprir os objetivos do USDA diminuiu, com o direcionamento dos pedidos da China ao Brasil a partir de agora”, comenta.
MilhoAgrolink · No Rio Grande do Sul, 61% dos campos haviam sido colhidos até a última quinta (09). A Emater RS reavaliou a situação em 458 municípios e revisou a produtividade das lavouras, levando a um decréscimo de 41% na produção total inicialmente estimada, reflexo do impacto da falta de chuvas entre dezembro e fevereiro.

