Análise de Mercado
Arquivo · página 220
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MilhoAgrolink · Milho fechou em nova queda de 2,0% na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), seguindo a forte queda em Chicago, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Como Chicago é um forte componente do preço de exportação, juntamente com o prêmio e com a cotação do dólar (+1,72%) e Chicago caiu forte (-1,18% nesta terça-feira), sem o correspondente aumento dos prêmios, que permaneceram inalterados (vide abaixo), a consequência foi um desestímulo para novos negócios”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Centro-Oeste segue a tendência de divisão e tem dia de perdas e nada de negócios no Mato Grosso do Sul, segundo a TF Agroeconômica. “Mercado sul-mato-grossense segue em terreno negativo, impactado pelas perdas de Chicago do dia e ainda lidando com demanda relativamente baixa. No entanto, essas baixas não devem ser mantidas por tempo estendido, os preços caíram abaixo do fundo traçado até o fim do ano passado, mas assim como muitas das regiões mais ao sul, deve vir a marcar altas em breve. Se o mercado voltar a se valorizar amanhã a lógica previamente estabelecida será mantida”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul registrou altas de até R$ 4,00/saca no interior, enquanto os negócios seguem lentos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado financeiro como um todo se vê passando por expressivas inconsistências devido as tensões políticas internas ao Brasil, havendo um trade-off entre a compra/venda de mercadoria e o investimento desse capital, todas as decisões são cautelosamente pesadas. Ainda assim, a demanda interna volta a aumentar com a entrada de janeiro e deve encontrar nova expressão mais para o meio do mês”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho iniciaram o ano de 2022 em alta, impulsionados pelos estoques de passagem em volumes apertados e por preocupações relacionadas à safra verão de 2021/22 – que, de fato, teve sua produtividade prejudicada pelo clima adverso.
SojaAgrolink · A safra 2021/22 se iniciou com preocupações quanto à redução da oferta de soja no Brasil, cenário que foi confirmado. Como perdas expressivas também foram verificadas na Argentina e no Paraguai, a maior oferta de 2021 nos EUA não foi suficiente para compensar essas quedas nas produções. Com isso, os estoques mundiais se reduziram, sustentando os preços externos e internos. Na Argentina, maior fornecedora mundial de farelo, além da menor produção do grão, o governo do país, no intuito de conter a crise econômica, elevou em março as tarifas de exportação dos derivados da oleaginosa.
TrigoAgrolink · Em 2023, o Brasil pode se tornar um importante player nas transações internacionais de trigo. Segundo pesquisadores do Cepea, atualmente, o País é um grande importador, mas o setor nacional deve aproveitar as oportunidades postas diante da menor oferta argentina e dos problemas logísticos no Mar Negro e elevar sua participação nas exportações mundiais.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado de milho esteve travado no último dia, apenas com compras eventuais de pequenas granjas, de acordo com o que informa a TF Agroeconômica. “Colheita de verão segue lenta na região que compreende a faixa vizinha ao Rio Uruguai, que se estende de Tenente Portela até São Borja. Hoje houve alguns pontos de retomada de colheita”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo o milho fechou em queda 1,01%, puxado por tomada de lucro, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mesmo sem a ajuda de Chicago (que esteve fechado), mas com alta do dólar (+1,51%), os investidores do mercado futuro da B3 em São Paulo aproveitaram para tomar lucros, permitindo um fechamento em queda no dia, mas ainda em alta na semana”, comenta.
SojaAgrolink · Sem cotações da soja na Bolsa de Chicago, o mercado da oleaginosa do Mato Grosso do Sul não se mexeu, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado sul-mato-grossense continua passando por quedas e valorizações de igual proporção, os preços de hoje demarcando um fundo que até o momento não foi ultrapassado. Se o mercado voltar a se valorizar ou permanecer em manutenção, a lógica previamente estabelecida será mantida”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul esteve parado, já que não houve cotações da oleaginosa na Bolsa de Chicago, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue apático, com fábricas no interior mais competitivas do que as tradings no porto. Hoje os preços pouco se moveram em resposta à apatia dos compradores e vendedores, que apenas aguardam o ano novo”, comenta.
TrigoAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, existem problemas do nível de proteína no trigo gaúcho, que teria um máximo de 12%, contra os 12,5% mínimos exigidos para o trigo soft (os trigos do PR e do Centro Oeste do Brasil atingem até 14%). “Este é um problema sério, para a exportação, que negociou cerca de 2,2 milhões de toneladas de trigo do Rio Grande do Sul onde, no item qualidade, garantia um mínimo de 12,5%”, comenta.
MilhoAgrolink · Sem a cotação do dólar por causa dos feriados de final de ano, o mercado de milho exportação do Brasil esteve travado nesta sexta-feira, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O prêmio de dezembro avançou para $ 65/bushel, julho23 subiu para $ 95 cents/bushel e agosto23 para $95/bushel e setembro não foi cotado”, comenta.
AlgodãoAgrolink · O acompanhamento semanal da evolução dos preços de commodities, feito pela Consultoria TF Agroeconômica, registrou no último dia útil do ano de 2022, 30 de Dezembro, que os preços da carne de suíno tiveram o melhor desempenho do ano, com 31,80% de valorização. Em segundo lugar veio a carne de frango, registrando 17,61% de subida no ano que passou.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul esteve travado nesta sexta-feira, com cotações apenas de referência, segundo o que informou a TF Agroeconômica. “Colheita de verão segue lenta na região que compreende a faixa vizinha ao Rio Uruguai, que se estende de Tenente Portela até São Borja. Hoje houve alguns pontos de retomada de colheita. Preçopara janeiro (posto indústrias) começam a ser indicados: R$ 92,50 Missões e Celeiro, R$ 94,00 região de Passo Fundo, R$ 95,00 região de Lajeado. Vendedor pede R$ 91,00 a R$ 93,00 interior (quando há ofertas)”, comenta.
SojaAgrolink · A produção será um dos maiores itens a serem monitorados no grão, mas a demanda será o fator decisivo para a evolução dos preços. A afirmação é de Peter Moose, senior trader da RJO Futures, segundo o qual as cotações da soja este ano “podem seguir um caminho semelhante” ao observado em 2022.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso iniciou o ano ausente de variações, mas com alguns negócios efetuados, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado mato-grossense passa o dia sem variações, ainda não tendo recebido o efeito das variações do dólar ou de Chicago na prática, algo que se deve em especial ao quase inexistente incentivo para se efetuar negócios a esse ponto do ano”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Estado do Rio Grande do Sul encerrou o 2022 completamente travado e o motivo principal foi a falta de cotação do dólar, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue apático, com fábricas no interior mais competitivas do que as tradings no porto. Hoje os preços pouco se moveram em resposta a apatia dos compradores e vendedores, que apenas aguardam o ano novo”, comenta.
ArrozAgrolink · A equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica acredita que o preço da soja pode se manter nos altos patamares registrado nesse ano, e vai além: “Sentimos que uma combinação de fatores de alta se desenvolveu – que poderia atuar como um trampolim para preços mais altos em 2023 – mesmo do nível já historicamente alto de US$ 15,00”.
MilhoAgrolink · Alguns fatores externos acabaram influenciando no aumento dos prêmios brasileiros de milho para exportação, de acordo com o que informa a TF Agroeconômica. “O prêmio de dezembro avançou para $ 65/bushel, julho23 subiu para $ 95 cents/bushel e agosto23 para $95/bushel e setembro não foi cotado”, comenta.
Agrolink · Em relação ao mercado do milho do Rio Grande do Sul, a colheita foi retomada, nos primeiros passos e, enquanto isso o balcão sobe indicando disputa, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Colheita de verão segue lenta na região que compreende a faixa vizinha ao Rio Uruguai, que se estende de Tenente Portela até São Borja. Hoje houve alguns pontos de retomada de colheita. Os preços para janeiro (posto indústrias) começam a ser indicados: R$ 92,50 Missões e Celeiro, R$ 94,00 região de Passo Fundo, R$ 95,00 região de Lajeado. Vendedor pede R$ 91,00 a R$ 93,00 interior (quando há ofertas)”, comenta.

