Análise de Mercado
Arquivo · página 219
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MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue travado, apenas com compras eventuais de pequenas granjas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Colheita de verão segue muito localizada no que chamamos de “calha do Rio Uruguai”, portanto ainda incipiente, em nossa avaliação, atingindo 5% da área do RS. Os preços para janeiro (posto indústrias) começam a ser indicados: R$ 93,00 Missões e Celeiro, R$ 94,00 região de Passo Fundo, R$ 95,00 região de Lajeado. Porto chegou a indicar em um melhor momento R$ 97,00 sobre rodas, para uma entrega em fevereiro e pagamento final de março”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho fechou em nova baixa 0,30% na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com as quedas de Chicago e do dólar, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Num dia em que dois dos principais pilares da formação do preço de exportação recuaram - Chicago recuou 0,15% e o dólar recuou 1,83% - os preços do milho só poderiam ter recuado também, porque continua praticamente intacta a grande disponibilidade que a exportação não está conseguindo escoar nesta temporada, acentuando não só a queda do dia, como da semana, também”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado de soja do estado do Mato Grosso do Sul teve um dia ausente de novos movimentos, de acordo com informações divulgadas pela Tf Agroeconômica. “Da mesma forma como dito em relatórios anteriores o mercado de soja no Mato Grosso do Sul tem apresentado oscilações, com pequenas quedas, altas simbólicas e manutenções, sem um movimento consistente. Há mais de um mês, os preços seguem essa tendência, embora às vezes variem por alguns dias, mas sempre retornando aos níveis anteriores”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul registrou ontem perda de R$ 2,00/saca no porto, com interior em manutenção, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado de soja tem permanecido apático, com fábricas no interior tendo mais competitividade do que as tradings no porto. Hoje, o dólar apresentou grande volatilidade e os preços de Chicago não melhoraram, o que deveria levar a uma queda nos preços, mas eles permaneceram estáveis devido à forte demanda”, comenta.
Gado de CorteAgrolink · Desde 2019, o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina vem sendo um fator preponderante na formação de preços da cadeia nacional de pecuária de corte. Em 2023, novamente, as vendas externas devem seguir influenciando os valores domésticos, mas a demanda interna e, sobretudo, a tendência de recuperação da oferta no campo tendem a ser importantes fundamentos para o comportamento do preço.
Gado de LeiteAgrolink · O preço do leite captado em novembro e pago aos produtores em dezembro caiu 6,2% (quase 17 centavos por litro) frente ao mês anterior, chegando a R$ 2,5286/litro na “Média Brasil” líquida do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Esta é a quarta queda consecutiva ao produtor, ainda que, na comparação com o mesmo período do ano passado, se observe alta real de 13,9%. Considerando-se a média de janeiro a dezembro, de R$ 2,6829/litro, o patamar de preços subiu 13,2% em relação ao registrado em 2021 (os valores foram deflacionados pelo IPCA de novembro/22).
MilhoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, o Line-Up do milho registra 22 navios carregando para a China. “Os prêmios de dezembro permaneceram inalterados em $ 65/bushel, julho23 $ 95 cents/bushel e agosto23 a $95/bushel e setembro não foi cotado”, comenta a consultoria.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado de milho segue travado, apenas compras eventuais de pequenas granjas, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Colheita de verão segue muito localizada no que se chama de “calha do Rio Uruguai”, portanto ainda incipiente. Preço para janeiro (posto indústrias) começam a ser indicados: R$ 93,00 Missões e Celeiro, R$ 94,00 região de Passo Fundo, R$ 95,00 região de Lajeado. Porto chegou a indicar em um melhor momento R$ 100,00 sobre rodas, para uma entrega em fevereiro e pagamento final de março”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em queda de 0,25%, a terceira consecutiva, seguindo Chicago, no dia e na semana, segundo informações da TF Agroeconômica. “Como Chicago é um forte componente do preço de exportação, juntamente com o prêmio e com a cotação do dólar (+0,01%) e Chicago caiu forte (-2,50% nesta quarta- feira), sem o correspondente aumento dos prêmios, que permaneceram inalterados (vide abaixo), a consequência foi um desestímulo para novos negócios”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Mato Grosso do Sul registrou dia ausente de novos movimentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado de soja do Mato Grosso do Sul segue funcionando como dito nos relatórios de dias anteriores, passando por pequenas quedas e manutenções, seguido de altas simbólicas, manutenção e novas quedas, em outras palavras, não há movimento consolidado. Há mais de um mês, os preços não fogem dessa regra, apesar de oscilarem e, às vezes, se distanciarem por algumas sessões, mas sempre retornando aos níveis anteriores”, comenta.
SuínosAgrolink · No longo prazo, cada vez mais terras aráveis na Europa se tornarão adequadas para a produção de soja. É o que aponta Um estudo publicado pelo Centro Leibniz de Pesquisa do Panorama Agrícola (ZALF) na revista científica “Global Change Biology”.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul registrou perda de R$ 2,00/saca no porto, enquanto o interior segue em manutenção, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Hoje, os preços passaram por poucos movimentos e o mercado em si também foi menos volátil do que o de ontem, com o principal aspecto de mudança ainda sendo o dólar. Estimativas trazidas pelo mercado a respeito das perdas de potencial produtivo da safra causam insegurança financeira”, comenta.
SojaAgrolink · Há boas perspectivas para os preços da soja a partir deste ano de 2023, aponta o analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Carlos Pacheco. De acordo com ele, há, pelo menos, dois fatores que dão sustentação a essa tendência.
AlgodãoAgrolink · Diante da boa rentabilidade apresentada ao longo dos últimos anos, o setor produtivo de algodão em pluma deve elevar a área com a cultura nesta temporada 2022/23. Porém, a possibilidade de redução na economia mundial, devido ao ambiente inflacionário e a casos de covid-19 na China, segue preocupando os agentes consultados pelo Cepea. A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) projeta aumento na produção brasileira da safra 2022/23, de 16,6% frente à temporada 2021/22, chegando a 2,973 milhões de toneladas, o que seria o segundo maior volume da história.
ArrozAgrolink · O setor agrícola do arroz espera que o ano de 2023 siga com preços firmes, em linha com o observado no segundo semestre de 2022, fundamentados na menor oferta prevista para a atual temporada – o Brasil pode colher a safra mais baixa em 21 anos, o que, por sua vez, se deve à redução da área destinada à cultura.
CaféAgrolink · O setor cafeeiro nacional deve registrar novamente um ano desafiador. No curto prazo, ainda há incertezas quanto ao volume a ser colhido, sobretudo no Brasil. Do lado da demanda, a economia mundial registrando crescimento tímido e o cenário inflacionário são fatores que podem limitar o consumo de café. Para o arábica, mesmo com o clima favorável na maior parte das regiões produtoras brasileiras nos últimos meses de 2022, muitos agentes consultados pelo Cepea estão receosos com o volume a ser colhido da variedade na próxima safra (2023/24).
SuínosAgrolink · Os fatores internos no Brasil devem continuar pressionando a cotação da moeda norte-americana, diante da evolução de movimentos políticos que afetam diretamente a economia brasileira. A análise é do especialista Ruan Sene, analista de mercado da Grão Direto. De acordo com ele, os próximos dias poderão ser marcados por mais alta no Dólar.
SuínosAgrolink · Em relação às exportações, no próximo mês poderá haver o início da migração de demanda para o milho americano, aponta o especialista Ruan Sene, analista de mercado da Grão Direto. De acordo com ele, isso ocorre porque o país está com bastante estoque do grão para comercializar.
MilhoAgrolink · Com Chicago caindo e prêmios inalterados, os mercados de exportação de milho se encontram travados, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O prêmio de dezembro avançou para $ 65/bushel, julho23 subiu para $ 95 cents/bushel e agosto23 para $95/bushel e setembro não foi cotado”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue travado, com apenas compras eventuais de pequenas granjas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Colheita de verão segue lenta, com períodos entre chuvas; hoje houve alguns pontos de retomada de colheita. Preços para janeiro (posto indústrias) começam a ser indicados: R$ 93,00 Missões e Celeiro, R$ 94,00 região de Passo Fundo, R$ 95,00 região de Lajeado. Vendedor pede R$ 91,00 a R$ 93,00 interior (quando há ofertas)”, comenta.

