Análise de Mercado
Arquivo · página 237
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SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve dia ausente de movimentos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado sul-mato-grossense passa por dia de total manutenção de preços. Este tipo de processo tem sido comum e, como hoje houve bastante volatilidade no mercado, mas sem nenhum movimento concreto o produtor seguiu de fora, sem novas ofertas. Ao menos o processo de plantio tem avançado bem, sendo uma das regiões mais ágeis nesse sentido e no escoamento”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Estado do Rio Grande do Sul registrou quedas no porto de até 4,00/saca e altas no interior na base de R$ 2,00/saca, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Mercado segue bastante lento, com compradores no porto disputando com as fábricas as raras ofertas que se tem, com isso negócios seguem muito difíceis, saindo em volumes mínimos de manutenção”, comenta.
MilhoAgrolink · O tempo mais firme na semana passada permitiu o avanço dos trabalhos de campo envolvendo milho na maior parte das regiões produtoras da safra de verão – vale lembrar que, há algumas semanas, chuvas vinham atrasando a semeadura.
SojaAgrolink · O preço do óleo de soja voltou a subir no mercado brasileiro, impulsionado pelo reaquecimento da demanda doméstica, sobretudo para produção de biodiesel. Além disso, pesquisadores do Cepea ressaltam que a demanda externa também está aquecida – vale lembrar que as exportações do óleo na parcial deste ano são recordes. Esse cenário elevou a disputa pelo derivado nacional e dificultou as aquisições das indústrias alimentícias.
MilhoAgrolink · Os prêmios para o milho brasileiro de exportação voltaram a recuar, assim como o dólar e mercado não anda, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Novembro caiu para $ 56 e dezembro para $ 79/bushel, julho23 foi cotado a $40 cents/bushel e agosto23 a $ 80. O preço flat FOB do milho brasileiro recuou US$ 2/t para US$ 291/t, contra US$ 367/t do milho americano e US$ 305/t do milho argentino. Vendedores continuam pedindo preços elevados, que inviabilizam negócios, mesmo com a queda de 0,12% do dólar e 0,40% da CBOT”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul continua travado, mas poderá mudar a partir da próxima semana, segundo a TF Agroeconômica. “Nenhuma novidade no mercado gaúcho de milho até esta sexta-feira. Compradores seguem recebendo milho de fora do estado e dando pouca ênfase a milho local. Preços indicados a R$ 92,00 CIF Missões, R$ 93,00 miolo do estado e R$ 94,00 Serra. Vendedor pede R$ 93,00 a R$ 95,00 interior”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) fechou misto na sexta-feira, com alta para novembro e queda nos demais meses, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Diríamos que a alta de hoje para a cotação de novembro ocorreu seguindo o impulso da semana, verificado durante a semana, em que as Tradings se preparam para fazer volume de exportação para a Europa e para a China. Com os acontecimentos deste fim de semana no Mar Negro, este impulso tende a se intensificar”, comenta.
SuínosAgrolink · Com a saída de Rússia do acordo de escoamento de grãos do Mar Negro, os preços da soja não tem mais tendência de baixa, como tinham até a semana passada. De acordo com análise da equipe de analistas de Consultoria TF Agroeconômica, o fim do corredor de exportações “muda tudo e para cima”.
SojaAgrolink · O mercado da soja no estado do Mato Grosso do Sul teve uma sexta-feira de perdas de até R$ 2,00/saca, enquanto os negócios param, segundo o que informou a TF Agroeconômica. “Mercado sul-mato-grossense passa por dia negativo, permaneceu um bom tempo com um escoamento acima da média dada a conjuntura do Brasil neste momento, mas ao perder outros R$ 2,00/saca mercado dá uma segurada. Embora os movimentos de preços estejam sendo bastante lentos, ao menos 5.000 toneladas de soja têm saído na maioria dos dias, geralmente mais, mas hoje foi uma exceção”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado da soja encerrou a semana passada com quedas que variaram de R$ 1,00 a R$ 2,00/saca, segundo informações da TF Agroeconômica. “O mercado segue bastante lento, com compradores no porto disputando com as fábricas as raras ofertas que se tem, com isso negócios seguem muito difíceis, saindo em volumes mínimos de manutenção”, comenta.
SuínosAgrolink · A suspensão pelo lado russo do acordo de escoamento de trigo e milho ucranianos pelo Mar Negro pode acelerar as exportações brasileiras de milho, especialmente em direção à Europa e à China. A projeção é do analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Carlos Pacheco.
Cepea/Esalq · Os preços da lima ácida tahiti estão em alta no mercado in natura paulista. Segundo colaboradores do Cepea, a oferta no estado de São Paulo segue bastante restrita e abaixo da demanda, que, ressalta-se, está enfraquecida, sobretudo neste período de final de mês. Na parcial desta semana (segunda a quinta-feira), a tahiti tem média de R$ 89,24/caixa de 27 kg, colhida, alta de 9,37% em comparação com a do período anterior.
MilhoAgrolink · O mercado de Feijão-preto está ficando “mais tenso”, aponta Marcelo Lüders, presidente do Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe). “Com a menor oferta de Feijões de boa qualidade aqui no Paraná, muitos lotes ainda de fora de tipo acabam sendo negociados. Este feijão continua competindo com as marcas que têm necessidade de manter padrão adequado ao seu público e a diferença de preços fica bastante grande”.
TrigoAgrolink · Já em termos de exportação, na semana encerrada em 20/10, os EUA embarcaram apenas 125.582 toneladas de trigo, ficando abaixo do esperado pelo mercado. No acumulado do atual ano comercial, iniciado em 1º de junho, os embarques estadunidenses de trigo atingem a 9,49 milhões de toneladas, ou seja, apenas 0,5% abaixo do realizado na mesma época do ano anterior.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, nesta última semana de outubro, praticamente fircaram estáveis em relação à semana anterior. O primeiro mês cotado fechou a quinta-feira (27) em US$ 6,82/bushel, contra US$ 6,84 uma semana antes.
PeixesAgrolink · A Secretaria Especial da Receita Federal brasileira impôs multa de R$ 813 milhões à empresa agrícola Longping, controlada pelo CITIC Group Corp. De acordo com comunicado da própria companhia enviado à bolsa de valores de Shenzhen, no sul da China, a se refere a um negócio feito em 2017.
MilhoAgrolink · Os prêmios para o milho brasileiro de exportação voltaram a recuar no dia de ontem, assim como o dólar também recuou, enquanto o mercado não andou, segundo informações da TF Agroeconômica. “Outubro permaneceu em $ 50/bushel, novembro subiu para $ 90 e dezembro permaneceu em $ 85/bushel. O preço flat FOB do milho brasileiro recuou US$ 2/t para US$ 293/t, contra US$ 368/t do milho americano e US$ 305/t do milho argentino”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho continua travado no Rio Grande do Sul, apenas com exportação de safra nova para fevereiro, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Compradores seguem recebendo milho de fora do estado e dando pouca ênfase a milho local. Preços indicados a R$ 92,00 CIF Missões, R$ 93,00 miolo do estado e R$ 94,00 Serra. Vendedor pede R$ 93,00 a R$ 95,00 interior. A novidade foi a venda de +/- 25.000 tons feitas em safra futura (entrega fev/23) a R$ 100,00 posto no porto de Rio Grande”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho teve dia positivo na Bolsa de Mercadorias de São Paul (B3), tanto no dia, quanto na semana, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Apesar da forte queda de 1,39% do dólar e de 0,47% na cotação de Chicago, o mercado brasileiro se mostrou forte e as cotações do milho no mercado futuro de São Paulo encontraram forças para subir mais uma vez, nesta quinta-feira, não apenas no dia, mas também no comparativo semanal”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso do Sul teve dia ausente de movimentos no preço da soja, mas teve negócios saindo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado sul-mato-grossense parece se mover com alguma intensidade nesse período, ao menos uma intensidade maior do que a vista nas demais regiões no sul do país, mas já vemos o segundo dia sem variações de preços”, comenta.

