Análise de Mercado
Arquivo · página 236
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MilhoAgrolink · No dia de ontem, o milho fechou em queda na Bolsa de Mercadorias de São Paulo acompanhando a Bolsa de Chicago, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado futuro de Chicago, base para as exportações brasileiras, fechou em queda de 1,27% várias vezes superior à alta de apenas 0,14% do dólar no Brasil, não dando suporte a que as Tradings melhorassem os preços oferecidos aos vendedores, que, por sua vez, tinham elevado as suas pedidas nas últimas semanas”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em queda por alta do dólar e covid-zero na China, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para novembro22 fechou em queda de 0,95% ou $ 13,75 cents/bushel a $ 1426,25. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em queda de 1,23%, ou $ 18,0 cents/bushel a $ 1451,0. O contrato de farelo de soja para outubro fechou em queda de 2,40% ou $ 10,25/ton curta a $ 414,3 e o contrato de óleo de soja para outubro fechou em queda de 0,42% ou $ 0,32 libra-peso a $ 75,29”, comenta.
SojaAgrolink & Assessoria · O estado do Mato Grosso do Sul registrou quedas de R$2/saca para a soja, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado sul-mato-grossense segue com poucos volumes de venda. Com a queda de 0,95% em Chicago maior do que a alta de 0,14% do dólar, os preços finais no estado acabaram por se desvalorizar, deixando o mercado vazio de negócios”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve preços inalterados nesse último dia, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue bastante lento, com compradores no porto disputando as raras ofertas que se tem, com as fábricas. No melhor momento do mercado, os preços foram indicados em R$ 191,00 CIF porto pagamento 30/11”, comenta.
AlgodãoAgrolink · Os preços externos e internos do algodão em pluma caíram de forma significativa em outubro. Segundo pesquisadores do Cepea, a preocupação quanto à demanda por pluma e produtos têxteis diante da possível recessão global influenciou a queda dos valores.
CaféCepea/Esalq · Os preços do café arábica recuaram com força ao longo de outubro, chegando a operar abaixo de R$ 1.000/saca de 60 kg, o que não acontecia desde agosto de 2021.
ArrozAgrolink · Durante boa parte de outubro, um número maior de negócios foi realizado no mercado sul-rio-grandense de arroz em casca. Segundo pesquisadores do Cepea, compradores estiveram mais ativos, mas sinalizaram dificuldades em encontrar o volume desejado.
MilhoAgrolink · O mercado de milho paraguaio esteve muito calmo no dia de ontem, com fornecedores querendo vender lotes inferiores, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços no mercado FAS permaneceram estáveis, com ligeiras melhorias refletindo as cotações, mas sem despertar grande interesse do lado vendedor. Muitos fornecedores ainda procuram vender produtos fora do padrão, e negócios específicos estão sendo registrados, embora a demanda por esse produto não seja muito ativa no momento”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho na Bolsa de Chicago fechou em forte queda com a volta da Rússia ao acordo, clima bom nos Estados Unidos e demanda fraca, segundo informações da TF Agroeconômica. “A cotação de dezembro fechou em queda de 1,61% ou $ 11,25/bushel, a $ 686,50. A cotação para março 2023, início da nossa safra de verão, fechou em queda de 1,46% ou $ 10,25/ bushel a $ 692,25”, comenta.
SojaAgrolink · A soja dos Estados Unidos fechou em nova alta com as altas dos óleos vegetais, situação do petróleo e também da demanda, mas a colheita limitou um pouco a elevação, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para novembro22 fechou em nova alta de 0,30% ou $ 4,25 cents/bushel a $ 1440,0”, comenta.
MilhoAgrolink · Os prêmios para o milho brasileiro destinado à exportação voltaram a recuar, assim como o dólar e mercado não anda, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Novembro subiu para $ 60 e dezembro para $ 90/bushel, julho23 subiu para $43 cents/bushel e agosto23 permaneceu em $ 80”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho teve fechamento misto na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), motivados por tomada de lucros e dólar, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A ambiguidade do mercado, que subiu 1,16% em Chicago, mas caiu 0,91% na cotação do dólar, praticamente anulando-se mutuamente, fez com que somente a forte disputa imediata pelo milho entre Tradings e Indústrias impulsionassem a cotação de novembro, mas relaxando para as de janeiro e março, que caíram”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue inalterado com o passar dos dias, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nenhuma novidade no mercado gaúcho de milho até esta sexta-feira. Compradores seguem recebendo milho de fora do estado e dando pouca ênfase a milho local. Preços indicados a R$ 92,00 CIF Missões, R$ 93,00 miolo do estado e R$ 94,00 Serra. Vendedor pede R$ 93,00 a R$ 95,00 interior. Estima-se haver perto de 60.000 tons feitas a futuro para exportação em Rio Grande”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso do Sul teve dia de altas de R$ 1,00/saca no último dia, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado sul-mato-grossense segue com poucos volumes de venda, mas após alguns dias marcados por baixas e apatia consegue se valorizar de forma geral em R$ 1,00/saca, volumes voltam a sair nos mesmos níveis anteriores, em aproximadamente 5.000 toneladas por dia. Ademais, o processo de plantio da safra 2022/23 segue firme e já se estima que sua área cresceu em relação ao ciclo anterior em 2,5%, a produtividade estimada é de 53,44 sacas/ha”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul registrou altas no porto de até 4,00/saca e baixas no interior na base de R$ 2,00/saca, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue bastante lento, com compradores no porto disputando com as fábricas as raras ofertas que existem. Com isso os negócios seguem muito difíceis, saindo em volumes mínimos de manutenção”, comenta.
SojaAgrolink · Os mercados de grãos abriram a semana reagindo moderadamente à suspensão das exportações da Rússia pelo “corredor do Mar Negro”. De acordo com a Consultoria AgResource Brasil, a reação foi “adequada”: “Não há dúvida de que alguma medida de prêmio de risco é necessária, mas o incômodo percebido nos fluxos comerciais globais é muito mais tranquilo do que o demonstrado em fevereiro”.
MilhoAgrolink · Os prêmios para o milho brasileiro de exportação voltaram a recuar, assim como o dólar e o mercado não anda, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Novembro subiu para $ 60 e dezembro para $ 86/bushel, julho23 subiu para $42 cents/bushel e agosto23 permaneceu em $ 80. O preço flat FOB do milho brasileiro recuou US$ 2/t para US$ 268/t, contra US$ 368/t do milho americano e US$ 306/t do milho argentino”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul não tem muitos movimentos, mas estima-se que 60 mil toneladas do cereal estejam esperando a exportação, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nenhuma novidade no mercado gaúcho de milho até esta sexta-feira. Compradores seguem recebendo milho de fora do estado e dando pouca ênfase a milho local. Preços indicados a R$ 92,00 CIF Missões, R$ 93,00 miolo do estado e R$ 94,00 Serra. Vendedor pede R$ 93,00 a R$ 95,00 interior. Estima-se haver perto de 60.000 tons feitas a futuro para exportação em Rio Grande”, comenta.
ArrozAgrolink · A falta de dólares nos cofres do Banco Central da República Argentina (BCRA) preocupa o setor agropecuário do país, que já aponta falta de produtos para o controle de doenças e pragas. De acordo com a Câmara de Sanidade Agropecuária e Fertilizantes (Casafe), há “escassez em algumas marcas, por exemplo, em fungicidas para o tratamento de trigo e cevada”.
MilhoAgrolink · As chances de exportação do milho Brasileiro voltaram a crescer, já que a Ucrânia está praticamente “fora do baralho”, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com a possibilidade de retomada das compras de milho da Ucrânia ficou mais distante, as chances de exportação de milho brasileiro voltam a crescer e muito. O clima na América do Sul é benéfico e a seca nas regiões de trigo nos EUA e na Argentina continuam no radar. A região do Leste Europeu também está seca”, comenta.

