Análise de Mercado
Arquivo · página 241
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MilhoAgrolink · O mercado gaúcho de milho acumulou o 10º mês seguido andando de lado, porque os compradores conseguem matéria-prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Alertamos que a não-comercialização acumula estoques e continuará mantendo preços baixos também depois que vier a safra nova, daqui a dois meses e meio. Fábricas seguem se abastecendo com milho do Centro-Oeste, que chega ao estado mais competitivo. Interesse de compra recuou mais R$ 1/saca para R$ 91,00 até R$ 93,00 POSTO FÁBRICAS, dependendo da localização, para o mercado diferido. Mas não se acham ofertas”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro iniciou a semana em queda na Bolsa de Chicago (CBOT) e isso, junto com a queda do dólar, arrastou as cotações na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A queda de 0,37% na cotação do dólar, somada à queda de 1,01% na cotação do milho na CBOT tiraram das Tradings as condições para melhorar o preço do cereal, algo que os vendedores começaram desejar depois das altas da semana passada. Por isto, poucas vendas foram realizadas nesta segunda-feira, não dando suporte aos Fundos e aos Traders que operam no mercado futuro de São Paulo”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso do Sul teve dia quieto para a soja, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado sul mato-grossense apenas mantém as últimas melhores posições, sem marcar novos movimentos diante de uma condição de fracos movimentos em Chicago e baixas no dólar”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul teve dia de ainda maior negatividade do que sexta-feira para a soja, enquanto os preços caem em até R$ 2,50/saca, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado hoje operou praticamente o dia todo entre altas e baixas na CBOT. Prêmios registraram manutenções de níveis em relação a sexta-feira, e o Real se valorizou frente ao dólar, resultando em preços menores para hoje do que os praticados na semana passada”, comenta.
MandiocaAgrolink · Com a menor disponibilidade de lavouras de mandioca, devido às chuvas, que afetaram as atividades no campo, a oferta continua baixa para as indústrias de fécula e de farinha. Segundo pesquisadores do Cepea, este cenário vem afetando a dinâmica de compra da raiz de fecularias e farinheiras, mesmo com os novos fluxos de aquisição entre diferentes estados.
MilhoAgrolink · A demanda internacional pelo cereal brasileiro esteve mais aquecida ao longo da semana passada, cenário que elevou os preços nos portos e, consequentemente, no mercado interno. Segundo pesquisadores do Cepea, o aumento da demanda externa está atrelado principalmente às preocupações com a escalada no conflito entre Rússia e Ucrânia, que poderia atrapalhar as exportações de grãos pelo Mar Negro, e também à colheita nos Estados Unidos, que ainda segue em ritmo inferior ao registrado na temporada passada.
Agrolink · Dados divulgados pelo Radar Agro do Itaú BBA indicaram que, no acumulado até o mês de setembro, o volume de importação de fertilizantes atingiu o total de 27,9 milhões de toneladas, 3,8% acima do acumulado do mesmo período de 2021. “Como as indústrias adiantaram as compras a partir do início do conflito entre Rússia e Ucrânia e os produtos chegaram dentro da normalidade, a quantidade mensal importada foi maior nos meses de abril a julho, comparada com o mesmo período de 2021”, diz o relatório.
SojaAgrolink · Os preços da soja voltaram a subir no mercado interno na semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que o impulso veio das frequentes chuvas nas principais áreas de cultivo da oleaginosa no Brasil, que têm interrompido os trabalhos de campo – no Paraná, alguns agentes já indicam necessidade de replantio em parte das áreas do oeste e sudoeste do estado.
Agrolink · O açúcar cristal não sustentou ganho da véspera e encerrou a semana em queda, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado físico paulista do açúcar cristal vem oscilando entre avanços e recuos moderados, a cotação da saca de 50 Kg do adoçante não sustentou o avanço da véspera e fechou a semana em queda de -0,17%, com isso seu valor que estava em R$ 126,40/sc encerrou o dia R$ 126,19/sc”, comenta.
MilhoAgrolink · Com o milho norte-americano caro, a tendência do mercado internacional é se voltar para o Brasil, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Outubro manteve $ 50/bushel, novembro, voltou para $ 75 e dezembro manteve $ 90/bushel. O preço flat FOB do milho brasileiro fechou subiu para US$ 302/t, nesta sexta-feira, contra US$ 355/t do milho americano e US$ 313/t do milho argentino”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul os vendedores estão exportando, já que as indústrias locais não compram, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado gaúcho de milho acumulou o 10º mês seguido andando de lado, porque os compradores conseguem matéria-prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam. Alertamos que a não-comercialização acumula estoques e continuará mantendo preços baixos também depois que vier a safra nova, daqui a dois meses e meio”, comenta.
MilhoAgrolink · Apesar da boa atividade do mercado físico, o milho fechou em queda no futuro da Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A forte elevação do dólar, de 0,94%, foi praticamente anulada pela queda de 1,0% da cotação do milho no mercado futuro de Chicago, nesta sexta-feira. Contudo, a atividade do mercado físico foi muito intensa, tendo corrido um farm selling de pelo menos 380 mil toneladas para exportação no país”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso puxou as altas para o preço da soja na Região Centro-Oeste do Brasil, subindo mais de R$ 6,00/saca, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os últimos dados trazidos para este Estado com os valores que serão vistos abaixo e na tabela ao lado. Esse mercado foi plenamente positivo, algumas posições se levaram de formas mais amenas e outras de forma muito expressiva, mas a positividade foi geral”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja no estado do Rio Grande do Sul tiveram dia de maior negatividade, com preços caindo até R$ 1,00/saca, segundo informações da TF Agroeconômica. “Os negócios seguem bem pontuais e as tradings têm sido protagonistas com as margens das fábricas, cada dia mais baixas”, comenta.
Gado de CorteCepea/Esalq · Os valores médios mensais do bezerro estão em queda. Na parcial deste mês (até o dia 11), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do bezerro (nelore, de 8 a 12 meses, Mato Grosso do Sul) registra média de R$ 2.414,90, a menor desde dezembro de 2019, em termos reais (valores deflacionados pelo IGP-DI).
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, em função do relatório de oferta e demanda do USDA, divulgado no dia 12/10, subiram, porém, com menor influência do relatório, em relação ao que se esperava. O fechamento da quinta-feira (13) ficou em US$ 6,97/bushel, contra US$ 6,75 uma semana antes. O relatório, em princípio, seria altista para as cotações do cereal na medida em que indicou um novo corte da produção dos EUA, estabelecendo a mesma em 353 milhões de toneladas, com redução de 1,2 milhão sobre setembro. Já os estoques finais estadunidenses, para o ano 2022/23, ficaram em 29,8 milhões de toneladas, contra 31 milhões em setembro.
SojaAgrolink · As cotações da soja, nesta segunda semana de outubro, melhoraram em Chicago, na esteira do relatório de oferta e demanda do USDA, divulgado no dia 12/10. Assim, o primeiro mês cotado fechou a quinta-feira (13) em US$ 13,95/bushel, contra US$ 13,58 uma semana antes. O relatório do USDA reduziu, mais uma vez, a produção final de soja nos EUA, colocando-a, agora, em 117,4 milhões de toneladas, contra 119,2 milhões em setembro. Ao mesmo tempo, foram mantidos em 5,4 milhões de toneladas os estoques finais estadunidenses para o ano 2022/23. Mesmo assim, o preço médio aos produtores de soja daquele país, para este novo ano comercial, foi reduzido para US$ 14,00/bushel.
MilhoAgrolink · Com o milho norte-americano ficando mais caro, a tendência é de o mercado internacional se voltar para o Brasil, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Como o milho americano está US$ 54/t mais caro que o brasileiro, espera-se que a demanda internacional se volte para o Brasil daqui para frente, melhorando o escoamento da produção e os preços internos. Outubro manteve $ 50/bushel, novembro, recuou para $ 73 e dezembro manteve $ 90/bushel. O preço flat FOB do milho brasileiro fechou a US$ 300/t, nesta quinta-feira, contra US$ 354/t do milho americano e US$ 315/t do milho argentino”, comenta.
MilhoAgrolink · A atual acumulação de estoques do milho gaúcho poderá manter o preço baixo por mais tempo, segundo informações da TF Agroeconômica. “O mercado gaúcho de milho acumulou o 10º mês seguido andando de lado, porque os compradores conseguem matéria-prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam”, comenta.
MilhoAgrolink & Assessoria · O milho da Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) fechou em alta depois do feriado, puxado pela elevação de Chicago, segundo informações da TF Agroeconômica. “O dólar fechou praticamente estável, com alta de apenas 0,02% a R$ 5,2730, embora tenha subido a R$ 5,3814 (+2,07%), o que permitiria bons fechamentos de câmbio a um operador atento. Mas, o que ajudou mesmo foi a alta de 0,69% do milho, depois da estabilidade do dia anterior, puxado pelo trigo”, comenta.

