Análise de Mercado
Arquivo · página 242
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SuínosAgrolink · O milho da Bolsa de Chicago (CBOT) do contrato de dezembro subiu cinco centavos em meio às manchetes altistas do Mar Negro. “O acesso da Ucrânia ao Mar Negro permanece incerto, e as exportações totais 22/23 da Ucrânia serão desconhecidas até que o corredor seja estendido, ou não, no final de novembro”, observa a Consultoria AgResource Brasil.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Mato Grosso do Sul teve dia marcado por boas altas de até R$ 6,00/saca, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado sul mato-grossense conseguiu se recuperar bem de momento de fragilidade, ainda não retornou às posições de antes, mas a atenção lentamente retorna para a soja que esteve sendo ignorada diante o milho. Tanto as valorizações do dólar quanto as baixas de Chicago foram bastante irrisórias hoje, mas a junção dos prêmios com a expectativa de demanda que está por vir melhorou bastante as condições do mercado”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja do estado do Rio Grande do Sul se valorizam até R$ 9,00/saca, criando novas oportunidades de negócios, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de hoje, operou praticamente por todo o pregão, no lado de baixo na CBOT. Prêmios voltaram a subir bem no estado e o dólar ajudou a trazer novas oportunidades no mercado (quando esteve em alta), ainda assim nenhum volume muito específico foi reportado, o produtor segue trabalhando com entregas mínimas”, comenta.
AveiaAgrolink · Os preços do trigo fecharam em alta com a afirmação da Rússia de que não renovará o acordo de liberação de exportações pelo corredor de grãos do Mar Negro, que vence no próximo mês. De acordo com o analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Pacheco, esse fator está lançando temores sobre oferta de mundial de trigo.
SuínosCepea/Esalq · As cotações do suíno vivo e da carne têm registrado forte alta neste início de outubro. Segundo pesquisadores do Cepea, a oferta controlada de animais em peso ideal para abate e o aumento da procura de frigoríficos por novos lotes, devido à maior demanda doméstica, têm impulsionado os valores. No mercado do vivo, as valorizações foram verificadas em todas as praças acompanhadas pelo Cepea.
AlgodãoAgrolink · As cotações do algodão em pluma estão em queda neste início de outubro, conforme indicam informações do Cepea. O Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, recuou 7,11% nesta parcial do mês (de 30 de setembro a 11 de outubro), fechando a R$ 5,2558/lp nessa terça-feira, 11.
CaféAgrolink · As cotações internas do café arábica estão oscilando com certa força neste começo de outubro, segundo dados do Cepea. As recentes chuvas vêm melhorando as condições no campo e resultando em boas floradas, cenário que gera expectativa de produção maior, e, consequentemente, pressiona as cotações em alguns dias.
ArrozAgrolink · As cotações do arroz em casca estão firmes neste início de outubro, segundo informações do Cepea. O avanço nos preços se deve, principalmente, às demandas internas e externas mais aquecidas – contudo, para que novas negociações fossem viabilizadas no mercado doméstico nos últimos dias, parte das unidades de beneficiamento elevou suas propostas para patamares próximos da paridade.
MilhoAgrolink · A alta dos preços do milho acabou estimulando as vendas do cereal no Paraguai, enquanto as indicações do Brasil perdem competitividade, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Dia bastante lento para cereais. Os vendedores que apostavam na continuidade da trajetória ascendente dos preços viram um revés na terça-feira, perdendo a oportunidade de encontrar ainda o 245,00 USD/MT FAS Assunção nas primeiras horas da manhã, mas os compradores fecharam o dia com 5 dólares abaixo desses números, dificultando a realização de negócios”, comenta.
SuínosAgrolink · O mercado foi pego de surpresa pelo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Pacheco, afirma que o reporte compensou a redução na exportação e aumento dos estoques iniciais com a redução na produção e aumento do esmagamento dentro dos EUA, mantendo os estoques finais inalterados.
MilhoAgrolink · O milho norte-americano fechou o dia de ontem inalterado, enquanto o Brasil estava em feriado, pressionado pelo trigo e avanço da colheita, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A cotação de dezembro fechou inalterado a $ 697,0. A cotação para março 2023, início da nossa safra de verão, fechou em queda de 0,04% ou $ 0,25 bushel a $ 700,0”, comenta.
SojaAgrolink · A soja norte-americana fechou em alta, com surpresa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) com redução da produção e aumento do esmagamento, segundo informações da TF Agroeconômica. “O contrato de soja para novembro22 fechou em alta de 0,05% ou $ 1,38 cents/bushel a $ 1395,25”, comenta.
SuínosAgrolink · Foi apontada perda de produção tanto nos Estados Unidos como no mundo pelo novo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). Por outro lado, essa quebra está sendo compensada pela demanda reduzida, aponta análise da Consultoria AgResource Brasil.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro para exportação tem prêmios estáveis para meses recentes e em queda para dezembro, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Aparentemente o milho em Chicago atingiu o seu ápice, porque os preços americanos estão muito elevados e a demanda está se voltando, aos poucos, para o Brasil. As Tradings estão fazendo posições no interior, vendendo Chicago e dólar, nas altas dos últimos dias, esperando a burocracia necessária para as exportações para a China. Outubro subiu para $ 53/bushel, novembro manteve $ 75, mas dezembro manteve 90”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro fechou em queda para novembro na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), mas alta para março, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com Chicago fechando em queda de 0,75% e o dólar em alta de 1,57% as cotações do milho no mercado futuro de São Paulo (B3) fecharam mistas: o vencimento de novembro fechou em queda no dia e na semana, pressionado pela grande oferta ainda existente no país e lentidão das exportações; já a cotação de março fechou em alta, supondo maior consumo e maior escoamento até aquela data. As cotações de março voltaram a fechar em queda com a entrada comais força da safra de verão”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do Rio Grande do Sul continua na mesma, andando de lado, e isso faz com que os preços permaneçam baixos, segundo a TF Agroeconômica. “Mercado gaúcho de milho acumulou o 10º mês seguido andando de lado, porque os compradores conseguem matéria-prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam. Alertamos que a não-comercialização acumula estoques e continuará mantendo preços baixos também depois que vier a safra nova, daqui a dois meses e meio”, comenta.
ArrozAgrolink · A substituição de fertilizantes sintéticos nas lavouras de soja do Brasil por biofertilizantes economizou bilhões em custos, aponta estudo recentemente publicado na revista científica Frontiers in Microbiology. De acordo com a pesquisa, a inoculação da soja com microrganismos do solo reduziu as emissões de carbono (CO2) no país em 430 milhões de toneladas a cada ano, mostra uma nova análise.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso teve o mercado da soja marcado por altas e baixas no dia de ontem, enquanto a comercialização da oleaginosa atinge 90,4% da produção local, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com a aproximação da nova safra, o produtor começou a se preocupar com a abertura de espaço nos armazéns e, por isso, vendeu mais soja no mês", disse o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em boletim semanal”, comenta.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul os preços da soja recuam R$ 2/saca no interior e no porto nesta terça-feira, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado novamente em posições mais negativas, operando quase o dia todo em queda dos prêmios e câmbio, assim empurrando os preços para baixo em relação a ontem. Ademais, os negócios seguem muito pontuais, com volumes apenas estritamente necessários sendo escoados. Além disso, o protagonismo comercial vem das tradings, com as margens das fábricas cada vez mais negativas”, comenta.
AlgodãoAgrolink · Houve avanço nas colheitas das safras de soja e milho norte-americanas, com ganhos em qualidade das lavouras em 2% na oleaginosa e 1% no cereal. Foi o que informou o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu relatório de desenvolvimento das lavouras dos EUA nesta terça-feira, 11 de Outubro.

