Análise de Mercado
Arquivo · página 251
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AlgodãoAgrolink · A multinacional de sementes e pesticidas Corteva Agriscience anunciou essa semana que irá sair de aproximadamente 35 países. Além disso, a empresa também vai suspender o contrato (layoff) de cerca de 5% dos colaboradores em nível global, com o objetivo de cortar custos visando enfrentar a crise econômica.
MilhoAgrolink · Nesta quinta-feira, a grande atividade de exportação acabou puxando as cotações para cima na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo a TF Agroeconômica. “A expressiva alta do dólar, de 1,18% permitiu aos compradores oferecerem preços melhores aos vendedores, mais próximos de suas pedidas. Com isto, o farm selling foi grande em todo o país, nesta quinta-feira, com reflexos diretos sobre as cotações do mercado futuro do milho da B3”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso do Sul viu altas de até R$ 4,00/saca para a soja, deixando o mercado no positivo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Valorizações expressivas por todo o Estado, causadas em especial pelas novas dificuldades enfrentadas pelo maior concorrente brasileiro e em segundo lugar pelas expressivas valorizações do dólar, que ocorreram hoje”, comenta.
SojaAgrolink · As falhas no escoamento da soja na Argentina melhoraram os prêmios no Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, mas não melhoraram os preços, segundo a TF Agroeconômica. “Mercado muito volátil, a eminente dificuldade da Argentina em escoar o que foi vendido, esgotou a séria de quedas nos prêmios e até deu algum UP nas cotações no Brasil. Preços se mantiveram mistos hoje e fábricas voltaram a disputar lotes”, comenta.
SuínosAgrolink · As cotações médias das carnes suína, de frango e bovina – todas comercializadas no atacado da Grande São Paulo – vêm registrando baixa em comparação a agosto.
Gado de CorteAgrolink · O mercado interno de carne bovina segue lento. Segundo pesquisadores do Cepea, a demanda está enfraquecida, o que se deve sobretudo ao menor poder de compra da grande parte da população. Esse cenário tem pressionado as cotações da proteína, mesmo com as exportações aquecidas.
MilhoAgrolink · Com queda do dólar e da Bolsa de Chicago (CBOT), a exportação não ajudou os preços do milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações da TF Agroeconômica. “A queda somada de 0,18% do dólar com a de 1,52% da cotação do milho em Chicago tirou o suporte que a exportação tinha dado aos preços no dia anterior. O movimento do mercado físico foi fraco e resultou em queda nas cotações do mercado futuro de São Paulo”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro para exportação registrou prêmios em queda e cotações menores nesse meio de semana, de acordo com a TF Agroeconômica. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES o prêmio setembro não foi cotado; outubro o prêmio recuou para $60 cents/bushel, sem comprador; novembro recuou a 80, sem comprador, dezembro permaneceu em 90”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado local de milho está absolutamente parado, alimentando-se do Centro-Oeste, segundo a TF Agroeconômica. “Há mais de dois meses o mercado interno gaúcho de milho segue lateralizado, com compradores e vendedores locais, muito ausentes. Reporte de alguns negócios muito pontuais a R$ 90,00 FOB interior”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Mato Grosso do Sul registrou baixas de até R$ 4,00/saca, com mercado no negativo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Agora com alguma atenção retornando a soja, as variações de oferta e principalmente as quedas em soja trabalhada surtem grande efeito nos preços do Estado”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Rio Grande do Sul segue pressionado pelas vendas na Argentina, que anulou efeitos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado muito volátil, vendas da Argentina pesando nos prêmios e em Chicago. Flat Price (soma de CBOT + Prêmios) de hoje, fechou muito igual a sexta- feira passada, ou seja, todo aumento de preços em função de uma menor safra americana, já foi engolido pela oferta Argentina”, comenta.
CaféAgrolink · Os valores internos do café arábica vêm registrando fortes oscilações ao longo deste mês. Desde começo de setembro, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, operou entre a mínima de R$ 1.285,14/saca de 60 kg (no dia 9) e a máxima de R$ 1.335,47/saca (no dia 6), diferença de 50 Reais/saca.
ArrozAgrolink · Os embarques brasileiros de arroz em equivalente casca atingiram recorde para um mês de agosto, considerando-se toda a série histórica da Secex, iniciada em 1997. De acordo com pesquisadores do Cepea, os recordes são motivados pelos recentes avanços do dólar frente ao Real, que, por sua vez, favorecem a paridade do arroz nacional em relação ao importado.
SojaAgrolink · Os futuros da soja dos Estados Unidos subiram nas negociações durante a noite, com os investidores digerindo o relatório World Agricultural Supply and Demand Estimates (WASDE) de segunda-feira do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). As informações foram divulgadas pelo agriculture.com.
PeixesAgrolink · Com o aquecimento da demanda interna e a oferta restrita de peixes, as cotações da tilápia subiram em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea em agosto. A menor disponibilidade do peixe no peso ideal para o abate e o aumento na demanda por parte da indústria, especialmente na segunda quinzena, impulsionaram as cotações durante todo o mês.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro para a exportação tem prêmios em queda e cotações inalteradas, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES o prêmio setembro não foi cotado; outubro o prêmio recuou para $63 cents/bushel, sem comprador; novembro recuou a 83, sem comprador, dezembro para 90. Nos portos de Barcarena-PA e Itaqui-MA setembro sem prêmios; vendedor recuou para 60 para outubro, sem comprador; novembro vendedor também estável a 80, sem comprador, dezembro não foi cotado e janeiro não foi cotado”, comenta.
SojaAgrolink · O estado de Minas Gerais já não é o maior produtor brasileiro de feijão-carioca, informa Marcelo Lüders, presidente do Ibrafe (Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses). De acordo com ele, os mineiros simplesmente diminuíram tanto a área plantada com essa variedade que perderam o posto para os mato-grossenses.
MilhoAgrolink · O estado do Paraná registrou mais negócios de exportação com a alta do dólar, estimados em mais de 50 mil toneladas nesta terça-feira, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado interno soubemos de mais negócios a R$ 87 em Guarapuava, cerca de 5K de dois vendedores, Oeste a R$ 87 FOB também 2k, Norte a R$ 86 FOB interior”, comenta.
ArrozAgrolink · Agricultores estão usando a criptomoeda Cibra Coin contra a inflação nos preços dos fertilizantes. Funciona assim: cada unidade do criptoativo equivale a um quilo de fertilizante vendido pela Cibra. Adquirindo esse token, o produtor garante o preço do insumo sem precisar armazenar, podendo ir buscar o adubo quando precisar – sem prazo para resgatar seu produto em qualquer uma das 11 unidades de distribuição da empresa no Brasil.
MilhoAgrolink · Com alta do dólar e bom movimento no físico, as cotações do milho fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo o que indica a TF Agroeconômica. “A forte alta de 1,76% do dólar, contra um fechamento estável na CBOT estimulou a atividade de exportação do milho, que já tinha tido movimento significativo no dia anterior. Como se sabe, a exportação enxuga a disponibilidade interna e provoca disputa entre exportadores e indústrias, elevando os preços”, comenta.

