Análise de Mercado
Arquivo · página 261
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SojaAgrolink · O mercado da soja do Mato Grosso do Sul tem quedas de até R$ 7/saca travando mercado, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “De forma costumeira, Mato Grosso do Sul reage de maneira muito expressiva às variações de Chicago e marca quedas na casa de R$ 7,00/saca para todas as posições demonstradas nesse relatório”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve quedas bastante expressivas de até R$ 4,5/saca, sem nada de negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado operou o dia todo no lado negativo, causando completa ausência da parte dos vendedores. A causa é especialmente a aversão ao risco advinda da incerteza climática norte americana, não apenas a soja decaiu expressivamente, mas as commodities de forma geral”, comenta.
TrigoAgrolink · A cotação do trigo, para o primeiro mês, em Chicago, trabalhou a semana abaixo dos US$ 8,00/bushel, subindo um pouco na quinta-feira (11) quando o primeiro mês cotado fechou em US$ 8,10/bushel, contra US$ 7,82 uma semana antes.
MilhoAgrolink · A cotação do milho, em Chicago, para o primeiro mês, fechou a quinta-feira (11) em US$ 6,29/bushel. Uma semana antes, o bushel ficou cotado em US$ 6,02. O mercado esteve na expectativa do relatório do USDA, divulgado neste dia 12/08, que trouxe os seguintes números para o ano de 2022/23:
SojaAgrolink · Na expectativa do relatório de oferta e demanda do USDA, anunciado neste dia 12/08, a partir de um quadro climático que sempre preocupa, as cotações da soja, em Chicago, registraram altas nesta semana. O primeiro mês cotado chegou a bater em US$ 17,09/bushel no fechamento da quinta-feira (11). Todavia, é bom lembrar que este primeiro mês se encerra no atual final de semana e, portanto, trabalha com poucos contratos negociados, não servindo mais de referência para o mercado físico mundial.
MilhoAgrolink · As cotações do milho vêm apresentando comportamentos distintos dentre as praças acompanhadas pelo Cepea. Em algumas regiões do Sul do País e nos portos, o forte ritmo das exportações e as altas externas elevam os preços do cereal. Já em outras praças, a colheita da segunda safra na reta final pressiona as cotações.
SojaAgrolink · Os preços internacionais do complexo soja subiram na semana passada, devido à maior demanda externa por soja em grão dos Estados Unidos e a expectativas de aumento na procura global pelos derivados norte-americanos e também do Brasil.
TrigoAgrolink · O trigo brasileiro para dezembro é o mais caro do mundo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. Nesse contexto, o preço pago para os produtores passa dos R$ 100,00, aumentando bastante os valores no porto.
MilhoAgrolink · Na B3 o milho fechou em leve baixa, puxado pela queda do dólar e apesar da alta em Chicago, segundo informações da TF Agroeconômica. “A forte queda de 1,71% do dólar, nesta sexta-feira, esfriou as negociações de milho que tinham sido intensas durante a semana, marcando a forte instabilidade (sobe e desce) do milho no mercado futuro da B3 em São Paulo. Como a exportação é o driver da tendência de preços, qualquer fator que a atinja, afeta o comportamento dos mercados físico e futuro. De qualquer maneira, os preços subiram 1,93% na semana, 3,05% no mês, mas recuou 2,64% em 2022.”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado brasileiro de exportação de milho viu o cereal encerrar a última semana com estabilidade nos preços, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “As ofertas foram poucas, hoje, no mercado brasileiro, mesmo com a alta de Chicago, devido à forte queda do dólar, porque os vendedores alongaram as suas pedidas”, comenta.
SojaAgrolink · Existe uma “alta probabilidade” de um cenário Niña até janeiro de 2023 – e essa é uma péssima notícia para soja. “O cenário de uma nova fase La Niña durante o plantio de grãos está praticamente confirmado”, afirma o portal especializado Valor Soja.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do Rio Grande do Sul, alguns pequenos negócios reportados a R$ 90,00 interior, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mercado segue estável, com compradores e vendedores locais, muito ausentes. Reporte de alguns negócios muito pontuais a R$ 90,00 FOB interior”, comenta.
MilhoAgrolink · O Mato Grosso do Sul teve dia ausente de movimentos ou negócios para a soja, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Região de MS segue sem movimentações diante de uma grande apatia por parte do mercado. Agora o produtor seguiu à espera do relatório do USDA, com a atenção voltada à colheita do milho e quase nenhum interesse na soja”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja no estado do Rio Grande do Sul encerrou a semana positivo, apesar da queda de até um real a cada saca, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado operou de forma positiva por todo o período matutino, antes da saída do relatório WASDE, mas assim que o informativo saiu, rapidamente mudou para o lado negativo, com Chicago passando novamente por alguma volatilidade, alcançando novamente níveis positivos, mas perto do fechamento passou por nova oscilação e caiu cerca de 1,05% para soja grão”, comenta.
SuínosAgrolink · Três fatores indicam alta no preço do milho no último Relatório da Previsão da Oferta e Demanda Agrícola Mundial (WASDE, na sigla em inglês), aponta a Consultoria TF Agroeconômica. Por outro lado um fator preocupa mais a equipe de analistas de mercado no documento divulgado no final da semana passada pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Agrolink · O novo relatório de oferta e demanda dos produtos agrícolas divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou que a produção global de milho deve recuar, assim como os estoques finais. Para tanto, a produção sairá de uma estimativa de 1.185,90 bilhão de toneladas para 1.179,61 bilhão e os estoques de 312,94 milhões para 306,68 milhões de toneladas.
MilhoAgrolink · Na B3 o milho fecha em boa alta, impulsionado por Chicago e a alta forte do dólar, segundo a TF Agroeconômica. “Como o principal driver dos preços do milho continua sendo a exportação os fatores que a influenciam, também influenciam o mercado local, porque ambos se abastecem da mesma fonte e, se um desenvolve potencial de enxugamento do mercado, elevando os preços, o outro se ajusta e trata de garantir o seu quinhão. Foi o que aconteceu hoje nos mercados físico e futuros no Brasil. A forte alta de 1,44%, somada à alta de 1,33% em Chicago elevou as condições da exportação”, comenta.
AveiaAgrolink · O plantio da safra de trigo da temporada 2022 no Rio Grande do Sul foi praticamente encerrada na semana que acbou nesta quinta-feira, 11 de agosto, informou a Emater-RS (Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural). Aproximadamente 99% da área estimada de 1.413.763 hectares foi coberta, de acordo com boletim da entidade.
MilhoAgrolink · Preços equivalentes do milho brasileiro para exportação subiram, pela alta de Chicago, segundo informações da TF Agroeconômica. “As ofertas foram poucas, hoje, no mercado brasileiro, mesmo com a alta de Chicago e do dólar, porque os vendedores alongaram as suas pedidas”, comenta a consultoria.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, pequenos negócios reportados a R$ 90,00 interior e o balcão sobe R$ 2/saca, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado segue estável, com compradores e vendedores locais, muito ausentes. Reporte de alguns negócios muito pontuais a R$ 90,00 FOB interior. Fábricas com foco total em comprar/receber contratos do centro-oeste, olham ofertas novas, mas suas indicações são muito aquém do que o vendedor pensa. Interesse de compra no RS situa-se entre R$ 91,00 até R$ 92,50 POSTO FÁBRICAS, dependendo da localização, para o mercado diferido”, comenta.

