Análise de Mercado
Arquivo · página 322
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CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em queda de 1,01%, cotado a R$ 5,1279, nesta quarta-feira (16), com o mercado repercutindo alívio nas tensões entre Rússia e Ucrânia e continuando a enxergar retornos atrativos na moeda brasileira. A cotação foi a mais baixa desde o final de julho do ano passado. Na cena internacional, o foco de atenção seguiu com as tensões entre Rússia e Ucrânia. Nesta quarta, a Rússia anunciou o fim das manobras militares e a retirada de parte de suas tropas na península da Crimeia, reduzindo os temores de uma guerra na região. Nos EUA, será divulgada nesta quarta a ata da última reunião do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano). Participantes do mercado tem atribuído a performance do real nas últimas semanas à percepção de que o Brasil está atrativo para novos fluxos de dinheiro estrangeiro, com o patamar elevado dos juros básicos aumentando a rentabilidade do mercado de renda fixa local. Quanto mais fluxo estrangeiro novo para o mercado acionário local, maior a oferta de dólar e, portanto, mais pressão de baixa sobre a moeda norte-americana. Analistas alertam que a trajetória de queda do dólar frente ao real pode ser transitória. Fonte: G1.
AlgodãoAgrolink · Os valores do algodão em pluma oscilaram ao longo da última semana, ora sustentados pela postura firme de vendedores, ora pressionados pelos menores preços ofertados pelas indústrias para novas aquisições no spot. No entanto, as desvalorizações externa e cambial e, consequentemente, a queda na paridade de exportação acabaram prevalecendo e resultando em baixas nas cotações internas. Segundo pesquisadores do Cepea, parte das indústrias segue utilizando a matéria-prima estocada e/ou de contratos, enquanto outras unidades têm interesse em aquisições no spot, mas apenas para atender a necessidades imediatas e/ou alguma reposição, alegando dificuldades no repasse da valorização da pluma aos produtos ao longo da cadeia têxtil.
CaféAgrolink · As cotações domésticas do café arábica registraram altas significativas nos últimos dias, tendo ultrapassado a casa dos R$ 1.500,00/saca de 60 kg. De acordo com pesquisadores do Cepea, o impulso vem dos expressivos ganhos na Bolsa de Nova York (ICE Futures), que refletem preocupações quanto à oferta global neste ano. Na quarta-feira, 9, especificamente, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, fechou a R$ 1.555,19/sc, novo recorde nominal da série histórica do Cepea, iniciada em 1996. Em termos reais, os preços são os maiores desde dezembro de 1999 (valores deflacionados pelo IGP-DI de jan/22). A valorização também atraiu vendedores ao mercado nacional, permitindo o fechamento de negócios em maior volume.
ArrozAgrolink · A colheita da safra 2021/22 de arroz começou neste mês no Rio Grande do Sul. No entanto, segundo colaboradores do Cepea, produtores têm disponibilizado baixos volumes do remanescente da temporada 2020/21 no mercado spot do estado, devido às incertezas geradas pelas possíveis menores produtividade e produção do cereal por causa da estiagem.
Agrolink · O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) disse que detectou gripe aviária em mais duas fazendas depois que um primeiro caso veio à tona na semana passada, colocando a indústria em alerta. Deepois de detectar o vírus em aves selvagens em várias ocasiões na Costa Leste nas últimas semanas, o departamento disse em 9 de fevereiro que havia encontrado a doença em aves em uma fazenda em Indiana.
MilhoAgrolink · Em relação à B3, o peso da colheita e queda em Chicago pressionaram as cotações, que caíram fortemente, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Um movimento de maior baixa no dólar, que fechou o dia de negócios com baixa de 0,72% a R$ 5,18, foi suficiente para derrubar as cotações de milho nesta terça-feira (15). No mercado internacional, também houve fortes baixas na Bolsa de Chicago (- 2,86%), à medida que o alívio das tensões geopolíticas com o recuo da Rússia”, comenta.
AlgodãoAgrolink · A Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (APROSOJA-MT) manifestou “preocupação e perplexidade diante do anúncio realizado pela Bayer”, de que poderia sofrer problemas para fornecer glifosato nos próximos três meses. De acordo com os sojicultores brasileiros, a resposta da empresa até agora foi “demasiadamente superficial e pouco esclarecedora”.
MilhoAgrolink · No mercado paraguaio, o milho spot tem indicação de comprador Brasil e Paraguai US$ 270/275 FCA, com vendedor pedindo 290/300, segundo informações da TF Agroeconômica. Além disso, o milho futuro tem indicação de compradores US$ 190/195 FCA, mas o vendedor não arrisca por causa de clima.
MilhoAgrolink · No mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul, os modelos climáticos estão divergindo sobre a melhora das chuvas na região e, com isso, os preços e os negócios praticamente congelam, segundo a TF Agroeconômica. “Indicações de preços praticamente sem alterações. Indicações de compra R$ 101,00 CIF Marau, R$ 100,00 CIF Arroio do Meio, R$ 100,00 Ijuí. Para safrinha em julho, porto indicou R$ 86,00 sobre rodas. Não foram reportados negócios nesta terça-feira”, comenta.
SojaAgrolink · O contrato de março22 de soja em grão voltou a fechar novamente, pela terceira vez consecutiva, em forte queda de 1,26% ou 19,75 cents/bushel a $ 1550,25, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O o contrato de maio22, importante para as exportações brasileira, fechou em queda de 1,22% ou $ 19,25 cents a $ 1554,75. O contrato de farelo de soja fechou também em forte queda de 1,62% ou 7,4/ton curta a $ 449,2 e o contrato de 0,05 óleo de soja fechou novamente em leve alta de 0,05% ou 0,03/libra-peso a $ 65,75”, indica.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul foram vistos preços divididos, colheita em andamento, quebras de produção e de qualidade nesse meio de semana, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeoconômica. “Regiões do interior se dividem entre melhoras e pioras nos preços. Onde a colheita começou e já é notável a má condição das safras os preços subiram, Ijuí marcou alta de 1,49%, valor equivalente a R$ 3,00/saca, indo a R$ 205,00 e Passo Fundo marcou alta de 0,49%, valor equivalente a R$ 1,00/saca indo a R$ 203,00. Quanto a Cruz Alta e Santa Rosa, os preços seguem piorando devido a perda dos prêmios e efeitos gerais do dólar e Chicago”, comenta.
Cana-de-açúcarAgrolink · Com o reaquecimento da demanda, os volumes dos etanóis hidratado e anidro negociados na última semana no spot paulista cresceram com força frente ao período anterior. Para o hidratado, especificamente, o volume captado pelo Cepea junto às usinas do estado de São Paulo cresceu quase 4 vezes frente ao da semana anterior. Segundo colaboradores do Cepea, a melhora da relação entre os preços do biocombustível e da gasolina C nas bombas foi um dos fatores que favoreceram a liquidez no mercado de etanol hidratado na última semana.
BatataAgrolink · As cotações da batata tipo ágata especial recuaram nos últimos dias nos atacados acompanhados pelo Hortifruti/Cepea. A desvalorização refletiu a maior oferta do tubérculo na última semana, visto que as chuvas diminuíram nas regiões produtoras, e, com isso, o ritmo de colheita aumentou.
TrigoAgrolink · Estimativas oficiais divulgadas neste mês mostram que os altos preços do trigo no mercado brasileiro tendem a manter elevadas a área e a produção nacional do cereal, que, inclusive, pode ser novamente recorde. Conforme colaboradores do Cepea, produtores, especialmente os do Sul do País, devem semear trigo em áreas que tradicionalmente ficam sem cultivo na safra de inverno.
MilhoAgrolink · Nesta segunda-feira, apesar da tensão internacional continuar pressionando commodities em todo o mundo, houve uma resistência clara por parte da Bolsa de Mercadorias em se atingir novamente os patamares de R$ 100,00 por saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Parece, de alguma forma, que o mercado chegou a um preço equilibrado e, para que suba mais, novos fundamentos são necessários, como uma grande alta do dólar ou novas quebras”, comenta.
MilhoAgrolink · Em relação ao milho do Paraguai, a TF Agroeconômica informa que os vendedores estão pedindo US$ 290/300 FCA, enquanto a safrinha já está 41% plantada. “Milho spot indicação de comprador Brasil e Paraguai US$ 270/275 FCA, com vendedor pedindo 290/300. Milho futuro indicação de compradores US$ 190/195 FCA, mas Vendedor não arrisca por causa de clima”, comenta a consultoria.
AlgodãoAgrolink · A multinacional de agroquímicos Bayer CropScience enviou resposta a pedido do Agrolink para esclarecer a informação de que poderia sofrer problemas para fornecer glifosato nos próximos três meses. De acordo com o portal especializado AgroPages, em 11 de fevereiro o chefe global de produção de ingredientes ativos da Bayer [afirmou] que, devido a uma falha mecânica na planta de fabricação de um fornecedor de uma matéria-prima importante, a produção “cairia drasticamente”.
MilhoAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul teve quebra de 54,7% no milho e negócios pontuais a R$ 101,00, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A negociação permaneceu lenta durante toda a semana, com negócios pontuais e em volumes pequenos. Com uma maior disponibilidade de volumes e recebimento de contratos fechados anteriormente, vendedores cederam até R$ 2,00 por saca em pedidas. Em Erechim, indicações de R$ 99,00, Carazinho a R$ 99,50, Passo Fundo a R$ 98,00 e Marau a R$ 100,00. Em negócios pontuais, cerca de 1.000 toneladas foram levadas em Passo Fundo a R$ 100,00 a saca, em preços CIF indústria”, comenta.
SojaAgrolink · O contrato de março22 de soja em grão voltou a fechar em queda de 0,74% ou 11,75 cents/bushel a $ 1571,25, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. Nesse cenário, o contrato de maio22, importante para as exportações brasileira, fechou em queda de 0,74% ou $ 11,75 cents a $ 1574,50.
SojaAgrolink · Segue o drama da falta de chuvas de uma forma generalizada e consistente no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isso vão se acumulando relatos de estimativas de tamanho de safra, que vão desde 8,0 milhões de toneladas até no máximo 10,0 milhões de toneladas de soja. Em todas as praças, os melhores preços foram para fábricas”, comenta a consultoria.

