Análise de Mercado
Arquivo · página 332
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Fumo / TabacoAgrolink · O preço dos fertilizantes nitrogenados apresentaram a maior inflação no ano que passou, somando alta de nada menos que 61% em relação a 2020. De acordo com dados do portal especializado FertilizerDaily, no ano de 2021 o mercado mundial experimentou uma disparada generalizada nos preços dos fertilizantes minerais.
TrigoAgrolink · No mercado do trigo do Rio Grande do Sul, com queda do trigo argentino e do dólar os moinhos tentam reduzir preço, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Alguns moinhos, valendo-se do pretexto da baixa da Argentina e do dólar, tentaram, sem sucesso, trazer os preços para R$ 1.550,00 interior, como se o spread entre gaúcho e Argentino já não estivesse muito alto”, comenta.
MilhoAgrolink · As altas dos últimos dias deram lugar a um tom mais amistoso nesta quinta-feira, em que os contratos na bolsa de mercadorias recuaram até 0,83%, em um movimento de reversão de lucros de traders. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
MilhoAgrolink · No mercado do milho do Rio Grande do Sul, a condição do tempo acelera processo de maturação e a colheita avança para 27%, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Seja pela baixa na produção, que levará o estado a colher significativamente menos, seja pelo tempo seco, que acelerou o processo de maturação e secagem dos grãos, o fato é que a colheita do Rio Grande do Sul avança em grandes percentuais” comenta.
SojaAgrolink · O rally do óleo e alta das oleaginosas imprimem forte alta na soja nesta quinta-feira na Bolsa de Chicago, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de janeiro22 da soja em grão fechou em forte alta de 2,22% ou $ 30,25 cents/bushel a $ 1391,50; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, também fechou em alta de 2,17% ou $ 29,75 cents/bushel a $ 1400,75”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Rio Grande do Sul teve mais um dia com baixa oferta e baixa demanda em um momento de preocupação e indecisão, de acordo com a TF Agroeconômica. “Subindo mais ainda e superando as bases anteriores já consideravelmente altas, o valor alcançado hoje foi de R$ 176,00, R$ 1,00 a mais do que anteriormente, sendo uma resposta tanto ao clima que não melhora quanto a demanda crescente. No porto os preços permaneceram estáveis, lutando com um dólar decadente enquanto se reforça pelas melhoras na CBOT. O interior assim como no porto permaneceu totalmente imóvel, como resposta às dificuldades enfrentadas pelo dólar que cai fortemente”, comenta.
SuínosAgrolink · A Bolsa de Cereais de Buenos Aires anunciou que caiu a qualidade das lavouras de soja e milho na Argentina nessa semana na comparação com a anterior. Assim como a Região Sul do Brasil, aponta a Consultoria AgResource Brasil, o país vizinho foi castigado por uma onda de calor histórica, que fez os termômetros superarem os 40°C.
ArrozAgrolink · Diversos agricultores do Rio Grande do Sul não vão colher o milho plantado em algumas áreas, revelou a Emater-RS (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural). O motivo para isso é a baixa qualidade do cereal no estado, bem como o alto custo de operação da colheita.
TrigoAgrolink · No mercado do trigo do estado do Rio Grande do Sul, a exportação não indicou preços e começa queda de braço vendedor/comprador, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mais um dia sem novidades, mercado muito calmo. Baixas na Argentina e quedas no câmbio acabam por arrefecer ainda mais um mercado que já está muito frio. Exportação não indicou preços nesta quarta-feira. Alguns moinhos, valendo-se do pretexto da baixa da Argentina, tentaram, sem sucesso, trazer os preços mais para trás ainda, falando em R$ 1.550,00 interior, como se o spread entre gaúcho e Argentino já não estivesse muito alto”, comenta.
Fumo / TabacoAgrolink · Em um ambiente em constante evolução, a gestão de risco e adoção de estratégias de comercialização se tornam cada vez mais necessárias, aponta Victor Ikeda, trader da mesa de operações do Rabobank Brasil. De acordo com ele, o cenário atual do agronegócio brasileiro traz “grandes desafios aos produtores para as próximas safras, principalmente considerando o período entre 2022 e 2023”.
MandiocaAgrolink · Diante das perdas por estiagem da safra verão 2021/2022, como ficam os contratos de arrendamento de imóvel rural? Quem responde a essa pergunta é Fábio Lamonica Pereira, advogado especializado em Direito do Agronegócio.
SojaAgrolink · “Quanto ao comportamento de preços, é bastante significativo que os preços de Feijão-carioca e de Feijão-preto já estão praticamente em US$ 60 por saca”. A informação é de Marcelo Lüders, o presidente do Ibrafe (Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses), considerada a entidade mais representativa do setor de pulses e colheitas especiais do Brasil.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do Rio Grande do Sul, pequenos compradores pagam R$ 102,00/saca, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Por aqui o dia iniciou com pedidas mais altas de produtores, que cogitaram até R$ 105,00 a saca em seus produtos, com maior parte das indicações entre R$ 97,00 até R$ 99,00. Próximo a Não-me-Toque, uma granja pagou R$ 103,00 com 20 dias em cerca de 500 toneladas. Em Porto Alegre, rumores de pequenos negócios entre R$ 100,00 a R$ 102,00. Ademais, mercado parado”, comenta.
SojaAgrolink · Em relação à soja na Bolsa de Chicago, a expectativa de guerra Rússia/Ucrânia eleva cotações dos grãos e JUL22 volta para $14/bushel, de acordo com a TF Agroeconômica. “O contrato de janeiro22 da soja em grão fechou em forte alta de 2,22% ou $ 30,25 cents/bushel a $ 1391,50; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, também fechou em alta de 2,17% ou $ 29,75 cents/bushel a $ 1400,75”, comenta.
SojaAgrolink · A demanda da soja começa a aumentar no estado do Rio Grande do Sul, mas a calmaria da parte vendedora segue tão notável quanto antes fazendo com que os preços subam novamente para todas as bases. As informações foram trazidas pela TF Agroeconômica.
AlgodãoAgrolink · Os preços do algodão em pluma subiram com força nos últimos dias, renovando o recorde nominal da série histórica do Cepea há seis dias consecutivos e ultrapassando os R$ 6,9/libra-peso. Segundo pesquisadores do Cepea, o avanço das cotações tem sido influenciado pela elevação dos valores internacionais, pela baixa disponibilidade de pluma no spot e pela posição firme de vendedores.
CaféAgrolink · A liquidez está baixa no mercado brasileiro de café neste início de janeiro. Além do recesso de fim de ano, a maior parte dos compradores e, especialmente, dos vendedores, está à espera de uma melhor definição da produção brasileira em 2022/23 para então retornar ao mercado, segundo colaboradores do Cepea. Outro fator que tem mantido agentes retraídos é a forte oscilação dos futuros – os preços externos vêm sendo influenciados por movimentos técnicos e, no caso do robusta, pelo aumento dos embarques do Vietnã neste mês.
ArrozAgrolink · Os compradores de arroz em casca estiveram mais ativos no mercado nos últimos dias, inclusive elevando os valores ofertados pelo cereal, devido à necessidade de repor estoques. Agentes de tradings também estiveram interessados em novas negociações para exportação. Já do lado vendedor, segundo colaboradores do Cepea, produtores se mantiveram cautelosos e seguiram limitando o número de lotes para venda, aguardando melhor alinhamento do mercado.
AlgodãoAgrolink · A DVA Agro faturou R$ 7,5 milhões no Brasil em 2021, ano que marcou a retomada das operações da multinacional alemã ao País. Após cinco anos sem operar em território brasileiro por razões estratégicas, a empresa lançou sua linha de Nutrição da Planta e Adjuvantes.
MilhoAgrolink · Aos poucos, a bolsa de mercadorias vai ganhando forças, e aproximando cada vez mais os vencimentos ao preço de R$ 100,00 por saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços mantiveram-se firmes no mercado físico, em um movimento em que a necessidade de indústrias vem aumentando com a volta das férias, e a insipiência da chegada da safra de verão nos silos. Além disso, a segunda alta consecutiva em Chicago ajudou a dar impulso pelo lado das exportações”, comenta.

