Análise de Mercado
Arquivo · página 333
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MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o enfraquecimento do bloqueio atmosférico vai proporcionar o ingresso de umidade e chegada de frentes frias e os setores Oeste e Noroeste deverão receber valores menores para o milho, e ao que tudo indica, a deficiência hídrica deve persistir. “Compradores encontram-se reticentes em pagar as pedidas, e hoje, viram-se pequenos volumes no estado, com destino a pequenas granjas e consumidores locais. Em lotes de até 600 toneladas, em diversas praças, ouviram-se negócios realizados a R$ 100,00 por saca, em volumes não expressivos. Preços de pedra base Panambi subiram para R$ 95,00 (R$ 1,00 a mais que o dia anterior)”, comenta a TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja aprofundou a queda com as chuvas na América do Sul, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de janeiro22 da soja em grão fechou em queda de 0,66% ou $ 9,0 cents/bushel a $ 1360,75; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, também fechou em queda de 0,67% ou $ 9,25 cents/bushel a $ 1370,25”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do Rio Grande do Sul, o porto perde 1,60%, mas o interior segue se valorizando, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Calmaria segue no mercado de soja, produtores aguardando a melhora do tempo que parece vir de forma exageradamente lenta, aprofundando as perdas”, comenta.
SojaAgrolink · As lavouras de soja e milho do Paraná registraram uma leve melhora na semana, destaca a Consultoria AgResource Brasil, filial da empresa norte-americana AgResource Company. De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral) do estado, a soja em boa condição subiu 4 pontos, saindo de 29% para 33%.
CaféMelão Martini - Café · N.Y. a posição março oscilou entre a máxima +2,00 pontos e mínima de -1,90 fechando com -0,05. O dólar fechou em alta de 0,63%, cotado a R$ 5,5610, nesta terça-feira (18), com as atenções voltadas para o quadro fiscal e político doméstico, enquanto, no exterior, a moeda norte-americana recebeu apoio dos rendimentos dos títulos do governo dos Estados Unidos. No exterior, os investidores monitoraram os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que fará sua reunião de política monetária da semana que vem, em meio a uma subida das apostas para um aumento das taxas de juros já em março. A taxa de dez anos, referência global para decisões de investimento, chegou a tocar uma máxima em dois anos mais cedo, e era negociada acima do patamar de 1,8%.
SuínosAgrolink · A prolongada falta de chuva não está causando estragos apenas na Região Sul do Brasil – na zona central da Argentina a situação é descrita como “desesperadora”. As estimativas nacionais tanto para o milho como para a soja (as duas principais culturas do país vizinho) caíram consideravelmente e as perspectivas não são animadoras para o futuro próximo.
TrigoAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o mercado do trigo paraguaio esteve totalmente parado. “Silêncio comercial no mercado de trigo que foi contaminado pelo feriado na Bolsa de Chicago, a pouca necessidade de vender trigo para abrir espaço para a soja devido à falência na safra de soja 21/22 e a alta de até US$ 50 por tonelada nos preços do milho”, comenta.
TrigoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, a exportação cai ao menor nível de 45 dias e a seca afeta o trigo por tabela, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Exportação indicou R$ 1.570,00, mas não há nenhum tipo de interesse de vendedores. Alguns moinhos seguiram indicando R$ 1.670,00 CIF moinho, ou R$ 1.580,00 interior. Negócios pequenos, quando acontecem, tem de ser nos R$ 1.600,00 que é o mínimo que o vendedor pede no interior. Preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 84,00”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado do milho, a B3 abriu a semana em leves altas com falta de ofertas no mercado físico, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As notícias sobre as secas nos estados do sul já são o fiel da balança quando se trata de como a B3 vai performar no dia. Além disso, como era de se esperar, 2021 foi o ano recorde de importação de milho, em que, no total, 3,10 milhões de toneladas entraram no país. Anteriormente, 2019 foi o ano em que mais se importou, apresentando o total de 1,45 milhões de toneladas”, comenta.
SuínosAgrolink · A comercialização de soja e milho pelos agricultores mato-grossense seguem atrasadas em relação ao mesmo período do ano passado, aponta a Consultoria AgResource. De acordo com os analistas de mercado, isso vem ocorrendo em função de uma perspectiva por parte da ponta vendedora de que a oleaginosa possa se valorizar ainda mais.
MilhoAgrolink · O mercado do milho no estado do Rio Grande do Sul tem perdas nas regiões a partir de 20%, e podem chegar até 100% em regiões, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com exceção das chuvas pontuais que se apresentaram nesta segunda-feira, já são pelo menos 60 dias em que o estado do Rio Grande do Sul apresenta déficit hídrico, situação que levou 42% dos municípios a decretar estado de emergência. Um volume de ofertas extremamente pequeno foi visto hoje no estado, e segundo nossos correspondentes, os lotes totais regionais não passaram de 10 mil toneladas. Os poucos volumes disponíveis são ofertados a partir de R$ 100,00, onde melhores indicações são de R$ 98,00 a saca”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul não foram vistos movimentos devido ao feriado dos Estados Unidos. “Dia sem cotações fixas diante do feriado estadunidense, pouquíssimas empresas mostram preços. Preços na região portuária seguem, portanto nos níveis anteriores. Preço de pedra continua em R$ 174,00/saca. Ademais, o produtor está economizando, diante de uma estiagem tão severa que passa a atingir todas as cadeias do mercado, apenas o que for estritamente necessário é vendido”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em alta de 0,23%, cotado a R$ 5,5260, nesta segunda-feira (17), conforme investidores de todo o mundo reagiram a dados positivos sobre a economia chinesa e avaliaram as perspectivas de aumentos de juros nos Estados Unidos. No Brasil, dados do Banco Central mostraram que o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), registrou avanço de 0,69% em novembro em relação a outubro, após 4 quedas seguidas. Já os analistas do mercado financeiro aumentaram levemente a estimativa de alta do PIB para 2022, de 0,28% para 0,29%, segundo o boletim Focus do Banco Central. Já a previsão de inflação para 2022 subiu de 5,03% para 5,09%. O mercado manteve a projeção para a taxa Selic de 11,75% ao final do ano. A estimativa para a taxa de câmbio em 2022 segue em R$ 5,60 por dólar. Fonte: G1.
MandiocaAgrolink · De acordo com os dados do Cepea, do lado da demanda, agentes de indústrias têm retomado as atividades gradualmente, elevando o interesse pela matéria-prima. Nesse cenário de oferta controlada e de demanda um pouco mais aquecida, os preços da raiz subiram na segunda semana de janeiro frente à anterior.
SojaAgrolink · As atenções de agentes do setor de soja estão voltadas ao desenvolvimento das lavouras e à colheita no Brasil, iniciada de forma ainda lenta no Paraná e em Mato Grosso. Segundo pesquisadores do Cepea, a expectativa é de que os trabalhos de campo se intensifiquem entre o final de janeiro e o começo de fevereiro.
MilhoAgrolink · Em algumas praças acompanhadas pelo Cepea, a saca de 60 kg do milho já vem sendo negociada acima de R$ 100, como é caso de Campos Novos (SC). No Rio Grande do Sul, estado em que a produção foi bastante prejudicada pela falta de chuva, a saca é comercializada próxima de R$ 100. De acordo com pesquisadores do Cepea, produtores seguem limitando o volume ofertado em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea.
TrigoAgrolink · Os preços do trigo argentino FOB recuaram durante toda a semana, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços do trigo argentino recuaram em todas as posições durante toda esta semana, marcando a presença da colheita cheia e maior do que a esperada, como se percebe em cada novo relato da BCBA (21,5MT) e da BCR (22,1MT), embora ambas se situem ainda abaixo das estimativas das consultorias particulares (22,5MT)”, comenta.
TrigoAgrolink · A Semana do trigo foi bastante agitada, com muito movimento para limpeza de silo e negócios rodando e Paraná buscando trigo-pão a R$ 1650 CIF, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Exportação voltou a indicar R$ 1.600,00 embora algumas tradings tenham feito consultas para part-cargo em top-offs da Argentina, com contas que poderiam chegar a R$ 1.650,00, mas sem negócios efetivamente feitos. A incerteza de poder entregar um trigo com até 2.000PPM de DON no porto, inibe negócios. Alguns moinhos elevaram a indicação para R$ 1.670,00 CIF moinho, ou R$ 1.580,00 interior”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado do milho do Brasil, a B3 segue em alta com mercado físico firme e maio ‘esbarra’ nos R$ 100,00/ saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A semana foi positiva para os preços do milho, que fecharam o dia valendo até 1,54% a mais”, comenta a consultoria.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul é esperada uma próxima semana de calor e chuvas pontuais, com indicações do milho que chega a até R$ 98,00 por saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Um clima típico de verão deve se apresentar ao longo da semana que se inicia no dia 16, no Rio Grande do Sul. Segundo a Emater/RS, o tempo será seco em toda a extensão do estado, com pancadas de chuva, principalmente nos setores norte e nordeste. O acumulado deverá ser de 15 a 35mm na maioria das regiões, onde prevê-se os maiores volumes para a faixa nordeste da fronteira, entre 60 a 80mm, em cidades como Bagé, Uruguaiana e Pelotas”, comenta.

