Análise de Mercado
Arquivo · página 399
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SojaAgrolink · Os preços da soja continuam sua rota de queda no mercado internacional, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. Na origem, os prêmios brasileiros permaneceram estáveis no dia, enquanto os futuros da CBOT e a taxa de câmbio do país não variaram muito.
SojaAgrolink · O encerramento da semana passada foi extremamente parado no mercado da soja do Rio Grande do Sul, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O único preço que foi mudado foi o de pedra Panambi, que para hoje contou com uma baixa de mais R$2,00 em relação ao dia anterior, sendo cotado em R$154,00. Ademais, a comercialização da safra gaúcha de soja atual acaba de chegar a 65% de uma safra de 22 milhões de toneladas e a safra futura (2022), já conta com comercialização de 3,5% de uma projeção de ao menos 20,0 milhões de toneladas”, comenta.
SojaAgrolink · Por que a soja está se desintegrando na Argentina? A Consultoria TF Agroeconômica aponta informe recebido da província de Rosário indicando a resposta: “Sob condições ambientais adversas, os rendimentos são menos estáveis e, em boas condições, os rendimentos estagnaram em comparação com o milho. Margens piores, resultados piores do que em safras anteriores, menos avanços genéticos e maior pressão tributária, diante de uma política econômica arrecadadora e assistencialista”.
Melão Martini - Café · A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse hoje (23) que será definida uma solução para os prejuízos causados a cafeicultores em decorrência das geadas em Minas Gerais, situação agravada por ocorrer logo após período de seca. Estado registrou a maior geada dos últimos 20 anos. Ao discursar na manhã de hoje (23), em Alfenas, no sudoeste de Minas Gerais, Tereza Cristina, disse que a solução será definida em conjunto com os governos federal e de Minas Gerais, cooperativas e prefeitos. “Solução existe. Contem conosco, pois juntos vamos achar uma maneira para sair desta situação de cafezais praticamente dizimados no estado de Minas Gerais”, afirmou, em transmissão ao vivo do Sindicato Rural de Alfenas. A ministra pediu que os produtores forneçam dados detalhados sobre as perdas.
MilhoCEEMA/UNIJUI · As cotações do milho em Chicago se mantiveram estáveis nesta semana, mas com viés de alta. O bushel do cereal, para o primeiro mês cotado, após atingir a US$ 5,71 durante a semana, fechou a quinta-feira (22) em US$ 5,64, mesmo valor de uma semana atrás. Nesta mesma data, um ano antes, o bushel de milho valia US$ 3,22. Destaque, igualmente, para a média de junho do corrente ano, a qual ficou em US$ 6,72, recuando 3,6% sobre o registrado em maio. Foi o primeiro recuo da média mensal depois de nove meses em constante alta.
SojaCEEMA/UNIJUI · As cotações da soja em Chicago, considerando o primeiro mês de contrato, se estabilizaram nesta semana, com viés de baixa. O fechamento desta quinta-feira (22) ficou em US$ 14,16/bushel, contra US$ 14,47 uma semana atrás. No ano passado, nesta mesma época, Chicago trabalhava ainda com US$ 8,96/bushel. Vale registrar ainda que a média de junho passado recuou 7,1% em relação a maio, ficando em US$ 14,62. Este foi o primeiro recuo da média mensal depois de 12 meses em constantes elevações. Um sinal importante a não ser ignorado. Por enquanto, o mercado do clima domina o comportamento das cotações nos EUA. O mesmo está ruim em algumas regiões do Cinturão dos grãos naquele país, assim comoem partes do Canadá, Europa e Ucrânia, atingindo as diferentes lavouras de grãos.
LaranjaAgrolink · O frio intenso observado no estado de São Paulo no início desta semana atingiu os pomares do cinturão citrícola, com registros de geadas em algumas áreas. Segundo colaboradores do Cepea, este cenário aumentou as preocupações de agentes quanto à produção de laranjas na temporada atual e ao vigor das plantas para a próxima safra, visto que as árvores estão próximas do período de indução floral e já debilitadas por conta do menor regime hídrico dos últimos dois anos.
TrigoAgrolink · Ontem e hoje o mercado de trigo do Rio Grande do Sul está marcado por correções nos preços oferecidos pelos compradores e os vendedores estão aproveitando a alta, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Na média os preços oferecidos foram de R$ 1.480,00 a R$ 1.500,00 (com alguns negócios feitos nestes R$ 1.500,00). Os vendedores participaram um pouco do mercado e voltaram a subir suas pedidas. Neste momento, vendedor pede R$ 1.520,00 / 1.530,00 para novas rodadas”, comenta.
MilhoAgrolink · Houve avanços nos contratos de milho da B3 nesta quinta-feira, apesar dos mesmos se mostrarem bem mais tímidos do que no mercado físico, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “É que no contrato do mercado futuro que mais avançou, obteve-se um ganho de 2,46%, com foco principal no longo prazo, enquanto que, no mercado físico, em algumas regiões, a alta do milho em negócios físicos realizados foi de até 5,8%”, comenta.
MilhoAgrolink · Nos mercados asiáticos, os futuros de milho na bolsa chinesa de Dalian diminuíram para CNY2.520/t (389,53/t) em setembro, enquanto o contrato de novembro perdeu CNY1/t e foi registrado em CNY2.527/t (390,61/t. As informações foram divulgadas nesta manhã pela consultoria TF Agroeconômica.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul os preços médios das sacas do milho acompanham a alta e têm elevação de 2,32%, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “À medida que produtores do Estado já possuem pouca disponibilidade de milho, os mesmos procuraram pelos melhores negócios e disponibilizam lotes de forma pontual. Os compradores, por sua vez, encontram dificuldade em achar ofertas, situação que é pior para aqueles em pequenas quantidades. Indicações em R$ 100,00 Marau; R$ 101,00 Arroio do Meio; R$ 98,00 em Seberi; R$ 95,00 Ijui; e R$ 98,00 em Santo Ângelo. Preços de pedra subiram para R$ 89,00 em Panambi”, comenta.
SojaAgrolink · Pequenas melhorias nos mapas de previsão climática para algumas regiões, pressionaram as cotações da soja na Bolsa de Chicago, de acordo com o que informa a TF Agroeconômica. “O mercado atravessa semanas importantes para o desenvolvimento de culturas e várias áreas permanecem sob condições de seca. Além disso, o baixo giro das exportações para a nova temporada adicionou fraqueza”, comenta.
SojaAgrolink · A demanda interna da China por soja foi reduzida neste encerramento de semana, o que faz os preços recuarem forte no mercado internacional da oleaginosa, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os estoques semanais de soja da China caíram 130.000 toneladas para 6,97 milhões de toneladas na semana até 18 de julho, com a queda do volume de embarque de navios, segundo dados do Centro Nacional de Informações de Grãos e Petróleo da China (CNGOIC) na quinta-feira", comenta.
SojaAgrolink · Nesta quinta-feira o mercado da soja no Rio Grande do Sul sentiu as mais diversas variações, a maior parte do tempo contando com volatilidade negativa, segundo afirmou a TF Agroeconômica. “Chicago contou com quedas de 1,60% nos volumes para agosto e variações ainda piores para os meses subsequentes, mesmo as variações cambiais foram negativas, em especial no período da manhã onde o dólar chegou a valer R$5,17, voltando a subir no período da tarde, mas apenas 0,41%. Ademais, os preços de pedra foram cotados a R$156,00, baixa de R$1,00 em relação ao dia anterior”, comenta.
SuínosAgrolink · A forte desvalorização do suíno vivo no mercado independente no início de julho reduziu o poder de compra dos produtores frente aos principais insumos consumidos na atividade: milho e farelo de soja. A baixa na média parcial do mês (até o dia 20) interrompe a recuperação do poder de compra observada em junho.
Gado de CorteAgrolink · A escalada nas exportações brasileiras de carne bovina aos Estados Unidos vem surpreendendo o setor pecuário nacional. Os dados do boletim informativo do Cepea indica que, o país, inclusive, já se configura como o 3º maior destino da proteína brasileira, atrás apenas da China e de Hong Kong, superando a posição que vinha sendo ocupada pelo Chile.
TrigoAgrolink · Com dificuldade de vendedor, o preço do trigo mudou de patamar e subiu no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mercado de trigo disponível foi bastante agitado nesta quarta-feira. Alguns moinhos estiveram mais interessados em comprar e, com dificuldade de encontrar vendedor, houve a necessidade de mudar um pouco de patamar e os negócios saíram todos a um mínimo de R$ 1.500,00 FOB”, comenta.
MilhoAgrolink · Na terceira sessão consecutiva de altas, o mercado futuro de milho de São Paulo voltou a flertar com os R$ 100,00 por saca e os ganhos seguiram expressivos, ainda com as preocupações climáticas e pouca oferta em um mercado nacional. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
MilhoAgrolink · Os preços do milho permaneceram estáveis e os negócios tiveram pouca atividade por parte da demanda, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Nos mercados à vista asiáticos, os futuros de milho na bolsa chinesa de Dalian se firmaram em CNY2.5251/t (390,441/t) para setembro, enquanto o contrato de novembro ganhou CN71/t e foi registrado em CNY2.5281/t (390,911/t)”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado do Rio Grande do Sul, o que mais influencia o milho são as cigarrinhas, que estão sendo monitoradas pela Secretaria de Agricultura, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Há alguns dias vimos noticiando aqui a preocupação que entidades tem mostrado em relação à cigarrinha do milho, principalmente nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Desta vez, a Secretaria da Agricultura, em uma ação da qual participaram fiscais estaduais e agentes ligados à Emater participaram do Programa Nacional de Monitoramento da Cigarrinha do Milho, onde amostras de 97 municípios foram coletadas e analisadas”, informa.

