Análise de Mercado
Arquivo · página 56
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Cana-de-açúcarCepea/Esalq · O ritmo da moagem de cana-de-açúcar ao longo de 2024/25 foi razoável frente ao da safra anterior, mas a produção de cana foi prejudicada por condições climáticas adversas. Dados da Unica evidenciam esse fato. No acumulado da temporada (de abril/24 até 16 de novembro/24), foram processadas 582,61 milhões de toneladas de cana, 2,24% a menos que no mesmo período no ciclo anterior.
Cana-de-açúcarCepea/Esalq · O mercado paulista de açúcar cristal branco mostrou resiliência em 2024 frente aos desafios internos e externos. Segundo pesquisadores do Cepea, a menor oferta, somada à competição entre os diferentes destinos da cana-de-açúcar, evidenciou as estratégias das usinas em maximizar suas margens diante de um cenário de incertezas. Levantamentos do Cepea mostram que a safra 2024/25 se iniciou, em abril, com cotações médias superiores às do mesmo período de 2023.
ArrozCepea/Esalq · Neste período de festas de final de ano, as negociações envolvendo arroz em casca estão lentas no spot do Rio Grande do Sul. Segundo pesquisadores do Cepea, tanto compradores quanto vendedores estão afastados do mercado.
AlgodãoCepea/Esalq · Mesmo diante da desvalorização externa e do fraco ritmo de comercialização no mercado spot nacional neste final de ano, os preços do algodão em pluma estão em alta no Brasil. Segundo pesquisadores do Cepea, a sustentação vem da posição firme de vendedores, que se atentam ao elevado patamar do dólar.
TrigoCepea/Esalq · Os preços das farinhas de trigo estão mais firmes no mercado interno neste encerramento de ano. Segundo pesquisadores do Cepea, a sustentação às cotações vem do aquecimento da demanda pelos derivados e também do repasse dos maiores custos do trigo, sobretudo do importado.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, ensaiaram uma recuperação nesta semana, porém, com pouco fôlego. Após o primeiro mês atingir a US$ 5,50/bushel no dia 16, houve recuo, com o fechamento da quinta-feira (19) ficando em US$ 5,33, contra US$ 5,38 uma semana antes. No ano passado, nesta mesma época, o bushel do cereal valia US$ 6,22. Dito isso, a França confirma que suas exportações de trigo macio, neste ano, para fora da União Europeia, serão as mais baixas desde o início do século XXI, portanto, nos últimos 24 anos.
MilhoCEEMA/UNIJUI · As cotações do milho, em Chicago, subiram nesta semana, chegando a bater em US$ 4,45/bushel, porém, recuaram um pouco posteriormente, com o fechamento da quintafeira (19) ficando em US$ 4,40/bushel, contra US$ 4,31 uma semana antes. No ano passado, nesta época, o bushel do milho valia US$ 4,72. O mercado está diante de uma safra importante, recentemente colhida nos EUA.
SojaCEEMA/UNIJUI · As cotações da soja despencaram em Chicago, nesta semana. O bushel, para o primeiro mês cotado, chegou a bater em US$ 9,51 no dia 18/12, se recuperando um pouco no dia seguinte e fechando em US$ 9,63 no dia 19/12 (quinta-feira), contra US$ 9,95 uma semana antes. Na mesma época do ano passado, o bushel valia US$ 13,27. A boa evolução da safra sul-americana, com previsão de um recorde na produção, após uma boa safra nos EUA, seguida de uma demanda mais comedida, especialmente por parte da China, onde a economia avança mais lentamente, têm sido as principais razões deste recuo.
MandiocaCepea/Esalq · Com a maior parte das fecularias já em recesso neste final de ano, a disponibilidade de matéria-prima superou o interesse industrial ao longo da semana passada. Diante disso, dados do Cepea mostram que os preços da raiz de mandioca se enfraqueceram no período.
FeijãoCepea/Esalq · O mercado de feijão manteve-se pressionado pela oferta crescente e pela qualidade comprometida em diversas regiões produtoras – chuvas em excesso prejudicaram o grão. Pesquisadores do Cepea indicam que, para o curto prazo, a continuidade das colheitas e a maior disponibilidade de feijões de categorias inferiores devem manter as cotações enfraquecidas.
MilhoCepea/Esalq · Como tipicamente ocorre em período de final do ano, o ritmo de negociações envolvendo o milho está pontual no mercado spot brasileiro. Segundo pesquisadores, a liquidez é limitada pela disparidade entre os preços ofertados por demandantes – que mostram baixa intenção de compras – e os pedidos por vendedores.
SojaCepea/Esalq · Os preços da soja caíram no Brasil e nos Estados Unidos na semana passada. De acordo com pesquisadores do Cepea, a pressão veio do clima favorável às lavouras da oleaginosa na América do Sul, contexto que tem reforçado as expectativas de produção mundial recorde.
FeijãoCepea/Esalq · Os preços dos feijões seguiram em queda na última semana em grande parte das praças monitoradas pelo Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, a pressão vem da maior oferta de grãos com a qualidade comprometida pelas chuvas em excesso no Sul e Sudeste.
TrigoCEEMA/UNIJUI · As cotações do trigo, em Chicago, recuaram nesta semana. O bushel do cereal fechou a quinta-feira (12), para o primeiro mês cotado, em US$ 5,38, contra US$ 5,46 uma semana antes. Por sua vez, o relatório de oferta e demanda do USDA, divulgado no dia 10, apontou que, para o ano 2024/25, a safra estadunidense é de 53,6 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais daquele país recuam um pouco, ficando em 21,6 milhões. Já a produção mundial do cereal caiu quase dois milhões de toneladas, ficando em 793 milhões, enquanto os estoques finais globais aumentam um pouco, para 257,9 milhões de toneladas. A safra da Argentina ficaria em 17,5 milhões de toneladas, e suas exportações em 11,5 milhões.
MilhoCEEMA/UNIJUI · A produção mundial de milho foi reduzida para 1,218 bilhão de toneladas, perdendo cerca de um milhão em relação a novembro, enquanto os estoques finais mundiais se estabeleceram em 296,4 milhões, perdendo cerca de 8 milhões de toneladas. As produções do Brasil e da Argentina foram mantidas em 127 e 51 milhões de toneladas, respectivamente. E as exportações brasileiras do cereal são esperadas em 48 milhões de toneladas neste novo ano comercial. Com isso, o preço médio do milho aos produtores dos EUA, no ano em questão, permaneceu projetado em US$ 4,10/bushel.
SojaCEEMA/UNIJUI · Nesta semana de relatório de oferta e demanda do USDA, as cotações da soja subiram um pouco. O primeiro mês cotado fechou a quinta-feira (12) em US$ 9,95/bushel, contra US$ 9,93 uma semana antes. O relatório, divulgado no dia 10, trouxe, para o ano de 2024/25, poucas novidades. A produção dos EUA ficou em 121,4 milhões de toneladas, enquanto seus estoques finais foram mantidos em 12,8 milhões. Já a produção mundial da oleaginosa foi aumentada para 427,1 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais mundiais ficaram em 131,9 milhões.
LaranjaCepea/Esalq · O preço médio da laranja de mesa está em R$ 111,39/caixa de 40,8 kg na parcial desta semana (segunda a quinta-feira), recuo de 1,4% sobre o do período anterior. Segundo pesquisadores do Cepea, o calibre da fruta tem melhorado, embora a oferta continue baixa no mercado. Para a lima ácida tahiti, as cotações seguem em forte queda, influenciadas pela proximidade da safra principal da fruta e pela melhora da qualidade.
AvesCepea/Esalq · Levantamentos do Cepea mostram que carne de frango vem perdendo competitividade frente à suína, mas ganhando em relação à bovina. Segundo o Centro de Pesquisas, as cotações da proteína avícola estão em alta desde julho, impulsionada pela demanda doméstica aquecida e pelo bom desempenho das exportações.
PeixesCepea/Esalq · Os preços da tilápia seguiram em queda em novembro, em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, além da oferta elevada, a fraca demanda reforçou a pressão sobre as cotações.
SuínosCepea/Esalq · Levantamentos do Cepea mostram que, em novembro, o poder de compra de suinocultores paulista se recuperou frente ao milho e cresceu pelo quinto mês seguido em relação ao farelo de soja. Os preços médios do suíno vivo comercializado no mercado independente subiram com força, de outubro para novembro, na região de SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), enquanto as cotações do milho na praça de Campinas (SP) avançaram de forma menos intensa.

