Análise de Mercado
Arquivo · página 59
Arquivo · página 59
Gado de CorteCepea/Esalq · Os preços da pecuária têm tido fortes altas desde o final de agosto em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Em São Paulo, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 e a carcaça casada negociada no atacado da Grande SP acumulam avanço de mais de 15% somente neste mês de outubro.
TrigoCEEMA/UNIJUI · As cotações do trigo, em Chicago, recuaram um pouco nesta semana, com o bushel fechando a quinta-feira (31) em US$ 5,70, contra US$ 5,81 uma semana antes. No ano passado, nesta mesma época, o bushel do cereal valia US$ 5,56. Dito isso, o plantio do trigo de inverno, nos EUA, atingia a 80% da área esperada no dia 27/10, contra 84% na média histórica. Já 56% da área semeada apresentava trigo germinado, contra 61% na média histórica para esta data. Por outro lado, as condições das lavouras plantadas apresentavam-se com apenas 38% entre boas a excelentes, 39% regulares e 23% entre ruins a muito ruins.
MilhoCEEMA/UNIJUI · As cotações do milho, em Chicago, terminam o mês de outubro com viés de baixa. O primeiro mês cotado fechou a quinta-feira (31) em US$ 4,10/bushel, contra US$ 4,21 uma semana antes e US$ 4,29 no primeiro dia do mês. Um ano atrás, o bushel de milho finalizava outubro valendo US$ 4,78. Em tal contexto, a colheita do cereal nos EUA atingia a 81% da área no dia 27/10, contra a média histórica de 64%. Já os embarques de milho por parte dos EUA, na semana encerrada em 24/10, somaram 823.664 toneladas. Com isso, o total exportado, no atual ano comercial, é de 6,6 milhões de toneladas, contra 4,98 milhões no mesmo período do ano anterior.
SojaCEEMA/UNIJUI · O primeiro contrato cotado para a soja, em Chicago, terminou o mês de outubro em baixa na comparação com o início do mesmo mês. Em 1º de outubro o bushel da oleaginosa registrou US$ 10,57. No dia 30 o produto estava em US$ 9,76. Ou seja, um recuo de 7,7% em 30 dias. O farelo igualmente despencou, saindo de US$ 350,00/tonelada curta para US$ 301,60. Apenas o óleo de soja, sustentado pelo conflito no Oriente Médio, subiu, passando de 42,91 centavos de dólar por libra-peso, para 43,81 centavos na comparação entre as duas datas.
LaranjaCepea/Esalq · As chuvas constantes e temperaturas mais brandas registradas em outubro no cinturão citrícola do estado de São Paulo e Triângulo Mineiro – maior polo produtor de laranja voltado à indústria de suco – têm ajudado a aliviar a situação dos pomares. Segundo pesquisadores do Cepea, as chuvas devem favorecer uma melhora nas frutas que ainda permanecem nos pés, referentes à safra 2024/25, iniciada em junho/24 e prevista para ser finalizada em janeiro/25.
MandiocaCepea/Esalq · O valor médio da raiz de mandioca posta fecularia fechou a R$ 648,74/tonelada na semana passada, com alta 3% frente ao do período anterior. Pesquisadores do Cepea destacam que esse foi o 20º avanço semanal consecutivo. Desde meados de maio, quando a média registrou a mínima do ano, a elevação acumulada é de 59,8%. Em 12 meses, a alta é de 8,2%, em termos reais.
SuínosCepea/Esalq · Após avançar por oito meses consecutivos, o poder de compra de suinocultores paulistas caiu frente ao milho em outubro, conforme apontam levantamentos do Cepea. Segundo este Centro de Pesquisas, a mudança de cenário se deve às recentes e intensas valorizações do cereal no mercado doméstico.
Gado de CorteCepea/Esalq · O movimento de alta dos preços do boi segue firme, sem sinais de arrefecimento. Pesquisadores do Cepea explicam que, embora os confinamentos representem parcela importante das escalas de abate no segundo semestre, especialmente no último trimestre, a oferta de animais a pasto é determinante para a formação dos preços.
AlgodãoCepea/Esalq · Os preços domésticos do algodão em pluma seguem oscilando em um pequeno intervalo. Pesquisadores do Cepea indicam que nem mesmo as reações nos valores externos e do dólar estimularam aumentos nos valores internos.
ArrozCepea/Esalq · As cotações do arroz em casca seguem oscilando em um pequeno intervalo de preços. De acordo com levantamento do Cepea, há cerca de 10 semanas, as cotações médias praticadas no Rio Grande do Sul oscilam entre cerca de R$ 117,00/sc a abaixo de R$ 120,00/sc de 50 kg. Segundo pesquisadores do Cepea, a liquidez segue baixa no mercado sul-rio-grandense, e parece não haver fatores de impactos mais expressivos sobre o mercado, seja para alta e/ou baixas das cotações.
MilhoCepea/Esalq · Os preços do milho continuam subindo, com o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) se aproximando dos R$ 70/saca de 60 kg, patamar verificado pela última vez no dia 9 de janeiro deste ano. Pesquisadores do Cepea atribuem o movimento de alta à retração de vendedores e à necessidade de parte dos compradores recompor os estoques.
SojaCepea/Esalq · A oferta global recorde e os estoques elevados pressionaram as cotações da soja no spot brasileiro na última semana, segundo levantamentos do Cepea. Por outro lado, a valorização do dólar frente ao Real limitou o movimento de baixa. Além disso, conforme colaboradores do Cepea, chuvas irregulares seguem deixando sojicultores nacionais em alerta e recuados nas comercializações.
Cepea/Esalq · Na última semana, os preços médios dos etanóis hidratado e anidro seguiram em alta. Pesquisadores do Cepea explicam que o suporte veio da postura firme de muitas usinas, atentas ao encerramento da moagem e ao possível aquecimento na demanda nos últimos meses do ano, como típico para o período.
Cepea/Esalq · Os preços do açúcar cristal branco seguem em alta no mercado spot do estado de São Paulo. Segundo pesquisadores do Cepea, a demanda aquecida vem dando suporte ao movimento de elevação nas cotações. Além disso, usinas paulistas restringem a oferta do cristal, especialmente do Icumsa 150, devido ao grande volume comprometido com as exportações e à queda na produtividade causada por queimadas registradas em agosto no estado paulista.
TrigoCEEMA/UNIJUI · As cotações do trigo, em Chicago, igualmente recuaram nesta semana, porém, em menor intensidade. O bushel do cereal, para o primeiro mês cotado, após atingir a US$ 5,79 no dia 15/10 (a mais baixa cotação desde o dia 24/09), acabou fechando a quintafeira (17) em US$ 5,89, contra US$ 6,03 uma semana antes.
MilhoCEEMA/UNIJUI · As cotações do milho, em Chicago, também cederam na presente semana. O bushel do cereal, para o primeiro mês cotado, após atingir a US$ 4,01 no dia 15, fechou a quinta-feira (17) em US$ 4,06, contra US$ 4,18 uma semana antes. O relatório de oferta e demanda do USDA, anunciado no dia 11, poucas novidades trouxe a este mercado. O mesmo aumentou um pouco a nova colheita dos EUA, passando-a para 386,2 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais, naquele país, para o ano 2024/25, recuaram para 50,8 milhões de toneladas, contra 52,3 milhões indicados em setembro.
SojaCEEMA/UNIJUI · As cotações da soja, em Chicago, recuaram bastante nesta semana de outubro. O bushel da oleaginosa, para o primeiro mês cotado, fechou a quinta-feira (17) em US$ 9,88, após ter atingido a US$ 9,80 na véspera (a mais baixa cotação desde o dia 11/09). Uma semana antes o mesmo foi cotado a US$ 10,14. Dentre os motivos da baixa está o relatório de oferta e demanda do USDA, anunciado dia 11/10, o qual confirmou uma safra cheia nos EUA; a melhoria paulatina do clima no Brasil, permitindo o avanço do plantio da nova safra; e o recuo nos preços dos derivados farelo e óleo.
Cepea/Esalq · Os preços dos ovos iniciaram a segunda quinzena de outubro estáveis na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea. Embora as vendas no atacado tenham registrado leve retração, a oferta ainda controlada da proteína contribuiu para sustentar as cotações, conforme explicam pesquisadores do Cepea.
AvesCepea/Esalq · O poder de compra de avicultores paulistas frente aos principais insumos utilizados na atividade vem recuando em outubro, no comparativo com o mês anterior, conforme apontam levantamentos do Cepea.
LaranjaCepea/Esalq · Levantamento do Cepea mostra que os preços da laranja continuam em alta no mercado doméstico, impulsionados pela oferta limitada de frutas de bom padrão. De modo geral, segue o cenário de frutas murchas disponíveis; apenas um maior volume de chuvas e temperaturas mais amenas devem proporcionar alguma melhora às laranjas no pé.

