Análise de Mercado
Arquivo · página 58
Arquivo · página 58
ArrozInfoarroz · Em outubro, os preços mundiais do arroz registraram uma queda média de 10%, atingindo seu nível mais baixo desde junho de 2023, antes das restrições de exportação implementadas pela Índia. Os exportadores enfrentam grande pressão desde o retorno da Índia ao mercado de exportação, anunciado no final de setembro. As vendas externas tendem a recuar, enquanto a demanda global de importação retorna, especialmente no sudeste asiático, Oriente Médio e África Ocidental, estimuladas pelas ofertas de exportação mais atraentes. A Índia está se beneficiando dessa retomada da demanda mundial graças a preços mais competitivos, após a revogação dos preços mínimos de exportação e a eliminação de todas as taxas de exportação. A desvalorização da rupia em relação ao dólar também a melhora a competitividade do arroz indiano.
MilhoCepea/Esalq · O afastamento de alguns compradores limitou as altas de preços do milho na última semana, conforme levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, a melhora do clima, as exportações em ritmo lento e as quedas dos contratos externos levaram demandantes a apostar em enfraquecimento nos valores domésticos.
ArrozCepea/Esalq · As recentes chuvas intercaladas de sol vêm favorecendo a semeadura da safra 2024/25 de soja, com as atividades estando, agora, adiantadas em relação a igual período da temporada anterior.
TrigoCEEMA/UNIJUI · As cotações do trigo, em Chicago, recuaram fortemente nesta semana, com o bushel fechando a quinta-feira (14) em US$ 5,30 para o primeiro mês cotado, contra US$ 5,71 uma semana antes. O valor deste 14/11 não era visto desde o final de agosto. O relatório de oferta e demanda, do USDA, apontou, no dia 08/11, que a produção de trigo nos EUA fica em 53,6 milhões de toneladas em 2024/25, enquanto os estoques finais do país atingem a 22,2 milhões. A produção mundial do cereal chegaria a 794,7 milhões de toneladas, e os estoques finais globais a 257,6 milhões. Ambos sem grandes alterações sobre o que foi indicado um mês antes. A produção do Brasil e da Argentina ficaria em 8,5 e 17,5 milhões de toneladas, com redução de 500.000 toneladas para os dois países, em relação ao indicado em outubro.
MilhoCEEMA/UNIJUI · As cotações do milho, em Chicago, após subirem durante a semana, recuaram no final da mesma. O bushel do cereal, para o primeiro mês cotado, fechou a quinta-feira (14) em US$ 4,19, contra US$ 4,27 uma semana antes. Enquanto isso, o relatório de oferta e demanda do USDA, anunciado no dia 08/11, indicou uma redução na produção dos EUA, para este ano 2024/25. A mesma ficaria, agora, em 384,6 milhões de toneladas, contra 386,1 milhões no mês anterior. Com isso, os estoques finais estadunidenses, do cereal, recuam para 49,2 milhões, contra 50,8 milhões de toneladas um mês antes.
SojaCEEMA/UNIJUI · As cotações da soja, em Chicago, após o relatório de oferta e demanda do USDA, anunciado em 08/11, ensaiaram uma recuperação, porém, o movimento não se sustentou. Com isso, o bushel da oleaginosa, para o primeiro mês cotado, fechou em US$ 9,85 nesta quinta-feira (14), contra US$ 10,15 uma semana antes. Quanto ao relatório, o mesmo surpreendeu ao reduzir a safra dos EUA de 124,7 para 121,4 milhões de toneladas. Embora ainda bem acima dos 113,3 milhões do ano anterior, este corte de mais de 3 milhões chamou a atenção e colocou alguma pressão sobre Chicago. Especialmente porque, com isso, os estoques finais estadunidenses igualmente foram reduzidos para o ano 2024/25, passando, agora, de 15 para 12,8 milhões de toneladas (no ano anterior os mesmos foram de 9,3 milhões).
SuínosCepea/Esalq · Os preços do suíno vivo continuam subindo, renovando as máximas nominais da série histórica do Cepea – em termos reais, as médias atuais são as mais altas desde 2020. Segundo pesquisadores do Cepea, a maior liquidez no mercado de carne tem levado frigoríficos a buscarem mais lotes de suínos para abate. Além disso, o cenário é de baixa disponibilidade interna, reforçado pelo bom desempenho das exportações de carne suína.
MilhoCepea/Esalq · O poder de compra de avicultores paulistas frente ao milho está no menor patamar desde abril/23, conforme apontam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, isso se deve à valorização doméstica do milho e ao enfraquecimento dos preços do frango vivo, comparando-se a média parcial de novembro com a do mês anterior.
Gado de CorteCepea/Esalq · Desde o dia 1º de novembro, o quilo da carcaça casada bovina supera os R$ 22, batendo recordes diários, conforme levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, a demanda aquecida, em função de questões macroeconômicas – especialmente a queda do desemprego – e também da proximidade dos períodos de festas, faz com que varejistas busquem se abastecer, pagando preços significativamente maiores no atacado.
MandiocaCepea/Esalq · Os preços da mandioca iniciaram novembro com novas altas em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, quadro que ocorre ininterruptamente desde junho. Entre 4 e 8 de novembro, a média nominal a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 673,70 (R$ 1,1716 por grama de amido), superando em 1,7% a da semana anterior e em 9,5%, em termos reais – utilizando o IGP-DI como deflator –, a de intervalo equivalente do ano passado.
Cepea/Esalq · Levantamentos do Cepea mostram que os preços dos etanóis encerraram a última semana estáveis em relação ao período anterior. De 4 a 8 novembro, o Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado fechou em R$ 2,6025/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), enquanto o Indicador CEPEA/ESALQ do anidro subiu ligeiro 0,12%, a R$ 2,9186/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins). Esse cenário de estabilidade ocorreu mesmo com o aumento no volume negociado.
Cana-de-açúcarCepea/Esalq · Os preços médios do açúcar cristal branco seguem firmes no mercado spot do estado de São Paulo, com o Indicador CEPEA/ESALQ para a cor Icumsa de 130 a 180 renovando a máxima nominal da série histórica. Levantamento do Cepea mostra que, no balanço da última semana (entre 4 e 8 de novembro), a média do Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 166,01/saca de 50 kg, alta de 2,68% em relação à do período anterior.
TrigoCepea/Esalq · As cotações domésticas do trigo reagiram ao longo da semana passada. Pesquisadores do Cepea explicam que o suporte veio da alta na Bolsa de Chicago e de informações de que o governo possa lançar edital para compra do cereal.
TomateCepea/Esalq · Pesquisas da equipe Hortifrúti/Cepea mostram que os preços do tomate seguem em queda, refletindo a oferta elevada em decorrência das altas produtividades na safra de inverno, que ainda está sendo colhida. Na última semana, a caixa do tomate salada 3A no atacado de São Paulo (SP) fechou à média de R$ 56, recuo de 16,4% frente ao período anterior.
TrigoCEEMA/UNIJUI · As cotações do trigo, em Chicago, registraram leves altas nesta semana. Para o primeiro mês cotado, o bushel do cereal fechou a quinta-feira (07) em US$ 5,71, contra US$ 5,70 uma semana antes. A média de outubro fechou em US$ 5,85/bushel, com aumento de 2,6% sobre setembro. Em outubro do ano passado a média havia sido de US$ 5,72/bushel, indicando que houve estabilização, portanto, nas cotações do trigo nestes últimos 12 meses.
MilhoCEEMA/UNIJUI · As cotações do milho igualmente subiram durante a semana, não indicando, por enquanto, efeitos maiores devido as eleições presidenciais nos EUA. O bushel do cereal, para o primeiro mês cotado, fechou a quinta-feira (07), véspera do novo relatório de oferta e demanda do USDA, que iremos comentar em detalhes no próximo boletim, em US$ 4,27, contra US$ 4,10 uma semana antes. A média de outubro ficou em US$ 4,16/bushel, ou seja, 4% acima da média registrada em setembro. Lembrando que a média de outubro/23 foi de US$ 4,88/bushel. Até o dia 03/11 a colheita de milho nos EUA estava em 91% da área, contra 75% na média histórica. Já aqui no Brasil os preços se mantêm firmes.
SojaCEEMA/UNIJUI · A soja voltou a subir, em Chicago, nesta semana. O bushel, para o primeiro mês cotado, subiu especialmente no dia 07, quinta-feira, quando fechou em US$ 10,15, contra US$ 9,82 uma semana antes. Este aumento específico foi puxado pelo óleo de soja, que avançou 7% na semana. A média de outubro ficou em US$ 10,02, representando um recuo de 1,2% sobre setembro.
SuínosCepea/Esalq · Os preços do suíno vivo e da carne vêm subindo com mais força neste começo de novembro, atingindo as máximas nominais das séries históricas do Cepea, iniciadas em 2022 para o animal e em 2009 para a carcaça.
MandiocaCepea/Esalq · Os preços da mandioca seguem em alta em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. A média de outubro para a raiz posta fecularia subiu 10,1% em relação ao mês anterior, para R$ 632,37/t (R$ 1,0998 por grama de amido), o maior valor, em termos nominais, desde agosto/23.
SuínosCepea/Esalq · Os preços da carne suína e do animal vivo reagiram neste encerramento de outubro, levando a média mensal a avançar pelo sexto mês consecutivo. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem sobretudo do ritmo recorde das exportações brasileiras da proteína suína in natura na parcial de outubro e da procura aquecida também por parte do mercado doméstico.

