Análise de Mercado
Arquivo · página 68
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Sojaitaú BBA · Após cair quase 5% em fevereiro, a parcial de março até o dia 25 segue apontando leve valorização para o preço externo da soja. Já no Brasil, a melhora da demanda no início de março vem favorecendo a formação das cotações. A colheita da soja no Brasil segue em bom ritmo, andando em linha com o ano passado. As exportações de soja do Brasil voltaram a acelerar em fevereiro e seguem em boa velocidade na parcial de março.
TrigoCEEMA/UNIJUI · As cotações do trigo, em Chicago, se elevaram um pouco para o primeiro mês cotado. O fechamento da quinta-feira (28), já influenciado pelos relatórios de intenção de plantio e estoques trimestrais nos EUA, anunciados pelo USDA no transcorrer do dia, ficou em US$ 5,60/bushel, contra US$ 5,46 uma semana antes. Os relatórios, por sua vez, trouxeram os seguintes números para o trigo: a) uma redução de 4% na área total de trigo a ser semeada nos EUA, neste ano, com a mesma ficando em 19,2 milhões de hectares; b) os estoques trimestrais, na posição 1º de março, foram aumentados em 16%, ficando em 29,7 milhões de toneladas.
CEEMA/UNIJUI · As cotações do milho, em Chicago, após ensaiarem uma recuperação, voltaram aos níveis mais baixos da segunda semana do mês, tomando-se o primeiro mês cotado como referência. Isso até o anúncio dos relatórios de intenção de plantio e estoques trimestrais, pelo USDA, no transcorrer deste dia 28/03. Após o anúncio, o fechamento em Chicago, para este dia que encerrou a semana, foi de alta, com o bushel voltando ao patamar superior, ficando em US$ 4,42, contra US$ 4,40 uma semana antes.
SojaCEEMA/UNIJUI · As cotações da soja, em Chicago, oscilaram um pouco durante a semana, com o primeiro mês cotado tentando romper definitivamente o teto dos US$ 12,00/bushel, porém, sem sucesso. Tudo isso, na expectativa dos relatórios de intenção de plantio e estoques trimestrais nos EUA, anunciados nesta quinta-feira (28). Neste sentido, os relatórios trouxeram os seguintes números:
SuínosCepea/Esalq · Após caírem na primeira metade de março, os preços do suíno vivo e da carne suína avançam nesta segunda quinzena. Ainda assim, segundo pesquisadores do Cepea, enquanto em algumas regiões o recente movimento de alta garante aumento na média de março frente à de fevereiro, em outras, a desvalorização mais intensa na primeira quinzena resulta em baixa na média mensal.
Cepea/Esalq · Desde o encerramento de dezembro, o preço médio da arroba do boi gordo no estado de São Paulo (representado pelo Indicador CEPEA/B3) caiu 20 Reais, ou 8% – o Indicador encerrou o ano de 2023 em R$ 252,30 e opera na casa dos R$ 232 nesta semana.
AvesCepea/Esalq · Os preços médios da maioria dos produtos de origem avícola estão encerrando março abaixo dos registrados em fevereiro. Segundo pesquisadores do Cepea, a queda se deve principalmente à demanda enfraquecida pela carne e à consequente baixa liquidez observada ao longo do mês. Já no mercado de pintainho de corte, a procura aquecida pelo animal tem impulsionado os valores.
ArrozCepea/Esalq · As fortes chuvas ocorridas no Rio Grande do Sul na última semana deixaram o setor arrozeiro em alerta. Segundo pesquisadores do Cepea, em algumas regiões, houve acamamento das plantas, o que pode acarretar em perdas de produtividade nesta fase final de ciclo. Além disso, estruturas de secadores e galpões ficaram comprometidas em determinadas localidades e alguns acessos rodoviários foram dificultados.
Cepea/Esalq · O mercado de algodão em pluma segue enfraquecido, com compradores e vendedores mostrando pouco interesse em realizar novos negócios no spot. Dentre os agentes ativos, observa-se desacordo quanto ao preço e/ou à qualidade dos lotes disponibilizados.
Cepea/Esalq · As chuvas registradas nas regiões produtoras brasileiras de café têm sido positivas às lavouras tanto de arábica como de robusta. Segundo pesquisadores do Cepea, as precipitações devem auxiliar no enchimento dos grãos de cafezais mais tardios e contribuir para a realização das últimas adubações da safra – a umidade do solo favorece a absorção dos nutrientes.
MilhoAgrolink · No mercado brasileiro de milho para exportação, os prêmios continuam melhorando para a Safrinha brasileira de 2024, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios subiram mais $ 2 cents/bushel para $ 65 cents/bushel para julho/24, permaneceram em $ 55 em agosto/24, $ 55 em setembro/24 e $ 60 para outubro/24, nos portos de Santos e Tubarão”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul se encontra com vendedores ausentes, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Indicações CIF fábricas em Santa Rosa a R$ 55,00; Não-Me-Toque a R$ 56,00 (+R$ 1,00); Marau, Gaurama e Frederico Westphalen a R$ 58,00 (+R$ 1,00); e Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro a R$ 59,00 (+R$ 1,00). Vendedores bastante ausentes parecem já ter suprido a necessidade de espaço. Não foram relatados negócios no dia de hoje”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), as posições fecharam em campo misto nesta sexta-feira para o milho, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A contribuição principal para as altas veio do dólar, que apesar de ter trabalhado durante o período da manhã em baixa, fechou o dia recuperando, apresentando ganhos de +0,39% e fechando a R$ 4,999 na venda”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou o dia e o acumulado semanal em queda, quebrando um ciclo de três semanas em alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio24, referência para a safra brasileira, fechou em baixa de -1,61%, ou $ -19,50 cents/bushel a $ 1192,50”, comenta.
SojaAgrolink · A recomendação da TF Agroeconômica para a soja continua sendo vender no físico somente o necessário para pagar os compromissos assumidos. Depois disso, o interessante é “reservar algo como 5-8% para comprar contratos futuros a fim de aproveitar as altas futuras que estão se desenhando pela frente, principalmente diante da possível liquidação de contratos vendidos que estão se acumulando nos últimos meses”.
SojaAgrolink · O mercado de soja brasileira está em alta, impulsionado por uma série de fatores favoráveis. De acordo com o boletim informativo da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), o cenário atual é marcado por uma conjunção de fatores que têm contribuído para uma melhoria nos preços da commodity.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo para o primeiro mês cotado, voltaram a subir durante a semana em Chicago. O fechamento da quinta-feira (21) ficou em US$ 5,46/bushel, contra US$ 5,19 uma semana antes.
MilhoAgrolink · Preços do milho continuaram estáveis no Brasil, com alguns movimentos de alta em determinadas regiões. A média gaúcha ficou em R$ 52,21/saco, enquanto as principais praças locais se mantiveram em R$ 50,00. De acordo com boletim semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), as demais localidades brasileiras os valores do cereal oscilaram entre R$ 37,00 e R$ 58,00/saco. Este leve suporte aos preços, por enquanto, se dá pela tendência de menor safra de milho no Brasil, neste ano.
SojaAgrolink · As cotações da soja permaneceram firmes ao longo desta semana em Chicago. A informação segue as expectativas dos relatórios de intenção de plantio e estoques trimestrais, programados para o dia 28 de março.
TrigoAgrolink · A cultura do trigo deve ocupar uma área menor no Paraná em 2024 em comparação com o ano anterior, refletindo uma forte queda na rentabilidade observada para a cultura. A primeira projeção da área a ser plantada será divulgada na próxima quinta-feira (28/03) pela SEAB/Deral.

