Análise de Mercado
Arquivo · página 72
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SojaAgrolink · A produção nacional de soja foi revisada para baixo nesta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O relatório apontou que deverão ser produzidas no Brasil 146,8 milhões de toneladas, representando uma queda de 5% em comparação com a safra anterior, que totalizou 154,6 milhões de toneladas.
Gado de CorteAgrolink · O Brasil conquistou recentemente a habilitação de mais 65 abatedouros de bovinos para exportar carne bovina à China, evidenciando um cenário favorável para o setor pecuário nacional. Segundo analistas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), essa expansão reflete o interesse crescente da China pela carne brasileira, estimulando as empresas a buscarem um maior fornecimento de animais.
FeijãoAgrolink · A temporada de colheita de feijão está em pleno vapor, mas a produção no Paraná, um dos principais estados produtores do Brasil, está abaixo das expectativas. Essa escassez já está impactando os preços, aumentando a preocupação tanto para os produtores quanto para os compradores.
MilhoAgrolink · No mercado de milho para exportação, os prêmios e a demanda continuam a subir no Brasil, melhorando os preços, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios mantiveram em $ 65 cents/bushel para julho/24, caíram $-2 cents de bushel para $ 48 em agosto/24, mantiveram em $ 47 em setembro/24 e permaneceram em $ 50 para outubro/24, nos portos de Santos e Tubarão”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul registrou novos negócios em Ijuí, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Tamanho e quantidade de ofertas aparentam estar maiores, com maior partes dos lotes entre R$ 56,00 mais ao sul e R$ 57,00 do centro pro norte do estado. Indicações CIF fábricas em Santa Rosa a R$ 54,00; Não-Me-Toque a R$ 55,00; Marau, Gaurama e Frederico Westphalen a R$ 57,00; e Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro a R$ 58,00”, comenta.
MilhoAgrolink · O clima deve permanecer seco para as próximas semanas e essa bolha de calor traz novas movimentações positivas para o milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Ondas de calor colocam temor sobre o clima nos próximos dias, o que pode ter motivado as movimentações. Também na esteira dos acontecimentos, um dólar pouco mais fraco, fechando o dia a R$ 4,976 na venda”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul tem preços e negócios parados neste meio de semana, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Durante a maior parte do dia, o mercado operou com tendência de baixa, buscando alcançar um equilíbrio nas cotações. No entanto, apenas no final do pregão foram registrados raros negócios, principalmente devido a questões logísticas”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou de forma mista com avanço da colheita no Brasil e estoques de óleo vegetal na Índia, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para março24, a próxima data negociada nos EUA, fechou em baixa de-0,02 %, ou $ -0,25 cents/bushel a $ 1181,75”, comenta.
Gado de CorteAgrolink · O mercado pecuário brasileiro permanece estável, com boa disponibilidade de carne no mercado interno e uma oferta satisfatória de boiadas, porém, com um escoamento mais lento. De acordo com análise do informativo "Tem Boi na Linha", os preços se mantiveram estáveis diante desse cenário.
FeijãoAgrolink · Na última semana, o mercado brasileiro de feijão foi abalado pela insegurança gerada pelos poucos lotes colhidos e vendidos com valores entre R$ 300 e R$ 320 no feijão-preto. Essa situação levou os empacotadores, mesmo com poucos estoques disponíveis, a recuarem ainda mais. No entanto, é importante ressaltar que essa baixa não reflete a realidade da colheita, programada para ocorrer somente durante o mês de abril, gerando uma expectativa de mudanças significativas nos preços.
CaféAgrolink · Os preços do café robusta têm registrado uma escalada contínua desde o último trimestre de 2023, culminando em um marco significativo em 7 de março, quando atingiram o valor mais alto em termos reais desde novembro de 2016, alcançando R$ 889,32 por saca de 60 kg. Essa revelação foi feita pelo Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, peneira 13 acima, ajustado pelo IGP-DI de fevereiro de 2024.
ArrozAgrolink · O mercado interno do arroz em casca continua a enfrentar uma queda nos preços, de acordo com os últimos relatórios dos pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A situação é influenciada por uma combinação de fatores, incluindo uma resistência dos vendedores e dificuldades nas vendas para o atacado e o varejo, o que tem pressionado os valores para baixo, incentivando novos negócios.
PeixesAgrolink · Em meio à pressão da oferta, os pesquisadores do Cepea observaram que os volumes negociados com as indústrias superaram os registros dos anos anteriores para o mesmo período. A tendência é de que essa oferta continue a crescer em março, impulsionada pelo período da Quaresma, que tradicionalmente estimula o consumo de pescados.
TrigoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, o que estamos assistindo no mercado de trigo, farinhas e subprodutos é algo muito mais importante do que as aparências mostram. “Há uma retração bem acima do normal de toda a cadeia de produção, mesmo depois de passado o Carnaval e do retorno às aulas. Os fabricantes de massas e biscoitos se queixam de que seus produtos estão encalhados, com demanda muito retraída, pedindo para os moinhos reduzirem, reprogramarem e até cancelarem algumas comprasdefarinha”, comenta.
MilhoAgrolink · A safra argentina de milho, estimada em 56 milhões de toneladas pelo USDA, parece plausível dada a qualidade das lavouras reportadas. De acordo com o boletim da Grão Direto, com uma previsão de safra de inverno brasileira em 124 milhões de toneladas e uma demanda internacional em declínio, os produtores enfrentam a possibilidade de duas situações: uma quebra na safra de inverno ou um retorno significativo da demanda.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul existem negócios em Erechim e Passo Fundo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Tamanho e quantidade de ofertas aparentam estar maiores, com maior partes dos lotes entre R$ 56,00 mais ao sul e R$ 57,00 do centro pro norte do estado. Indicações CIF fábricas em Santa Rosa a R$ 54,00; Não-Me-Toque a R$ 55,00; Marau, Gaurama e Frederico Westphalen a R$ 57,00; e Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro a R$ 58,00”, comenta.
MilhoAgrolink · A redução nas projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a previsão de onda de calor fizeram os futuros de milho fecharem em alta, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Na esteira dos acontecimentos, traders estiveram atentos aos novos cortes da Conab em relação à safrinha de milho, onde o órgão previu, em face da redução de área para 20,3 milhões de hectares, e diante do clima adverso, uma redução de quase 1 milhão de toneladas”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul tivemos uma alta geral, mas com poucos negócios, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Apesar do aumento nos preços em Chicago hoje, o mercado permaneceu bastante lento. Foram reportados poucos negócios no estado, e esses ocorreram principalmente por questões logísticas, visando garantir a saída da primeira soja e evitar problemas de espaço”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta com dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para março24, a próxima data negociada nos EUA, fechou em alta de 1,46 %, ou $ 17,00 cents/bushel a $ 1182,00”, comenta.
ArrozInfoarroz · Em fevereiro, os preços mundiais do arroz caíram em média 2%, com exceção da Índia, onde os preços do arroz parboilizado permaneceram firmes em função da forte demanda doméstica e africana. As quedas mais significativas foram observadas na Tailândia e no Vietnã, em parte devido à forte concorrência entre os exportadores. A queda se deve também à redução da demanda de importação, já que os importadores acreditam novas quedas com a chegada da nova safra asiática de inverno-primavera. Na Índia, os preços continuam competitivos, apesar da taxa de 20% sobre as exportações de arroz, que foi prorrogada sem prazo definido. Mas a verdadeira questão é saber quando serão liberadas as exportações de arroz branco não-basmati.

