Análise de Mercado
Arquivo · página 73
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MamãoAgrolink · Na última semana, uma valorização do mamão formosa chamou a atenção de produtores e consumidores em todo o país. De acordo com informações fornecidas por pesquisadores do Hortifruti/Cepea, o aumento nos preços foi impulsionado pela escassez do produto no mercado.
SojaAgrolink · Durante o mês de fevereiro, os preços da soja continuaram sua trajetória de queda, alcançando patamares que ficaram cerca de 30% abaixo dos registrados no mesmo período do ano anterior. Conforme apontado pelo Boletim Mensal do Cepea, essa tendência foi impulsionada pela oferta que, mesmo diante dos problemas climáticos enfrentados em diversas regiões do Brasil e da produção nacional menor do que inicialmente estimada, permaneceu em níveis que superaram a demanda.
MilhoAgrolink · No decorrer do mês de fevereiro, o mercado de milho foi marcado por uma postura cautelosa por parte dos agentes envolvidos. De acordo com os dados do Boletim Mensal do Cepea, os consumidores optaram por priorizar o uso de seus estoques, enquanto os vendedores mantiveram-se atentos aos desdobramentos da colheita da safra verão e à semeadura ou desenvolvimento da segunda safra.
FeijãoAgrolink · O cenário no mercado de feijão e pulses no Brasil enfrenta desafios significativos, conforme apontado pelo Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe). Uma combinação de grãos danificados e a pressa dos produtores em comercializar suas safras tem impactado as cotações, levando a uma situação de oferta abundante, mas com qualidade comprometida.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado de milho segue lento, com compradores confiando no tamanho da safra e nos bons avanços da colheita, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Indicações CIF fábricas em Santa Rosa a R$ 54,00; Não-Me-Toque a R$ 55,00; Marau, Gaurama e Frederico Westphalen a R$ 57,00; e Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro a R$ 58,00. Ofertas iniciam-se a 54,00 em regiões mais extremas das Missões, e concentram-se em R$ 57,00, o que dificulta o fechamento de negócios”, comenta.
MilhoAgrolink · Os principais vencimentos de milho fecharam o dia em variações negativas nesta sexta-feira na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Ondas de calor colocam temor sobre o clima nos próximos dias, o que pode ter motivado as movimentações”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul experimentou altas gerais, mas com poucos mercados, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado iniciou a semana com um ritmo lento, devido às altas registradas na semana passada, o que levou os vendedores a adotarem uma postura defensiva. Poucos negócios foram reportados no estado, principalmente por razões logísticas, visando garantir a saída dos primeiros lotes de soja e evitar problemas com o espaço de armazenamento”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou em baixa com avanço da colheita no Brasil e baixa demanda pelo grão norte-americano, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para março24, a próxima data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,47 %, ou $ -5,50 cents/bushel a $ 1165,00”, comenta.
AlgodãoAgrolink · As exportações brasileiras de algodão alcançaram um volume recorde em fevereiro de 2024, de acordo com os dados da Secex. No total, foram enviadas 258,05 mil toneladas do produto para o exterior, representando um aumento de 3,11% em relação ao mês anterior, janeiro de 2024.
Gado de CorteAgrolink · As exportações de carne bovina por Mato Grosso atingiram um marco histórico em fevereiro de 2024, totalizando 55,19 mil toneladas equivalente carcaça (TEC), de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Esse volume representa um recorde na série histórica para o mês de fevereiro.
MilhoAgrolink · Dados recentes da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados em 07/03, revelam que o estado de Mato Grosso enviou ao exterior um total de 28,32 milhões de toneladas de milho da safra 22/23, no período de julho de 2023 a fevereiro de 2024. Esse volume representa um aumento de 12,73% em relação ao mesmo período da safra anterior.
SojaAgrolink · O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou dados sobre a comercialização da safra de soja no estado de Mato Grosso referente ao mês de fevereiro de 2024.
AlgodãoAgrolink · O preço do algodão em pluma teve um aumento durante o mês de fevereiro de 2024, registrando elevação de 9,46% em comparação com o período anterior, conforme dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Essa alta representa a maior variação mensal desde julho de 2023, quando o mercado testemunhou um aumento de 9,73%. O relatório do Cepea destaca que o avanço nos preços internos foi particularmente notável na segunda metade de fevereiro. Neste período, os vendedores, conscientes das fortes valorizações nos mercados externos, adotaram uma postura mais firme nas negociações, impulsionando ainda mais os preços domésticos.
ArrozAgrolink · No mês de fevereiro, o Indicador do arroz em casca Cepea/IRGA-RS registrou uma queda acumulada de 14,24%. Essa redução levou a média mensal a atingir o valor de R$ 112,79 por saca de 50 kg, representando uma diminuição de 11,36% em relação a janeiro de 2024. No entanto, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 29,3% em termos reais, após o deflacionamento pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) de janeiro de 2024.
CaféAgrolink · Em fevereiro, o mercado do café arábica registrou fortes oscilações de preços, influenciadas pelos impactos climáticos nas lavouras brasileiras, bem como pela proximidade da colheita da safra 2024/25 e especulações sobre os estoques globais. Os dados do Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, bebida dura para melhor, revelam uma média de R$ 1.008,26 por saca de 60 kg, marcando um leve aumento de 1,8% em relação ao mês anterior, porém, uma queda de 10,7% em comparação com fevereiro de 2023.
TrigoAgrolink · Em fevereiro, as importações brasileiras de trigo atingiram altas que foram impulsionadas pela busca por qualidade superior devido à oferta limitada no mercado interno. Os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) revelam um aumento substancial nas compras internacionais, especialmente dos países do Mercosul, diante das condições climáticas adversas que prejudicaram a safra nacional.
MilhoAgrolink · No mercado externo de milho, os prêmios e a demanda continuam a subir no Brasil, melhorando os preços, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios recuaram $ 3 cents/bushel para $ 60 cents/bushel para julho/24, mantiveram-se em $ 50 em agosto/24, recuaram $ 3 cents/bushel para $ 47 em setembro/24 e permaneceram em $ 50 para outubro/24, nos portos de Santos e Tubarão”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul segue com lentidão, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento, com compradores confiando no tamanho da safra e nos bons avanços de colheita. Indicações CIF fábricas em Santa Rosa a R$ 54,00; Não-Me-Toque a R$ 55,00; Marau, Gaurama e Frederico Westphalen a R$ 57,00; e Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro a R$ 58,00. Ofertas iniciam-se a 54,00 em regiões mais extremas das Missões, e concentram-se em R$ 57,00, o que dificulta o fechamento de negócios”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho estão em ascensão na maioria das regiões pesquisadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), influenciados pelas valorizações observadas no mercado externo. De acordo com análises dos pesquisadores do Cepea, os avanços são mais evidentes nas regiões paulistas, onde os estoques estão em níveis baixos, e nas regiões catarinenses, afetadas por condições climáticas desfavoráveis durante a semeadura e uma subsequente redução na produtividade.
MilhoAgrolink · O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apresentou ajustes tímidos em seu relatório de milho e a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) fez poucos movimentos de correção, segundo a TF Agroeconômica. “Na esteira dos acontecimentos, a moeda norte-americana fechou em alta, a R$ 4,982 na venda, apresentando variação positiva de +0,97%”, comenta.

