Análise de Mercado
Arquivo · página 82
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MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado do milho permanece ausente nas negociações, somente repetindo indicações, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Produtores pouco se interessam pela venda, ofertando a partir de R$ 60,00 na maioria dos casos”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado spot nacional, as negociações envolvendo soja têm registrado valores abaixo de R$ 120/sc de 60 kg, conforme aponta o mais recente boletim do Cepea. Esse cenário, segundo analistas, é influenciado pelo reflexo das quedas no cenário internacional e pela redução tanto na demanda interna quanto externa, especialmente da China.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou novamente próximo à estabilidade, onde os negócios avançam pouco, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O feriado que se estendeu durante a semana travou ainda o cenário de negócios no cereal, o que contribuiu para poucas movimentações, tanto no mercado físico como na B3”, comenta.
MilhoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, é possível que os preços do milho subam em um futuro próximo, tornando promissor não vender agora. “Assim como os da soja, os preços do milho irão voltar a subir no segundo semestre de 2024, com a disputa entre as indústrias locais e os exportadores”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve dia de altas pontuais, enquanto os negócios seguem lentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No estado, uma única indicação de comprador disponível no porto, na casa de R$ 123,00 sobre rodas entrega imediata e pagamento 18/03/2024 No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça, focado em fábricas”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta com recuperação técnica e expectativa para a volta do feriado na China, de acordo com a TF Agroeconômica. “O contrato de soja para março24, a próxima data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,86%, ou $ 10,00 cents/bushel a $ 1172,25”, comenta.
SojaAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, a recomendação atual é não vender a soja, porque existem chances de os preços subirem no futuro próximo. “A recomendação é não vender, nos preços atuais, porque há uma grande chance de eles voltarem a subir,pelo menos ao equivalente a R$ 130,00 no RS, R$ 125 no PR, R$ 110 no Centro-Oeste, com a disputa entre indústrias e exportadores no segundo semestre de 2024. Isto cobriria os custos atuais e sobraria um pequeno lucro”, comenta.
CaféAgrolink · Após enfrentar um período pós-floração de extrema complexidade nos cinturões cafeeiros do Brasil, caracterizado por uma combinação desafiadora de escassez de chuvas e temperaturas elevadas, especialmente na região do cerrado mineiro, as condições das lavouras estão finalmente mostrando sinais de uma notável recuperação.
SojaAgrolink · Nesta semana bastante curta no Brasil, devido às festas de Carnaval, o mercado externo assistiu a novas baixas nas cotações da soja em Chicago. O bushel do produto fechou a quinta-feira (15) em US$ 11,62, contra US$ 11,93 uma semana antes.
TrigoAgrolink · No Brasil os preços do trigo se estabilizaram. A média gaúcha ficou em R$ 62,00/saco, enquanto no Paraná o produto oscilou entre R$ 65,00 e R$ 66,00/saco. Estes preços estão melhores do que os níveis verificados em outubro passado, quando da colheita.
MilhoAgrolink · No Brasil, a colheita mais rápida da soja acelera, igualmente, o plantio do milho safrinha. Mesmo com o clima incerto, tal situação leva a um recuo nos preços médios do cereal em algumas praças. Assim, a média gaúcha fechou a semana em R$ 52,07/saco, enquanto as principais praças locais trabalharam com R$ 50,00/saco.
SojaAgrolink · O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou na semana passada novas projeções para a safra mundial de soja, trazendo uma redução de 1 milhão de toneladas para a safra brasileira em comparação com o relatório anterior de janeiro. Segundo o USDA, o Brasil deve produzir 156 milhões de toneladas, enquanto o relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado em fevereiro, distribuiu uma expectativa de 149,4 milhões de toneladas.
CaféAgrolink · Em um contexto de volatilidade no cenário internacional, os preços do café arábica mantêm sua trajetória de oscilação no mercado interno, conforme destacado pelos especialistas do Cepea. A conjuntura, aliada ao período de recesso do carnaval, resultou no afastamento dos produtores do spot nacional. Paralelamente, uma parcela significativa dos vendedores demonstra cautela, mantendo um equilíbrio no fluxo de caixa e sem pressa para negociar seus lotes a valores considerados insatisfatórios.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo em Chicago registraram recuos, embora menos intensos em comparação com a soja e o milho, segundo análise de mercado da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA). O fechamento desta quinta-feira (15) para o primeiro mês cotado registrou US$ 5,67/bushel, comparado a US$ 5,88 uma semana antes. O fechamento é o mais baixo desde o final de novembro passado, destacando a volatilidade do mercado de commodities agrícolas. Enquanto aguardava os dados do Fórum Outlook do USDA, que ocorreram a partir de 15/02, o mercado especulava uma projeção de área a ser semeada com trigo nos EUA para 2024, estimada em torno de 19 milhões de hectares, uma redução de 5,47% em relação ao ano anterior.
MilhoAgrolink · As cotações do milho em Chicago registraram uma queda contínua nesta semana de Carnaval, de acordo com a análise divulgada pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA).
CaféAgrolink · No mês de janeiro, o Brasil, maior produtor mundial de café, registrou um feito notável ao exportar 3,9 milhões de sacas de café, pesando 60kg cada, marcando um volume recorde para o mês. Esses números representam um aumento significativo de 39% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Rabobank destaca que, apesar dos persistentes gargalos logísticos no porto de Santos, o setor de café brasileiro continua a prosperar.
FeijãoAgrolink · Durante a semana de carnaval, o Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe) registrou um expressivo aumento de 10% no preço do Feijão-carioca nos polos de produção, alcançando a marca de nota 8,5. Em apenas uma semana, produtores e empacotadores testemunharam os preços se aproximando perigosamente da marca dos R$ 350. Enquanto isso, no Sul do Paraná, as cotações do Feijão-preto permaneceram estáveis, variando entre R$ 380 e R$ 400.
MilhoAgrolink · No mercado brasileiro de milho para exportação, o prêmio de julho recuou forte na volta do carnaval, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios recuaram $ 10 cents/bushel para $ 55 para julho/24, permaneceram em $ 55 em agosto/24, e $ 60 em setembro/24 e não foram cotados para outubro/24, nos portos de Santos e Tubarão”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado brasileiro de soja permanece estável, mas com uma tendência de baixa à medida que a colheita progride e as chuvas retornam ao sul do país. As estimativas iniciais apontavam para uma safra nacional acima de 160 milhões de toneladas, com um potencial total ainda mais elevado. No entanto, a realidade mostra números inferiores, com estimativas variando entre 149 milhões (Conab) e 154 milhões de toneladas (analistas privados).
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul não reportou negociações, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. O mercado permanece ausente nas negociações, somente repetindo indicações. Pouco produtores se interessam pela venda, ofertando a partir de R$ 60,00 na maioria dos casos. Nas indicações, Santa Rosa a R$ 55,00; Não-Me-Toque a R$ 57,00; Marau e Gaurama a R$ 57,50 e Lajeado a R$ 56,00”, comenta.

