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Analise

INFOCAFE

Infocafé de 12/11/21

O dólar fechou em alta de 1%, cotado a R$ 5,4579. No acumulado da semana, no entanto, houve queda de 1,11%. Na agenda econômica, o IBGE divulgou o resultado do setor de serviços em setembro, que mostrou um recuo de 0,6%, após cinco meses de crescimento – mais um resultado negativo para a economia: na véspera, o mesmo IBGE apontou que as vendas do comércio caíram pelo segundo mês seguido em setembro. No mercado financeiro, crescem as apostas de que o Banco Central pode intensificar seu atual ritmo de elevação de juro para conter a escalada da inflação, que atingiu 10,67% no acumulado em12 meses até outubro. Atualmente, os juros básicos estão em 7,75% ao ano, após o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC promover alta de 150 pontos-base na sua última reunião. Juros mais altos tendem a favorecer o real, uma vez que tornam os retornos do mercado de renda fixa doméstico mais atraentes para investidores estrangeiros, consequentemente elevando o fluxo de dólares para o país.

INFOCAFÉ

Infocafé de 11/11/21

N.Y. finalizou a quinta-feira com forte alta, a posição dezembro atingiu a máxima de +8,60 pontos fechando com +6,90 pts.O dólar fechou em forte queda de 1,74%, cotado a R$ 5,4041. No mercado financeiro, crescem as apostas de que o Banco Central pode intensificar seu atual ritmo de elevação de juro para conter a escalada da inflação, que atingiu 10,67% no acumulado em12 meses até outubro. Atualmente, os juros básicos estão em 7,75% ao ano, após o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC promover alta de 150 pontos-base na sua última reunião. Juros mais altos tendem a favorecer o real, uma vez que tornam os retornos do mercado de renda fixa doméstico mais atraentes para investidores estrangeiros, consequentemente elevando o fluxo de dólares para o país. No exterior, dados divulgados na quarta-feira mostraram que os preços ao consumidor nos Estados Unidos saltaram no ritmo mais forte desde 1990, o que pode levar o Federal Reserve (Fed) a um aperto mais rápido da política monetária. Juros mais altos na maior economia do mundo tenderiam a atrair recursos para o país, impulsionando o dólar.