Milho: B3 continuou andando de lado
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BOLSA BRASILEIRA

Milho: B3 continuou andando de lado 

Em Chicago, o milho fecha em nova alta puxado pelo trigo e as chuvas na América do Sul fizeram pressão
Por: -Leonardo Gottems

No mercado brasileiro de milho, segundo a TF Agroeconômica, a B3 continuou andando de lado com possibilidade de aumento dos estoques finais. “As sobras deixadas pelo mercado de exportação  –  se é que podem ser chamadas assim – trazem tranquilidade aos compradores internos, que olham a  exportação em números expressivamente menores do que aqueles projetados há alguns meses atrás”, comenta. 

“Por  outro  lado,  vale  lembrar  que  para  a importação,  a  Secex  aponta  que  o  Brasil  trouxe  de fora, somente até o dia 21 do mês de novembro, 621 mil  toneladas,  volume  196,8%  acima  do  que  aquele registrado em novembro/20. Nos fechamentos do dia, foram vistas as seguintes cotações para a saca de milho: janeiro/22 passou  a  valer  R$  91,72  (+1,42%);  março/22  cotou  a R$ 91,70 (+1,34%); maio/22 teve ganhos e fechou a R$ 87,10  (+0,74);  e  maio/22  encerrou  o  dia  valendo  R$ 87,10 (+0,74%)”, completa. 

Em Chicago, o milho fecha em nova alta puxado pelo trigo e as chuvas na América do Sul fizeram pressão. “A  cotação  do  milho  para  janeiro22 fechou em nova alta de 1,14% ou 5,50 cents/bushel a $  577,0.  A  cotação  de  julho22,  importante  para  as exportações  brasileiras,  fechou  também  em  alta  de 1,0% ou $5,50cents/bushel a $ 579,0”, indica. “O  mercado  de  milho  foi  principalmente infectado pela alta do trigo. As  vendas semanais nos EUA  ficaram  em  linha  com  as  expectativas  do mercado. Boas perspectivas de produção na  América do  Sul,  transmitem  tranquilidade.  Na  Argentina,  o BCBA elevou a intenção de plantio para 7,3 milhões de hectares”, informa. 

“Os  dados  do  USDA  mostraram que as vendas de exportação de milho na semana que terminou em 25/11 foram de 1.021 MT. Isso foi acima das expectativas e incluiu uma venda de 100k T para o México,  que  foi  anunciada  anteriormente.  O  México  foi  o  maior  comprador  da  semana.  Em  comparação  com  a semana passada, as encomendas de milho caíram 29% e foram 25% menores do que na mesma semana do ano passado”, conclui. 


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