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Milho recua na B3 com pressão do dólar

Na B3, os principais vencimentos recuaram no dia


Na B3, os principais vencimentos recuaram no dia Na B3, os principais vencimentos recuaram no dia - Foto: Pixabay

O mercado de milho iniciou a semana com ajustes nas cotações futuras e movimentação cautelosa nas negociações internas e externas. Segundo análise da TF Agroeconômica, os contratos negociados na B3 encerraram a segunda-feira em baixa, pressionados pelo avanço do dólar, enquanto Chicago apresentou comportamento praticamente estável.

Na B3, os principais vencimentos recuaram no dia. O contrato março/26 fechou a R$ 71,32, com queda de R$ 0,68 no dia e alta acumulada de R$ 0,21 na semana. O maio/26 terminou cotado a R$ 70,85, baixa diária de R$ 0,58 e ganho semanal de R$ 0,24. Já o julho/26 encerrou a R$ 68,50, com recuo de R$ 0,15 no dia e perda de R$ 0,19 na semana.

No mercado físico, os preços seguem firmes, de acordo com o Cepea. Mesmo com poucas negociações em razão do recesso de carnaval, a sustentação veio da retração dos produtores, concentrados nas atividades de campo, e da postura firme dos vendedores ativos no mercado spot. Do lado comprador, os preços elevados e questões logísticas limitam os negócios, já que a prioridade tem sido a entrega de soja.

As atividades no campo avançam de forma satisfatória, com preocupações pontuais sobre falta de chuvas no Sul. Em outras regiões, a colheita da safra de verão e o plantio da segunda safra evoluem sob clima favorável. Nos portos, a liquidez no mercado spot é baixa, mas os embarques de fevereiro superam o ritmo do mesmo período do ano passado.

Em Chicago, o milho fechou de forma mista. O contrato março ficou estável em 427,50 cents por bushel, enquanto maio subiu 0,11%, a 440,25 cents. O suporte veio de inspeções de embarque que somaram 2 milhões de toneladas e da confirmação de venda de 125 mil toneladas para a Colômbia. Persistem incertezas envolvendo tarifas e o E-15, enquanto o plantio da safrinha no Centro-Sul do Brasil alcança 50% e chuvas atingem áreas produtoras da Argentina.
 

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