Barus 300 WG CI

Geral
Nome Técnico:
Tiafenacil
Registro MAPA:
2223
Empresa Registrante:
ISK
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Tiafenacil 300 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Granulado Dispersível (WG)
Modo de Ação:
Seletivo condicional, Contato
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Algodão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Alternanthera tenella (Apaga fogo) veja aqui
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) veja aqui
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) veja aqui
Amaranthus retroflexus (Caruru gigante) veja aqui
Amaranthus viridis (Caruru comum) veja aqui
Bidens pilosa (Picão preto) veja aqui
Borreria verticillata (Vassourinha-de-botão) veja aqui
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) veja aqui
Commelina benghalensis (Trapoeraba) veja aqui
Conyza bonariensis (Buva) veja aqui
Digitaria insularis (Capim amargoso ) veja aqui
Eleusine indica (Capim pé de galinha) veja aqui
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) veja aqui
Glycine max (Soja voluntária / soja tiguera) (Soja voluntária / Soja tiguera) veja aqui
Gossypium hirsutum (Algodão) veja aqui
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) veja aqui
Ipomoea hederifolia (Corda de viola) veja aqui
Lolium multiflorum (Azevém) veja aqui
Parthenium hysterophorus (Losna branca) veja aqui
Phaseolus vulgaris (feijão) (Feijão) veja aqui
Portulaca oleracea (Beldroega) veja aqui
Raphanus raphanistrum (Nabiça) veja aqui
Richardia brasiliensis (Poaia branca) veja aqui
Sida rhombifolia (Guanxuma) veja aqui
Sonchus oleraceus (Serralha) veja aqui
Spermacoce latifolia (Erva quente) veja aqui
Tridax procumbens (Erva de touro) veja aqui
Triticum aestivum (Trigo voluntário) (Trigo) veja aqui
Urochloa decumbens (Capim-braquiária) veja aqui
Urochloa plantaginea (Capim-marmelada) veja aqui
Zea mays (Milho voluntário) (Milho voluntário) veja aqui
Soja Recomendação Dosagem Produtos Similares
Alternanthera tenella (Apaga fogo) veja aqui
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) veja aqui
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) veja aqui
Amaranthus retroflexus (Caruru gigante) veja aqui
Amaranthus viridis (Caruru comum) veja aqui
Bidens pilosa (Picão preto) veja aqui
Borreria verticillata (Vassourinha-de-botão) veja aqui
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) veja aqui
Commelina benghalensis (Trapoeraba) veja aqui
Conyza bonariensis (Buva) veja aqui
Digitaria insularis (Capim amargoso ) veja aqui
Eleusine indica (Capim pé de galinha) veja aqui
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) veja aqui
Glycine max (Soja) veja aqui
Glycine max (Soja voluntária / soja tiguera) (Soja voluntária / Soja tiguera) veja aqui
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) veja aqui
Ipomoea hederifolia (Corda de viola) veja aqui
Lolium multiflorum (Azevém) veja aqui
Parthenium hysterophorus (Losna branca) veja aqui
Phaseolus vulgaris (feijão) (Feijão) veja aqui
Portulaca oleracea (Beldroega) veja aqui
Raphanus raphanistrum (Nabiça) veja aqui
Richardia brasiliensis (Poaia branca) veja aqui
Sida rhombifolia (Guanxuma) veja aqui
Sonchus oleraceus (Serralha) veja aqui
Spermacoce latifolia (Erva quente) veja aqui
Tridax procumbens (Erva de touro) veja aqui
Triticum aestivum (Trigo voluntário) (Trigo) veja aqui
Urochloa decumbens (Capim-braquiária) veja aqui
Urochloa plantaginea (Capim-marmelada) veja aqui
Zea mays (Milho voluntário) (Milho voluntário) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 L

INSTRUÇÕES DE USO

BARUS 300WG é um herbicida seletivo condicional de contato, composto por tiafenacil, registrado com a marca global Tergeo®. É destinado ao controle em pósemergência de plantas daninhas de folhas largas e estreitas, incluindo aquelas de
difícil controle e resistentes a outros mecanismos de ação. Em doses altas pode apresentar efeito em pré-emergência devido ao residual no solo.
Modo de ação: BARUS 300WG atua inibindo a enzima protoporfirinogênio oxidase (PROTOX), o que causa interrupção na síntese de clorofila e citocromos. Na ausência destes pigmentos, ocorre a peroxidação de lipídeos, rompimento das
membranas e morte celular. Sua absorção é rápida e os primeiros sintomas podem ser observados nas primeiras 24 horas após a aplicação.
BARUS 300WG possui boa seletividade às culturas do algodão, feijão, milho e soja quando aplicado nas doses recomendadas, na dessecação pré-plantio, desde que seja respeitado o intervalo de 15 dias entre aplicação e semeadura das culturas.
Para as culturas do café e do citros, a seletividade é condicionada a aplicação em jato dirigido as entrelinhas das culturas, evitando contato direto com as plantas.


MODO DE APLICAÇÃO


Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizado montado, de arrasto, autopropelido ou aéreo. Utilizar pontas de jato plano tipo (leque). Aplicar diretamente sobre as plantas daninhas. O produto deve ser diluído em água e aplicado nas doses recomendadas. Agitar vigorosamente o produto na embalagem antes da diluição, mantendo agitação constante da calda no tanque de pulverização, após a diluição.
A cobertura uniforme do alvo é fundamental para o sucesso de controle, independente do equipamento utilizado. Desta forma, o tipo e calibração do equipamento utilizado, bem como as condições ambientais em que a aplicação é
conduzida, devem ser rigorosamente observados.

Aplicação terrestre em área total:
Utilizar pulverizadores costais, tratorizados ou autopropelidos com tipos e espaçamento de pontas de pulverização recomendados pelos fabricantes. A pressão de trabalho e a altura da barra devem obedecer às recomendações dos fabricantes e a orientação do Engenheiro Agrônomo. Durante a pulverização, atentar para a agitação e a abertura e fechamento dos registros durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação, ou deposição da calda de pulverização em culturas vizinhas.
O equipamento deve ser calibrado para produzir espectro de gotas das classes fina a média, conforme padrão estabelecido pela ASABE.
Evitar sobreposições e deriva para áreas adjacentes.
A aplicação na modalidade terrestre foliar deve manter a distância mínima de 160 metros da divisa das áreas de vegetação natural e usar no máximo 126 g i.a./ha.

Aplicação terrestre em jato dirigido:
Utilizar pulverizadores costais ou tratorizados com tipos e espaçamento de pontas de pulverização recomendados pelos fabricantes. A pressão de trabalho e a altura da barra devem obedecer às recomendações dos fabricantes e a orientação do Engenheiro Agrônomo, visando uma boa distribuição do produto no sulco de plantio.
Durante a pulverização, atentar para a agitação e a abertura e fechamento dos registros durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação, ou deposição da calda de pulverização em culturas vizinhas.
O equipamento deve ser calibrado para produzir espectro de gotas das classes fina a média, conforme padrão estabelecido pela ASABE.
Evitar sobreposições e deriva para áreas adjacentes.

A aplicação na modalidade terrestre foliar deve manter a distância mínima de 160 metros da divisa das áreas de vegetação natural e usar no máximo 126 g i.a./ha.

Aplicação terrestre em jato dirigido:
Utilizar pulverizadores costais ou tratorizados com tipos e espaçamento de pontas de pulverização recomendados pelos fabricantes. A pressão de trabalho e a altura da barra devem obedecer às recomendações dos fabricantes e a orientação do Engenheiro Agrônomo, visando uma boa distribuição do produto no sulco de plantio.
Durante a pulverização, atentar para a agitação e a abertura e fechamento dos registros durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação, ou deposição da calda de pulverização em culturas vizinhas.
O equipamento deve ser calibrado para produzir espectro de gotas das classes fina a média, conforme padrão estabelecido pela ASABE.
Evitar sobreposições e deriva para áreas adjacentes.
A aplicação terrestre em ato dirigido, usar no máximo 144 g i.a./ha.

Aplicação aérea:
Aplicar em área total, com altura sugerida de voo de 3 metros acima do alvo/dossel.
Utilizar volume de calda superior a 20 L/ha.
O equipamento deve ser calibrado para produzir espectro de gotas das classes média a grossa, conforme padrão estabelecido pela ASABE.
Evitar sobreposições e deriva para áreas adjacentes.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha, desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.

Preparo da calda:
Certifique-se de que o tanque, as mangueiras, os filtros e as pontas de pulverização estejam devidamente limpos e livre de resíduos de outros defensivos agrícolas aplicados anteriormente.
Para o preparo da calda, recomenda-se a utilização de água de boa qualidade, livre de partículas em suspensão. A presença de coloides, como argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto.
Encha o tanque do pulverizador até a metade, adicione a dose recomendada de BARUS 339SC e, em seguida, acrescente adjuvante a base de alquil éster etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v. Complete o volume do reservatório mantendo o sistema de agitação ligação durante todo o processo de preparo da calda e durante a pulverização, mantendo a mistura homogênea.

Prepare apenas a quantidade necessária para a aplicação e pulverize na sequência.
Em caso de interrupção, retome a pulverização o mais rápido possível e agite a calda vigorosamente antes de reiniciar o processo

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:
Aplicação terrestre:
Temperatura máxima: 30°C
Umidade relativa do ar mínima: 60%
Velocidade máxima do vento: 10 km/h. Em ocasiões em que a velocidade do vento for inferior a 2 km/h, é possível que haja inversão térmica e a aplicação não deve ser realizada.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.

Aplicação aérea:
Temperatura máxima: 28°C
Umidade relativa do ar mínima: 60%
Velocidade média do vento: até 10 km/h.
Tipo de ponta de pulverização:
Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado.
Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, mas não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Considere a substituição das pontas por
modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões
térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
Recomendações para redução de deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima.
O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

• A aplicação do produto deve ser evitada em condições de solo seco ou em períodos de estiagem prolongada, com as plantas infestantes no estado de estresse por deficiência hídrica.
• Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem molhadas ou com presença de orvalho, o que pode causar escorrimento da calda de aplicação.
• A ocorrência de chuvas ou orvalho intenso até quatro horas após a aplicação do produto poderá diminuir sua eficiência.
• Não aplicar o produto quando houver possibilidade de chuva em até 48 horas.
• Não aplicar em solos saturados, durante períodos de chuva intensa ou em solos cuja água da chuva não tenha uma rápida drenagem, porque isto pode resultar em risco de escorrimento superficial (enxurrada) do produto.
• Plantas não alvo (não indicadas nesta bula) podem ser afetadas pela deriva e escorrimento superficial (enxurrada).
• Em áreas irrigadas adotar boas práticas no manejo de irrigação evitando causar escorrimento superficial.
• Recomenda-se aplicar o produto em áreas que adotem técnicas conservacionistas do solo, como plantio direto na palha e manutenção da cobertura vegetal na entressafra, as quais propiciam um solo mais estruturado, com melhor infiltração e drenagem da água, assim reduzindo o escorrimento superficial (run-off).
• Não permitir que a deriva da aplicação do produto atinja plantações vizinhas.
• Não aplicar em áreas com declividade superior a 45%.
• Para cultivos adjacentes a área de preservação em recuperação ou reflorestamento, recomenda-se respeitar as mesmas distâncias previstas em bula para aplicação do herbicida.
• Não permitir que a pulverização do produto atinja qualquer planta útil que não seja a planta infestante indicada nesta bula.
• Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O produto BARUS 300 WG é composto por TIAFENACIL, que apresenta mecanismo de ação de inibição da protoporfirinogênio oxidase (PPO), grupo químico Uracila, pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E, para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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