A Casafe (Câmara de Sanidade Agropecuária e Fertilizantes) da Argentina acaba de lançar um vídeo “desmistificando” o herbicida mais utilizado no mundo: o Glifosato. De acordo com o material divulgado, o agroquímico possui o mesmo suposto potencial “cancerígeno” de atividades cotidianas, como a fumaça de uma lareira, a utilização de telefone celular, o uso de Aloe vera (babosa), pintar o cabelo, comer pepino em conserva ou mesmo o ato de tomar café.
No vídeo, a Casafe relembra o recente posicionamento da Iarc (Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer), que classificou o Glifosato como “possível ou provável cancerígeno”. No entanto, a entidade vinculada à OMS (Organização Mundial da Saúde) coloca nessa mesma categoria as ações do dia a dia citadas acima.
A Câmara de Sanidade argentina salienta a diferença de produtos que são comprovadamente cancerígenos, como a radioatividade, o consumo de tabaco e os Raios-X, entre outros.
O vídeo lembra que há outras entidades que excluem o Glifosato do grupo de “prováveis cancerígenos”. Entre elas estão organizações vinculadas à OMS, como Grupo Básico de Avaliação, Programa de Qualidade da Água e o Programa Internacional de Segurança Química, além de entidades independentes como a EPA (EUA) e BFR (Alemanha).