Parcela da Apicultura evidencia produtos das abelhas

Abelhas

Parcela da Apicultura evidencia produtos das abelhas

Evidenciar as propriedades do mel, do pólen, da geleia real e do própolis é um dos objetivos da parcela da Apicultura no Espaço Casa da Emater
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Evidenciar as propriedades do mel, do pólen, da geleia real e do própolis é um dos objetivos da parcela da Apicultura no Espaço Casa da Emater, na Expoagro Afubra, em Rio Pardo. No local, extensionistas da Emater/RS-Ascar apresentam todos os produtos como alternativas não apenas para o autoconsumo, mas para a comercialização e, consequentemente, geração de renda. ?Nossa intenção é a de estimular os agricultores, especialmente em um momento em que há queda de preço pago ao produtor para o quilo do mel?, explica o extensionista da Emater/RS-Ascar, Sanderlei Pereira.

Ele comenta o fato de ainda faltar informação sobre o consumo dos produtos das abelhas, como o mel, muitas vezes visto como vilão por conta do suposto ?excesso de açúcar?. ?O brasileiro consome uma média de apenas 70 gramas do produto por ano, contra 900 dos americanos, ou 1.200 dos alemães? explica, reforçando o fato de o mel possuir uma série de propriedades benéficas, contribuindo para mitigar transtornos intestinais, males da garganta e até enfermidades cardíacas.

Não é diferente com outros produtos, como o pólen, que é fonte de aminoácidos essenciais, vitaminas, carboidratos, minerais e lipídios. ?Ainda que seja um pouco mais difícil de produzir, pode chegar a custar até R$ 100 o quilo?, destaca Pereira. Já o própolis é obtido a partir de raspagens de tampas, caixilhos, ninhos e melgueiras. E foi com a intenção de saber mais sobre a produção de própolis que o agricultor Luis Paulo Souza Lopes, de Tabaí, passou pelo espaço para tirar dúvidas.

Com 80 caixas de abelhas que, juntas, rendem 1,6 toneladas de mel por ano, o produtor já iniciou um trabalho de teste em sua propriedade para a obtenção de própolis. ?Na verdade não adianta apenas cultivar, é preciso ter para quem vender?, avalia. Acostumado a utilizar o mel no café como substituto do açúcar, Lopes pretende investir em alternativas que, inicialmente, servirão para o consumo da família para, mais tarde, poderem ser utilizadas para comercialização.

Na parcela, atividades relacionadas ao manejo da colmeia e implantação de enxames também são demonstradas por extensionistas. Uma exposição com 24 meliponídeos autorizados por portaria da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) para serem criados no RS, dispostos em caixas recomendadas para cada espécie, sendo oito delas com pinturas utilizadas na Eslovênia. Dúvidas sobre apicultura e meliponicultura podem ser esclarecidas nos escritórios da Emater/RS-Ascar no Estado.


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