Em nota emitida nesta quarta-feira (20.11), o Mapa confirmou que as lagartas encontradas nas lavouras de soja nos municípios de Espumoso, Carazinho e Passo Fundo são mesmo da espécie que levou os estados da Bahia, Mato Grosso e Piauí a declarar situação de emergência fitossanitária.
Elas foram coletadas por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), de Passo Fundo (UPF) e pela Embrapa Trigo. Criados em laboratório, os adultos, depois da emergência, foram enviados para identificação taxonômica por especialista que trabalha com este grupo de insetos na Embrapa Cerrados.
Além dos órgãos estadual e federal, participam da reunião especialistas da área de entomologia das principais instituições de pesquisa, ensino e extensão do País.
A ideia é discutir e harmonizar ações para o monitoramento e controle da praga. Ainda de acordo com a nota, até o momento não há relatos de prejuízos nas lavouras gaúchas, semelhantes àqueles observados em outras regiões do Brasil com características e clima diferenciados.
Conforme a superintendência Federal de Agricultura do RS, “não há motivos para criar um clima de bioterrorismo ou paranoia junto aos produtores, mas, sim, juntamente com os técnicos, definir estratégias e harmonizar as informações e ações a serem tomadas sob o ponto de vista técnico.”
A reunião está marcada para esta quinta-feira (21.11) e será promovida pelo Ministério da Agricultura, com a participação da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, na sede da superintendência regional do Mapa.
Elas foram coletadas por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), de Passo Fundo (UPF) e pela Embrapa Trigo. Criados em laboratório, os adultos, depois da emergência, foram enviados para identificação taxonômica por especialista que trabalha com este grupo de insetos na Embrapa Cerrados.
Além dos órgãos estadual e federal, participam da reunião especialistas da área de entomologia das principais instituições de pesquisa, ensino e extensão do País.
A ideia é discutir e harmonizar ações para o monitoramento e controle da praga. Ainda de acordo com a nota, até o momento não há relatos de prejuízos nas lavouras gaúchas, semelhantes àqueles observados em outras regiões do Brasil com características e clima diferenciados.
Conforme a superintendência Federal de Agricultura do RS, “não há motivos para criar um clima de bioterrorismo ou paranoia junto aos produtores, mas, sim, juntamente com os técnicos, definir estratégias e harmonizar as informações e ações a serem tomadas sob o ponto de vista técnico.”
A reunião está marcada para esta quinta-feira (21.11) e será promovida pelo Ministério da Agricultura, com a participação da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, na sede da superintendência regional do Mapa.


