Embora o programa de exportação de milho brasileiro esteja levemente atrasado, o Brasil é a única opção de abastecimento a partir de fevereiro do mercado mundial. A afirmação é do analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Carlos Pacheco.
De acordo com o especialista, essa demanda deverá estar ainda mais ativa pelo cereal brasileiro em função das quebras nas produções da Europa e da China. Também foram registradas quedas acentuadas em outros dois grandes fornecedores mundiais: a Argentina e a Ucrânia – sendo que esse último sofreu tanto com a quebra de produção como com os problemas da cadeia logística por conta da guerra com a Rússia, resultando em embarques menores.


