Bula 2,4-D Amina CCAB 806 SL

acessos
2,4-D
6615
CCAB Agro

Composição

Equivalente ácido de 2,4-D 670 g/L Ácido ariloxialcanóico
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 806 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com pouca ou sem água de irrigação
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com pouca ou sem água de irrigação
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,3 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com pouca ou sem água de irrigação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso em pós-emergência até três meses após o plantio ou corte. Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açucar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso em pós-emergência até três meses após o plantio ou corte. Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açucar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso em pós-emergência até três meses após o plantio ou corte. Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açucar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso em pós-emergência até três meses após o plantio ou corte. Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açucar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso em pós-emergência até três meses após o plantio ou corte. Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açucar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso em pós-emergência até três meses após o plantio ou corte. Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açucar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso em pós-emergência até três meses após o plantio ou corte. Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açucar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso em pós-emergência até três meses após o plantio ou corte. Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açucar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso em pós-emergência até três meses após o plantio ou corte. Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açucar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso em pós-emergência até três meses após o plantio ou corte. Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açucar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm. Aplicar em área total até o milho atingir no máximo 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido sobre as plantas infestantes, evitando atingir o milho quando este estiver com mais de 4 folhas
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm. Aplicar em área total até o milho atingir no máximo 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido sobre as plantas infestantes, evitando atingir o milho quando este estiver com mais de 4 folhas
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm. Aplicar em área total até o milho atingir no máximo 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido sobre as plantas infestantes, evitando atingir o milho quando este estiver com mais de 4 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm. Aplicar em área total até o milho atingir no máximo 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido sobre as plantas infestantes, evitando atingir o milho quando este estiver com mais de 4 folhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm. Aplicar em área total até o milho atingir no máximo 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido sobre as plantas infestantes, evitando atingir o milho quando este estiver com mais de 4 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm. Aplicar em área total até o milho atingir no máximo 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido sobre as plantas infestantes, evitando atingir o milho quando este estiver com mais de 4 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm. Aplicar em área total até o milho atingir no máximo 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido sobre as plantas infestantes, evitando atingir o milho quando este estiver com mais de 4 folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Uso permitido somente em pré-plantio. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura (plantio direto)
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Uso permitido somente em pré-plantio. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura (plantio direto)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Uso permitido somente em pré-plantio. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura (plantio direto)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Uso permitido somente em pré-plantio. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura (plantio direto)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Uso permitido somente em pré-plantio. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura (plantio direto)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Uso permitido somente em pré-plantio. Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura (plantio direto)
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L/ha - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das plantas infestantes

EMBALAGENS APROVADAS.
Tipo - Material - Capacidade
Balde - Plástico (COEX ou PEAD) Metálico - 2,5; 5; 10; 15; 20 e 50 Litros.
Bombona - Plástico (COEX ou PEAD) Metálico - 2,5; 5; 10; 15; 20 e 50 Litros.
Container - Aço inox, Plástico (Polipropileno) - 0,05; 0,07; 0,1; 0,2; 0,25; 0,35; 0,5; 0,6; 0,8; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5; 4; 4,5 e 5 Litros
Galão - Aço inox, Plástico (Polipropileno) - 0,05; 0,07; 0,1; 0,2; 0,25; 0,35; 0,5; 0,6; 0,8; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5; 4; 4,5 e 5 Litros
Tambor - Metálico (Ferro, Aço ou Alumínio) ou Plástico (PEAD) - 100; 200 e 250 Litros.
Isotanque - Metálico, Fibra de vidro ou Aço inox - 500; 945; 1.000; 1.100; 1.200; 1.300; 1.400; 1.500; 1.600; 1.700; 1.800; 1.900; 2.000; 2.500; 3.000; 3.500; 4.000; 4.500; 5.000; 6.000; 7.000; 8.000; 9.000; 10.000; 15.000 e 20.000 Litros.

NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ARROZ
Pós-emergência: Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes - em borracha mento.

ARROZ IRRIGADO
Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estágio de 3 a 5 folhas. O produto deve ser aplicado com pouca ou sem água de irrigação.

CANA-DE-AÇÚCAR
Pós-emergência: Dose 1,0 a 1,5 L p.c./ha: Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açucar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas.

MILHO
Pós-emergência: aplicar em área total até o milho atingir no máximo 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido sobre as plantas infestantes, evitando atingir o milho quando este estiver com mais de 4 folhas.
Obs.: Para maiores informações sobre a seletividade do produto aos diferentes milhos híbridos disponíveis no mercado a empresa fornecedora do híbrido deverá ser contatada.

SOJA (PLANTIO DIRETO)
Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura (plantio direto).
Obs.: Usar menores doses para plantas infestantes menos desenvolvidas e as maiores para as mais desenvolvidas.

TRIGO
Aplicar no período após o inicio do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das plantas infestantes.

MODO DE APLICAÇÃO:
O 2,4-D AMINA CCAB 806 SL é aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverizado por meio de equipamentos de pulverização tratorizado.
Na aplicação com pulverizadores tratorizados de barra, observar os seguintes parâmetros:
Tipo de bico: anti-deriva.
Tamanho de gotas: DMV acima de 200 pm
Densidade de gotas: 30 gotas! cm2
Volume de aplicação: 150 a 300 L/ha.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Arroz (1)
Cana-de-açúcar (3)
Milho (2)
Soja (4)
Trigo (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
(2) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
(3) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três meses após o plantio ou corte.
(4) Uso permitido somente em pré- plantio.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVI SA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas dentro das doses e usos recomendadas.
Outras restrições:
- São sensíveis ao produto todas as culturas dicotiledôneas, hortaliças, bananeiras, quando a pulverização atinge diretamente a folhagem.
- Também são sensíveis cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após o emborrachamento e milho plantado em solo arenoso ou quando a aplicação não é feita no período recomendado.
- Pequenas quantidades ou mesmo a névoa da pulverização podem causar sérios danos em espécies suscetíveis. Dessa forma, não aplique quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, estas espécies.
- Uma aplicação excessiva de 2,4-D AMINA CCAB 806 SL pode atingir temporariamente a germinação das sementes.
- Não misture o 2,4-D AMINA CCAB 806 SL em óleo.
- Devido à dificuldade de limpar o equipamento utilizado na aplicação deste herbicida, recomenda-se não usá-lo na pulverização de outros produtos em plantas suscetíveis.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISAIMS).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMAJMMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação.
Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não nianuseie'bu aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EM) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima dó punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; - botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- E proibida a aplicação com equipamentos manuais ou costais.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. jo - Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Página 8 de 11.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrcpelczitc com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados' para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EM), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual. (EM) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e bolas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do 'produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para comer ou beber.
Olhos: ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É IRRITANTE AOS OLHOS. Em' caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR 294 D
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Ácido ariloxialcanóico
Classe Toxicológica: Classe 1 - Extremamente Tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmnica
Toxicocinética: 2,4-D é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal com pico plasmático entre 10 minutos a 24 horas dependendo da dose e da formulação. A taxa de absorção é relacionada à dose com absorção mais rápida a baixas doses. Absorção de ésteres de 2,4-13 é mais lenta que a das formas ácidas ou sais, entretanto, as taxas de excreção são similares. A taxa de absorção inaltória também é rápida. A absorção dérmica foi de 10% e após administraão intravenosa, a absorção foi de 100%. E amplamente distribuído e não bioacurnula. Estudos em humanos mostraram que a taxa de depuração plasmática de 2,4-D administrada oralmente segue a cinética de primeira ordem com excreção urinária de (10,2- 28,4) horas. A farmacocinética seguindo absorção dérmica é diferente do que na exposição oral. Níveis plasmáticos alcançam um platô e declinam mais rapidamente seguindo a rota oral. A depuração plasmática de 2,4-D segue uma cinética bifásica começando 8 horas após a administração da dose com meia-vida para vários tecidos de (0,6 - 2,3) horas da primeira fase e (25,7 - 29) horas da segunda fase. Após absorvido,
2,4-D sofre hidrolização enzimática formando conjugados ácidos de 2,4-D, entre (0-27%) da dose administrada, O 2,4-D não é metabolizado a intermediários reativos. A excreção do 2,4-D é predominantemente pela via urinária, sendo secretada ativamente pelos túbulos proximais. A taxa de excreção urinária é inversamente proporcional à dose. Após administração oral de 5mg de 2,4-D em humanos, 77% da dose foi excretado em 96 horas e (87-100)%, eliminado na urina em 6 dias.
A excreção urinária incrementa mais lentamente seguindo
exposição dérmica que a oral. Outra importante rota de excreção em trabalhadores expostos é a perspiração. Após exposição de 2 horas, 2,4-D foi detectado na perspiração por 2 semanas e na urina por 5 dias.
Mecanismos de toxicidade: 2,4-D é primariamente irritante, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central. Com muitas poucas exceções, a toxicidade relativa das sais e formas ester de 2,4-D são bastante similares ás da forma ácida. 2,4-D usa sistemas de transporte ativo para entrar nos tecidos e cruzar a barreira hematoencefálica. Apesar de penetrar pouco no sistema nervoso, o 2,4-D atinge níveis tóxicos. A altas doses, o sistema de transporte responsável pelo efluxo de 2,4-D do cérebro é inibido. Além disso, dano vascular tem sido reportado em ratos exposto a altas doses de 2,4-D, o qual pode facilitar o influxo devido a comprometimento da barreira hematoencefálica.
Saturação da união à proteína plasmática também pode contribuir.
Sintomas e sinais clínicos: A exposição ocular pode causar irritação severa com injúria da córnea.
Exposição Aguda: Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca ap��s contato direto.
Ingestão: Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise.
Patofisiologia: Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema neverso central.
Cardiovascular: Na overdose, relatou-se taquicardia, hradicaidia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório: Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, pulmonar.
Neurológico: Exposição a baixas doses: podem ocorrer dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
Exposições a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espaiios, fraqueza profunda, polineurite e perda da consciência.
Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.
Gastrointestinal: Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrointestinal.
Hepático: Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.
Genitourinário: Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise também é possível.
Hidro-eletrolítico: A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico: A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A leucopenia também já foi relatada.
Dermatológico: O contato direto pode causar irritação na pele.
Musculoesquelético: Podem ocorrer espamos musculates, rigidez muscular, elevação da creatina quinase e randorniólise.
Endócrino: Foi relatada hipog1icernia 'em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.
Diagnóstico População de risco: indivíduos portadores de doença hepática, renal, cardiovascular, dermatológica, convulsões e neuropatias.
Exposição Aguda: após intoxicação por 2,4-D em humanos pode ocorrer:
Dérmica: Irritação, exantema; não é sensibilizante.
Ocular: Extremamente irritante (ácido e sais)
Inalatória: Leve irritação
Oral: náusea, vômito, diarréia e enterocolite hemorrágica Sistêmiica: Fatiga, astenia, anorexia, sudorese profusa,sensação de queimação na língua, faringe, tórax e abdômen, febre e:
a) Sintomas neurológicos- a baixas doses:
vertigem, dor de cabeça, mal-estar, alteração da
marcha, dismetria, anestesia e parestesias; a
doses elevadas: alteração na regulação da
temperatura corporal (hipotermia em ambientes
(rios e febre em ambientes quentes), contrações
musculares, espasmos, fasciculações, fraqueza
profunda, hiporeflexia, polineurite, paralises
flácida, convulsões com ou sem opistótono,
hipotonia ou hipertonia, relaxamento de
esfínteres, nistagmus, midriase, hipotensão e
choque, letargia, coma; reações
idiossincráticas: neuropatias periféricas com ou
sem dor intensa.
b) taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia outras disritmias, hipotensão miocardite tóxica; bradipneia,
insuficiência respiratória, hiperventilação edema pulmonar e pneumonia albuminúria e porliria, insuficiência renal devida a rabdomiólise, impotência sexual (por semanas a meses), hipocalcernia, hipercalemia e hipofoslatemia e alterações acido base (acidose metabólica); trombocitopenia leucopenia
espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da CPK e rabdomiolise hipoglicemia
C) Obito : Pode decorrer de parada cardiorrespiratória devido a arritmias ou pneumonia.
Efeitos crônicos: exposição crônica pode levar a alterações do sistema nervoso central flO controle da função motora, dermatite de contato, hepatoto xi cidade e cirrose, astenia, tonturas, alterações gastrointestinais e cardiovascolares, hipersialorréia, incremento da sensibilidade auditiva e gosto doce na boca. Baseados em estudos que mostraram efeitos na tireóide e nas gônadas seguindo exposição ao 2,4-D, existe atualmente uma preocupação em relação ao potencial de desregulação endócrina sendo necessários novos estudos. É suspeito de causar efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento. Não foi genotóxico nem mulagênico, entretanto, devido à preocupação com a carciogenicidade do produto com bases em estudos epidemiológicos antigos realizados em humanos, novos estudos prospectivos de coorte foram realizados sobreassociação entre 2,4-D e sarcoma de tecido mole e linfoma não- Hndgkin, com resultados conflitantes. Os estudos epidemiológicos mais antigos descreviam a associação com esses tumores; os mais recentes, conforme revisão da IARc/WHO, apontam que a carcinogenicidade seja devida à presença de contarninantes d produto, especialmente a dioxina. IARIWFIO classifica atualmente o 2,4-D corno possível carcinogênico (grupo 2B).
Tratamento
Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto: • Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após ingestão de urna grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração de consciência em pacientes não intubados; corrosivos e hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e / pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g cm adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-1 2)a e 1 g/kg em < 1 a;
• Não provocar vômito. -
• ConvuIsõe: indicado benzodiazepínicos IV: Diazefam
(adultos = 5-10 mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a
cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg;
crianças: 0,05-0,1 mg/kg. Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência das convulsões em >5 anos.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECO, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
• Alcalinização da urina: pode ajudar a estimular a eliminação do produto e deve ser considerado em intoxicações graves.
• Arritmias cardíacas: instituir monitoramenlo cardíaco, ECO e administrar oxigênio. Avaliar hipoxia, acidose e distúrbios eletrolíticos. Lidocaína e arniodarona são geralmente os agentes de primeira linha no tratamento das
arritmias. Amiodarona deve ser dado com precaução se
substâncias que prolongam o intervalo QT e/ou causam
taquicardia ventricular do tipo torsades de pointes estão
envolvidas na intoxicação. Ritmo instável requer imediata
cardioversão.
• Manter observação por no mínimo 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas.
Contra-indicações O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos sinérgicos. Em ovelhas tem se demonstrado sinergismo tóxico entre o Picloram e o 294-D.
Atenção Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de Informação Assistência
Toxicológica - RENACIAT - ANVISA/MS.

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência: CCAB AGRO LTDA SOS COTEX-
0800 011 767 / 0800 7071 767 PLANITOX - 0800 70 10 450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
A taxa de absorção dérinica em ratos é altameflte variável dependendo da forma química, veículo e espécie animal. Em ratos, picos tisulares, são alcançados entre 10 minutos a 8 horas dependendo da dose administrada. 2,4-D tem sido detectado no fígado, rim e pulmões de várias espécies de animais. Níveis no cérebro-são baixos, entretanto, alcançam níveis de toxicidade. 2,4-D passa a barreira pacentária em ratos, camundongos e suínos e é encontrado no útero, placenta, feto e líquido intrauterino. O metabolismo depende da dose administrada e da espécie animal. Baixas doses em ratos mostraram vida méia de 0,5-0,8 horas. Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação fecal corno via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrado foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas. Também foi excretado no leite das ratas durante o período de lactação.

Efeitos Agudos:
DL50 oral em ralos: 500 rngikg
DL50 dérmica cm ratos: > 4000 mg/kg.
CL) inalatória em ratos macho e fêmeas (4h): > 0,141 mg/L Irritação ocular em coelhos: Severamente Irritante.
Irritação dérmica em coelhos: Pouco Irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.
Efeitos Crônicos:
O 2,4-D tem causado efeitos adversos sobre a reprodução em experimentos com animais (incremento na mortalidade nas femeas tratadas e diminuição do peso dos filhotes). Em ratos o 2,4-D produziu anormalidades esqueléticas; em coelhos, induziu abortos e anormalidades esqueléticas. Incremento na duração da gravidez tem sido observada. Efeitos endócrinos apareceram em estudo reprodutivo de 2 gerações. Baseados no padrão de respostas observadas em estudos de genotoxicidade iii vitro and iii vivo, encontrou-se que o 2,4-D não foi genotóxico nem mutagênico, enibora alguns efeitos citogenéticos foram observados. *

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)
RESTRIÇÕES ESTABELECIDÁS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é :
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas,
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CCAB AGRO S.A., pelo telefone de Emergência (0800) 70 10 450 - (011) 3889-5600.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d'água e siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado, Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados nas precauções no manuseio do produto.
• TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotadas de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dírecionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o funda.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas,
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA::No prazo de até um ano da data da compra., é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM _SECUNDÁRIA -NÃO CONTAMINADA - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrgõ de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
-TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação.
Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.