Bula Abamex - Nufarm

Bula Abamex

acessos
Abamectina
03801
Nufarm

Composição

Abamectina 18 g/L Avermectina

Classificação

Acaricida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
0,5 L p.c./ha 40 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 21 dias. Realizar uma aplicação no início da infestação, dando uma boa cobertura às plantas
Nematóide das galhas
(Meloidogyne incognita)
2 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - Aplicação única Intervalo de segurança não determinado devido á modalidade de emprego Realizar uma aplicação direcionada na linha de plantio sobre as sementes antes do fechamento da linha de plantio
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
1 L p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 dias 14 dias. Iniciar as aplicações aos primeiros indícios da presença da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
0,4 L p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha - Aplicação única 14 dias Realizar aplicação foliar na fase vegetativa no período de outubro a fevereiro quando da emissão de novas folhas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
20 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 7 dias Aplicar na forma de pulverização logo no início da infestação dos ácaros quando os frutos ainda estão pequenos, ou seja, entre a fase “Azeitona” e a fase “Pingpong” (entre Agosto e Março)
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
20 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha (Jato Dirigido) 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 7 dias Aplicação em mudas ainda na fase de viveiros através de jato dirigido
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da necrose do coqueiro
(Eriophyes guerreronis)
75 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - Aplicação única 14 dias Aplicar na inflorescência e desenvolvimento do fruto. Adicione 0,25 % v/v ou 250 mL de adjuvante “óleo mineral ou vegetal emulsionável”
Cravo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 7 dias Uso não alimentar Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, com intervalo de 7 dias Uso não alimentar Aplicar no início da infestação, procurando dar boa cobertura das folhas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da macieira
(Panonychus ulmi)
75 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 14 dias 14 dias Aplicar no início da infestação, procurando dar cobertura total das plantas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
80 a 120 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 dias 14 dias Aplicar no início da infestação dirigindo a aplicação para as folhas mais novas no topo da planta
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
40 a 60 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 dias 14 dias Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face interior de todas as folhas
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 14 dias 7 dias Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
50 a 75 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 14 dias 7 dias Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
50 a 75 mL p.c./100L água 1000 a 1250 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 7 dias 3 dias Aplicar no início da infestação. Proceder as aplicações de modo que haja uma cobertura total das plantas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
100 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 10 dias 3 dias Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Minador de folhas
(Liriomyza sativae)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 10 dias 3 dias Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
250 a 750 mL p.c./ha 40 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 10 dias 14 dias Aplicar no início da infestação, procurando dar boa cobertura das folhas. Utilizar a maior dose quando as condições forem favoráveis a ocorrência dos ácaros. Adicione 0,25 % v/v ou 250 mL de adjuvante “óleo mineral ou vegetal emulsionável”
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
250 a 750 mL p.c./ha 40 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 10 dias 14 dias Aplicar no início da infestação, procurando dar boa cobertura das folhas. Utilizar a maior dose quando as condições forem favoráveis a ocorrência dos ácaros. Adicione 0,25 % v/v ou 250 mL de adjuvante “óleo mineral ou vegetal emulsionável”
Nematóide das galhas
(Meloidogyne incognita)
2 L p.c./ha 100 a 400 L calda/ha (sulco de plantio) - Aplicação única Intervalo de segurança não determinado devido á modalidade de emprego. Realizar a aplicação direcionada na linha de plantio sobre as sementes antes do fechamento da linha de plantio
Nematóide de cistos da soja
(Heterodera glycines)
2 L p.c./ha 100 a 400 L calda/ha (sulco de plantio) - Aplicação única Intervalo de segurança não determinado devido á modalidade de emprego. Realizar a aplicação direcionada na linha de plantio sobre as sementes antes do fechamento da linha de plantio
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
75 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 dias 3 dias Aplicar no início da infestação
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 14 dias 28 dias Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas

Bombonas plásticas de 5 L.
Frascos plásticos de 30 mL, 250 mL, 300 mL, 400 mL, 500 mL e 1 L.
Balde metálico de 20 L.
Balde plástico de 20 L.
Tambor plástico 50 e 200 L.
Tambor metálico 50 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
ABAMEX é um Acaricida-Inseticida de contato e ingestão para o controle de pragas em diversas culturas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Algodão: Realizar uma aplicação no início da infestação, Utilizar em torno de 100 L/ha.
Para o controle do Nematóide-da-galhas, realizar uma aplicação direcionada na linha de plantio sobre as sementes antes do fechamento da linha de plantio. Calda: Utilizar em torno de 100-200 L/ha aplicado com bico único leque.
Batata: Iniciar as aplicações aos primeiros indícios da presença da praga. Repetir as aplicações, se necessário, a cada 7 dias. No máximo 4 aplicações. Calda: Utilizar 400 - 800 L/ha.
Café: Para o controle do Bicho-mineiro-do-café, realizar uma aplicação foliar na fase vegetativa no período de outubro a fevereiro quando da emissão de novas folhas. Calda: Utilizar aproximadamente 500 L/ha.
Citros: Aplicar na forma de pulverização logo no início da infestação dos ácaros quando os frutos ainda estão pequenos, ou seja, entre a fase "Azeitona" e a fase ''Ping-pong" (entre Agosto e Março). Recomenda-se fazer uma aplicação na forma de pulverização com os frutos ainda pequenos. Em viveiros de plantas, utilizar aplicação dirigida.
Coco: Aplicar na inflorescência e desenvolvimento do fruto em aplicação única. Calda: Utilizar 400 L/ha
Cravo: Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas. Repetir as aplicações, se necessário, a cada 7 dias. Calda: Utilizar 800 -- 1000 L/ha.
Crisântemo: Aplicar no início da infestação, procurando dar boa cobertura das folhas. Repetir as aplicações, se necessário a cada 7 dias. Calda: Utilizar 1000 L/ha.
Maçã: Aplicar no início da infestação, procurando dar cobertura total das plantas. Repetir a aplicação, se necessário, após 14 dias No máximo 2 aplicações. Calda: 1000 L/ha.
Mamão: Para o controle do Ácaro-branco, aplicar no início da infestação dirigindo a aplicação' para as folhas mais novas no topo da planta. Para controle do Ácaro-rajado, aplicar no início da infestação, procurando atingir a face interior de todas as folhas. Repetir a aplicação se necessário. Calda: Utilizar de 500-1000 L/ha.
Melancia: Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas. Repetir as aplicações, se necessário, a cada 14 dias. No máximo 2 aplicações. Calda: Utilizar 800 - 1000 L/ha.
Melão: Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas. Repetir as aplicações, se necessário, a cada 14 dias. No máximo 2 aplicações. Calda: Utilizar 1000 L/ha.
Morango: Aplicar no início da infestação. Reaplicar, obrigatoriamente, (1) uma semana depois. Proceder as aplicações de modo que haja uma cobertura total das plantas. Calda: 1000-1250 L/ha.
Pepino: Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas. Repetir a aplicação, se necessário, após 10 dias. No máximo 2 aplicações. Calda: Utilizar 500 800 L/ha.
Pimentão: Aplicar no início da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas. Repetir a aplicação, se necessário, após 10 dias. No máximo 2 aplicações. Calda: 800 - 1000 L/ha.
Para Soja: Aplicar no início da infestação, procurando dar boa cobertura das folhas. Repetir as aplicações, se necessário a cada 10 dias. Utilizar a maior dose quando as condições forem favoráveis a ocorrência dos ácaros. Volume de calda de 100 a 200 L/ha.
Para o controle do Nematóide-das-galhas e Nematóide-do-cisto, realizar uma aplicação direcionada na linha de plantio sobre as sementes antes do fechamento da linha de plantio. Calda: Utilizar em torno de 100 - 200 L/ha.
Tomate: Aplicar no início da infestação. Repetir as aplicações, se necessário, a cada 7 dias No máximo 4 aplicações. Calda: Utilizar 800 - 1000 L/ha.
Uva: Aplicar no inicio da infestação, procurando atingir a face inferior das folhas. Repetir a aplicação, se necessário, após 14 dias. No Máximo 2 aplicações. Calda: Utilizar 1000 L/ha.


MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação é feita em pulverizações terrestres

- Aplicação Terrestre:
"ABAMEX" pode ser aplicado em pulverizações, utilizando- ae pulverizadores costais
manuais ou motorizados ou de barra tratorizado dotados e bicos cônicos que apresente densidade de gotas e tamanho de gotículas idea para uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas, de modo a atingir os ác ros e insetos. Para o modelo de bicos, seguir a tabela dos fabricantes para se obter ma melhor densidade de gotas, a distância entre eles e a pressão a ser usada.
Procurar fazer as aplicações nas horas mais frescas do dia.
-Para Citros (Laranja):
Aplicar através de pulverizações terrestres com pulverizadores tratorizados dotados de
pistolas ou turbo-atomizadores, com gasto médio de calda em torno de 2000 L/ha de tal
forma que haja uma boa cobertura da calda do produto sobre as plantas. No caso de
viveiros de plantas, utilizar-se de aplicação dirigida para que haja uma boa cobertura
das folhas.
Para Café:
Aplicar através de pulverizações ou atomizações terrestres, utilizando-se um volume de calda em torno de 500 L/ha de tal forma que haja uma boa cobertura da calda do produto sobre as plantas. No caso de viveiros de plantas, utilizar-se de aplicação dirigida para que haja uma boa cobertura das folhas.
Para Coco:
Dirigir a aplicação as inflorescências e frutos em formação. Volume de calda em torno de 400 L/ha.
-Para Algodão:
Utilizar barras com bicos 02 a 04, com densidade mínima de 40 gotas / cm2.
-Demais culturas:
Aplicar um volume de calda que permita uma boa cobertura da parte interna e externa
da cultura.

-INTERVALO DE SEGURANÇA:
. Algodão: 21 dias
. Algodão linha de plantio: (1)
. Batata, Café, Coco Maçã e Soja: 14 dias
. Morango, Pepino, Pimentão e Tomate: 3 dias
. Citros, Melão, Melancia: 7 dias
. Soja linha de plantio: (1)
. Uva: 28 dias
. Crisãntemo e Cravo: : UNA - Uso Não Alimentar
(1): Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
24 horas após a aplicação. Caso haja a necessidade de reentrada nas lavouras o
áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luv
botas.

LIMITAÇÕES DE USO:
-Fitotoxicidade: Não há, nas doses recomendadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTO NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola. -Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. -Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. -Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. -Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. -Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. -Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. -Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Produto irritante para os olhos -Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. -Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. -Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas da calça por cima das botas, botas de borracha, avental impermeáve, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de proteção, touca árabe e luvas de nitrila. -Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada. -Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. -Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação
e a colheita).
-Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme o equipamento de aplicação.
-A pulverização do produto produz neblina. Utilize equipamento de proteção individual - EPI

hidrorepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas da calça por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de proteção, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada. -Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h) -Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação. -Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. -Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. -Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. -Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. -Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. -Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. -Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. -Não reutilizar a embalagem vazia; -No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PROCURE LOGO UM SERViÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA, levando a embalagem, rótulo,
bula e/ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, retire imediatamente a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.
Antídoto: Não existe antídoto específico.
Informações médicas
Grupo químico: Avermectinas
Classe toxicológica: Classe I - Extremamente tóxico
Mecanismos de toxicidade: A abamectina é um inseticida e acaricida com ação de contato e que causa efeitos estomacais. Age estimulando a liberação do ácido gama-aminobutírico, um neurotransmissor inibitórioa, causando paralisia.
Vias de absorção: Vias oral, dérmica e inalatória
Sintomas e sinais clínicos: Irritação ocular foi descrita após contato com os olhos. A abamectina induz efeitos agudos no sistema nervoso central ( tremores, ataxia e didríase). Ingestão de doses elevadas de avermectinas pode estar associada à coma e hipotensão. Embora não existam dados sobre a ação da abamectina em humanos, há informações disponíveis acerca da ação de ivermectina: nas intoxicações humanas relatadas, os sinais e sintomas foram vômitos, taquicardia, alteração da pressão sanguínea, efeitos no , sistema nervoso central (sonolência, ataxia) e distúrbios visuais (midríase). Doses elevadas podem levar à morte por parada respiratória.
Toxicocinética: Após administração oral de doses de 0,14 ou 1,4 mg/Kg/dia de abamectina ou , 1,4mg/kg/dia do isômero delta-8,9 em ratos, obteve-se após 11 dias 0,3-1 % de excreção na urina da dose administrada de abamectina e 0,4% de excreção do , isômero. Os animais eliminaram 69-82% da dose de abamectina e 94% da dose do isômero nas fezes. Em estudo com animais, o composto de origem, inalterado, contabilizou mais de 50% do total de resíduos radioativos encontrados nos tecidos. Foram encontrados os derivados 24-hidroximetil e 3" O-demetil em animais tratados com abamectina e com o isômero delta-8,9. Amostras de tecidos selecionados(fígado, rins, músculo e tecido adiposo) foram analisadas quanto à : presença de avermectina B 1 a inalterada e metabólitos. Dois metabólitos, além da
avermectina B 1 a inalterada, contabilizaram a maioria dos resíduos: 24-hidroximetil-avermectina B1a ( 24-OHMe-B1a) e 3" - desmetil avermectina B1a ( 3" - DM-B1a). Um metabólito em menor quantidade foi identificado com beta-alfa-hidroxi-avermectina B1a.
Diagnóstico:0 diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento: Não hà antídoto específico. O tratamento deve ser direcionado ao controle dos
sintomas clínicos e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação que visam limitar a absorção e os efeitos locais Se a intoxicação progredir a ponto de causar grave ocorrência de vômito, o grau de desequilíbrio eletrolítico deve ser avaliado. Suporte apropriado de líquido perdido deve ser administrado por via parenteral, junto a outras medidas de suporte exigidas (como acompanhamento de pressão sanguinea, respiração, ritmo cardíaco), conforme indicado por sinais clínicos, sintomas e medidas. Em casos graves, as observações deverão continuar pelo menos por alguns dias até que a condição clínica fique favorável e normal. Sintomas de alarme: midríase, incoordenação muscular e tremores.
Contra-indicações: Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco Uma vez que a abamectina estimula a liberação do ácido gama aminobutírico - GABA - em animais, é prudente que se evitem drogas que estimulem o efeito do GABA (barbitúricos, benzodiazepinas, ácido valpróico) em pacientes com risco de estarem contaminados com a abamectina.
Atenção

As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA lNFORMAÇOES MEDICAS:
Disque-Intoxicações: 0800-722-6001

Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa
JNUFARM INDUSTRIA QUíMICA E FARMACÊUTICA SlA: 0800-0141149




DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR- 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa AGRIPEC QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A. - Telefone de Emergência (85) 4011-1000.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’ água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
. Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas e serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANS-PORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade será facultada a devolução da embalagem vazia em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução de embalagem vazia.

TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
-A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovadas pelo Órgão Ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, MUNICIPAIS E DO DISTRITO FEDERAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo(s) órgão(s) responsável (eis).

Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultura, Biológico,etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida ABAMEX pertence ao grupo 6 (Ativadores de canais de cloro) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do ABAMEX como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 6. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar ABAMEX ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de ABAMEX podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do ABAMEX, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos ativadores de canais de cloro não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ABAMEX, ou outros produtos do Grupo 6 quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).