Bula Aceta - BRA

Bula Aceta

acessos
Acetamiprido
2218
BRA

Composição

Acetamiprido 200 g/kg Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
100 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após surgirem os primeiros pulgões
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
300 g p.c./ha 600 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 7 dias. Iniciar os tratamentos imediatamente após surgirem os primeiros pulgões
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
250 a 300 g p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação no inicio do aparecimento da praga, repetindo se necessário
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 a 300 g p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 a 40 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar com o início da infestação fazendo o monitoramento através de armadilhas
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
30 a 40 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação no inicio do aparecimento da praga
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca spp)
25 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 5 dias. Iniciar a aplicação assim que for detectado o início do aparecimento da praga
Cochonilha
(Aonidiella comperei)
75 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 5 dias. Iniciar a aplicação assim que for detectado o início do aparecimento da praga
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
25 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
25 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou após surgirem os primeiros pulgões
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
25 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
25 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou após surgirem os primeiros pulgões
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
25 a 40 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, ou quando observada a presença dos primeiros adultos na área, repetindo se necessário
Pulgão verde
(Myzus persicae)
25 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplicar quando surgirem os primeiros pulgões. Repetindo se necessário
Tripes
(Thrips palmi)
25 a 30 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente logo após o transplante das mudas
Tripes
(Frankliniella schultzei)
25 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente logo após o transplante das mudas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 15 dias. Aplicar sempre que ocorrerem infestações superiores a 10 pulgões/espiga
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 15 dias. Aplicar quando a população média atingir 10 pulgões/afilho

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Aplicação terrestre: pulverizadores costais, manuais ou motorizados ou tratorizado de barra. Com pulverizador tratorizado de barra, utilizar bicos jato cônico vazio da série JA ou D utilizando nesta série o difusor 23 ou 25, de forma a se obter um diâmetro de gotas de 110 a 140 µm e uma densidade de 50 a 70 gotas/cm², com volume de calda suficiente para que as plantas e a praga recebam uma boa cobertura da calda. A pressão de trabalho para os bicos recomendados deverá ser de 80 a 120 lb. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas, pulverizando de modo a atingir a praga. Procurar fazer as aplicações nas horas mais frescas do dia.

Aplicação aérea: pulverizadores aéreos com aeronaves agrícolas devidamente equipada com barra/bico, empregando o volume de 20 a 30 L/ha e 40 a 50 L/ha para os alvos: Thrips palmi na cultura do tomate; Empoasca kraemeri na cultura do feijão e Bemisia tabaci raça B nas culturas de feijão, melão e melancia, seguindo sempre as boas práticas de aplicação. Tamanho/densidade de gotas: 110 - 140 micra com mínimo de 40 gotas/cm2. Porém, para o controle da Mosca-branca, Pulgão-verde e Tripes na cultura do tomate esta prática não é recomendada por ser necessário aplicações com alto volume e o contato do produto com a praga (adulto ou ninfa).
Para atomizador Micronair AU 3000/5000 utilizar máximo de 18 L/Micronair/min.
Altura de voo: com barra ou micronair, 4-5 metros em relação ao topo das plantas.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20m para aviões do tipo Ipanema. No caso barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45°. Manter a angulação das barras entre 90° (para umidade do ar acima de 80%), ajustando-a durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180° em relação a direção do voo do avião.
Seguir sempre as recomendações de ajuste do avião sob orientação de um engenheiro agrônomo responsável pela coordenação da aviação agrícola, devidamente credenciado pelo Ministério da Agricultura.

Condições climáticas: o diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com as variações da umidade relativa do ar durante todo a aplicação, de modo que se obtenha a densidade e deposição das gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura inferior à 27°C e umidade relativa acima de 70%, visando reduzir ao mínimo perdas por deriva ou evaporação.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantida em funcionamento durante toda a aplicação.
Obs.: Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo. Versão 1.0/Fev-2018

INTERVALO DE SEGURANÇA: Cultura Modalidade de Emprego Intervalo de Segurança
Algodão Foliar 7 dias
Batata Foliar 7 dias
Feijão Foliar 7 dias
Maça Foliar 7 dias
Mamão Foliar 5 dias
Melancia Foliar 3 dias
Melão Foliar 3 dias
Pinhão-manso Foliar UNA
Tomate Foliar 3 dias
Trigo Foliar 15 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda, evitando-se sempre que possível que pessoas alheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Utilizar os EPI’s indicados no item 8., caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada.

LIMITAÇÕES DE USO:
Desde que sejam seguidas as recomendações

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• • Produto para uso exclusivamente agrícola.
• • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• • Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• • Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientaç descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
• • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
• • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• • Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• • Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• • Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.


• ??Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão hidrorrepelente, luvas e máscara.
• • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• • Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• • Faça a manuten��ão e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• • Não reutilizar a embalagem vazia.
• • No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR ACETA - INFORMAÇÕES MÉDICAS Grupo químico Neonicotinóides
Classe toxicológica
Vias de exposição Oral, inalatória e dérmica, nos locais onde o produto é produzido ou utilizado
Toxicocinética Em estudos realizados em ratos, o Acetamiprido foi absorvido rápida e quase completamente pelo trato gastrointestinal (> 96% 24 horas após administração). Após absorvido o produto é distribuído pelo organismo, sendo encontrado resíduos (0,01 – 0,1 ppm) no trato gastrointestinal, fígado, rins, adrenais e tireóide, com baixo potencial de bioacumulação. Sofre biotransformação mediante processos de demetilação e congujação com glicina. A maior concentração do produto no organismo dá-se na primeira hora pós-dose, após este tempo os níveis começam a cair e sua eliminação do organismo ocorre em 6 horas. O Acetamiprido é excretado principalmente pela urina e fezes.
Mecanismos de toxicidade Agem como agonistas dos receptores nicotínicos da acetilcolina no sistema nervoso central alterando assim a transmissão do sinal nas sinapses nervosas. Compostos neonicotinóides são de relativamente baixa toxicidade devido a que apresentam baixa afinidade pelos subtipos de receptor nicotínico dos vertebrados quando comparados aos dos insetos e não penetram a barreira hematoencefálica. Efeitos do sistema nervoso central não deveriam ser esperados a baixos níveis de exposição.
Sintomas e sinais clínicos Exposição aguda:
Este tipo de inseticida parece ser menos tóxico em contato com a pele ou quando inalado que após ingestão.
• • Dois casos de intoxicação por Acetamiprido em humanos foram descritos no Japão (Clinical Toxicology 2010, Vol. 48(8): 851-853. Os pacientes apresentaram: náuseas, vômitos, debilidade muscular, hipotermia, convulsões, taquicardia, hipotensão, alterações eletrocardiográficas e hipóxia. Os sintomas foram parcialmente semelhantes aos apresentados na intoxixação por organofosforados. Tratamento de suporte foi suficiente e os dois pacientes recuperaram sem complicações em 2 dias.
• • Ingestões de formulações contendo neonicotinóides podem produzir sintomas resultantes da ação dos solventes ou outros componentes da formulação, alguns dos quais podem ser corrosivos.

Toxicidade crônica:
Não há dados disponíveis sobre toxicidade crônica em humanos. Não é considerado carcinogênico para humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Tratamento Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto:
• • Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão. Em geral não atua com metais ou ácidos.
• 1. Dose: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
• 2. O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
• • Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância específica.
• 1. Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
• 2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
• • Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente,
• • Fluidos intravenosos e monitoração de eletrólitos.
• • Convulsões: Indicado benzodiazepínicos IV (Diazepam (adultos 5-10 mg; crianças: 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10 a 15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol se há recorrência das convulsões em maiores de 5 anos.
• • Irritação: Observe os paciente que ingeriram a substância quanto a possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.

Exposição Inalatória:
Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular:
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• • EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto, utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento.
• • Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto durante o processo.

Contraindicações A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Não relatados em humanos
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Centro de Controle de Intoxicações (CCI): (11) 5012-5311
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefones de Emergência da empresa: (19) 3422-9186

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Resumidamente, o metabolismo do acetamiprido em animais é semelhante, com mais de 95% de resíduos sendo eliminados pelos excrementos e menos de 2% restantes em tecidos ou presentes em ovos ou leite. Resíduos do acetamiprido não foram encontrados (exceto um baixo nível no leite) e na maioria dos animais o resíduo predominante do produto foi IM-2-1 (53-89% TRR) com IM-2-2 ocorrendo no músculo da cabra (cerca de 50% TRR). Os metabólitos IM-2-4 e IM-2-3 também foram encontrados de 13-21% TRR nos músculos, com o metabólito IM-2-5 foi encontrado cerca de 27% TRR nas gemas dos ovos.
A proposta de colapso metabólico do acetamiprido nas cabras e galinhas envolve degradação do IC-0 ou demetilação do IM-2-1 com o metabolito IM-1-2 convertendo a amida (IM-2-2) ou IM-2-3 e formando em seguida os metabolitos IM-2-4 e IM-2-5.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
• • DL50 oral em ratos > 2000 mg/kg
• • DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg
• • CL50 inalatória em ratos (4h) > 4,16 mg/L
• • Irritação Dérmica: os animais apresentaram eritema reversível em 24 horas.
• • Irritação Ocular: os animais apresentaram irite, hiperemia da conjuntiva e secreção reversível em 72 horas.
• • Sensibilização cutânea: não sensibilizante.

Efeitos crônicos:
Em estudos toxicológicos crônicos (exposição durante toda ou boa parte da vida dos animais), os ratos apresentaram perda de peso e redução de consumo alimentar.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BRA Defensivos Agrícolas Ltda. - Telefones da empresa: (19) 3422-9186.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscaras com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• • Piso pavimentado: recolhe o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Versão 1.0/Fev-2018


• • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• • Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• • Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, com tampa, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência à inseticidas (MRI) podemos prolongar a vida útil dos inseticidas.
Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.