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Bacillus thuringiensis aizawai
6095
Bio Controle

Composição

Bacillus thuringiensis 500 g/kg Inseticida microbiológico

Classificação

Inseticida microbiológico
III - Medianamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Ingestão, Inseticida microbiológico
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
0,75 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Realizar pulverizações semanais, visando atingir as brocas antes que penetrem no interior dos frutos. Não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita. Deve-se iniciar o controle a partir da formação dos frutos
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
2 a 2,25 kg p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar pulverizações semanais, visando atingir as brocas antes que penetrem no interior dos frutos. Não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita. Deve-se iniciar o controle a partir da formação dos frutos
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
0,75 a 1 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - As pulverizações devem ser repetidas semanalmente. Não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita. O controle deve ser feito visando atingir aquelas localizadas nas folhas ainda abertas, antes que fiquem protegidas no interior das cabeças
Todas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
0,75 a 1 kg p.c./ha 2000 L de calda/ha - recomenda-se repetir a pulverização 14 dia após a primeira aplicação. Não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita. O controle deve ser realizado antes das lagartas, ainda pequenas, penetrarem para o interior dos frutos. O controle do bicho-furão merece especial atenção a época em que os frutos são ainda muito pequenos
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,35 a 0,5 kg p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Adotar um intervalo de 7 dias entre aplicações. Não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita. O controle em culturas como algodão deverá ser iniciado, quando do início da infestação na área de produção ou adotando-se amostragens a cada 3-4 dias quando for constatado no máximo 10% dos botões florais e ou maçãs com larvas menores que 1 cm
Lagarta-enroladeira
(Bonagota salubricola)
0,6 a 1 kg p.c./ha 1200 L de calda/ha - Reaplicar quando a praga atingir o nível de controle novamente. Não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita. Aplicar de acordo com o monitoramento realizado com armadilhas de feromônio, quando a população da praga atingir o nível de controle, ou seja, 20 machos por armadilha por semana
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
0,35 a 1 kg p.c./ha 150 a 800 L de calda/ha - Adotar um intervalo de 7 a 12 dias entre aplicações. Não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita. O controle deverá ser iniciado quando for constatada a presença de lagartas nas áreas amostradas pelo método de batida de pano ou visualizadas junto à cultura ou mesmo através da visualização dos primeiros sintomas na parte vegetativa da planta
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
0,6 a 1,2 kg p.c./ha 1200 L de calda/ha - Reaplicar quando a praga atingir o nível de controle novamente. Não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita. Aplicar de acordo com o monitoramento realizado com armadilhas de feromônio, quando a população da praga atingir o nível de controle, ou seja, 20 machos por armadilha por semana
Traça dos cachos
(Cryptoblades gnidiella)
1 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Adotar um intervalo de 7 dias entre aplicações ou repetir as aplicações sempre que se constatar a presença da praga. Não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita. Em culturas como a uva iniciar as aplicações quando a cultura atingir a fase de frutificação com as bagas do tamanho de "grão de ervilha" (estágio 31), utilizando-se calda até o ponto de escorrimento, de tal forma que haja boa uniformidade na cobertura em todas as partes aéreas das plantas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
2 a 3 kg p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - - Não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita. A aplicação do produto deve ser realizada de maneira que o produto
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
0,6 a 1 kg p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - - Não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita. A aplicação do produto deve ser realizada de maneira que o produto

Embalagens: Cartucho de papel sem saco solúvel interno: 15, 25, 30, 50, 60, 75, 100, 200, 300, 500, 600, 750, 800 g e 1kg. Cartucho de papel com saco solúvel interno: 15, 25, 30, 50, 60, 75, 100, 200, 300, 500, 600, 750, 800 g e 1kg. andeja plástica com saco solúvel interno: 15, 25, 30, 50, 60, 75, 100, 200, 300, 500, 600, 750, 800 g e 1kg. Saco de papel com saco solúvel interno: 15, 25, 30, 50, 60, 75, 100, 200, 300, 500, 600, 750, 800 g e 1kg. Saco de papel sem saco solúvel interno: 15, 25, 30, 50, 60, 75, 100, 200, 300, 500, 600, 750, 800 g e 1, 2, 3 e 5 kg. Saco de plástico sem saco solúvel interno: 15, 25, 30, 50, 60, 75, 100, 200, 300, 500, 600, 750, 800 g e 1, 2, 3 e 5 kg. Barrica: 0,5; 1, 2, 3 e 5 kg. Saco de plástico com saco solúvel interno: 15, 25, 30, 50, 60, 75, 100, 200, 300, 500, 600, 750, 800 g e 1 kg.

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO: AGREE é um inseticida biológico a base de Bacillus thuringiensis aizawai GC 91, indicado para o controle das pragas nas culturas conforme registrado.

MODO DE APLICAÇÃO: A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre (pulverizadores costais e tratorizados) ou também através de aeronaves (avião ou helicóptero), utilizando-se nesses casos as doses indicadas por unidade de área (ha).

Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, nas pulverizações terrestres, recomenda-se a utilização de bicos de jato cônico vazio. Os volumes de água a serem utilizados durante a aplicação devem ser os seguintes: citros - 2000 litros/ha, melão - 300 a 400 litros/ha, pepino/tomate - 800 a 1.000 litros/ha e repolho - 500 litros/ha.

Para embalagens que contenham saco solúvel em água, proceder da seguinte maneira: Preparo da calda. 1 - Encher ¼ do tanque do pulverizador com água. 2 - Iniciar a agitação (mecânica ou manual). 3 - Retirar o saco solúvel da embalagem e colocar diretamente no recipiente sem violá-lo. 4- Completar o volume mantendo a agitação constante.

OBSERVAÇÕES: 1 - Esta embalagem não permite ser dividida, deve ser utilizada por inteiro. 2 - No armazenamento, evite o contato do saco solúvel com a água. 3 - Leia e siga as instruções de uso e precauções de manuseio.

Forma de aplicação:

AVIÃO IPANEMA: Utilizar bicos de jato cônico vazio com 37 bicos ou 4 Micronairs da série AU 3000 ou 6 a 8 da série AU 5000, na pressão de 20-30 libras/pol2, VMD na faixa de 200 a 400 micrômetros e densidade de 30 a 40 gotas/cm2, altura de vôo de 3 a 4 m, faixa de deposição de 20 m. Condições climáticas : temperatura máxima de 28ºC, umidade mínima de 55% e velocidade máxima do vento de 10 km/hora.

ATOMIZADOR TRATORIZADO E COSTAL: Utilizar uma turbina ou uma ponta dosadora especial, na pressão de 10 a 40 libras/pol2, VMD na faixa de 200 a 400 micrômetros e densidade de 30 a 40 gotas/cm2, faixa de deposição de 10 a 30 m para atomizador tratorizado e de 4 a 8 m para atomizador costal.

PULVERIZADOR TRATORIZADO E COSTAL MANUAL: Utilizar bicos de jato cônico vazio da série X ou D ou equivalente e nº variável de acordo com o tipo de equipamento, na pressão de 60 a 100 libras/pol2 para pulverizador tratorizado e de 20 a 40 libras/pol2 para pulverizador costal, VMD = gotas médias/finas (100 a 200 micrômetros) com cobertura total sem escorrimento e densidade de aproximadamente 200 gotas/cm2, faixa de deposição equivalente ao comprimento da barra. Condições climáticas : evitar as horas mais quentes do dia e deriva excessiva para maior segurança do aplicador e evitar perdas do produto por evaporação.


INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

CITROS: O controle do Bicho Furão deve ser realizado antes das lagartas, ainda pequenas, penetrarem para o interior dos frutos. Se for constatado ainda a presença de adultos da praga, recomenda-se reaplicar de 2 a 3 semanas após a primeira aplicação. O controle do Bicho Furão merece especial atenção a época em que os frutos são ainda muito pequenos, e pelas características da praga, recomenda-se repetir a pulverização duas semanas após.

MELÃO E PEPINO: Deve-se iniciar o controle a partir da formação dos frutos, realizando pulverizações semanais, visando atingir as brocas antes que penetrem no interior dos frutos.

TOMATE: Tanto para traça como broca pequena, a aplicação do produto deve ser realizada de maneira que o produto atinja as pragas antes que penetrem nas folhas e frutos, respectivamente. No caso da broca pequena, a pulverização deve ser dirigida principalmente para os frutos em formação e desenvolvimento.

REPOLHO: O controle da traça das crucíferas deve ser feito visando atingir aquelas localizadas nas folhas ainda abertas, antes que fiquem protegidas no interior das cabeças. As pulverizações devem ser repetidas semanalmente. O AGREE controla inclusive raças das traça que estão resistentes a outros produtos químicos convencionais.

LIMITAÇÕES DE USO: Para as culturas hortícolas, o número e a frequência de pulverizações vai depender da intensidade e duração do período em que a praga está presente na cultura.

FITOTOXICIDADE: Não apresenta nenhum efeito fitotóxico para as culturas e doses recomendadas.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Tratando-se de um inseticida biológico a base de Bacillus thuringiensis aizawai GC-91, não há necessidade de se observar qualquer período de carência entre a última pulverização e a colheita.

INTERVALO DE REENTRADA PARA AS ÁREAS APLICADAS: Por ser um produto biológico, não há restrições quanto à reentrada.

PRECAUÇÕES DE USO: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e Veja Primeiros Socorros. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e Veja Primeiros Socorros. Use luvas e botas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e Veja Primeiros Socorros.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Use macacão com mangas compridas, luvas e botas. Não aplique o produto contra o vento. Evite o contato com a área tratada.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize as embalagens vazias. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS: Em caso de Ingestão: Provoque vômito. Procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

Em caso de contato com os olhos: Lave com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

Em caso de contato com os pele: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

EFEITOS AGUDOS: Classificação Toxicológica III. DL50 Oral em ratos > 4800 mg/kg de peso corpóreo. DL50 Dermal em ratos > 4800mg/kg de peso corpóreo. Irritação ocular em coelhos: Não Irritante. Irritação dermal em coelhos: Não Irritante.

SINTOMAS DE ALARME: Não apresenta, por tratar-se de produto biológico.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO (Informações para uso médico): Trata-se de produto biológico.

PRECAUÇÕES DE USO (Meio ambiente): Este produto é POUCO PERIGOSO para o meio ambiente. Não execute aplicação aérea do produto em áreas situadas a uma distância menor de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de manaciais de água, moradias isoladas, agrupamento de animais e culturas susceptíveis a danos. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas. Não aplique-o quando as abelhas estiverem visitando ativamente a cultura. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções constantes no ítem Destino Final de Resíduos e Embalagens. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes nesta bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. Armazene o produto em local exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa registrante. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de água naturais - siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque-o em um recipiente devidamente identificado. Remova então o produto para uma área de descarte, que deve ser altamente exposta ao sol, distante de casas, fonte de água, for a do trânsito de pessoas e animais;

Solo: retire as camadas de terra contaminada até que atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;

Corpos d'água - interrompa imediatamente o consumo humano e animal e contate o Centro de Emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens vazias. As caixas de papelão podem ser descartadas como lixo comum, uma vez que não existe contato do produto com esta embalagem. Caso as embalagens externas sejam contaminadas pelo produto, os cuidados devem ser os mesmos recomendados para o descarte das embalagens contaminadas. Os frascos plásticos deverão ser enxaguados três vezes e a calda resultante acrescentada à preparação a ser pulverizada (Trípice Lavagem). As embalagens podem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casa, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola , mesmo a longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água. O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do produto. Abrir um fosso de 1 a 2 m de profundidade, comprimento e largura não excedendo a 3 m, de acordo com as necessidades. Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedras irregulares e uma camada de britas. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. Reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Antes de iniciar o uso de fosso, e após cada 15 cm de material descartado, colocar camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno. Quando não for possível adotar nenhuma das recomendações acima, o material contaminado poderá ser incinerado em um incinerador aprovado para produtos fitossanitários, à temperatura de 1200ºC. Observar a legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibído o enterrio de embalagens em áreas inadequadas, consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MIR) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
-Qulaquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
-Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre recomendações locais para o MRI.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.