Bula Aliette

acessos
Fosetyl
108700
Bayer

Composição

Fosetyl 800 g/kg Fosfonato

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Sistêmico
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gomose
(Phytophthora nicotianae var. parasitica)
1 a 2,5 g/L 600 a 1000 L de calda/ha - Fazer 3 pulverizações foliares, iniciando a primeira 15 dias após o plantio, e as outras duas a cada 15 dias. 20 dias. Tratar as mudas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
2 a 2000 g p.c./100 L 200 a 500 L de calda/ha - Enquanto perdurarem as condições predisponentes ao desenvolvimento da doença. 30 dias. Recomenda-se aplicações preventivas ou o máximo no início dos primeiros sintomas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gomose
(Phytophthora nicotianae var. parasitica)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Qualquer porcentagem de infestação. 25 dias. Período de maior desenvolvimento vegetativo
Podridão parda
(Phytophthora citrophthora)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 2000 L de calda/ha - Fazer 4 aplicações anuais. 25 dias. Período de maior desenvolvimento vegetativo
Tombamento
(Pythium aphanidermatum)
250 g p.c./100 L de água 10 L de calda/m² - 3 aplicações com intervalos médios de 7 dias. 25 dias. Aplicar o produto após a semeadura
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão do colo
(Phytophthora cactorum)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar 3 aplicações 35 dias. Períodos de setembro/outubro, janeiro e abril
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora sparsa)
250 g p.c./100 L de água - - 8 dias. Uso não alimentar. Aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Seringueira Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Phytophthora palmivora)
2,5 Kg/100 l de água 2,5 a 3 L/ha - Repetir a aplicação a cada 12 dias. Uso não alimentar. Pincelar o painel com pincel ou similar após 12 dias à primeira sangria
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Intervalos de 15 dias, reaplicar quando as condições climáticas forem favoráveis à ocorrência da doença. 15 dias. Aplicações a partir da emissão das brotações

Embalagens: 0,5, 1, 20, 25, 30, 80, 100 e 120 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

ALIETTE é um fungicida sistêmico, utilizado em pulverizações da parte aérea de diversas culturas, tratamento de mudas, sementeiras e pincelamento no painel da seringueira.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCAS OU INTERVALOS DAS APLICAÇÕES:

ABACAXI: Tratar as mudas (metade de coroa) por imersão durante 2 a 3 minutos numa calda de ALIETTE de 1g de p.c./1 litro de água. Fazer 3 pulverizações foliares iniciando a 1ª 15 dias após o plantio, e as outras duas a cada 15 dias, usando 2,5 g do p.c./1 litro de água. (600-1000 L de calda/ha).

CAFÉ: A dose recomendada, refere-se a uma população de 1000 plantas (cova) adultas/ha, correspondendo a 2,0 kg de p.c./ha. No caso dessa aplicação de ALIETTE em plantios adensados com mais de 1000 plantas (cova)/ha mantém-se a dose. Recomendam-se aplicações preventivas ou o máximo no início dos primeiros sintomas, com intervalos de 30 dias, enquanto perdurem as condições predisponentes ao desenvolvimento da doença. (200-500 L de calda/ha).

CITROS: Em áreas com presença de gomose (Phytophtora), com qualquer porcentagem de infestação, deve-se fazer 4 aplicações anuais, iniciando-se no período de maior desenvolvimento vegetativo que corresponde de modo geral durante os meses de setembro/outubro (em função da escolha de variedades e condições climáticas) repetindo-se as aplicações a cada 60 dias (1000 a 2000 l de calda/ha).
Para o controle do estiolamento (Pythium aphanidermatum) em sementeiras, deve-se aplicar o produto após a semeadura, efetuando 3 aplicações com intervalos médios de 7 dias (10 L de calda/m²). Parao controle de Gomose em viveiros recomenda-se utilizar 1000 L de calda/ha. Em plantas definitivas, recomenda-se utilizar 1,0 a 15 L de calda/planta. Esta variação ocorrerá de acordo com a idade de planta (porte) e volume foliar.

MAÇÃ: Realizar 3 pulverizações foliares nos períodos de setembro/outubro, janeiro e abril (1000 L de calda/ha).

ROSEIRA: Iniciar o tratamento quando do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo em intervalos médios de 8 dias.

SERINGUEIRA: Pincelar o painel com pincel ou congenere após 12 dias a primeira sangria. Repetir a aplicação a cada 12 dias, pincelando com pixe sobre o painel tratado, pois o mesmo formará uma camada impermeável, proporcionando uma reconstituição mais rápida da casca (2,5-3,0 L/ha) em consistência de pasta.

VIDEIRA: Iniciar as aplicações a partir da emissão das brotações em intervalos de 15 dias. (1000 litros de calda/ha). Reaplicar, quando as condições climáticas forem favoráveis à ocorrência da doença.

MODO DE APLICAÇÃO:

ALIETTE é aplicado em pulverização da parte aérea das plantas, utilizando-se equipamento de ação terrestre, costal, motorizado ou tratorizado, tratamento de mudas por imersão e pincelamento em painel na cultura da seringueira.

Bicos de pulverização:
Deverão ser utilizados em pulverização, bicos de jato cônico vazio com a combinação adequada de ponta difusor (core) de maneira a termos uma distribuição uniforme do produto sem escorrimento para o solo.

Faixa de deposição:
A faixa de deposição será específica para cada tipo de equipamento utilizado, de maneira a termos uma deposição mínima de 60 gotas/cm² com gotas, tendo um DMV de 120 micrômetros.

Altura da barra:
Em equipamentos de barra, esta deverá posicionar-se à uma distância mínima de 0,50 m de alvo desejado. Com turbos pulverizadores, esta distância será no mínimo de 1 m do alvo desejado.

Pressão de trabalho:
Quando utilizando-se barra a pressão deverá ser de 80 a 100 psi com turbos pulverizadores a pressão de trabalho será de 60 a 100 psi.

Volume de aplicação:
Equipamentos com barra de pulveriza��ão, o volume deverá ser de 400-600 l/ha de calda. Com turbos pulverizadores, o volume a ser utilizado será de 500-1000 l/ha de calda. Nas aplicações por diluição (recomendação para 100 litros de água), considerar o volume mínimo de 1000 l/ha de calda.

Condições climáticas:
Temperatura máxima: 27 °C. Umidade relativa do ar: mínimo 55%. Velocidade de vento: máximo 10 km/h ou 3 m/seg.
Considerar sempre que a umidade relativa do ar é o fator mais influenciante na maior ou menor evaporação das gotas, pois gotas muito finas serão perdidas por evaporação e deriva acentuada e gotas grossas escorrerão para o solo perdendo-se a efetividade do produto e contribuindo-se para a poluição ambiental.

INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS): Abacaxi: 20 dias, Café: 30 dias, Maçã: 35 dias, Roseira e Seringueira: uso não alimentar, Videira: 15 dias, Citros: 25 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Após o secamento das partes atingidas pela pulverização.

LIMITAÇÕES DE USO: Devido à alta higroscopicidade do produto recomenda-se utilizar todo o conteúdo da embalagem após a abertura da mesma.

FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS: O produto quando aplicado nas culturas e doses recomendadas não apresenta fitotoxicidade.

INCOMPATIBILIDADE: o produto não é compatível com óxido cuproso e alguns fertilizantes foliares como MAP e DAP.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola
• Ao abrir a embalagem, faça de maneira a evitar derrames
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize equipamentos com vazamentos.
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados
• Quando for descartar as embalagens, use luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO

• Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS
• Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS
• Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar derrames. Use óculos protetores, macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

• Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
• Não aplique o produto contra o vento, o produto produz neblina.
• Use óculos protetores, macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Evite o máximo possível o contato com a área já aplicada até o término do intervalo de reentrada na área.
• Mantenha o restante do produto em sua embalagem original, adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho, troque e lave as suas roupas, separado das roupas domésticas.
• Não reutilize as embalagens vazias
• Após cada aplicação lave e faça a manutenção em todos os Equipamentos de Proteção Individual.

PRIMEIROS SOCORROS:
· Em caso de ingestão acidental, PROVOQUE VÔMITO, e procure imediatamente o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
· Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente em abundância e procure imediatamente o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
· Em caso de contato com a pele, remova roupas e sapatos contaminados e lave imediatamente com água e sabão em abundância e, procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
· Em caso de inalação, remova o paciente para local arejado, procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA MÉDICOS)
As medidas iniciais deverão verificar a existência de risco eminente de vida e procurar contorná-lo. Deverão ser mantidas as condições respiratória do paciente através da permeabilidade das vias aéreas ( aspiração de secreções), a oferta de ar de boa qualidade, em ambiente ventilado e a realização de respiração artificial quando necessário, desde o boca a boca a utilização de ventilação assistida a nível hospitalar.
As condições circulatórias devem ter atenção no combate a quadros de hipotensão e choque. O paciente deve ser mantido , com os membros inferiores elevados , mantido aquecido e com a utilização hospitalar de vasopressores, se necessário. Massagem cardíaca deve ser aplicada mediante casos de parada cardio-respiratória.
Eventuais convulsões exigem medidas como proteger o paciente de lesões traumáticas, mantê-lo com vias aéreas permeáveis e administrar diazepínicos por via endovenosa , na presença e por indicação do médico.
O esvaziamento gástrico irá diminuir a absorção do produto em caso de ingestão. Poderá ser realizado através de vômitos provocados pela utilização de xarope de Ipeca ou de medidas gerais, como estimular a orofaringe do paciente. A lavagem gástrica também poderá ser realizada. O material proveniente destas manobras deverá ser colhido para posterior confirmação de diagnóstico laboratorial.
O aumento da excreção do produto já absorvido poderá ser efetivado através de medidas o que resultem em aumento da diurese ; como provocar poliuria aquosa, diurese osmótica e diurese iônica. Métodos como diálise peritorial, hemodiálise e hemoprofusão poderão também ser utilizados nos casos graves.
Os distúrbios hidro-eletrolíticos deverão ser corrigidos, bem como os distúrbios ácido-básicos.
Deve-se ainda dar atenção a presença de insuficiência renal aguda e hipertemia.
Este produto não possui antídoto específico. Os sinais de sintomas aqui descritos juntamente com o seu tratamento, podem ou não ocorrer visto não haver um comportamento uniforme em casos de intoxicação exógenas, seja provocado por esse ou outro produto químico.


MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO

Em estudos clínicos em laboratórios mostraram que o produto Fosetyl-Al foi eliminado em 24 horas pela urina, ar exalado e fezes.
Foi demonstrado que o produto não se acumulou em tecidos , portanto é completamente absorvido e extensivamente metabolizado e o principal produto final é o dióxido de carbono.

EFEITOS AGUDOS:

Em estudos toxicológicos agudos para coelhos o produto foi ligeiramente irritante para os olhos e não irritante cutâneo.

EFEITOS CRÔNICOS:

Em estudos toxicológicos crônicos (exposição durante toda ou boa parte da vida dos animais), com administração de diferentes concentrações de Fosetyl-AL, não foram registradas evidências de efeitos crônicos relacionados a administração do produto.

EFEITOS COLATERAIS
Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar os efeitos colaterais.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CIUDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
ð Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
ð Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
ð PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
ð Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local de ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER CROPSCIENCE LTDA – Telefone de Emergência: 0800-243334
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
· Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
· Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
· Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.


PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.


- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.


- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.


- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.


TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, alimentos, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação diferentes, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura. Além disso, é importante associar ao emprego de fungicidas, outros métodos de controle de fungos (cultural, biológico, etc.), sempre com base no programa de Manejo Integrado de Doenças para cada cultura, quando disponível e apropriado.
Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações mais adequadas para o manejo e prevenção de resistência aos fungicidas.

Compatibilidade

Incomp. com óxido cuproso e fert. foliares MAP e DAP.